Textos sobre Vaidade
Mito antológico que ressurge na fogueira de vaidade...
Nas virtudes mais frequentes um mito ser que viveu na mitologia grega ou romana vivo anteriormente a era dos deuses...
Novos deuses como pneu de trator e detergente que esta podre...
A politica fede e os apoiadores sao cegos surdo e não tem senso crítico...
Árvore podre por seus frutos também estão podres...
Mais profundo sentido entre linhas da constituição o dever é rasgado...
Ser Brasil é simplicidade o abandonado moral.
Invulnerável o brasileiro massa de manobra, fruto da alienação social e religiosa...
Fervorosa as noção literatura o objetivo de liberdade torna se evidência da alienação as lágrimas veladas pela angústia de um momento irônico de perseguição...
Somos a luxuria em uma apologia..
Somos servos do capitalismo...
Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...
Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...
Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...
Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...
Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...
Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.
Sobre a Vaidade da Sabedoria
A sabedoria não leva a nada.
Como morre o tolo, morre o sábio.
Tudo o que o sábio sabe é, em última instância,
para alimentar a própria vaidade —
para poder se orgulhar do que supõe ter entendido.
É verdade que, às vezes, a sabedoria o livra
de certos abismos onde o tolo cai sem perceber.
Evita-lhe perigos, enganos, precipícios.
E o tolo, ignorante de tais ciladas,
paga caro — muitas vezes com a própria vida,
morrendo antes da hora,
ceifado pela própria inconsequência.
Contudo, nem isso é razão suficiente
para que o sábio receba honras imerecidas
por seu árduo trabalho em busca do saber.
Pois todo conhecimento, por mais vasto,
se perde no tempo e no espaço,
como areia que escapa por entre os dedos
do homem que acreditava segurá-la.
A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ
Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo.
É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado,
sem o teatro das lembranças e seus ideais inalcançáveis de futuro.
Caminho entre silêncio e fatos, presente e gratidão.
Não sonho.
Não recordo.
Reconheço.
A realidade me atravessa crua.
Sem filtros.
Sem refúgio.
Chamam de deficiência o que é clareza.
Chamam de vazio o que é consciência.
O mundo vive do que inventa para suportar o império restrito da hiperfantasia de poucos egoístas.
Eu sobrevivo do que é real.
Ser lúcido é morar entre abismos.
É saber demais e sentir o necessário.
É compreender o todo e ainda carregar o silêncio ao observar o absurdo.
A solidão é real, mas também é o preço da verdade.Quem vê sem ilusão sustenta o peso do céu com as próprias mãos.
A lucidez é um exílio.
Mas é também o lugar da liberdade.
Abençoado quem suporta ver o mundo como ele é e ainda escolhe não se corromper.
Que se entrega ao dever do bem não sofre nas mãos do egoísta vaidoso.
A FARSA DA VAIDADE
O ABISMO DO INVALIDADOR
Quando o trabalho de um indivíduo nasce da tentativa de diminuir o de outro,
em sua origem o invalidador já é uma farsa.
Usurpador que tenta galgar atenção com a ilusão do esforço alheio,
mentiroso sem escrúpulos que sustenta um corpo oco,
voando na brisa da própria enganação.
De todas as vaidades,
quem flutua em ilusão é sempre o primeiro a colidir com o muro da realidade.
Atravessam o tempo apenas aqueles que cultivam o esforço e, sem intervalos,
falam a verdade no silêncio, sem necessidade de cúmplices ou testemunhas.
Para alguns seres "pensantes"...
Não basta ser lindo, tem que ter vaidade narcisista.
Não basta ter poder, tem que ser autoritário.
Não basta ser rico, tem que ser avarento.
Não basta ter títulos, tem que ser arrogante.
As pessoas passam uma temporada como seres viventes, se relacionam com seus iguais, constroem uma vida pessoal, social e profissional e têm o livre arbítrio para escolher que tipo de indivíduo querem ser na sociedade.
Alguns decidem por comportamentos construtivos e saudáveis, já outros....
E assim caminha a humanidade.
É fácil se perder na vaidade, na correria, nas cobranças e nas distrações da vida.
Aos poucos, podemos nos afastar dos valores, princípios e convicções que antes orientavam nossas escolhas.
Muitas vezes, é uma decepção, uma perda ou um momento de dor que nos faz perceber esse desvio.
