Textos Arte
Só queria dizer
Quando olho tua foto a saudade bate mais eu consigo me esquivar do caos,
A arte de escrever me mantém protegido das tempestades, nos meus versos estão o resgate, o salvamento e a minha expansão de sentimentos,
A respiração mais pura, o combustível para o coração, a sensação da liberdade de poder esta em qualquer lugar e a qualquer momento, ou em qualquer mente, tudo isso eu encontro através da minha escrita,
Só queria dizer.
A arte de Lilias Trotter
Eles imediatamente deixaram suas redes e O seguiram. -
Mateus 4:20
Escritura de hoje : Mateus 4: 18-22
Poucas pessoas já ouviram falar de Lilias Trotter, mas não tinha que ser assim. Jovem estudante de arte na Inglaterra do século XIX, Trotter tinha um grande talento como pintor. O conhecido artista e professor John Ruskin o reconheceu, levou-a sob sua tutela e viu sua capacidade florescer em pouco tempo. Em uma carta, ele afirmou que ela era “a melhor das minhas pupilas”. Ela se tornaria o próximo protegido de renome de Ruskin.
Mas não era para ser. Para Trotter, a vida não pode ser confinada à arte. Ela se interessou pelo serviço social e começou a ministrar a prostitutas. Em 1887, ouviu um orador missionário da Argélia e respondeu ao chamado de Deus para levar o evangelho à África.
Ela trabalhou na Argélia por 40 anos em um ministério fiel, onde Deus lhe deu muitas oportunidades de usar seu talento. Ela capturou a beleza do país nas aquarelas brilhantes que adornavam seus livros e cartas.
Assim como Peter, Andrew, James e John deixaram seu sustento como pescadores (Mateus 4: 18-22), Lilias Trotter deixou sua chance de fama mundana como artista.
Deus está chamando você para um novo tipo de serviço? Pode significar deixar algo para trás - mas Deus certamente o levará a algo muito melhor. —DCE
Refletir e orar
Qual será o lucro quando a vida aqui acabar,
Embora lugares distantes eu vejo,
Se, seguindo meu caminho e fazendo minha vontade,
sinto falta do que Deus planejou para mim? - Anon.
Não podemos errar se seguirmos a orientação de Deus. David C. Egner
INSPIRAÇÃO
A inspiração invade nossas almas provocando o surgir da beleza, por meio da arte ciência e diversas outras formas de nos revelar os traços da fascinante evolução da vida. Os fluxos da inspiração quebram todas as Barreiras aparentes da nossa primitiva caminhada, na busca de nos tornarmos humanos; A inspiração transcende todos os preconceitos, e tocam todos independe da estética, cor dos povos e etnia, a espiração apenas nos revela fagulhas do mistério, descortinado a vida. É algo mágico, descrever é impossível é metafísico.
Carlos Reis Agni
A penitência
Crescer é nada além de uma arte,
Parece fácil o rumo certo que há!
Mas, tu escolhes as voltas que dá
Na sua forma viva de fazer parte!
A vida no vasto sobre bela terra
É um íntimo de experimentação,
Que em cada peito se encerra
Na fala ou no silêncio da emoção!
Não é deste mundo o julgamento
Na hora certa, cada um saberá
O veredicto do seu testamento!
As linhas disso estão lá com Deus
Alguns nele escreve sem o: ô... "Será"?
Se tortos, pedem perdão só no adeus!
II
Se ficam retos e belos depois disso,
Não nos cabe saber o triste desfecho.
Se a alma irá ao céu ou ao inferno
E que fim haverá a alma após isso!
Renascerá então, por sete vezes, talvez...
Até que, o algo "torto", fique bem reto,
Que o espirito apreenda cá o correto
E toda alma evolua na sensata altivez!
Renascerão todos até alcançar evolução,
Viverão a narrativa romântica desta vida,
E moldar-se-ão na reza rija, por salvação!
Não é insensata a vida nesta existência,
Posto a viver, cá em vão para perfeição?
Então... a vida terrena é uma penitência?
A arte
A arte é a parte do encanto criado:
Ás vezes serenidade, outras vezes
um arrebatamento do algo na alma,
sem intento de nada, só expressão!
Ao talento cabe tudo, até o pecado,
ou o silêncio, ou um grito de vozes!
O que importa é a paz que acalma
os sentimentos dentro do coração!
A arte tem um que de Deus e oração;
Há saudade, amor, encanto, intuição,
tem filosofia, sabedoria e realidade!
