Textos sobre Vaidade
Vontade, vaidade, ambição, loucura.
Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim?
Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada.
Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas.
Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las.
Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos.
Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas.
Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação.
Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão.
É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento.
Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo.
E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura.
Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas.
Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado.
Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha.
Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.
quisera eu ser assim
tão vaidosa
tão feminina
tão talentosa
tão eclética
tão cheia de mim
tão poética
sinto um vazio de ninguém
me vem um profundo arrepio
sou alguém
me olho no espelho
me desconecto
é pura ilusão de ótica
é físico
é perplexo
cadê minha face
só vejo imperfeição
busco com as mãos
o que os olhos só veem
e num vai e vem de prazeres
só escuto os dizeres
que minh'alma entende
ou não
sou toda ouvidos
ouço vozes e gemidos
de uma dor temida
fico aturdida
meio confusa
tão conturbada
sinto uma dor profunda
por não socorrer meu mundo
me falta o chão, a estrada
sinto minha falta
acho que estou sonhando
desço das nuvens cinzentas
é tudo tão barulhento
sinto um cheiro bolorento
tenho fome de conhecimento
entrego-me ao coracao
e em meio ao esquecimento
escrevo soltas palavras
sem texto
sem nexo
só o amor anexo
e Te peço perdão
levo uma vida
côncava e convexa
cheira a confusão
sou toda profusão
me encontro então
em meus pensamentos!!!
Pista da vaidade
Por qual caminho vou,
pra deixar meu rastro?
Se a via me encantou
e nela me alastro...
De certo que se vejo,
é real ou será montagem!
Por meu real desejo
torço que não tenham coragem...
de tanto engano de vista,
fica como espanto em verdade,
pois, se há gosto, há conquista!
Nestes termos assim a vaidade,
pode ser da própria pista,
porque põe rastro na liberdade!
Equipamento padrão?
Não nos tornemos vaidosos. . . invejando um ao outro. - Gálatas 5:26
Escritura de hoje : Gálatas 5: 16-26
Um intrigante anúncio de automóvel de três páginas no Wall Street Journal me lembrou como o mundo secular capitaliza nossa tendência a invejar. A página 1 mostra um Jaguar Mark II de 1960. A legenda diz: “Assim como essa foi a inveja do mundo automotivo. . . ”Em seguida, nas páginas 2 e 3, há uma foto de um Jaguar novinho em folha, e a legenda continua:“ Mais uma vez a inveja será um equipamento padrão ”.
Agora, eu sei que não é pecado querer um Jaguar. Mas se fico descontente e ressentido com meu vizinho porque ele é dono de um e eu não, tenho um sério problema de inveja.
Em Gálatas 5: 19-21, Paulo classificou a inveja com os pecados de adultério, assassinato e embriaguez. Isso pode nos surpreender até considerarmos o poder destrutivo dessa atitude pecaminosa. A inveja levou os irmãos de José a vendê-lo no Egito (Atos 7: 9). A inveja alimentou os oponentes de Paulo em Tessalônica para iniciar um tumulto para frustrar o evangelho (17: 5). A inveja motivou os principais sacerdotes a entregarem Jesus para ser crucificado (Marcos 15:10). Mesmo quando não leva a ações tão cruéis, a inveja toma o lugar do amor e prejudica os relacionamentos (1 Cor. 13: 4).
Precisamos que o Senhor nos ajude a reconhecer a inveja e removê-la de nossos corações. Não queremos que ele se torne um equipamento padrão em nossas vidas.
Refletir e orar
Das sementes da inveja no coração,
nascem ervas amargas do ódio;
Se eles se enraizarem e começarem,
muitos conflitos gerarão. —DJD
Quando você fica verde de inveja, está pronto para problemas. Dennis J. DeHaan
Pecadores Tentados
Não retive meu coração de nenhum prazer. . . . Tudo era vaidade e agarrava o vento. - Eclesiastes 2: 10-11
Escritura de hoje : Eclesiastes 2: 1-11
Na mitologia grega, o rei Tântalo ofendeu os deuses e foi punido no submundo. Ele foi colocado em um lago na água até o queixo, mas sempre que tentava satisfazer sua sede ardente, a água recuava. Sobre sua cabeça havia galhos carregados de frutas escolhidas, mas quando ele tentou satisfazer sua fome, eles escaparam de suas mãos agarradoras.
Tântalo, portanto, tornou-se o símbolo da total frustração. Ainda hoje seu nome é lembrado na palavra inglesa atormentar .
