Coleção pessoal de camposcampos

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versando a morte

há muito tempo
numa noite fria,
falava com ela,
com a morte,
foi logo ali
quando
nasci.
esse se nos parece
ser realmente à nossa
mente tema muito forte.
diante dela nada vai mudar
a sorte, pois, parece ser igual
a todos os mortais, porém, vem
uma reflexão nos nortear o norte.
leitor, pelo amor faça-me um favor,
aliás, vamos pensar em dois: sofrimento,
dor, prazer, afinal qual será o sentimento
que vai acontecer em seu exato momento?
Ora, ora, ora se você viver apenas duas horas
com certeza viverá mais que a morte a qual
durará alguns segundos, o que é pior ainda
você fica na berlinda ao saber que morre
a cada segundo, vida e morte se fundem.
pois, devia ter se acostumado posto que
a todo segundo você morre, já está selado!
desde de que nasceu tanto você como eu
pela vida fomos interpelados sobre aquele
que morreu o qual também sem pensar no
além envelheceu, ou seja a cada instante
fica-se mais longe da vida a morrer a cada
segundo. isso tudo é arte da vida, da qual
a morte faz parte, aliás, morte é um verbe-
te inventado pelo mortal, que não enxerga
em todo o instante essa morte constante.
para ficar bem sacramentando e ratificado:
então; você deveria já estar acostumado
a conviver com ela ao seu lado, olhe um
pouco ao passado, e olhe aos seus pés
de galinha, se já os tiver. hei… não fuja
da linha ou se for galo não fuja da rinha,
e se for galinha, me perdoe amiga minha.
então fique feliz porque você dorme e an-
da com a morte que no fundo é vida as-
sistida por Deus, em seu
glorioso eterno apogeu.
aprendeu?

ou quer mais?

Não tema a morte, ela vive intrinsecamente em você.

jbcampos

jbcampos

Gosto

Gosto não se discute
pois, apenas escute
a voz da experiência

com eficiência na ciência
que sua vida incute, desfrute.
experiência é a mais perfeita ciência,
os anos passam e a experiência renas-
ce, é assim a vida reconstruída de acertos,
porém, vamos além, é periodicamente
constituída de amor, de encrenca, ódio,
mas existe sempre alguém a pensar
também no bem. neste resumido
episódio quel nesse pequeni-
no frasco está você com
fino perfume a nos de-
fender. porém volto
a dizer: há gosto pra
doce perfume
e gosto pra
perfume doce,
deu pra chegar junto e entender?
não permita que o gosto alheio entre
no meio e estrague o seu particular prazer
de fazer sua alegria que é o seu bem-querer.

boa sorte.

jbcampos

jbcampos
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Tags: empáfia sobretudo

anacoreta

zé perneta, mais conhecido por anacoreta,
havia perdido uma perna ao cair da biciclêta.
esse acento da bicicleta é somente pra dar
rima e não dar cisma. pois, bicicleta não rima
nem com corneta. não, não faça confusão
não é acento de seleta de bicicleta,
até porque, zé mané, acento de
bicicleta é assim que é:
assento de colocar
as nádegas,
quase
que
fa
lo
bun-
da na
qual aval
de acidente
é minha gente,
pois, minha mente
quase se aprofunda
numa ideia moribunda.
vamos ao que interessa,
anacoreta é o cara que de
cara fica insulado de um lado
qualquer. bem essa didática está
faltando emoção, vamos lá então:
anacoreta: cara que perdeu a reta
e partiu para solidão, ermitão meu
amado e querido irmão qual está
longe ao meu lado da multidão.
espero, não faça mais confusão.
seleta? sei lá deve ser coleção
de trechos, ai de mim por não ter
“dito” - resumo de benedito.
Ah... sim, selim, ainda bem
que falo de sela e
não: falo de falo
na cela.

agora vou sair do meu tugúrio.
vou andar alhures, obrigado.

jbcampos

jbcampos
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Tags: empáfia sobretudo

mente secreta

hei… amigo, pense um pouco comigo
você sabe bem o que é consciência?
você sabe bem o que é hipnose?
ah... a você pensa que sabe...
quiçá, seja por osmose.
quantas vezes você
passou de marcha
o seu carro hoje,
por quantos
faróis você
passou
hoje?
não
sabe.
pare!
parece
sentar-se
na ponta
de um
sabre.
é assim
sua mente,
muito ausente,
pra você ela mente
constantemente, não é?
por que você faz tantas compras
por compulsão, até casaco de lontra,
agora então; com essa tal digitalização,
se descuidar é capaz de comprar até casaco
de leão, companheiro... olhe para seu dinheiro
lojas virtuais rolando pela Internet, de montão.
cuidado acompanhe de lado a campanha em
suas entranhas à campainha dum coração
afetado de afeto descontrolado e ligado
ao supermercado da sua maior confusão!
então meu amigo-irmão tome atitude-ação.
por que você não se controla, meu irmão?
é hipnose de montão desde o berço à escola!
a hipnose universal faz o ser humano divagar
mecanicamente, escravizando-o, sem que tenha
a menor ideia disso. o sistema cega a sua visão
mental, não me leve a mal, acorda meu irmão!
controlar sua mente secreta
é como andar de bicicleta
não se esquece jamais,
porém, há de se relaxar,
à meditação se entregar
sem pestanejar, então meu
irmão você há de começar sem
jamais rejeitar essa ideal condição
a andarilhar pela sua mente atrás de
velha semente a lhe condicionar,
de carro, ou de bicicleta sua
mente secreta também
você há de decifrar.
a mente humana é
demente e dona
de doída-doida
consciência
proibida.

