Coleção pessoal de hellmouse666

1 - 20 do total de 2531 pensamentos na coleção de hellmouse666

a musica é criada na solidão dos pensamentos,
e quando idealizamos o sentimento alguém deduz
a grandeza de um sonho na imensidão.

celso roberto nadilo
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meu coração ininterrupto
nas certezas da morte te amo.
vendo assim as varezas da humanidade,
depostas pelo meu ser sonhador,
tenho mais estante velado por voz,
espalho meus sentimentos...
pela galaxias declaro te amar ate morrer,
mentigo pequenos detalhes,
bom dia, boa noite,
são sutis até que tudo desaparece
na imensidão. implacável,
denoto ar irônico de um beijo ao vento.

celso roberto nadilo
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tenho recordações
sou uma maquina
que se perdeu quando morreu,
seus sentimentos,
suas trevas correspondem...
laços que demorei a compreender
grite a cada lagrima...

celso roberto nadilo
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suas mentiras
são a febre e a dor
quando vou dormir
suas mentiras parecem reais...
sinto parte do coração desmanchar,
quando sua mascara cair vou chorar..
não vou querer ver...
apenas mais momento na escuridão.

celso roberto nadilo
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agonia puro desespero...
unido da paz do silencio,
minhas lagrimas escorrem
no escuro ouço minhas lamentações
atravessarem o tempos,
na mórbida sentença do silencio
o fel da melancolia atroz,
bem como sinto a musica
que acalma o coração.
diga que não a compreendo...

celso roberto nadilo
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anjo sedução perdida em tua inocência,
que se diz além do seu ser amargurado,
angustia em teus lábios frios...

celso roberto nadilo
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minhas certezas se foram no momento que desejei te amar.

celso roberto nadilo
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Odisseia da solidão em alto mar
Ódio bravio, mar derradeiro.
Dor no peito, saudades solidão
Em tempos a tempos meu amor
Imaculado, sonhador,
Artificio dessa existência,
No Ártico tão frio esperanças a fio.
Mar cruel... Noite é dia e dia é decepção...
Peixe, a riqueza esquecida no frio,
Exato momento o breu no peito,
A beleza revoa num céu brilhante,
Desviando voa pelo infinito...
Abraçando o destino, Que é o amor?
Diante da adversidade o esplendor...
Que paira ao sol da meia noite,
Em claro desvirtuo a insanidade,
Pelo qual a derradeira verdade espero o amanhã.
No qual desejo rever o amor, anos se passaram a vida
Passou como tempo as lagrimas se tornam o mar
Na solidão, Mera flor num deserto que espreita a vontade de viver.
Docemente o sonho se drena num horizonte o beijo é lembrança,
Em tantos resquícios a luz que ilumina na escuridão...
O expresso da meia noite quebra o silencio...
As lembranças o teus revoam sobre a madrugada sinto teus lábios.

celso roberto nadilo
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ola, não tenho dinheiro
não tenho um amor,
tentei mentir aprendi a chorar,
quando disse que tinha mais um dia,
a musica tocou de fundo,
e ninguém te disse que não ia sofrer,
diga podemos nos diverti,
nas escuras noites quem quer saber,
mais uns beijos e morremos para o mundo.
dedico a Nina Simone...

celso roberto nadilo

celso roberto nadilo
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Oh, Amor,
Seduz com ilusão...
Devora na emoção...
Sempre são sonhos...
Que queimam no coração...
Não me diga que só um momento.
Do que passamos foi mais uma tarde de verão...
Refletir tuas sonsas palavras soam tinhosas
Ao refrão a poeira que paira entre as piores...
Noites que nunca se calaram...
Nesses para o qual deixo meu amor...
Dentro do distante por do sol...
Vento leva a esperança.

celso roberto nadilo
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magoas que nunca se calam no silencio dos teus olhos,
se morrer num amanhã que esteja longe,
vou imaginar segurar sua mão depois,
vou deixar meus pensamentos serem levados no vento.

