Weslley Marcelo Massako Negre

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Para que exigência, se não tem competência.

Weslley Marcelo Massako Negre
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O destino sorri, para aqueles que fazem.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Só Michael Jackson ganhou dinheiro andando para trás, mas, já morreu.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Somos eternos escravos dos nossos conceitos e preconceitos. Somos escravos dos costumes, e da regra geral. Não opinamos, não mudamos, e mal existimos.

Weslley Marcelo Massako Negre

Razão e emoção são antagônicos necessários à formação de nossos conceitos. Somente com a junção equilibrada dos dois conceitos, é que poderemos entender mais a nossa essência e o ser humano como um todo.

Weslley Marcelo Massako Negre

Gente bonita, também defeca.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Seu mundo, sua felicidade.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Com a idade vem a experiência. Mas as pessoas adultas, são as que mais cometem erros infantis.

Weslley Marcelo Massako Negre

A aceitação de conceitos, perpassa pela aceitação da mente e do coração.

Weslley Marcelo Massako Negre
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A prisão criada pelos nossos conceitos, nos arrasta para uma vida sem cor, sem brilho, e de falsa felicidade.

Weslley Marcelo Massako Negre

Mulher é igual a carro, isso mesmo, igual a carro. Imagine que você tem um carro zero km, você terá despesas com concessionária, seguro, IPVA , mas se o carro for novinho, você estará feliz, realizado, se achando.
Esse carro zero, quando passa a ser usado, você, já não leva ele na concessionária, e sim na oficina do amigo que é mais barato, começa a pensar no seguro e nas vantagens, os problemas vão acontecendo, você vai se irritando, e começa a pensar em trocar.
Quando está velho, é só despesa e dor de cabeça, além do alto custo de manutenção, não tem valor de mercado, e você vive com ele, mas sonhando com um carro novo.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Que teu pensamento e teu jugo, sejam para ti, o teu silêncio.

Weslley Marcelo Massako Negre

Lutar todas as guerras não significa que você as vencerá.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Perspectiva, por que sofremos.

Todos nós temos características que nos são únicas. Algumas pessoas são mais extrovertidas, outras mais introvertidas, enfim, são características inerentes à cada ser humano.
E não raras vezes, não sabemos interpretar essas diferenças, ora, pessoas, são pessoas, e muitos já estão moldados, já estão prontos.
Querer mudar uma pessoa, ou querer que a pessoa se adeque a você, é flagrante erro.
Se você aceita alguém em sua vida, lembre-se, é um pacote completo, e nesse pacote não haverá somente as qualidades que lhe agrada.
Haverá também hábitos e manias, que em muitos casos, lhe desagradará. Somos indivíduos, com desejos, manias, qualidades e necessidades diferentes.
Criamos perspectivas sobre a, ou as pessoas, e em muitos casos, essas não serão atingidas.
Perspectivas geram e desfazem relacionamentos.
Perspectivas nos ofuscam os olhos, fazem com que sempre projetemos nossa vontade em detrimento da vontade do outro. Existe a falsa compreensão do todo, e o pior, a falsa compreensão de si mesmo e de seus atos.
Quanto maior a perspectiva, maior será a fuga e o distanciamento.
Sofremos, pelo nosso egoísmo de querer que as pessoas sejam e nos atendam da forma e maneira que queremos. Sofremos pela nossa própria falta de compreensão sobre as diferenças existentes em cada ser. Sofremos por que queremos o controle
E ao final, pagamos um preço alto.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Houve um tempo em que as palavras surgiam com mais simplicidade, emoção, e coração.
Houve um tempo em que a pureza das ideias nos levavam a ver de forma simples tudo ao nosso redor.
Houve um tempo em que bastava um olhar, um abraço, um sussurro para se sentir amado .
Houve um tempo em que a alegria das relações estavam no ser, e não se coisificavam.
Houve um tempo em que nossos medos e aflições, eram resolvidos com um abraço de mãe, com um conselho de pai, com uma oração a Deus.
Houve um tempo em que corríamos soltos em plena liberdade e não atrás dela.
Houve um tempo em que bastava um olhar para que a compreensão do todo se estabelecesse.
Houve um tempo, em que não sofríamos com os apelidos, piadas e gracejos, nas rodas de conversas entre amigos.
Houve um tempo que o caso era um causo causal.
Enfim, houve um tempo, foi-se esse tempo, vivemos outros tempos, e estes se transformarão em meras lembranças de um passado que haveria de ter sempre sido melhor cultivado.
Sempre haverá o que plantar, sempre haverá o que colher, mas, jamais podemos abandonar o jardim.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Lembranças, somos lembranças.
Estive a poucos dias fazendo uma breve visita a parentes e entre as conversas, sorrisos e lembranças, tive uma epifania que gostaria de compartilhar.
Normalmente as conversas se prendem ao passado. Falamos sobre o que fizemos, ou o que alguém fez, contamos os momentos e compartilhamos planos futuros.
Ora, quase que a totalidade dos assuntos postos a mesa, regada de quitutes de uma confraternização, caminhavam nas sombras e luzes das lembranças.
Lembranças são importantes e, sua construção é feita a todo momento.
Agora imagine e reflita, quais são suas lembranças? Quais são seus feitos? Quantos momentos você será capaz de partilhar? Digo momentos, pois não conseguimos lembrar com exatidão tudo que fizemos ou fazemos no nosso dia a dia. Guardamos tão somente os momentos marcantes, e esses se transformarão nas lembranças que nos acompanharão durante nossa jornada e, que servirão de assuntos a serem postos no futuro na mesa das lembranças.
Se o teu passado e tuas lembranças se repetem em um ciclo infindável, posso dizer que algo está cinzento em sua vida.
A vida está lhe oferecendo várias oportunidades para que você desfrute e se farte de experiências para que você tenha lembranças de uma vida plena.
Podemos aprender algo novo, visitar um amigo, ter um novo amor, errar, rir, chorar, passear, viajar, até mesmo ir em um desses shows de sertanejo universitário (aff sofrência) .Mas serão lembranças e, essas serão o tijolo da sua parede da vida .
Tua vida é medida pela tua obra. Tua obra, não é o que você constrói em termos materiais, tua obra é o que você constrói no seu coração e na sua mente e expande nas pessoas a sua volta, isso sim, perpetuará. Se eu perguntar quem construiu a muralha da China, a Torre Eiffel, o estádio do Maracanã, garanto que não saberemos e isso não importa, pois são obras materiais. Assim, reflita, construa lembranças compartilháveis, seja vida, expanda seu universo, pule seu muro ou melhor, derrube ele.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Vida corrida, vida escorrida.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Quem espera, sempre espera. O universo não aceita imobilidade absoluta, portanto novimente-se.