Veste-se de sonho e também ilusão;
Traz também a beleza ou a reflexão,
ou qualquer coisa de uma liberdade!
AMAR DE ALMA
Não venham me dizer:
Que não se tem duvidas na arte de amar...
Que não se procura no amado o que encanta...
E o que prende e o que faz ficar?
Quem não se perde na visão do amado,
que plantado diante de si expõe?
Quando em desvario tenta discernir a razão de ficar?
De se ter suportado a espera?
De se ter ido e de se ter voltado?
O que eu encontro surpreende-me:
Os defeitos, a obstinação e o corpo perfeito...
Não têm relevância quando se decide amar.
Quando se decide amar de verdade:
E se procura amar pela razão...
Inexplicavelmente sempre se encanta;
Sem jeito se perde e se encontra.
Na verdade, o que sempre se ama é a alma;
Se não sentes ser amado assim:
Não vale a pena se dizer que é amado;
Pois, é nisso que a gente se atrapalha,
adoece e desmaia...morre de amor.
"A Arte
A arte, em todas as formas de expressão, me fascina, me encanta, transcende a minha alma, traz um colorido especial a minha vida, traz luz ao meu viver e faz pulsar intensamente o meu coração vibrando em um compasso harmônico e em uma sintonia inenarrável.
A arte é a expressão mais doce, mais suave, mais sublime do momento de cada artista, que se perpetuará no tempo, que se eternizará, levando a todos o sentimento e a energia de cada um por meio das obras.
A arte para mim é a minha vida, onde se exulta a felicidade e o amor que se expressam por meio de suas cores vibrantes e que se entrelaçam em perfeita simetria.
Deixarei meu legado para gerações futuras, marcas de minha existência terrena e a demonstração de que, como protagonistas nesse grande espetáculo que é a vida, todos devem deixar fluir o artista que reside em cada ser".
I. Amarás a beleza, que é a sombra de Deus sobre o Universo.
II. Não há arte atea. Embora não ames ao Criador, o afirmarás criando a sua semelhança.
III. Não darás a beleza como isca para os sentidos, se não como o natural alimento da alma.
IV. Não te será pretexto para a luxuria nem para a vaidade, se não exercício divino.
V. Não buscarás nas feiras nem levarás tua obra a elas, porque a Beleza é virgem, e a que está nas feiras não é Ela.
VI. Subirá de teu coração a teu canto e te haverá purificado a ti o primeiro.
VII. Tua beleza se chamará também misericórdia e consolará o coração dos homens.
VIII. Darás tua obra como se dá um filho: tirando sangue de teu coração.
IX. Não te será a beleza ópio adormecido, se não vinho generoso que te estimula para a ação, pois se deixas de ser homem ou mulher, deixarás de ser artista.
X. De toda a criação sairás com vergonha, porque foi inferior a teu sonho e inferior a esse maravilhoso Deus que é Natureza
Shakespirando
Sim, por vezes me sinto assim
Qual arte é essa que invade meu ser
Tomando posse simplesmente
Sem perguntar se se desejo ou não ceder
Fazendo meus pensamentos
Meus desejos se atreverem, escrevo assim
Todas as minhas sensações
Aqueles infinitos delírios e flexões
Trazendo a tona vorazes
E compulsivas loucuras e sensações
Tradução viva, pulsante
Sem politica, nem discriminatória
Fujo daquele hipocrisia
Minha escrita é pura, simples de entender
Não sou conhecido como aqueles
Sim, os mais famosos em seus momentos
Mas seus escritos ecoam além de qualquer espaço
Em qualquer indefinido tempo
Assim, ao ler, ao viver minhas própria histórias
Pus minha mente a funcionária
Me permitindo escrever tudo
Meus próprios desejos, aqueles delírios
Fazendo assim minha alma florescer
Incorporei Neruda, Bell, Espanca sem esquecer de Gel,
Drummond e até Pessoa
Senti assim, a flor da minh’alma
O desejo inexorável de expressar-me em palavras
Tudo aquilo que vivi, que senti...amei e sofri
Poesia... poema deve ser visto, sentido
E expressado com intensidade... com garra e emoção
Sem esquecer do pulsante, acelerado coração
E todas as suas sensações...