saia dessa
vida.

ah… agora, sem rima:
por que você magoa
a pessoa que mais
ama na cama, à toa?

faz-se uma ilha do mal
onde se inclui bela
família ideal.

lavagem cerebral
para celebrar o
mal do vil metal.

Pense sobre isso!

jbcampos

jbcampos
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Tags: ouro negro

Nada



Olha que lindo diamante você acaba

de encontrar logo aí adiante,

apenas adiante para

pegar!



Olá meu camarada; você já ouviu falar do Nada?

O papo  é  sério, não  é próprio às suas risadas. Hoje

acordei de madrugada bastante gelada,  porém,  pesava-

me um pensamento muito além. Forrei o chão com meu

velho tatame e acionei o antigo aquecedor, estiquei-

me todo à felino, espojando-me, então pensei:

Por que não entregar-me ao nada? Um

estampido fez-me ouvir enorme

gargalhada nada fiz,

não fiz nada,

porém,

pensei

em espírito

zombeteiro o qual

gargalhou lá no terreiro,

mas o Fofo não ladrou, o canil

não se manifestou, bem,

só pode ser coisa

do além, bem do além.

Na verdade não gostaria de

manifestar isso a ninguém, porém,

meditei em  covardia, mudei de  ideia,

como realmente deveria. O tempo passava

rápido e rasteiro já quase raiava o dia. Era a

minha amiga Musa que sempre me abusa a dizer-me:

Ei  você  aí, é  do vácuo que eu venho, e  sempre vim

carregando  pesado  lenho, ao engenho das letras

para que você cresça  e  seja alguém no nada

do  além,  ou  seja: É  ao  nada  a  quem

você  também  quer se  entregar,

vai ter de  se preparar, pois,

esse é o melhor lugar para

se estar, creia

verdadeiramente.

Quando de si mesmo

se despojar a mim me

virá desposar, vai se

enxergar em todos e em todo o lugar.

É o decantado Nirvana o qual lhe vai

decantar, simplesmente sem nada

ser e sem nada querer pensar,

a inspiração vai tomar o seu lugar.

Seu descanso será perene e sem igual

o que você levou tempo para enxergar.

O nada é o paraíso da simplicidade

dessa vida querida a se viver.

e a ela se entregar sem nada

antever, posto nada entender

ao se morrer vivendo no espaço

sideral, ou no vácuo

cósmico do nada.



Resumindo:



Ao querer

cultivar o juízo,

meu  amigo, terá  de se

anular, haverá de ser um santo

criminoso ao seu ego matar sempre

de novo.



Quando você se anular plenamente

terá encontrado a felicidade.



Não confunda humildade

com humilhação, apenas

controle o assédio de

sua velhaca ação.



Quem  tem entendimento, entenda.

Ou no silêncio e na paz procure a Musa

e não se arrogue, porque se assim o fizer

ainda não é chegada a hora, porém, procure

sempre a hora agora. Então apreenda essa feliz

prenda, sem temporalidade e sem idade. Para o nada

caminha a humanidade onde mora a amorável felicidade

só tem um porém, estamos na eternidade e nada

sabemos para vaticinar quando lá

a humanidade vai chegar.



Então seja uma ovelha

a desgarrar dessa

grei-centelha.



jbcampos

jbcampos
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Tags: empáfia sobretudo