Weslley Marcelo Massako Negre

Vontade, vaidade, ambição, loucura.

Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim?
Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada.
Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas.
Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las.
Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos.
Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas.
Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação.
Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão.
É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento.
Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo.
E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura.
Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas.
Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado.
Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha.
Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Medo.
Sem entrar na definição na qual o medo é um sentimento necessário à sobrevivência do ser humano, deixarei uma pequena opinião, não querendo ser esta, uma posição final.
Muitas vezes perdemos oportunidades reais, pelo simples medo de tentar.
Para tanto, inventamos as mais diversas justificativas e usamos essas como desculpas pela nossa inação.
Perdemos projetos ousados, oportunidades de emprego e até mesmo relacionamentos, pelo medo de tentar.
Por medo, talvez do fracasso, levantamos as mais diversas justificativas, dizemos que tal proposta não está ao nosso alcance, dizemos que não temos condições ou competências, enfim, inventamos as mais variadas justificativas que, para nós, nos servirão de conforto ante as nossas fraquezas, afinal é mais cômodo escorar a culpa em algo ou alguém do que em si mesmo.
As oportunidades existem para quem ousa, são para quem faz. Agora, ousar e fazer, dependem de ação proativa, obriga querer e traçar objetivos e metas para alcançar o que foi almejado.
Se você quer ter uma profissão melhor, invista nisso, estude, se prepare, mude sua rotina, se esforce, saia da inércia, corra da mesmice.
Tudo exige sacrifício e, não há conquistas sem renúncias.
Esses esforços valem para todos campos da nossa vida, do pessoal ao profissional. Invista, não tenha medo. Seja sempre alguém além de suas próprias expectativas. Você terá sucesso se assim agir? Não sei, mas posso afirmar que você estará mais preparado do que quando começou.
Empregos que não conseguimos, concursos que não passamos, relacionamentos que não conquistamos ou que se perderam, tudo isso, não deve ser motivo de desânimo, ao contrário deve ser um estímulo à buscar novos saltos.
Invista em você, não tenha medo, arrisque-se.
O medo, sempre estará a espreita e andará de mãos dadas com as dúvidas, com a sensação do fracasso, com a saída da nossa zona de conforto, mesmo assim, não tema, se supere.
Se quer algo diferente, faça algo diferente
Massako 🐢

Weslley Marcelo Massako Negre
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Jamais discutam tortura com o diabo.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Meu coração é do tamanho de minha morada.