Fora de um relacionamento com Deus, muitas coisas na vida são tentadoras, mas sem recompensa. O autor de Eclesiastes buscou a felicidade através do conhecimento, prazer, riqueza e trabalho. Nada satisfez a fome em sua alma. Então ele escreveu: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (1: 2). Foi somente quando ele se concentrou em conhecer e agradar a Deus (12: 13-14) que ele encontrou o verdadeiro propósito da vida.
Se você está entre aqueles que foram atormentados pelo que você pensou que lhe traria felicidade e paz, e se sente frustrado e desgastado, venha a Jesus. Ele prometeu: "Eu te darei descanso" (Mateus 11:28). Você descobrirá com alegria que Ele tem tudo o que você sempre desejou - e muito mais.
Refletir e orar
Se nos comprometermos com Cristo
e seguirmos o Seu caminho,
Ele nos dará uma vida que satisfaz
com o propósito de cada dia. —Sper
Somente Jesus, a Água Viva, pode satisfazer a alma sedenta. Henry G. Bosch
Tenho notado com o passar do tempo,que andamos na contramão da verdade,abraçados com a vaidade e invertendo valores adquirido a centenas de anos.
Tenho notado que o amor antes gratuito,agora objeto raríssimo cada vez mais distante dos nossos corações que a cada dia Vivi dilacerado chorando lágrimas de sangue,e ouvidos que não aguenta mais escutar barulhos ensurdecedores gritando por socorro, e a alma vazia sem vida e vivendo a vida sem direção .
Quando chegamos a este estágio citado acima, procuramos achar um culpado ou até mesmo pensar que o culpado é a gente mesmo. começamos a achar que existe no nosso caminho muros intransponíveis,e logo pensamos que não existe mais nenhuma saída.
Mas eis que chega alguém e diz:
"Eis que eu estou a porta e bato, aquele que abrir entrarei, cearei com ele e ele comigo (ap 3:20)".
Essa é a forma de focarmos a vida,e não se se esqueça que a tua luta será do tamanho do teu sucesso.
Se você puder despir a vaidade
Encarar seu medo
Somente com a verdade
Transcender o espelho
E sua distorcida realidade
O que te prende
Não existira
Quebrando o pré programado
O novo encontrará seu lugar
Riscos são feitos para assustar
Se puder resistir
Aprendera como existir
Não somos,apenas estamos
Tempo determinado
Em que um segundo
pode ser o último
Entre nascer e morrer
Você ainda sabe o que é viver ?
Pensamentos Ingênuos
Em uma certa época vivi em um país onde o ego e a vaidade eram os principais sentimentos que motivavam seus habitantes. Fiquei por muito tempo indagando-me do porquê de tanta vaidade e oportunismo. E não cheguei a resposta alguma. Nada se encaixava!
O amor, o respeito e o companheirismo?! Ah, esses já tinham se perdido há muito tempo. E o que restava era o egocentrismo. Mas, felizmente, cheguei a conclusão de que era eu quem não pertencia àquele lugar.
Vaidade é a valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros. A vaidade de um dia lindo e iluminado já se inicia. Que seja esplendoroso para todos!
VAIDADE
Dizem que a vaidade é ruim.
Apenas vanglorioso se denomina com seus próprios méritos.
Exibe com soberba suas conquistas, com pouca modéstia.
Será futilidade em sua insignificância.
Com muito pouco valor, afinal há tantas mais importantes.
Sobrevive da ilusão de sua aparência.
Será mesmo que é tão ruim, tudo em exagero não é bom, mas ....
Se arrumar, o cabelo pintar, passar um batom, unhas cortadas e quem sabe pintadas.
Barba bem aparada, roupa bem passada e no ar um doce perfume.
Se olhar no espelho, e observar, não estou tão ruim assim.
Zelo consigo se faz preciso, se eleva e enaltece.
Todas as pessoas precisam de um pouco de vaidade.
Amor próprio faz parte, ame-se para ser amado.
Na medida certa, vaidade então, não é tão ruim.
Cassia Guimarães
Dos sentimentos mais prejudiciais em ambiente de trabalho, talvez a vaidade esteja entre os primeiros lugares.
Não importa a sua posição na empresa em que trabalha, você pode atrasar o seu crescimento e o dos outros devido a esse sentimento.
Se você se sente desconfortável com mudança, com uma boa ideia de um colega, com o destaque de funcionário que você coordena, ou se você centraliza as atividades se sentindo mal quando percebe que não está no controle de tudo e ainda tem dificuldade em voltar atrás em uma decisão...cuidado… você pode ser uma pessoa vaidosa profissionalmente.
A vaidade cega, prende, atrapalha e desestimula.