Piscar d’olhos

Há muito tempo por aqui apareci olhando
montanhas, sanhaços, pintassilgos, beija-flores
beijando bem-te-vis, despencando de penhascos
gorjeando louvores. A pradaria murmurando
o vergel-lilás de suas flores. Era o lugar
que sonhava para os meus amores.
Então nada mais me faltava.
E foi ali que escolhi. O meu
alvorecer era em cores,
a chuva me iluminava,
o sol me inspirava
ao destilar de
deliciosos
licores.
No conforto informal, no
desejo de mais um mortal.
No crepuscular das tardes
de magia, embriagado ao tom
do doirado som a acariciar meus
ouvidos, qual a todos os lados naqueles
dias a mim consagrados. Tudo e a todos tingia.
Nesse mel de melaço, no mais puro regaço que no
profundo minh’alma regava, e me fundia em alegria.
Foram belos os meus dias os quais minha mente
arejava. À rede me embalavam as noites calmas,
meus pensamentos voavam em nuvens alvas.
O meu espírito se projetava além de coisas
humanas. Nas longas tardes de frescor-
rupestre dos fins de semana,
”muito além de Trapobana”,
aliás, estava pra lá de “Pasárgada,
onde eu era amigo do rei” e assim,
muitas vezes, pensei: “Jamais escolherei
qualquer mulher, pois, muito além dessa eu já
tinha, mesmo sendo amigo do rei”, com certeza
de tanta beleza, e convicto de que não a merecia,
por isso foi que não errei! Foi aí que compreendi:
sou um privilegiado e o meu lar construí dependurado
no topo de um monte encantado, porém, alicerçado com
cascalho dali. Belos e floridos jardins, com melífluo odor
de jasmim. Em cima do vale, com minha visão deslumbrada.
Minha família; presença marcada. Parece ter sido ontem.
O tempo passou ligeiro e neste comboio fui passageiro.
Meus filhos se casaram, meus netos se foram...
A minha companheira de tantos janeiros a
partir foi à derradeira, mas partiu pra va ler,
enfim, o meu coração se partiu por inteiro.
Restou-me a oração, pássaros e a canção
do meu velho travesseiro enfronhado de
emoção. Confessor e confessionário
esplêndido cenário passo o tempo
a escrever com alegria e prazer,
como se fora mais um otário
teimando em reviver. Não sou hipócrita
em meus apócrifos. E não quero me enganar.
Aprendi a ver a vida em sua plenitude, encaneci
com saúde e não posso reclamar. Partida é partida.
A existência é efêmera e, nem posso chorar.
Chegamos-voltando à frente de câmeras
registrando os relatos, de fato; relatando
os fatos. Alcovitamos em nossas câmaras,
regurgitamos desagravos ao nosso Criador
Pai. Melhor nos fora juntar os favos da gloriosa
e eterna Paz, do que os trapos que o mal sempre
nos traz. Caro irmão-leitor pense como for, mas,
por favor, não tenha pudor dessa falsa dor com pavor.
Nem seja acre, do seu coração tire o lacre, e no amor
seja craque sem o menor palor. É a realidade da vida, flor
em botão qual murcha dando-nos o seu tom chamando-nos
à atenção. Qual à bucha, com água e sabão, no banho é algo
estranho, verdadeiro estrebucho no antigo corpo de um bruxo.
Às vezes velho-tacanho aos olhos de estranho. Pode ser, mas não
é se ele sabe o que a vida é! Pois, fez-se amigo de tudo e
até da boa solidão, na realidade é sortudo, meu caro-querido
irmão, ele enxerga até pelo pé sendo provecto ancião. Solidão
pode ser desespero ou tempero de se encontrar com o “Eu”
por inteiro. “As aparências enganam”. A solidão pode ser uma
ótima companheira. Essa amiga vem para burilar a nossa alma
dando-nos a condição de vencermos a nós mesmos, já que o
nosso maior inimigo está no interior do nosso coração o qual
deve ser cinzelado com o amor da mansidão no universo dessa
eterna imensidão. Na realidade o meu coração mora nos universos
dos universos juntamente com o seu.

Esta historieta faz parte da vida deste modesto amanuense...

Muita paz e amor à sua pseudossolidão.

jbcampos

jbcampos
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Tags: clemência crer

alheio ao lado da musa

começo a escrever
neste exato momento,
às doze horas deste dia
seis de junho de dois mil
e dezoito, porém, alguém
à procura de alguma alegria
aproxima-se, trazendo biscoitos,
bom café com leite qual anestesia
velho frio desta manhã, gélida tersã.
quisera ter agora bela e divina mente sã.
é intrusa gripe meu companheiro, atchim!
está servido, meu amado leitor querido?
não é o espirro, é o café com biscoitos.
bem que podia ser um chá de alecrim,
apesar desta alegria gastronômica.
encontro-me em palpos de aranha,
a escrever anônimo pelo conselho
parecendo-me situação bisonha.
debaixo de relho, pois, minha cabeça
tropeça no avesso desse acontecimento
ao se ver num espelho a lhe espelhar
o movimento lento, deve ser
pela idade-bedelho.
devagar a divagar
vai-se ao longe
diz a musa
a qual do
poeta
usa.
e a gripe, minha deusa?
vamos desengripar
primeiramente
a sua mente,
o resto
vamos
deixar
para o
ar quente.
claro, se ele
não estiver
ausente.
escrevendo apenas uma
estrofe por semana,
conquanto, seu
conteúdo seja
autêntico
é andar
à galope.
preste
atenção
a musa
não diz:
trote, de pura ilusão.
estará lentamente
cumprindo a sua
missão, assim
fala a musa,
ao pensar
pelo meu
pensar,
porém,
de coração!