Voltar ao caminho exige humildade para reconhecer os erros, coragem para mudar e disciplina para reconstruir o que foi deixado de lado.
Não é um processo rápido nem confortável, mas é justamente nele que recuperamos nossa força, nossa identidade e nosso propósito.
A vida exige coerência entre aquilo que acreditamos e a forma como vivemos. Não controlamos tudo o que acontece, mas podemos escolher, todos os dias, a direção que queremos seguir.
Por isso, reencontrar a si mesmo é mais importante do que simplesmente chegar a algum lugar. Quando voltamos a viver de acordo com nossos valores, cada renúncia, cada esforço e cada passo passam a fazer sentido.
O caminho de volta é árduo, mas o destino faz valer a pena. Viver em paz com a própria consciência e saber que estamos, finalmente, no lugar onde deveríamos estar.
O Chão Que Eu Deixei Limpo
Não escrevo pela vaidade do aplauso,
nem pelo adorno de uma frase bela;
escrevo pelo caminho que pisei,
pela luz que acendi na minha janela.
Quem quiser saber da minha história,
da força que trago no passo e na voz,
não me procure nos ruídos do mundo:
procure nos versos que deixo para nós.
Cada linha traz a marca da vida,
o peso do chão que eu já superei;
é o tempero da alma que não se rende,
a colheita da dor que eu enfrentei.
Se a minha escrita servir de abrigo,
se clarear a noite de quem vai passar,
então o verso cumpriu seu destino:
virou vela acesa para o outro guiar.
Eu me dou por inteira nas palavras,
sem filtro, sem pressa e sem ilusão;
quem me lê com a alma me conhece,
pois escrevo por mim, com a força do chão.
Escrever para sinalizar o caminho e deixar a caminhada mais leve para os outros é a forma mais pura de generosidade. Suas palavras viram farol.
ORGULHO E VAIDADE.
Pelo Espírito:Catarina Labouré / Irmã Zoé.
" O fracasso de muitos irmãos em doutrina se encontra justamente na perseguição e o orgulho que táo doentes, afetam--lhes os olhos e efetivamente os corações ante os exemplos dos missionários com sua abnegação e renúncia aos prazeres tão fugaz da terra. Há esses detectamos os irmãos da antiga ou atual Jerusalém chorada pelo Cristo.
Amar ao próximo se converteu em sinônimo de fraqueza incrustada em tais pensamentos.
Os enviados de Deus, manifestam-se em todos os lugares onde haja a sincera humildade para obterem as respostas para suas indagações que mesmo sob a luz perene do Evangelho, ainda conseguem se deter num Cristo crucificado tão somente e somam suas aflições a este estado no pragmatismo do orgulho e da vaidade. Há esses olhamos também com bons pensamentos e lhes inspiramos no cerne tumultuado que façam algo além ou como esses mensageiros o fizeram.
Bem nos alertou o Cristo:_ Pobres sempre os tereis.
Kardec este missionário da Verdade alertava sobre os inimigos do Espiritismo que esses se encontravam mesmo dentro dele.
Convidamos a todos a enfrentarem os meandros desses criticados que sorveram o fel e os espinhos por onde caminhavam, mas enfim no momento do até breve à terra entregaram a coroa da vida e a vida em abundância pois não se detiveram sob o peso dos que dizem amar Jesus e atacam o próximo, chamam em uníssono Deus de Pai, mas não se mostram como irmãos principalmente no ideal espírita.
Mas a seara é grande e pouco os trabalhadores bem o sabemos...então vem hoje, não postergues essa hora, labutar para Jesus em nome do amor incondicional e se assim o sendo, até mesmo os destonantes materialistas também agem sem darem conta que é o amor que os movem.
Uma no-nos com humildade, Deus não considera as posições humanas, mas o muito amar na vida de cada um.
Para tanto as duas chagas execráveis da humanidade que é o orgulho e vaidade devem ser extirpadas de nós.
Muita Paz.
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
APRESENTAÇÃO.
Tal obra não nasceu para acariciar vaidades espirituais, mas para desmascarar as regiões subterrâneas da alma humana. Suas páginas caminham entre a luz moral e as sombras psicológicas do homem moderno, revelando aquilo que muitos escondem sob discursos de bondade, gestos dóceis e aparências de virtude. Porque nem toda serenidade é pureza. Nem toda mansidão é elevação. Nem toda humildade é verdade.
