Coleção pessoal de celsonadilo

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''A vida não morre,
ela passa por uma metamorfose''...
a vida não morre e não se acaba.
diante o destino cruel e traiçoeiro,
vivemos e morremos, na tristeza,
o prefacio é julgo de lembranças,
o que temos do sono profundo da escuridão,
as boa lembranças, no além,
instantes vendidos ao bem querer,
poeira tristeza do viver,
melancolia da lamurias, alegrias de viver,
seja sempre lembrado como viveu amigo.
''para o amigo terminou o show, mas,
a verdeira aventura''... começou
(...)para eternidade estará para sempre.
dedico ao amigo #RobertoGrimworth

Celso Roberto Nadilo

compreenda nossos sentimentos
sinta a dor de viver,
ame como amei e
sentirá mesma dor que senti...
a cada momento que senti a vida.

celso roberto nadilo

o que é liberdade alem do que um sentido que não existe
pois todos estamos presos algo que temos que conviver...
sem expressar que a realidade é estado imaginário...
para os quais reluta em viver.

celso roberto nadilo

sob o lua desvendo as sobras vendidas da sua alma...
o resquício da loucura é o verso do seu nome
essa exposição a torna singular...
num estado de solidão
o ardor concreto se varia numa sensatez se fim.

Celso Roberto Nadilo

o calor sufoca a noite liberta
sob mar de ocasiões
dores que são plausíveis...
até nota que amor morreu no calor...
a vida renasce quando noite chega...

celso roberto nadilo

dia parece bom ate sentir seu coração chorar...
sendo apenas uma bomba de carne
obtêm sentimentos que te deferem
num ocaso transcende a vida,
quando destino impõem suas vontades... te amo.
na solidão dos meus pensamentos

celso roberto nadilo

meu espirito dança no seu sentimento,
sempre sem limites vou te amar...
sob a pele segredos eternos
os lábios queimam em confidências,
seu amor atravessa as orbitas dos céus,
a vida ganha o desejo da vontade
de estar com você para sempre...
meu olha se limita no horizonte,
até madrugada cair sinto teu amor...
sobre cada gota de chuva o lamento,
que se estende sobre leito do amar
sempre se ama com até a paixão terminar,
pois dia tem outras fases até anoitecer...

celso roberto nadilo

o fogo que consome a alma
devora o coração para as harpias
quando espero te seduzir,
vão sempre ser um sonho
que devora a solidão
como s não houve se um amanhã
sob as declarações do luar
se deixa ultima voz pairar
num ritmo embalo do sussurro...

celso roberto nadilo

luz alucina
na tristeza da mais linda
te tive em uma altiva,
deixei te amar,
alucinações tão lindas
debada na alvorada...
amena passagem
na metáfora
expressei as visões
sempre tive ...

celso roberto nadilo

porque...? amar a solidão,
sob seus sonhos te deixei,
sobre a mais linda musica,
tentei te amar quanto mais te amei,
nos dias que chovem espero te ver,
mais que deixei cair na vasta solidão.

celso roberto nadilo

sonhos que sonhei
meros momentos
quis te ter
na madrugada
tudo pode ser repentino,
não se sabe como amar sem destino,
bem querer ate amanhecer
seja tudo sempre quis
no que se apaixonei por mais uma vez,
seja o destino arrebatando mais dia
nos ares que caminhei
meus sonhos que tanto amei
num reflexo do luar
derramo momentos que te amo...
se foi em instantes noite a dentro,
de repente foi esse a sina
que demonstro o clima que tanto amei
deixar ate o amanhecer
sendo dia mais lindo
que nunca quis esquecer
o instante que te conheci
e momento passou
num olhar que encantou
e tudo parecia agonia
no dia seguinte te ouvi cantando
mesmo soneto que me apaixonei por você,
tantas confidencias tornaram parte do destino,
sobres os céus tive a certeza do amor que se abateu
na mesma madrugada apenas gemidos de uma paixão
que tanto quis amar deixe esquecer...
o que se foi um dia, até sonhei na inocência te ter mais um dia...
tentei dormi mais sono era mais um dia que pensei em você.

celso roberto nadilo

sombras a meia noite,
denso sonso amor,
denoto vultos das cavas,
profundas na alma
surdidas noite a dentro...
meros na trova do amanhã
sombrios momentos,
neste paixão de musica.
o abraço tão vital
beijo morre num desejo frio.
que entardece numa opera sem fim...
carma acumulo na cálida atroz.