e a musa acrescenta: quer ser poeta
então escreva, escreva,
quem sabe se…

porém, da gripe não falou mais nada
pareceu-me completamente desinteressada,
porém, uma coisa eu sei ela nunca fica estressada.


jbcampos

jbcampos
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Chico

Você já ouviu falar do Chico?
Sua elevação é tamanha quanto
à manhã da esperança-fé à candura
de santa criatura divina ao cumprir bela
e amorável aliança-sina. “Chico” por amor
esculachado, e por respeito de inocente
escracho. Cândido pela candura santa
de muitas reencarnações passadas,
perdão pelo cacófato sagrado.
por nações desta terra
onde o valor se encerra.
Xavier pela disposição
humilde, confundida
com avexamento fino.
de tudo o que ante vier ao
bom coração do irmão menino,
neste momento o escrevente é
esculachado por ser achado fora
do razoável, pois, jamais existirá
o irmão menor, não deste lado
onde reside agora o Chico
de outrora, porém, sempre
presente agora advindo
de além-memória,
O Chico não
está gostando
de tamanha adulação,
porém, tem enorme coração
pra entender a fraqueza dum irmão
beleza, em autocomiseração fraqueza
ao pensar estar psicografando no
ufanismo de santa realeza.

Ou não?

Coisa de mero mortal.

jbcampos

jbcampos
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Tags: clemência crer

quando o sino
dobra o destino

você
pode
ser e se
ver aos moldes angelicais
divinos ao badalar de vários sinos,
quiçá, sentir o revoar de anjos advindos
voando sobre os cais de canais divinos
de lugares lindos, vendo-se bom menino.
quem sabe se: bela donzela. porém,
jamais seja, mais um cretino. foi você
que fez o seu próprio destino. plantou
amora e não vai colher pepino agora.
preste atenção para não se ver valdevinos.
não gosta de se imaginar na peleja, tampouco,
sequer que assim seja. porém, esta vida também se
presta ao além de mais uma festa pela fresta da mais
gloriosa e universal seresta. uns despistam a vida com
igrejas, outros a regam com cervejas, há os que disputam-
na com força maluca e bruta. há os fracos desistentes da luta.
existem os barbitúricos com sabores de frutas, embora, sejam
sulfúricos como cicuta. não vai dar uma de Sócrates, à biruta.
também há trutas a pescarem suas trutas. dizem que há gente
inteligente também as malucas. não vá agora, por isso também,
fundir sua cuca. seja como for: “Viver não é flor que se cheire”.
porém, o forte resiste a vida até à morte e com pouco de sorte
se esforce no equilíbrio do dom do amor o qual também advém
do além. muito além do Sul ou do Norte. porém, a vida ainda é
matizada à cor esmaecida, no laboratório do amor o qual lhe dá
vida colorida. você é o grande mistério, realmente um caso sério
deste nosso hemisfério. mas sua luta e desespero será verdadeiro
tempero da evolução, sem exagero. faça da luta seu entretenimento.
e se você não gostou dessa frase, sinto muito, ao lhe falar de lamento.
pode acreditar, não estou a esperar agradecimento, pois, tenho missão
a completar meu irmão, qualquer escrevente escreve o que lhe vem à mente.
é a prazerosa missão a qual deve se cumprir graciosamente, sorridente-contente.
é uma questão de expressão, na realidade é a Musa que usa a privacidade da mente
do missioneiro-escrevente.
porém, espero
que lhe passe
essa fase de
lastimável
tormento,
lamento.

jbcampos

jbcampos
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Tags: clemência crer

Alinhavo da paixão ao amor

Nesta vida pela qual alinhavo
cismas, tertúlias e agravos,
fico à espera com atraso,
dando-me à heróico-bravo.

Amor-apaixonado, escravidão
Apaixonado-amor, flor em botão.

Nessa ilusão, como amar então?

A mansuetude me invade
em desesperada atitude.
O sentimento me expande
ainda que mexendo não ande.
O pensamento me ilude
num gotejar melífluo e amiúde.
Na trama dessa entretela
linda imagem vem à tela.
O desespero me interpela:
sobre este amor tão grande.
Outra vez a paixão me invade.

Posso amar sem ser amado,
é o verso do verdadeiro lado.
Versejado no verso apaixonado.
Inverso ao amor atraiçoado.

Amor, sentimento intrincado.
Por ele, Ele foi crucificado,
Por ele, também fui perdoado.
Ele - Amor estão misturados.
Aqui começa o alinhavo
Pra ficar bem costurado.
Por ele nasci deste lado.
Às vezes atormentado
procuro-o no escuro,
quiçá, por ele seja achado
enferrujado atrás dum muro
escondido de algum apuro.
Ai estarei bem apurado,
pelas obras, assegurado.

Vou amando sem saber
sobre esse amor sabedoria,
sem nada dele entender.
Saber, como eu gostaria.