Existe uma forma de orgulho que abandonou os tronos ostensivos para esconder-se dentro da falsa modéstia. Já não ergue a voz como os soberbos antigos. Agora inclina a cabeça, suaviza o olhar e aprende a falar com delicadeza calculada. Contudo, no interior silencioso de sua consciência, continua desejando veneração. Continua alimentando a fome invisível de reconhecimento. Continua necessitando ser admirado por parecer humilde.
“Migalhas Da Grande Mesa” adentra precisamente essa anatomia moral do espírito humano. Não para condenar homens, mas para revelar os mecanismos sutis do ego que ainda sobrevivem mesmo dentro daqueles que acreditam servir ao bem. A obra investiga o instante em que a virtude transforma-se em performance psicológica. O momento em que o altruísmo deixa de ser entrega legítima e converte-se em instrumento silencioso de autoexaltação.
Dentro dessa reflexão emerge uma das frases mais profundas que um coração verdadeiramente paternal pode pronunciar:
“Eu quero fazer mais por você.”
Quando autêntica, essa frase nasce sem comércio emocional. Não exige retorno. Não cobra veneração. Não produz dívida afetiva. Apenas ama. Apenas oferece. Apenas protege. O verdadeiro pai não deseja parecer grandioso diante daquele que ama. Deseja apenas aliviar-lhe as dores, fortalecer-lhe os passos e impedir-lhe a queda. Seu amor não é espetáculo. É responsabilidade moral silenciosa.
A humildade artificial, porém, aproxima-se do oposto. Ela utiliza até mesmo a caridade como mecanismo de construção identitária. Sofre quando não é reconhecida. Entristece-se quando não recebe contemplação. Faz do próprio sacrifício uma moeda invisível de superioridade moral. E justamente por possuir aparência virtuosa, torna-se ainda mais perigosa que o orgulho explícito.
As reflexões presentes em “Migalhas Da Grande Mesa” conduzem o leitor à percepção de que a verdadeira grandeza espiritual raramente produz ruído. As consciências mais elevadas da História quase sempre caminharam longe dos palcos humanos. Não porque desconhecessem o próprio valor, mas porque compreenderam que a essência do bem dispensa ornamentações emocionais.
A humildade legítima não teatraliza a própria pequenez. Apenas reconhece, com lucidez e reverência, a imensidão da existência diante da fragilidade humana. E talvez seja exatamente nesse silêncio interior que começa a nascer a forma mais rara de grandeza moral.
Marcelo Caetano Monteiro .
O EGO ESPIRITUAL: A MÁSCARA MAIS BONITA DA VAIDADE.
A mais sofisticada das vaidades talvez não seja aquela que deseja ser admirada pela aparência, pelo dinheiro, pelo poder ou pelo conhecimento. Há uma vaidade ainda mais difícil de reconhecer: aquela que se veste de humildade, fala em amor, utiliza palavras de paz e acredita já ter alcançado uma consciência superior.
É o ego espiritual.
O ego não desaparece simplesmente porque alguém começa a buscar a espiritualidade. Ele pode apenas mudar de linguagem, de vestimenta e de objeto. Aquilo que antes desejava possuir pode passar a desejar compreender. Aquilo que antes queria exibir como riqueza pode querer exibir como sabedoria. E a antiga necessidade de superioridade pode reaparecer sob uma aparência aparentemente mais nobre.
Por isso, o autoconhecimento verdadeiro exige uma vigilância que não se limita àquilo que fazemos de errado. É preciso observar também aquilo que fazemos de certo e, sobretudo, o sentimento que nasce dentro de nós quando percebemos que fazemos alguma coisa considerada boa.
ELE NÃO MORRE: MUITAS VEZES, APENAS TROCA DE ROUPA.
O ego pode abandonar a necessidade de ser o mais rico, o mais bonito, o mais desejado ou o mais poderoso e começar a desejar ser o mais consciente, o mais desperto, o mais evoluído, o mais puro ou o mais espiritualizado.
A estrutura permanece.
Antes, queria estar acima dos outros pelas posses. Agora, quer estar acima deles pela suposta evolução espiritual.