celso roberto nadilo

boa noite
desejo pura alma,
terror desejo da vida
alma purpura volta meia volta,
num clássico ador seu amor,
autuar num estagio tedioso...
virtuoso desejo
clama avistamento...
sobre as sombras a lembrança
nua e tenra auria da te amar paixão...
espaço tedioso por um instante
deseje te amar.
Por Celso Roberto Nadilo

celso roberto nadilo

as palavras são reféns da ignorância,
entre pavores da inocência...
obtemos a voz que torna o silencio,
sendo sábio no mero sonho.
de expressa se com revelação,
mero tumulo de teoremas,
vasto algoz, vidrado num desejo poético,
tem dias, magoas sem compreensão...

celso roberto nadilo

nas fonteiras do desconhecido nos banhamos no conhecimento.
bêbados, por contemplar a beleza do abismo de nossos seres,
ainda estamos na escuridão de nossas mentes limitadas por conceitos,
o livre arbítrio torna se o alvo do esclarecimento,
sendo derradeiros sentimento singular,
o conceito do medo transfere a dor em gota por gota,
numa sutil vertente é golpe de sorte... a ousadia transfere o mundo
para universo de abismos e caos tens se a ordem real...

celso roberto nadilo

meus sonhos foram roubados...
tentei recuperar a sanidade,
apenas tive a certeza de redenção...
patifes tomam conta do destino da nação...
mesmo que as trevas se abata sobre o coração...
sem fim ou destino aprisionei nos pensamentos,
e detenho uma batalha sem fronteiras adicionais,
frutos dessa imensidão de mentiras sobre postas
canalhas sem nomes num ato peculiar,
ordem e progresso... neste mundo sem verdades...

celso roberto nadilo

o abismo de nossos corações é vazio de nossas almas...
nas sombras a vida mesmo na solidão de nossos corações,
os gritos e uivos são declarações de amor...

Celso Roberto Nadilo

Voz do meu algoz
tom é a tentação
sendo fruto do pecado
reato tão alto
que despeço num adeus...
alma bem querer sois
sempre o anoitecer,
minha perdição esparece na chuva,
esclarece num instante que canta
sobre fel da madruga,
se tem o fulgor do destino,
cálida voz atroz,
num lampejo deferi
tanto como num olhar vazio...
num espaço que glorifico seu destino...
momentâneo sois,
despenco em riacho a dentro
sentimento desperto,
fogo que arde sem querer
o desejo se dobra,
ao real motivo desaparece afio,
num derradeiro sentir,
esqueço o viver,
nas encostas do mar a tenho,
bem como a tive num sonho,
descabido desejo,
num vulgo ar de um profundo...
está a desordem do caos aparente,
no amor abalado sem fronteiras.
ríspido ardor que se faz
em beira do mar,
sem sabe o amanhã
na graças do amor...
se tem o para sempre em momentos...
no regaço do querer apenas os ventos...
são praguejados no fruto que cai no amanhecer,
estando inerte a beleza das ondas
que quebra nas pedras,
deslumbre choque que se tem brumas...
num vórtice de paixão sorrateira,
tantos olhares apenas um sentimento.

Celso Roberto Nadilo

Um quatro surreal
nas maiores intensões,
transcender vitimas,
o caos tem uma ordem
nos primórdios,
que importa é a loucura
de ter você no meu horizonte
a variação do eventos
o que se presume,
a realidade transcende...
numa difusa oriunda vida.
no mais profundo ser se tem detalhes,
a curiosidade transfere,
rituais de ordem inverso
no transverso...
a elipse tem a evolução,
da trajetória se expande
na linha da gravidade,
explorando o máximo do deslumbre
se desloca a derradeira beleza,
num colapso de uma virtude
que a singularidade se abate
no amor esplendoroso,
o pacto da visão morre num fardo do instante...
a ironia a mortalhas do espaço...
a vida se trans dobra...
cujo a dispersão ganha notoriedade...
até a saudade morre num fluxo de luz...
tudo é moda e talvez seja individual.
o resumo deferi mais com calor o frio do esquecimento.

Celso Roberto Nadilo

esperando alma voltar
quando penso em você
tudo muito um estado de desejo,
definitivo te desejar tanto quanto a morte,
e o espirito morre nessa solidão...

Celso Roberto Nadilo