Como sou ignorante...

Quem pode explicar o amor?

Jbcampos

jbcampos
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Tags: ouro negro

ouro negro



por que tanto apego

a esse tal ouro negro?

é necessidade meu nego!

é o velho cara, escaravelho

a chafurdar no  bolso alheio.

mais conhecido  por petróleo

ou  preto   óleo,  petrificando

o coração da humanidade.

é a mais pura verdade.

está na fazenda

produzindo

renda.

na

rua

negra,

asfáltica,

no seu copo,

polímeros  mil.

poluindo céu anil.

até parando o Brasil.

nas Arábias, morticínio,

vaticínio,   falso   tirocínio.

o verde amarelo enegreceu

ao céu do meu  Brasil varonil.

desculpe petróleo, você não

tem culpa, a culpa

está esculpida

na  vida

política

do país

a qual

avulta

seu valor

em benefício

particular, é o tal

corrupto  a  desfalcar

o patrimônio: Petrobrás.

à mesa do povo vai faltar

à  do  corrupto  vai  fartar,

é o bem louvando o mal,

ignorância humana

a tripudiar o lar

do mais fraco,

enfim é o

povo pato

que de fato o

pato vai pagar.

de  novo. porém,

o problema é mais

sério, eis  o  mistério.

chegou a hora de votar,

“e  agora José”, como diria

o poeta Carlos, eis a sinuca

de bico, não dá pra

se ver adiante,

será que vai

continuar

como

era

agora

no tempo

de outrora

ou no tempo de Dante?

fala sério; esse monastério

permanece desde o tempo degredado

do império, é  o Brasil enriquecendo

o mundo imundo, está ouvindo,

seu José Raymundo?

eis o gigante adormecido

a continuar dormindo.



agora você vai dizer

que o escrevente

não é patriota,

quiçá, idiota.



certamente não é salvador da pátria,

somente tem  um porém, já que foi

tachado de anti patriota, não vota

em ninguém, desculpe a  chacota.



graças a Deus ele tem mais de setenta,

não é obrigado a votar, muito obrigado

a esse país democrático onde se é

obrigado a votar. quem quiser

entender,  entenda ou

aprenda como se

nota e vota.

anote.

note





a

m

é

m

!

jbcampos

jbcampos
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Tags: ouro negro

pingo
de
amor

poeta, músico por excelência
ao vibrato vocal de sua poesia
na ondulação expressiva mental
de sua paixão ideal. a sua poesia
completa sua real fantasia dia a dia.
Como o pintor ao tocar com seu pincel
à arte formidável de antanho menestrel.
paz, fé, dignidade, amor o povo diz em coro
à Midas, ao vê-lo transformar estanho em ouro.
ao tocar à flor, o poeta exala o perfume do amor,
fala, vibra, dando vida reta à natureza morta do pintor.
Seu pincel tange na plangência sonora e cromática da dor
pungente a qual toca o coração de toda a gente, porém, vem
consequentemente a alegria triunfar e sobrepujar ao tomar lugar
da dor, sempre ao se ouvir a voz do poeta trovador benemerente
neste sínodo, bruxo como a pancada do cinzel do escultor presente,
amaciante como amorável juiz ao padecer do paciente inocente.
neste
badalo
você está
presente,
badalando
sino aqui
vigente.

poeta você está presente em toda a gente
a rodopiar neste pião ao perder a rima
constantemente.
na etérea simetria matemática, maestro, maestrina, santa mão
de quem segura o cinzel. Com maestria e performance de mestre,
semelhante à batuta do cientista da palavra de quem lavra com a fala
no justo tribunal, empunhando sua espada sem ignorar a tertúlia
do exímio ou do rábula em sua fábula, ou ao punhal do irmão
o qual tornou-se irracional. apenas um imortal em ação
com seu bisturi à mão a livrar o contraventor
da tão velha contravenção, avençando
sempre à memória de referência
sem igual em deferência
à obra imortal
do amor
maior
D
e
u
s
.


para
perder
a rima
em sua
cisma.

poeta,
pingo
de mel

jbcampos

jbcampos
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O poder da cura pela poesia

arte poética fundamentada na poesia
saudável à mente nossa de cada dia.

ao se descobrir ser o todo saudável.
ser o seu próprio pensamento, verá
ser deus a se ver do fiel firmamento.
totalmente a todo momento crente.
ser deus não é pecado assim disse
O amado Jesus, antes de ir à cruz.
Vós sois deuses filhos do Altíssimo.
10 de João a quem impôs sua mão.