celso roberto nadilo
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poeira sobre teu ador, sobriedade
terror, silencio, no mar de desilusão...
tentar fingir, sorrir poço sem fim, ser tão feliz,
tudo está escondido no profundo da alma,
os espaços, se tornam maiores,
covardia...sendo forte sem ter forças para viver.

celso roberto nadilo
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ostentar desejo morto,
passagens no desatino,
aperto coração morto...
bem, viver por viver,
já meus lamentos vastos
nos sentimentos tantos desejos...

celso roberto nadilo
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Puro adeus
desnutri a tristeza
bem então até um dia...
posso chorar...?
bem o são momentos alem de palavras!
não há nescidade de almejar nada
pois o nada o que sempre foi...
gostei de te conhecer
não gostei e lamento.

celso roberto nadilo
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boa noite ... tem alguém ai?
não consigo explicar o sinto...
bebia o veneno quando me lembrei
que luz estava acessa, quem liga para isso...
segredos que mente desmente,
tantos conflitos que dia passou,
queria ouvir sua voz tantas vezes
vejo curtindo o que escrevi
apenas tento esquecer que existo...
apenas sensações que o mundo ainda não acabou,
acordo e tudo está fora do ar...
seus sentimentos são visualizados,
o que dizer tentar sorrir em minhas magoas...
não há dor quando penso que um dia
até amanhecer e conforto sois a musica que me consome,
o ritmo vulgar em teus lábios parece tão lindo,
como uma miragem desaparece diante o horizonte,
tudo está vazio em tuas formas minha obsessão,
mais um dia que devoro meus pensamentos...

celso roberto nadilo
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A Vida é Uma Mutilação Nos Contraste Parabéns,
Tantos Cortes, São Mais Profundo o Que Falam...
Para Terem o Que Ver Num Show De Horrores.
Aplaudem Pois Mais Momento Que o Mundo
Deseja Viver Em Paz.

celso roberto nadilo
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nove da noite,
seu sangue está espalhado pela cama,
imaculada em sonhos...
o tempo foi ato do crime,
como se esquecer do primeiro olhar,
por estante suas lagrimas se congelaram,
o céus parecem estar iluminado por teu ser...
o amor machuca, num momento somos feitos de pedra...
ninguém perdoa quem somos até em que estante vivemos.

celso roberto nadilo
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Os enigmas da escuridão são absolutos no teu coração...

celso roberto nadilo
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Eu sou a luz na escuridão, toque meu coração sinta a morte...
entre o sentimento solitário, te beijei e senti que a vida
é uma passagem que vai além de muitos sentimentos.
o amor cantei sobre seus restos mortais senti que vai voltar a vida, entre as eras que se passaram nunca provei seu sangue... meu coração canta desejos impuros,
a morte nunca tocou teus lábios como a toquei,
senti seu coração tocar as profundezas, até reis gritaram
entre mortos escorreu a vida, no luar mil deles te deram a vida, seus olhos pairam os céus, nessa que dera as mortalhas
desespero algoz, vitima atroz, espera por eras num intimo sonho, no firmamento do horizonte, luar de sangue,
inúmeros tentaram ver minha rainha, mas nunca puderam...
sinta minha alma na solidão, enquanto derramo meus sonhos... o som das notas do violino são dadivas compelida
do sangue, aos passos da eternidade.
digo adeus ao mundo, seus lábios são passagem...
entre os anjos caídos seus olhos são eternos.
para os deuses que ousaram te amar,
foram esquecidos em tuas lapides,
depois condenados a viver a cada anoitecer...
o veneno da serpente deixou em tuas veias o supremo
ato de sentir um único amor...nos braços do destino.
a luz do teu coração seco pelo tempo me clamou...
nos confins do meu amor senti que sempre me amou.

celso roberto nadilo
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olhe as noticias, não chore
eles tentam dominar sua mente...
tente dormi as vozes que falam dentro de você,
diz para seguir tudo o querem no teus sonhos,
todos os lugares estão isolados,
quando tentar dormir, eles estarão livres,
me abrace sinta se seguras, pois pesadelo que vivemos
são fabricados num mundo de ilusões...
tudo que noticiam são fatos que fazem parte da historia,
sua lagrimas nada mudará diante os mortos...

celso roberto nadilo
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