Eu proponho que seja erguido um brinde
Aos apaixonados, as paixões... aos poetas
E aos amantes os quais permitiram ecoar
Numa voraz exaltação
Cada um no seu estilo, eu mesmo dedico
Um a um os meus escritos
As mulheres, minha madura inspiração
No limiar de cada uma
Sinto a leveza... o amor e suas variações
A arte dispensa comentários no senso da solidão,
lagrimas secas se dissipam na fumaça do cigarro,
a sinto em um momento perdido
tudo que pensei que fosse verdade era apenas a fumaça,
mais que luz se perdendo na escuridão,
os pensamentos somem
a vontade de gritar tornas agonia,
a volta do amanhã tornar a visão do apocalipse...
numa conversa a qual pouco me recordo,
um amigo uma vez me disse pra acreditar na arte.
ele fixava seus olhos bem na minha cara amedrontada de quem foi macabéa pra metrópole dos deuses e diabos na terra do sol.
eu estava certo de que disfarçava bem e conseguia contornar toda aquela situação.
de fato eu consegui.
mas, é que deu medo sabe?
a gente se embebedava e ria.
dançava,
tragava cigarros e ansiedade.
eu não rendi muito aquela conversa,
devo ter pensado em algo menos desconfortante do que esse papo de "acreditar na arte".
a propósito, que conversa era aquela. estranha. que me angustiava.
desce mais uma.
já faz um tempinho isto,
mas é que ontem estive atravessado por algo.
"meu sonho era escrever e o pobre não pode ter ideal nobre". - Carolina Maria de Jesus
hoje já não sei mais se foi a conversa
ou qualquer outra coisa.
A Arte de Rimar...
Talvez eu vá, pra que enfim me esqueça.
Talvez desapareça e reapareça onde não me possa ver.
Talvez seja assim melhor pra sua cabeça.
Talvez não exista falta e muito menos o perder.
Talvez eu vá, talvez eu fique, talvez até deixe de sonhar.
Talvez eu cante, talvez eu faça a arte de tudo rimar.
Talvez, talvez e talvez seja isso que deseja.
Note que tem sempre um "TALVEZ" mesmo que não o veja.
Primeira crônica
Neste dia, eu estava muito feliz porque eu estava indo ao museu de arte do Rio de janeiro no meu oitavo ano, no dia eu não consegui nem dormi de tanta ansiedade, mas eu não ia sozinho, eu fui com minha cunhada, pois eu não podia ia sozinho.
Quando eu terminei de me arrumar fui direto para o colégio junto com a minha cunhada e logo que fui pisar na rua achei 5 reais no chão, não tinha ninguém e pensei durante uns minutinhos de quem era esse dinheiro, bom como eu era um menino bonzinho, deixe-o no chão.
Como o colégio era perto da minha casa, nós fomos a pé, e chegamos em 10 minutos, cheguei lá e muitos dos meus amigos de classe perguntaram se a minha cunhada era meu irmão e disse que era minha cunhada, bom jurava que eles iriam rir dela, mas ninguém fez um tipo bullying a favor dela.
No ônibus, nós sentamos nos primeiros lugares e ficamos escutando música e tomando café que a gente não tomou em casa, logo chegando na avenida Brasil, eu e meus amigos começamos a brincar da brincadeira de quem roubou pão na casa do joão, e estava tão animada que até o motorista brincou com a gente e ficou rindo a beça.
Chegando lá, o motorista mandou nós descermos um de cada vez, para a gente não cair, enquanto o ônibus partiu, nós tivemos fazer uma fil indiana para que os seguranças do MAR (Museu de Arte do Rio de janeiro) visse nossas carteirinhas de estudante para nós entrarmos.
Logo quando acabou a revistação das carteirinhas, entramos no museu e vimos todas as obras de artes dos pintores, como eu era tão fanatico pela arte brasileira, eu tinha gostado mais do abaporu, obra da Tarsila do Amaral, nesse dia, nós tiramos tantas fotos que eu já estava tirando algumas no automático.
bom, essa é a primeira crônica.
A arte de escutar
Escutar é a outra metade de palestrar; se deixarem de ouvir-nos é inútil falar – ponto de vista nem sempre considerado pelos que falam.
Escutar não é tão simples quanto parece. Compreende a interpretação tanto do sentido literal das palavras quanto da intenção daquele que fala.
Se alguém diz: “Olá, Jim, seu malandro velho!” as palavras são em si insultuosas; mas o tom de voz provavelmente indica afeição.