Não tenha medo de mudar e comece a treinar a se sentir bem e confortável com o crescimento das pessoas ao seu redor. Aceite que você não tem controle sobre as atitudes e decisões de ninguém. Comece a ajudar os profissionais a desenvolverem o seu potencial trabalhando em prol do crescimento de todos.
E entenda que por mais qualidades que você acumule, a vaidade sempre irá ofuscar o seu brilho!
Vaidade! Ah! Oh!... Cansado de tanta vaidade, pecado que acompanha a formosura da minha mocidade, envergadura do meu subconsciente que me condena uma personalidade aparente.
Vaidade2x... "Tudo é vaidade". Vaidade alvoroçadora - inspira-me o ego e moe-me o sossego, cruelmente mata-me por dentro enquanto reavi-venta-me por fora ... noutrora estou cansado de ti ó vaidade devoradora!
num tumulo de vaidades
temos ainda a madrugada
entre espinhos da virtude
um abraço da morte
e mais desejos,
numa faixa se repete
arranhaduras na pausas
prazeres na luz que se apaga
num embriado
rumores num dia de sucesso
o lírios do algoz da perdição,
sombras que amam se,
puramente por amar
seus exemplos flutuam em memorias,
riscadas num disco,
mais trago de um cigarro,
seria a vertente do veneno
que te faz sentir melhor,
muitos instantes a frente
se cogita tanto até que noite acabe.
e tudo se expulsa até meio dia,
e o ato acompanha o sono,
glamour da nudez,
estupido momento
persistir a angustia mais um gole,
faz se arrepender sob as horas perdidas,
fica bocejares o tito das madrugadas
até quando aguentar,
aurora e seus de repente amores,
que rotulam divórcios e bebedeiras
as inversões do destino...
titubear sobre as sombras
sobras num copo quente de cerveja,
sequencias translucida
num disco de compaixão...
um presente sobre o paira
a fumaça dispersa num lista
que torna atraente num recipiente
curvas que magoam quando terminam.
torna se agradável se deliciar...
num jeito notar que balbuciam
tantos relatos de um lembrança perfeita.
o melhor sempre está por vir...
ainda deseja outra noite...
surgi o gaz num privilegio,
tantos motivos do nada para o nada.
se arrasta pela sarjeta...
e passa se outra roupa
para se ter outra noite...
propensão divina do medo...
lábios secos no auge,
emoções da paralisia seus olhos mortos,
num espaço do tempo...
mais um gole de satisfação...
insegurança no caos da mente,
sem distinção tantos traumas
o drama da ressaca,
outro grupo que dispõem
vultos do abandono mais um motivo,
laços da madrugada,
sussurros repassados da velha canção
seria longe os caminhos mais perto
que dias de domingo adiverte a sobras
na medida que passa a semana...
a conta marca é lembrada,
no almoço tudo revira,
nas sombras o sono que chama
angustia que se quebra nas curvas do seu corpo.
O Tempo
Tempo...mistério, verdade,
De todas as coisas em todos os tempos,
Tempo que tem vaidade
De tudo que se foi com o tempo.
O tempo voa,
Rapidamente no espaço,
No compasso de um passo,
Que no universo ecoa.
O tempo é o senhor
Do ontem, do hoje e do amanhã...
O tempo é também infinito,
Além de ser bom professor.
Tempo...tempo...tempo
Por que és tão apressado?
Embora senhor, és ainda menino
De um tempo que não tem passado.
Tempo...o que fazer?
Com o tempo daquele que foi?
Tempo...por que também queres correr
Com o tempo de quem ficou?
Alterações físicas, por vaidade!
Tu que andas, por vaidade, a estragar-te;
Injectando em teu corpo porcarias;
Num ser não natural, vais tornar-te;
Por ires perder as tuas valias!
Vais destruir também tuas defesas;
Por essas mesmas, às tais anularem;
Transformando-te, as naturais, em presas;
Para essas fortes falsas devorarem!
Devoram, porque o mesmo, vão levar;
A achar, que de as produzir não precisa;
Logo a deixar-te morrer, sem querer!...
Tudo por causa do teu fraco olhar;
Que a ver-te, contigo não simpatiza;
Indo levar-te a tal morrer, não ver.
Com pena de ti;
"A soberba espiritual e intelectual associada as imperfeições morais tais como o orgulho, vaidade, prepotência, arrogância, entre outras, são as maneiras mais tolas de manifestar a inteligência e compartilhar experiências, conhecimentos e sentimentos para com o semelhante.
Torna-se humilhante e sem efeito prático nas construções saudáveis, respeitosas e felizes das plurais relações humanas..."