Antes, buscava reconhecimento pelo que possuía. Agora, pode buscá-lo pelo que acredita ter compreendido.
A mudança verdadeira não está em trocar o objeto da vaidade, mas em transformar a necessidade íntima de superioridade.
A espiritualidade não deveria constituir um novo degrau para o orgulho. Deveria justamente revelar ao Espírito a necessidade de descer do pedestal em que ele próprio se colocou.
QUANDO A ESPIRITUALIDADE PRECISA DE PLATEIA.
Existe uma diferença profunda entre compartilhar uma experiência espiritual e necessitar que os outros reconheçam nossa espiritualidade.
Quando a vivência interior depende constantemente de aprovação, elogios, reconhecimento ou admiração, talvez ainda estejamos mais preocupados com a imagem que construímos de nós mesmos do que com a transformação que precisamos realizar.
A verdadeira renovação moral não necessita de testemunhas permanentes.
Quem realmente procura melhorar não precisa anunciar a cada instante que está melhorando.
Há virtudes que amadurecem justamente no anonimato: a paciência que ninguém percebe, o perdão que não é publicado, a renúncia que não recebe aplausos, a caridade que não precisa de fotografia e a luta íntima contra um defeito que somente a própria consciência conhece.
É nesse território silencioso que a espiritualidade começa a deixar de ser discurso para tornar-se experiência.
QUANDO UM DOGMA É TROCADO POR OUTRO.
Também existe o risco de abandonar uma estrutura religiosa apenas para construir outra dentro de nós.
Mudam-se os símbolos, os hábitos, as palavras e as referências, mas permanece a necessidade de determinar quem está certo e quem está errado; quem despertou e quem ainda dorme; quem conhece a verdade e quem permanece na ignorância.
A prisão pode mudar de aparência sem deixar de ser prisão.
O problema não está necessariamente no ritual, na alimentação, na roupa, na prática espiritual ou em qualquer escolha pessoal. O problema surge quando essas coisas deixam de ser instrumentos e passam a funcionar como critérios para medir o valor espiritual das pessoas.
A forma não pode ocupar o lugar da essência.
O Espírito não se torna moralmente superior porque adotou determinado comportamento externo. A transformação espiritual precisa alcançar a consciência.
A SUPERIORIDADE DISFARÇADA DE COMPAIXÃO.
Talvez uma das máscaras mais delicadas do ego espiritual seja aquela que se apresenta como compaixão.
É possível olhar para alguém e pensar: “Ele ainda não despertou.”
Pode-se dizer que determinada pessoa está “adormecida”, “inconsciente” ou “em uma vibração inferior” e, sem perceber, transformar uma ideia espiritual em instrumento de superioridade.
A compaixão verdadeira não contempla o outro de cima para baixo.
Ela reconhece que cada Espírito possui seu próprio caminho, suas próprias lutas, suas limitações e suas possibilidades de crescimento.
Aquele que compreende alguma coisa não se torna proprietário da verdade. Torna-se, antes, responsável pelo modo como utiliza aquilo que compreendeu.
Quanto maior o conhecimento, maior deveria ser a responsabilidade.
Quanto maior a percepção das próprias imperfeições, menor deveria ser a necessidade de julgar as imperfeições alheias.
QUANDO A ESTÉTICA OCUPA O LUGAR DA ÉTICA.
Há uma espiritualidade que pode ser reconhecida pelos objetos que utiliza, pelas palavras que pronuncia e pelas imagens que produz.
Mas a verdadeira espiritualidade precisa ser reconhecida principalmente pela maneira como alguém trata as pessoas quando não está sendo observado.
Incensos, livros, símbolos, pedras, orações, meditações, roupas, ambientes silenciosos e paisagens contemplativas podem acompanhar uma busca interior. Nenhum desses elementos, porém, substitui a transformação moral.
É relativamente fácil falar sobre paz.
Mais difícil é permanecer pacífico diante de uma provocação.
É fácil falar sobre perdão.
Mais difícil é não alimentar ressentimento quando somos feridos.
É fácil defender o amor.
Mais difícil é praticá-lo quando o outro pensa diferente de nós.
É fácil contemplar uma paisagem em silêncio.
Mais revelador é lavar a louça sem reclamar, ouvir alguém sem interromper, admitir um erro sem criar justificativas e fazer o bem quando ninguém saberá que fomos nós.