Na maioria não somos bons ouvintes. Em geral, falamos mais do que ouvimos. O espírito de competição da nossa cultura qualifica altamente o modo de expressão mesmo que a pessoa que fala nada tenha a dizer. O que lhe falta em conhecimento, procura suprir falando depressa e esmurrando a mesa. E muitos de nós, enquanto aparentemente escutamos, estamos no íntimo preparando uma observação que deixará os outros de boca aberta. Contudo, não é falta de hábito.
Considera-se escutar como uma ação passiva, a qual pode, entretanto, se transformar em processo bastante ativo – algo que põe à prova a nossa inteligência. Eis que uma corrente de mensagens nos chega para ser decifrada: em que medida nos aproximará do seu real significado? Que nos tenta dizer o interlocutor? Até que ponto o conhece; o que diz? O que é que ficou omitido? Quais são os seus motivos?
Às vezes, apenas quarta parte do auditório compreende o que diz a pessoa que está falando. A fim de apurar o ouvido dos seus membros, o Conselho de Educação de Adultos de Nova York inaugurou algumas “clínicas de atenção auditiva”. Um dos membros lê em voz alta, enquanto os outros, ao redor da mesa, concentram-se no que ele diz. Mais tarde resumem o que escutaram e procedem ao cotejo das impressões individuais – descobrindo muitas vezes que essas impressões diferem amplamente entre si. Pouco a pouco os estudantes-ouvintes vão progredindo e freqüentemente transferem a sua nova habilitação para o terreno dos negócios e para a vida doméstica. Disse um desses membros do Conselho:
– Descobri que se desenvolvia em mim uma nova atitude: a tentativa de compreender e interpretar as observações dos meus amigos dentro do ponto de vista deles, e não do meu, tal como fizera até então.
Há alguns anos, o Major Charles T. estes, do Serviço Federal de Conciliação dos Estados Unidos, foi chamado para resolver um litígio que havia muito tempo vinha se delongando entre uma empresa e sindicatos a ela ligados. O Major começou por inventar uma técnica de escutar que tem tido, desde então, ampla aplicação nos setores trabalhistas. Pediu ele aos delegados, tanto patronais como operários, que lessem em voz alta o contrato anual, então em litígio. Cada artigo era lido por uma pessoa diferente e, depois, todos juntos o discutiam. Se uma disputa começava a se formar, a cláusula era posta de lado para exame posterior.
Dois dias depois, os delegados conheciam realmente as estipulações do contrato e estavam aptos a voltar e explicar aos colegas, patrões ou empregados, o conteúdo do documento.
– Com isso nós os ensinamos a se comunicarem – informou o Major.
O contrato não foi refeito e continua em vigor há mais de dez anos, com pequenas alterações. A atenção à leitura conseguira tornar boas as relações de trabalho, anteriormente péssimas.
Carl R. Rogers, psicologista da Universidade de Chicago, sugere uma brincadeira a ser praticada em festas. Suponhamos que uma discussão generalizada – digamos, sobre as eleições na França – se torne acrimoniosa. Rogers pedirá então aos presentes que façam uma experiência: antes que Jones, ansioso por falar, possa responder a uma afirmação de Smith, deve resumir o que Smith disse – em termos, porém, aceitáveis por este último. Qualquer tentativa de torcer ou desviar o que foi dito será, pois imediatamente corrigida pelo autor da afirmação. Isso implica em atenção cuidadosa, a qual contribui para abrandar a paixão dos que discutem.
O resultado é que cada uma das pessoas reunidas, à medida que todos escutam e repetem, vai adquirindo conhecimento amplo do ponto de vista do interlocutor – ainda que não concorde com ele. Com toda a probabilidade adquirirão melhores noções sobre o tema em debate, coisa que raramente acontece nas ruidosas discussões a que estamos habituados. Essa experiência exige coragem, explica Rogers, uma vez que, pondo-se a gente no lugar do outro, corre-se o risco de abandonar a posição tomada.
F. J. Roethlisberger, da Escola de Comércio da Universidade de Harvard, num estudo recente sobre cursos de treinamento para supervisores, descreve um fato bem significativo no ato de escutar. Um dos dirigentes chama ao seu gabinete o capataz ou encarregado Bill, a fim de o informar a respeito duma alteração no departamento do dito Bill. Certa moldagem deverá ser substituída por processo manual, e o diretor diz a Bill como deve fazer a substituição.
Bill retruca: – Será mesmo?