é deus, tudo lhe é possível
até mesmo o mais incrível.
neste imperdoável mundo
imundo, perdão insaciável.
considere-se deus curável.
além de ser cura ao seu irmão
também, assim enseja: o amém!

se o seu Pai é dono de tudo
você é nababo ser ao se ver
herdeiro de todo o saber,
inclusive da autocura,
antes do amanhecer
pela fé que em si
se apura, além
do sobretudo.
tudo pode
ser!

sobre tudo é bom saber
que o amor tudo depura
ser divinizado é a cura
após saber do ato em
si intercalado. querido
irmão amado não é
preciso estar do
outro lado.
para obter a cura.
sinta-se aqui curado.

Qualidade de vida

afinal o que se descobre
na qualidade de vida nobre?
bons sentimentos são causadores
do bem-estar humano. a paz é o principal
sentimento a suplantar os maus desenganos,
aos outros sentimentos ao seu bem-estar deve
estar sempre atento. a verdadeira paz advém
do espírito de amor ou de dentro dum musical
instrumento ou na música que se possa tocar
ao vento. aí vêm os demais sentimentos:
Alegria, o bem-estar da família, o trabalho,
o malho do dia a dia, o bar ou a benta
pia da sacristia, a padaria, a pradaria,
a boa saúde, o sossego, o dinheiro
ou qualquer sentimento que venha à miúde.
Pense como paz, a tranquilidade, o sossego
ou estar zen de verdade sem qualquer apego.

Observação:
a verdadeira paz somente se
faz sob a égide do amor veraz!

É bom que se entenda que a verdadeira paz está
completamente atrelada aos bons sentimentos sem
contendas, principalmente ao amor fraternal, verdadeira
prenda. quem tem entendimento, entenda e sob ele arme
a sua tenda.

paz e amor.

no prelo o livro:
o poder da cura pela poesia

jbcampos

jbcampos
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Dom Sucesso

Olá pessoal, eu sou “humildemente”, Dom Sucesso,
venho diretamente do meu reinado, o Best-Seller
"O Sucesso A Cada Segundo", venho do nada,
do tudo, Leste, Oeste, Sul, Velho Engenho.
do agreste Nordeste, sou muito sortudo.
Apresento-me com amor, porém,
não posso disfarçar meu valor,
aliás: Amor muito Profundo,
mas, por não querer ser
o melhor desse velho
mundo não consigo
enganar o leitor.
“Humildemente”; porque dependo
apenas do desejo de felicidade
de cada ser humano de verdade.
bem por isso minha tese defendo,
pois, dependo só de sua vontade.
Sou também o imperador invisível do mundo,
já que meus súditos correm sofregamente
ao meu encalço. Sou etéreo e exerço
influência profunda na mente crente.
então rezo meu ecumênico terço.
à personalidade de meus súditos,
pode ser o presidente de um país
de primeiro mundo, ou país infeliz,
sobre a humilde criatura humana.
“À camaleão hermafrodita”, sou a própria
felicidade! Habito o coração do ser humano
que se encontre no estado de graça. Ratifico:
Estou no coração alegre, não importando a condição
social de cada um. Portanto, sou de fácil acesso.
Ora sou mais, ora menos, ora sou parte,
ora sou sorte, ora sou pleno,
Sou Dom Sucesso
filho de Dom
Amor
mor.

Uma singela exortação:
Não há sucesso sem
o verdadeiro amor.
O resto é balela!

Do livro Dom Sucesso Digital

jbcampos

jbcampos
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Tags: clemência crer

velho relicário

eis o cântaro de encanto,
no recanto de meu cântico.
relicário de mais fino alabastro
mais precioso que carrara.
encaro verdadeiro astro
em trabalho de fino traço.
onde todo me embaralho.
é onde agasalho suas cartas
de antanho com olhar tristonho.
às vezes repasso passo a passo,
seu perfume, seu ciúme, seu abraço,
lembrando o tempo desvairado no espaço.
recorda-me seu sorriso malicioso, seu vestido
vermelho, tingido pela lenha lanhada lá no fogoso
fogo fumegante, defumado, muito amado e relutante.
seu cabelo repartido, esvoaçado pelo vento no evento
por mim neste momento imaginado ao olhar o firmamento
de um lado alado muito além deste tormento, lamento ver
este lado magoado de nosso convívio passado, porém,
muito além do que seja o vil vislumbrar dum casamento
eternizado neste exato momento. não ligue minha
flor, são meus velhos pensamentos a recordar
dulcíssimo amor, porém, ao que faço digo
amém ao me abraçar a este alabastro,
cântaro como canto de belo pássaro
a conter minha ilusão qual o tempo
não apaga de seu templário a relíquia
de velho e amenizante cenário qual amante
ama na ilusão de um dia refletir o flamejante
encontro em algum canto deste atormentado
coração amante, afeito pela velhaca sensação.