A espiritualidade verdadeira não precisa de cenário extraordinário.
Ela precisa de consciência.
O PERIGO DE TRANSFORMAR O AUTOCONHECIMENTO EM AUTOADORAÇÃO.
O autoconhecimento pode tornar-se outra forma de narcisismo quando a pessoa passa a observar a si mesma não para corrigir-se, mas para admirar a própria suposta profundidade.
É possível conhecer os próprios mecanismos psicológicos e continuar escravo deles.
É possível falar incessantemente sobre consciência e permanecer inconsciente diante das próprias atitudes.
É possível estudar espiritualidade durante anos e ainda não ter aprendido a pedir desculpas.
O conhecimento de si somente se converte em crescimento quando produz consequência moral.
Não basta descobrir quem somos.
É necessário perguntar o que estamos fazendo com aquilo que descobrimos.
A ESPIRITUALIDADE QUE DEVOLVE O SER AO MUNDO.
A espiritualidade autêntica não nos retira da realidade para criar uma identidade superior. Ela nos devolve à realidade com maior responsabilidade.
Depois da oração, ainda existe a família.
Depois da meditação, ainda existem os conflitos.
Depois do estudo, ainda precisamos conviver.
Depois de uma experiência profunda, ainda precisamos trabalhar, cumprir compromissos, enfrentar limitações, cuidar dos outros e lidar com nossas próprias imperfeições.
É justamente aí que a espiritualidade demonstra sua autenticidade.
Não naquilo que conseguimos sentir durante alguns minutos de elevação, mas naquilo que conseguimos modificar quando a vida volta a nos contrariar.
A prova da transformação espiritual não está somente na experiência extraordinária.
Está no cotidiano.
UM ALERTA À CONSCIÊNCIA.
O ego espiritual pode fazer-nos acreditar que sempre falta alguma coisa para nos tornarmos especiais: mais conhecimento, mais iniciações, mais experiências, mais práticas, mais reconhecimento, mais sinais de evolução.
A espiritualidade, porém, não deveria alimentar a necessidade de sermos especiais.
Deveria ensinar-nos a sermos verdadeiros.
Se precisamos provar que somos espirituais, talvez ainda estejamos preocupados demais com a aparência daquilo que desejamos ser.
Se precisamos provar que despertamos, talvez ainda devêssemos perguntar por que precisamos que os outros reconheçam o nosso despertar.
Se precisamos anunciar que somos paz e amor, talvez seja justamente nesse momento que devamos silenciar e observar nossas próprias reações.
O ego também sabe falar mansamente.
Também sabe utilizar palavras bonitas.
Também sabe citar a paz.
Também sabe vestir-se de humildade.
Por isso, a vigilância interior precisa ser mais profunda do que a aparência.
A verdadeira espiritualidade é simples porque não precisa construir um personagem.
É silenciosa porque não depende de aplausos.
É humilde porque não necessita sentir-se superior.
É prática porque não se satisfaz com conceitos.
E é profundamente humana porque não nos afasta do mundo, das pessoas e das responsabilidades.
Ao contrário: quanto mais o Espírito compreende a própria realidade, mais aprende a servir sem ostentação, amar sem posse, perdoar sem humilhar e caminhar sem precisar colocar-se acima de ninguém.
Talvez o sinal mais seguro de uma transformação espiritual não seja a pessoa dizer que encontrou a luz.
Talvez seja simplesmente perceber que ela já não precisa convencer ninguém de que a encontrou.
Imagem ilustrativa: uma pessoa sentada em silêncio diante de um espelho, em um ambiente sereno e iluminado por uma luz suave. No reflexo, a aparência exterior se desfaz gradualmente, revelando uma expressão humilde e consciente. Ao fundo, há elementos discretos de espiritualidade, como uma vela acesa e uma paisagem natural, simbolizando a busca interior sem ostentação.
Marcelo Caetano Monteiro.
#vaidade #ego #Falsidade #doencas #sociedade #euinterior
O sofrimento é o cinzel nas mãos de um escultor invisível, retirando de nós o excesso de vaidade para revelar a essência de mármore. É preciso a agonia de um prelúdio de Chopin para que possamos entender a paz que sucede a tempestade interior. Não tente apressar o tempo da sua cura, pois cada nota tem seu tempo exato de ressonância no salão da vida. A beleza que nasce da dor é a única que possui autoridade moral para falar sobre a esperança.