Posso comparar meu coração com o tamanho de uma morada?
E se posso, qual tamanho escolheria?
Seria uma casinha simples nos montes, ou uma mansão luxuosa nos alpes?
Se meu coração fosse do tamanho de uma morada, o que eu colocaria em seu interior?
Pessoas ou objetos?
Sentimentos ou razões?
Meu coração, minha casa, meu refúgio d’alma.
Para adentrar em minha casa, não será tarefa fácil, será necessário será bater palmas em frente ao portão da confiança, ah! Isso será requisito para visitar meu coração.
Ao escutar o bater de palmas, espiarei pela janela d’alma, observarei atenta e cautelosamente e, se o calor das palmas, ecoarem para o interior do meu coração, abrirei suas portas.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar.
Mas, educada, paciente e carinhosamente, peço a quem entrar que não estrague nada.
Não estrague minha morada, por favor, não me danifique.
Se arrastar meus móveis, que os coloque no lugar, se sujar, limpe, se estragar, conserte.
Habite nele como a um morador zeloso, cuide de quem lhe deu abrigo.
Ah! Como eu gostaria que minha casa fosse uma obra inacabada.
Se assim o fosse, derrubaria, reformaria e nem um estrago ficaria.
Com pesar e olhos marejados descubro que quanto maior minha morada, maiores cuidados necessitarão e, quanto menor, mais difícil sua habitação.
Meu coração, minha morada, se não pequeno nem grande, mas do tamanho dos conflitos de minh’alma.
Meu coração, minha casa, meu enterro d’alma.

Weslley Marcelo Massako Negre
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Evite crises, remova a sua pedra.

Vivemos um momento no qual tudo parece estar se transformando em caos. Sentimos instabilidades emocionais e racionais. A todo momento nossas convicções e crenças são testadas e julgadas por nós, e por todos a nossa volta. A verdade, é empurrada por um leviano caminho no qual se bifurca em infinitas opiniões transformando essa verdade em complexas questões que, ao final, nada se sobra de seu teor original.
Opiniões mesmo que desfocadas, começam a valer mais que verdades. E adoramos dar opiniões. Cuidemo-nos.
Ora, estamos presos aos nossos conceitos e preconceitos, queremos que todos nos ouçam, e bradamos para isso, buscamos altruísmo em nossas ações e, não raras vezes agimos com exacerbado farisaísmo. É culpa nossa? Ou estamos sendo um mero passageiro das nossas vontades que, navegando ao sabor do vento, é mudado constantemente pelo assopro mais forte?
Sem querer tecer comentários teológicos, mas, buscando uma analogia contida em uma passagem no evangelho, cito Lázaro, que morto e sepultado em uma tumba, foi ressuscitado por Jesus. O Nazareno pediu que a pedra fosse retirada, e depois ordenou que Lázaro saísse do túmulo. E aconteceu.
Ora, Jesus com seu poder, poderia ele mesmo ter retirado a pedra, mas não o fez. Ou seja, a pedra tem que ser retirada por nós, para que a transformação ocorra e o divino aja.
Em nosso ser, encontram-se enclausuradas as mais variadas formas de emoções e sentimentos. Somos escravos de nossas forças e fraquezas, de nossas forças, pelo que representamos ao próximo ou a sociedade, de nossas fraquezas, pelo medo e vício enraizado que na sombra espreita o íntimo de cada um de nós.
Nossos desejos, nossas cobiças, nossas vontades, são talvez a principal fonte de nosso desespero e de nosso não aprimoramento como um ser mais humano.
Nossas vontades são efêmeras e não nos satisfazem. Queremos mais e se possível melhor. Se compro um carro novo, antes da primeira revisão, já estou vendo e estudando outro carro. Ou seja, ao realizar uma conquista, um novo desafio se abre. Nunca nos satisfazemos plenamente, e sofremos por isso. Sabemos que é apenas vaidade e raramente uma necessidade, mas, regozijamo-nos mais em ter o nosso ego massageado, do que ter uma necessidade atendida.
E esse apelo a vaidade, ao consumismo exacerbado, ao ter em detrimento ao ser, nos conduzem para uma crise pessoal e as vezes moral e, que ao final nos transforma. Aprendemos com essa atitude a não dar valor as pequenas conquistas, a não valorarmos o que possuímos, e dentro de um contraditório que só os humanos possuem, possuir um apego quase doentio a tudo e a todos que conquistamos.
Libertarmos destes grilhões não é tarefa fácil, pois somos bombardeados a todo momento com ideias de como devemos ser, agir, vestir, estar e até pensar, e as vezes passamos uma vida inteira, vivendo do sonho do outro, sem sequer descobrir nossa verdadeira essência.
A cura para esta doença está em nós, somente nós podemos realizar essa autocura, e para ela iniciar, temos que começar a conhecer e assumir nossos defeitos e qualidades, sermos donos de nossas ações e buscarmos refletir mais sobre as nossas reais necessidades. Parar de responsabilizar os outros pelos nossos fracassos, parar de arrumar desculpas pelas nossas falhas e inseguranças. Muitas pessoas quando vão ao médico se sentem felizes em saber que se encontram com uma enfermidade, essa, é a justificativa que lhe faltava, a escora de seus problemas, a busca de uma autopiedade aos olhos dos outros. Muitos de nós preferem se esconder na doença, a encarar suas próprias fraquezas.
O poder transformador, a cura, está em você, se existe uma pessoa que é capaz de mudar sua vida, essa pessoa é você.
Jogue fora tudo aquilo que lhe é entulho para alma, se liberte, tome atitude, e a primeira e talvez a mais difícil seja, ser honesto consigo mesmo. Não fique preso aos padrões que você não criou, entenda que a comparação social é a ladra de sua felicidade, você pode ter mais ou menos que as outras pessoas, mas, no fim, isso não lhe somará em nada. Cultive bons sentimentos, plante alegria, tome ações, limpe seu jardim das ervas daninhas, você as reconhece, sabe aonde elas estão, não adube a boa planta junto com a má e, não projete e nem procure escora para seus problemas em outro ser.
Muitas pessoas acreditam que são, ou estão frágeis e, que precisam de outra pessoa para se sustentar. Ora, compartilhar conversas e experiências com o objetivo de que a pessoa lhe dê um remédio para sua alma amargurada, de nada adiantará se você não se propor a mudança. Para que ouvir conselhos se você nunca vai segui-los? E o pior, a experiência do outro, é do outro, não sua. Nem sempre o mesmo remédio cura a mesma doença.
Se quer evitar crises, entenda que necessário se faz o desprendimento das coisas, entender que algumas coisas são apenas importantes, mas, não são necessárias e nem essenciais. É importante que você compre um celular novo de última geração? É necessário que você compre? É essencial que você compre? Entenda que são coisas distintas, mas que se complementam.
Nós criamos necessidades baseadas nas criações e conceitos alheios. Se sai algo novo, logo queremos. E para justificar a compra, criamos necessidades. Mas, quase tudo que desejamos, não é essencial para nossa vida. Nem sempre o que se busca é o que se necessita.
Gostamos de nos presentear, não há erro nisso, pois o mimo que nós nos damos é a concretização de nossos esforços, é o resultado da realização e do trabalho, e merecemos isso. O erro está quando sofremos logo após nossas conquistas, é quando elas após adquiridas, como em um passe de mágica já não nos satisfazem mais. Existe uma diferença em se sentir motivado a ter algo, e viver uma vida na dependência do ter. Tudo é bom, até se ter, por isso, cuidado com o que se pede, pois poderá ganhar.
Abra a porta do seu coração, converse com sua razão, retire a pedra que lacra o sepulcro do seu eu interior, dê a liberdade a você mesmo, conquiste a si mesmo, esse é o seu maior desafio, se assim conseguir você irá entender que conquistar o mundo e seus bens é uma efemeridade.
Paz, só quero paz.