“sonhar é viver”,

jbcampos

jbcampos
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Tags: clemência crer

mãe

u
m
dia
surgi
por aqui
chorando,
era o meu
primeiro ano.
em seus braços
aportei sem saber
o porquê, hoje após
tantos anos começo
a entender que Deus
em seu glorioso plano
me presenteou você.
deixo-lhe esta lágrima
como a mais modesta
gratidão consagrada
qual simboliza você.
és heroína da vida,
por mim proferida,
mamãe querida,
quiçá, um dia
pós-partida
reveja
você.

jbcampos

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Tags: clemência crer

O poder da palavra

É tão óbvio que a mente humana
recusa-se a pensar sobre o assunto!

A nós nos é ensinado desde o tempo passado
de Adão, porém, aprazado por Noé, veja só como é:
O livro sagrado de qualquer lado que for recomendado
traz nele grafado: O poder da palavra pensada é
transformada em fé pelo coração. Diga
a essa montanha que saia de sua
entranha, fale sem arredar pé,
porém, fale além da fé.
Assim ensinou Jesus,
aquele da famosa
e decantada cruz,
filho do carpinteiro
José.
Preste bem atenção no óbvio:
Para que haja a verdade há
de se ter a convicção
mencionada pela
palavra da criação.
Da mesma forma pela qual se forma
toda a mentira então. Dá-se a impressão
de que o simples falar é algo supérfluo
e sem importância como se joga
uma partida de botão,
porém, pensando bem,
não é assim não meu irmão.
O terço dessa oração começa
no berço da contravenção.
Não faça isso,
não faça aquilo,
senão o Bicho
Papão vem
lhe pegar
pelo coração.
Assim fala o genitor ao filho de estimação;
não pensando na plantação da futura frustração.
O grande dilema está no diadema da comparação
egoísta da falta de entendimento do professor
que se firma por ignorante protetor.
O grosso faz destroço,
magoando e abatendo
o frágil coração que até pode transformar-se
em pleno ódio, ou acovardar-se por inteiro.
Falando a grosso modo, uma palavra maldita
sangra o coração humano, formando-o desumano
assassino desalmado. Então é melhor ficar calado.
do que se responsabilizar pelo certo que esteja errado.
Competição inconsciente das mentes entre parentes.
A palavra cria, a palavra mata! Pela palavra
criou-se o Nazismo, e muitas vidas foram
ceifadas, e pela palavra muitas mentes
são desviadas irremediavelmente.
A palavra maldita encontra-se
no mesmo caminho da bendita.
Observação enfática: Todas as guerras
provêm das castas religiosas. Pela palavra
a verdade torna-se mentira de verdade na mente
assediada constantemente da maioria que por ironia
é a dona do poder, já que a ela é ensinada que:
O poder emana do povo.
Essa é de matar mesmo!

Sua mente deve pensar com a alma.

Quem tem ouvidos, ouça.

jbcampos

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simbiótica da poesia

arquipoética

a
arte
da vida
faz parte,
arteiro poeta,
a musa arquiteta,
maestrina dest’arte.
é arte que atura a forma,
o espaço, é o astro agora,
astrolábio a guiá-la ao norte.
a musa abusa da música
entoando a temática
pela matemática
na simbiótica
da rota.
nota.
fá.
do pensamento ao lábio onomástico do poeta,
destarte, a arte concreta do arcabouço tônico
na mão do arquiteto biônico na arte histriônica.
faz bem aos olhos e ao coração arquitetônico
humano qual regala o bom humor estrangeiro,
brasileiro-nipônico, carioca-paulista de brasília
ou de qualquer ilha, que maravilha de parnaso
a dar aso à asa do voador poeta-trovador, vaso
de flor de odorífico amor, às vezes atleta jônico.
às vezes desmedido atônito, menestrel, rei irônico.
o tudo, o nada, o prédio, o tédio, a alegria, a calçada
desregrada e regada, bem aguada, desperdiçada no tédio
do majestático prédio estático, extasiado altaneiro, compacto
brasileiro. arte que edita o seu valor hermafrodita e cosmopolita.
licença poética, social,
apoplética, especial.
cada arte com seu
menestrel
no intervalo
ao tropel cavalo.
bom senso do civil engenheiro
fiel companheiro de cálculo
preciso, quiçá, sem cálculo
no órgão renal, ao som do
órgão pascal, eclesial do
bem e do mal, o poema
entrelaça o todo da vida,
janela, lajota, vil janota
de dar nota na alegria
do tom maravilha, filhos
da musa, poética-poesia
denota qualquer bel heresia.
arte concreta, poesia herética,
fantasia frenética, fala eclética,
de cana, feijão cozido ao pimentão,
de cana libertina, liberdade assassina,
de velha jovem cega, menina, rico nobre,
de trabalhador honesto e pobre,
de jóia, de josé descalço, de joão,
se arquiteta o teto de toda criação,
movimentando-se pelo chão batido
sob asfalto no alto de seu sobressalto.
às vezes ao falso cadarço ao cadafalso.
o político, ladrão, traficante, nação pobre
nação que sobeja sobre velhaco ataúde
que ilude a nação mais nobre, porém,
atrás sempre vem o “big bang”
depois do velho trem.