- Tiago Scheimann
No silêncio onde o eco devora a vaidade dos discursos, ergue-se o meu monumento invisível: não são apenas palavras, mas fatos. À sombra do tempo que tudo apaga, gravei na rocha do invisível o que nenhuma testemunha pode negar: é o meu compromisso, minha maior ambição. Pois quando o teatro das aparências fechar suas cortinas, restarão apenas os passos que dei no escuro, sabendo que esta é a missão da minha vida, o enigma que vim decifrar tornando-me o meu próprio destino.
Reno Fioraso
O vestuário facilmente pode gerar a vaidade, a vaidade facilmente gera o narcisismo, o narcisismo facilmente gera a arrogância, a arrogância juntamente com o narcisismo facilmente geram o egoísmo, o egoísmo facilmente gera a ganância - esta que por sua vez traz consigo a desigualdade. A desigualdade é amiga do nepotismo e ambas geram injustiça, a injustiça gera revolta, a revolta gera manifestação que mediante o poder traz consigo a ditadura e a ditadura é reflexo da opressão. Da opressão nasce a fome que quando constante resulta em pobreza que por sua vez traz consigo a prostituição e a delinquência.
À medida que o tempo passa aumenta a minha certeza que a sociedade mundial tem sido destruída maioritariamente por pessoas que "vestem bem" , "homens de fatos e gravatas" que a comunicação social define como homens exemplares e a moda como homens de boa aparência.
A paciência
A paciência
Não tem pressa
Mas sempre alcança
Não tem vaidade
Nem conformismo
Não disputa o heroísmo
Está sempre na frente
Porque não para julgar
Mas investiga
Não diz adeus
Mas acena
Ajuda
Mas não tem pena
É a maior habilidade
Sem falsa modéstia
Domina a razão
Controla a emoção
Faz tudo com muito amor
Degusta prá ter sabor
Não tem raiva porque mina o ódio
É a conquista da sabedoria
E com ela chega no pódio
Amor ou Vaidade ?!
Penso que a gente não pode ser feliz por conta de alguém,
nem esperar que alguém nos preencha algum vazio que nos falte.
Além de ser uma ilusão, é colocar um peso muito grande;
uma responsabilidade que na verdade não é do outro,
e sim de nós mesmos.
Alguém que está verdadeiramente disposto a amar,
precisa antes de mais nada estar amando a sua própria companhia.
Senão não é amor. É vaidade. Amor é troca.
Vaidade é a necessidade de atrair a admiração do outro.
O amor constrói.
A vaidade não passa de um projeto da sua própria auto-imagem.
O amor liberta.
A vaidade sufoca.
10 segundos.
Um instante mudaria tudo,
Um momento mudaria o mundo,
Se minha vaidade ou apenas parte dela,
Fizesse-me perder mais 10 segundos,
Ou antecipar em 10 segundos,
Nada mudaria, estaria em minha cansativa rotina,
Essencial e alegre rotina,
10 segundos, mudo o “destino”, ou uma melhor expressão,
Mudou os meus planos,
Viagens, aniversarios, passeios, mudou tudo,
Por causa de apenas miseros segundos.
DESGOSTO
Não gosto da praia, porque nela
Sinto o nojo da vaidade humana.
Todas aquelas pessoas preocupadas
Com o nu do corpo
Enquanto o mar
Vomita intensamente.
Enfim...
O mar é salgado
E eu gosto de doce
O mar é revoltado
E eu a revolta
O mar usa a força porque lhe falta inteligência
E eu uso a inteligência porque me falta força
O mar faz a natureza brotar das profundezas
E eu faço a natureza brotar do concreto
E no fim
O mar fica lá, preso em sua própria fúria
Como enfeites de vitrine barata.
Enquanto eu enceno o simples da vida
Sem regras ou planos previamente assinados.
Viver a viva sem ilusão é ser iludido pela realidade, numa vida pena, sempre há vaidade.
Não fujas do real, pois o irreal é a mais pura verdade, transparece na sua face sua falsa identidade fingindo-se real sem ter medo da verdade. Acredita na moral, quando vive a imoralidade nesta sociedade. Isto é uma realidade?