Weslley Marcelo Massako Negre
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No amor iludimos a nós mesmos quando procuramos a nossa outra metade, ou a metade de laranja. Ora, somos inteiro e não uma metade, assim, para encontrar o verdadeiro amor, teremos que estar dispostos em doar a nossa metade em prol do outro ser.

Weslley Marcelo Massako Negre

Gostaria de falar, conversar, dialogar.
Falar sobre todas as coisas que permeiam nosso mundo. Falar de amores e desamores, de encantos e desencantos, casos estranhos e engraçados, das coisas cotidianas e quem sabe até cantar em dueto sofrível uma bela canção.
Gostaria de sentar no banco da praça, coisa que já está acabando, e admirar o cotidiano, acenar para as pessoas, dizer bom dia. Até talvez, quem sabe, alimentar os pombos, ah, pombo não pode, há restrições.
Gostaria de abraçar uma árvore a dois, tocar a natureza, sentir sua dádiva e agradecer.
Gostaria que não existissem fotos de flores, pois não há perfume nelas.
Gostaria que não houvesse o tec-tec desse maldito teclado, que mesmo servindo para um fim, nos leva também para o fim. Falando em teclado, que saudades de receber uma carta, havia emoção, por isso, guardo-as todas com carinho.
Gostaria de ver o sorriso nos rostos, não nos perfis de redes sociais, gostaria de sentir um abraço, não apenas receber um joinha. Enfim gostaria de tocar e não teclar.
Quem sabe um dia, voltaremos a ser mais reais que virtuais.
Dê um abraço, diga olhando nos olhos que ama a pessoa amada. Sinta.

Weslley Marcelo Massako Negre
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