assim se cria o planeta perneta
da costela de eva e doutras
tretas verdes e amarelas
repletas de sequelas.

adão já era
nesta era.

jbcampos

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O velho
Perguntei ao velho,
por que era tão só,
ele simplesmente a
mim me respondeu:
que o era pelo
simples motivo
de ter envelhecido
ao sonido da nota dó
e; de ainda estar vivo
ao aproximar-se do pó.
Portanto, o esquecimento
lhe fora concedido
pela própria
natureza do amor.
humano, por dó maior.
Sem inculpar ninguém,
seguia o seu caminho
sorrindo sozinho, além,
coberto de flores
e seus espinhos.
Seus sonhos eram plenos de amores
por sobre os espinhos de seus dias
de refinados estertores,
bem além do além.

Onde estariam
seus descendentes?
Fato corriqueiro e recorrente...
Seus amores ocultavam-se
dentre aqueles abrolhos
de flores em seu velho
caminho como se fora
guardado a sete chaves
dentro dum antigo escaninho
poeirento e grave, trancado sem chave.
Às vezes os mais queridos parentes
tornam-se friamente indiferentes.
O tempo é o melhor remédio
a solucionar tais problemas de tédio,
colocando todos na posição horizontal,
onde findarão as orgulhosas vaidades
vislumbradas por velhos diademas
os quais também criaram a feiura
de seu azinhavre sobre o belo cobre
que cobre o que sobre,
sobre o velho pobre .

O ouro somente
tem o simplório valor
quando a vida faz alguém admirá-lo
e mais nada de inútil poder-se-á acrescentar
a essa ilusória plateia de panaceia e placebos fúteis.

Naquele momento de exílio a porta se abre,
era chegada à hora de fechar o asilo…

Grato pela visita pela qual o meu ser todo se agita.
Ao encontrar o meu neto transmita-lhe meu afeto.
À minha nora lha diga que deixarei a fadiga
logo que a mim me chegue a aurora.
Ao meu filho dê-lhe um beijo
mesclado de forte
ensejo.

Então, o portal se fecha.

jbcampos

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Consciência Cauterizada

Essa doença vem lá do espírito, além do além.
Deus me perdoe, mas até parece falta de prece,
prece que preste, ao ouvir anjos dizendo: Amém!
Então me pergunto: Será que existe inferno além?
Não basta Senhor? Que horroroso horror de palor!
Licença poética? A coisa é mais séria, é falta de amor!
Septuagenário, tomo a liberdade, sem me importar com idade,
desde a mais tenra infância, despojado de qualquer saudade,
lembro muito bem quando meu velho pai me mostrava
os mesmos políticos psicopáticos, quiçá, degredados
da velha e pomposa Europa. Assim me dizia:
Filho querido, não olhe em seus vestidos,
tampouco, seja louco de ser abduzido
por pensamentos insanos desses
seres hipócritas e profanos.
E os calhordas com gravatas de corda às bravatas
a lhes enforcarem também, nada sentem em suas
consciências cauterizadas, risos, risadas rasgadas
ao repetirem à papagaios sobre seus podres galhos:
Pagando bem, que perigo tem?
Vil prazer de fazer o mal,
coisa de mau político,
porém, real. Como pode o ser ser tão hipócrita
e satânico ao se dizer santo inocente com frieza
quente ao ser crente em sua clemente inocência?
Ressurge, bostejando em suas audiências, refertas
de mentirosas promessas, para depois, roubar o pão
do famélico irmão, quiçá, roubá-lo até em suas ofertas,
àquelas de suas quermesses, de padecimento padece,
crença que o Poderoso avença, tal tamanha inocência.
Poder maléfico a carregá-lo à mais vil profundeza.
É de dar nojo nojento de gente tão doente, nojo
nojento pra ser bem forense. Asco com vômito
sobre seus rachados cascos pleonásticos.
Cômico, se não fosse trágico sobre
o vômito miasmático só pra ser
prático, outra vez pleonástico.
Consciência cauterizada
donde o seu bode
fede e pode
dar
gargalhadas fétidas
de suas eminentes
palhaçadas
aparentes;
que coisa mais
engraçada
e tétrica!.

Excelentíssimas Excelências,
deidades emporcalhadas,
enxovalhadas de dramas
ao chafurdarem nas lamas.
Objetos de seus próprios dejetos

O povo aplaude após enrolado literalmente
pelas garras do sugador polvo da dor.
Sanguessuga qual suga o exangue
e simples eleitor trabalhador.

O trabalhador não despende de tempo
para pensar no mal, conquanto,
esses malfeitores, atores
do mal, anunciam
seus desamores,
esbórnias,
bacanais
imorais
amores
até na TV
pra gente
que sente
poder ver.

DEMO=DEMÔNIO
CRACIA=GOVERNO

Quem tem entendimento, entenda.

jbcampos

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