Tanta futilidade move a sociedade. Tanta vaidade se sobrepondo aos valores. Tanta mediocridade permeando as relações humanas. Tanto desrespeito e descaso com os presentes que a vida oferece. Tanto oportunismo mascarado de bondade. Tanta sabedoria de areia, porque na prática não se sustenta. Tudo isso numa vida com data de validade pra terminar, nós só não sabemos o dia certo, mas todos estamos fadados a virar pó, não somos nada, mas não falta quem se ache tudo. O sofrimento no processo da travessia de volta de alguns de nós causa piedade em quem assiste, contudo ele sempre se justifica se tivermos a oportunidade de conhecer a trajetória de quem passa pela provação dos momentos derradeiros se considerarmos os tempos pretéritos até o presente.
Mas quem se preocupa com o amanhã do corpo, da alma e da consciência?
A casa da vaidade anda cheia de gente viva que morre aos poucos. Que não se contenta com o que conquistou e quer trapacear as conquistas alheias. Que deseja o inviável aos seus próprios limites. Que nasceu pra voar, mas que prefere rastejar na floresta de lama com a intenção de sabotar o ninho dos outros pássaros.
É quem envenena a alma só para apagar a luz do outro. É quem se define. Quem se acostuma. E que poderia ser mais, mas prefere o mínimo. Pois não consegue ir além daquilo que pensa todas as manhãs. O dia todo.
E isso não tem nada a ver com conhecimento, com sabedoria, com intelectualidade ou inteligência. A vaidade, geralmente, é um sintoma desses todos.
Meu pai dizia: Filho, onde quer que você chegue e por onde vá, nunca esqueça de manter os pés no chão. Se policie, se vigie. Até que a humildade seja um hábito.
Como deve ser apertado o espaço de quem precisa apequenar o outro para se sentir grande. Como deve viver o mundo das ilusões de que é maior, sendo que se rebaixa tanto.
Como deve ser triste saber que, sem a maldade, a vida não anda. E como deve ser tenso saber que, ao lado da maldade, um empurrão nunca é pra frente. Mas pra derrubar o ego.
E preste atenção: a vaidade não tem mãos para levantar ninguém.
São Paulo
"Fruto de um crescimento desigual e desordenado, pura vaidade, poluição que não dá para descrever, esta cidade sintetiza injustiça, com muito preconceito; Sonho para alguns, inferno para muitos; Esbanja violência, pobreza e luxo. Realidade triste, a quem muito a quem muito acha esdrúxulo; chuva que era apenas garoa, grafites gritam a solidão das ruas... Denúncias, tiros, políticos corruptos, gente que não ama ninguém, gente que sofre e a ignorância fica; Uma sociedade que não têm mais gratidão... tanta dor, aonde a fé é mais importante que o respeito...
Mas, somos os que fazem a diferença, nós amamos! E respeitamos aqueles que convivemos! Quem ama cuida porém se conseguimos obter empatia e sentir o que os outros sentem, certamente conseguiremos mudar São Paulo para melhor! O respeito nos trás melhor amizade, sem violência, sem bullying... Amar é respeitar, ter felicidade em sociedade, viver em sociedade! Sem conflitos e muito menos sem guerras..."
Aprendi o que realmente vale a pena ter na vida , apesar da vaidade , sei o que mais importa não é quantidade e sim qualidade , me refiro tanto ao material tanto ao espiritual .
Podemos ter dezenas de amigos , mais existe um ou dois que desejamos sempre a companhia , ou dezenas de namoradas só uma nos satisfaz por completo , e assim vai se deduzindo todo nosso meio , na maioria das vezes agimos por impulso queremos apenas que o mundo nos enxergue pois estamos sofrendo de solidão , nada é tão importante para a gente quando estamos em conflitos e na maioria das vezes todos os nossos confrontos vem por causa de não aceitarmos o que realmente temos na vida , sempre colocamos na frente o abstrato , esquecemos que o melhor está nas pequenas coisas .Será o nosso bem mais valioso , só que infelizmente só as enxergamos quando a perdemos .
Devido a nossa ignorância vivemos uma vida de amarguras e desprezo mais podemos reverter qualquer quadro deixando o orgulho de lado e aceitando o que realmente somos.....
J.R.M
Muitos procuram a fama...
outros a riqueza que o dinheiro traz...
certo buscam a beleza e vaidade que as academias oferecerem...
mas felizes dos que buscam a felicidade e o amor ,que a vida nos oferece e proporciona.
Entre a fama, a riqueza e a vaidade ....
eu escolhi e escolho sempre o amor !
E você ?
Gilberto Braga, celebrante. 2016