Acompanhemos duas atitudes que o chefe pode tomar nessa altura. Suponhamos primeiro que ele entende que o “Será mesmo?” significa que o encarregado não sabe executar a nova tarefa e que ao chefe compete ensiná-la. Em vista disso inicia a explicação, clara e logicamente. Contudo, Bill mostra-se evidentemente inacessível e, no íntimo do chefe, começam a acontecer coisas: “Será”, pergunta ele aos seus botões, “que perdi o poder de me exprimir com clareza? Não. Bill é que não entende o que a gente diz – é um burro”. E o olhar que acompanha esse pensamento faz com que Bill se torne ainda menos comunicativo. E a conversa termina em absoluto desentendimento.
Mas, sugere Roerthisberger, pelo “Será mesmo?” de Bill, que o encarregado está perturbado e procura descobrir o motivo dessa perturbação. Diz ele:
– Como é que você acha que devemos fazer a alteração, Bill? Você está há muito tempo nessa seção. Quero ouvir a sua opinião.
Desta vez, as coisas se passam no íntimo de Bill. O chefe não está só dando a ordem, está querendo escutar. E as idéias lhe ocorrem, lentas a princípio, depois mais depressa. Algumas dessas idéias são excelentes e o chefe fica realmente interessado no que lhe diz Bill: “O camarada é mais esperto do que eu pensava!” E uma reação positiva e crescente se estabelece, pois Bill também passa a achar que nunca dera ao chefe o seu justo valor. E a entrevista termina em absoluta harmonia.
No primeiro caso, o chefe não escutou o que lhe disse Bill, apenas deu-lhe ordens; e embora a elocução das ordens tivesse sido suficientemente clara, seu objetivo não fora atingido. No segundo caso, o chefe escutou até localizar a causa da atitude de Bill; e daí para diante os dois estiveram de pleno acordo.
Até agora estivemos tratando da atenção compreensiva nos contatos pessoais, aquela cujo objetivo é apreender o que deseja exprimir o nosso interlocutor. Mas a atenção crítica também é necessária, num mundo cheio de propaganda e publicidade agressiva. Daremos a seguir algumas das técnicas que contribuem para o desenvolvimento da atenção crítica, necessária quando ouvimos um discurso ou uma conversa, uma arenga de vendedor à nossa porta, ou o depoimento de uma testemunha perante o júri.
Procuremos os motivos por trás das palavras. Estará o interlocutor, ao apelar para símbolos queridos e aceitos por todos, tais como Lar, Mãe, Pátria, Nossos Gloriosos Antepassados, etc., contornando a necessidade de pensar, ou, ao contrário, estará realmente procurando pensar? Muitos discursos políticos são solidamente ornados de símbolos que o ouvido bem treinado pode identificar de longe.
Estará o interlocutor apresentando fatos ou conclusões pessoais? Com a prática poderemos habituar o ouvido a fazer essa distinção, em palestras que versam sobre assunto político ou econômico, bem como acompanhar as mudanças dum plano a outro.
O ouvinte deve, também, levar em consideração a sua própria atitude em relação àquele que fala. Será ela parcial, estará contra ou a favor? Estará sendo justo, objetivo e compreensivo?
Em suma: a atenção cuidadosa procura ativamente descobrir a respeito dos acontecimentos, quais devem ser suas necessidades e objetivos, que espécie de pessoa é ele. Essa avaliação só pode ser empírica, mas pode representar uma ajuda positiva para lidarmos com ele, e para lhe darmos a resposta justa.
Outra coisa: descobri que escutar atentamente me ajuda a ficar calado, em vez de tagarelar. Os melhores ouvintes escutam com atenção alerta, esperando aprender algo e contribuindo para criar ideias novas. Você está escutando?
Eliezer Lemos
"Os poetas dominam a arte de expressar os sentimentos com palavras. Não sou um, mas expresso da minha forma. Seja com um sorriso sincero, um gesto de carinho ou simples palavras que fazem todas a diferença para alguém especial. Quando feitas ou ditas para a pessoa certa no momento certo se transforma em um momento único. As vezes o sentimento é tão forte que palavras não são suficientes para descreve-los, mas ações quando feitas com o coração descrevem muito bem esse sentimento chamado AMOR"
Ivanildo Sales
Divin’arte d’amar
Coisa estranha, mas boa patranha, por não se saber definir com alegria tamanha energia.
Amor, som que não se pode mensurar, nem com medidores de moderna tecnologia pontual-atual.
Rosada cor aurífica a confundir a nossa pobre ignorância de cor sóbria e prolífera.
Não se pede um quilo de amor, tampouco, um metro d'água benta. O amor é o criador da arte que por si só se inventa.
Som etéreo o qual diz sem explicar o eterno marujar no mar de águas santas a se navegar com valor incolor a quebrar as rochas, moldando-as sem autorização banal num eterno e desorganizado bacanal estridente.
A escrita ultrapassa o limite do tempo ao referir-se a esse dom celestino, nobre coração de menino a repousar no coração da gente e a poetar seu veraz destino, porque nada tem a explicar na divina ciência de amar.
A letra também não explica!
O Amor é a arte imensurável de Deus o qual independe de tecnologia de ponta advinda de qualquer céu, porém, aponta ser a maior inteligência universal, na plenitude da paz, sem mero escarcéu… Só pra dar rima sonora: Você “entendéu” essa explicação ao léu?
Como é bom saber amar, com o conhecer de que não se sabe explicar.
O amor somente se pode sentir, se entregar sem resistir, é o nirvana que a todos engana, sem explicitar as propriedades de sua arrefecedora chama, porém, se você o verbete estranha, entenda como: Refrigeradora chama a qual lhe chama. Semelhantemente ao criar de sua mente a qual lhe mente desbragadamente ao dizer que: o gelo também queima irresistivelmente.
Afinal, quem sabe amar conscientemente?
jbcampos
A arte
Sem descrições é a vida no papel é a alma no palco é samba no pé é aceleramento cardíaco no grave.
A arte é o paradoxo indefinido de tempo tempo e espaço, insistente e transcendente.
A arte toca sem mãos, fala sem boca, caminha pelo ar, a arte atravessa dimensões imensuráveis.
A arte tem um precipício por coração quebrados, ela resgata, liberta e transforma tudo em poesia.
A arte da poesia está no punho de quem declama o que não cabe no peito é de quem empresta os olhos para outro sem pedir nada em troca.
A arte meche com a mente cria sensações, arranca sorrisos e lágrimas.
Ela não tem endereço mas está em todo lugar, desvalorizada aos olhos de quem não a compreende e fascinante aos olhos do belo.
De veras é que uma vida sem arte é um aborto, tecnicamente você nasceu mas sem fôlego.
Tenho um grande sonho e vou realizar
Quero viajar o mundo e arte levar
Num mundo de violência, levo a paciência
Num dia de solidão, levo a oração
A cada dia me reinvento
Busco me fortalecer a cada sofrimento
Quero conhecer todos os outros de mim
E lidar da melhor forma, tudo o que está por vir
Nunca subestime a sua própria capacidade de vencer.
Viver é uma arte e você é o pintor da sua própria história.
O quadro da vida está cheio de oportunidades para você colorir.
Os problemas em formas de rascunho podem ser passados
a limpo, e se tornar no final uma grande obra de arte.
Acredite em você.
Se pela vida eu clamo...
E sobrevoo pela arte...
Se pela arte eu me dedico...
A poesia me acompanha...
Se ela está comigo...
Eu componho...
Rejuvenescer é isso...
O meu buscar...
Não existe paradeiro...
No meu ninho...
Toda vez...
Eu com minhas inspirações...
Outras vezes...
Adormeço...
Nem eu mesmo me sinto...
De uma hora e outra...
A arte faz parte...
Vou assim...
Revirando e sonhando...
Acordo e nem me lembro mais...
Voando...
Caminhando...
Cantando e sorrindo...
Mas nem sempre é assim...
Não sou de ferro...
Tenho também tristezas...
Trago comigo algo oculto...
Estou em buscas para desvendar...
Vôo em busca de minh'alma...
Vôo pela colinas...
Vôo pelas montanhas...
Semeando sementes...
Eu amo o que faço...
Faço e me reviro de cabeça para baixo...
Eu aspiro o alfabeto...
Eu regurgito letras...
Eu monto palavras...
E monto frases...
E as palavras...
São salteadas...
Minhas lágrimas...
Uso elas para regar...
Um poema aqui...
Outro ali...
E assim...
A minha biografia segue...
Nos temas...
Sou eu...
Entre os dilemas...
Bem acima das nuvens...
Energizo-me com minhas grafias...
E é disso....
Que me faz voar ainda mais...
Escrever mais não descrever...
Pois...
Um dia eu descobri o real prazer de ser Poeta....
E esse prazer...
Não é tão simples...
É grande...
É totalmente inabitável aos olhos de muitos...
Que no qual...
Está cravado em minhas asas...
E elas...
Fazem parte de toda minha inspiração...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
