Textos sobre Crítica
A crítica construtiva…
Sempre que alguma dessas te fizerem;
aprecia mui bem, de quem tal vem;
pois quer uma, quer outra, bem te querem;
pelo aconselhar bom, que em tal tão tem!
Pois a tal construtiva, é amiga;
mesmo apesar, de tal, não parecer;
por não soar pra nós como cantiga;
mas sim, com o mau soar, de um bater!
Por isso quer ela, quer quem critica;
são ambas a nós vindas, só para o bem;
por mal, que em nós se encontrava, afastar!...
Arrumando de nós a paralítica;
que por mal ser, sujeira pra nós tem;
vindo a tal crítica a nós, pois, salvar.
Com o carinho, camuflado da tal;
Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.
Outro ponto a se considerar é a completa ausência de vozes femininas reais. Diotima é mencionada, mas não está presente e, ao que tudo indica, pode até ser uma criação retórica de Sócrates. A filosofia, nesse contexto, é apresentada como um clube masculino, fechado, elitista e orgulhoso. A experiência amorosa feminina, assim como outras perspectivas não contempladas (como as do povo comum, os marginalizados ou os mais jovens), são ignoradas. Isso empobrece o debate, que poderia ser mais contagiante e mais conectado com a realidade da sociedade.
João Moura, ao ler O Banquete, compreendeu os fundamentos filosóficos do diálogo, especialmente no que tange à elevação do amor como impulso para o conhecimento e a verdade. No entanto, ficou com a sensação de que a obra é mais celebrada pela forma do que pelo conteúdo. A retórica, o estilo literário e o carisma dos personagens encobrem uma fragilidade conceitual: o discurso filosófico sério cede lugar a um jogo de vaidades, elogios mútuos e declarações etílicas.
A filosofia, para ser útil e transformadora, precisa estar enraizada na experiência concreta das pessoas. Deve surgir não em jantares refinados ou apenas em academias fechadas, mas nos becos, nas praças, nos ônibus lotados, nos corredores das escolas, nas conversas com quem vive à margem do pensamento acadêmico. Deve ser questionadora, mas também acolhedora. Deve incomodar, mas também inspirar. E acima de tudo, deve respeitar a lucidez, não se deve discutir o Amor (ou qualquer outro tema essencial da existência) sob o efeito do vinho, nem com o ego mais inflado que a razão. Com isso, cito quatro frases com o mesmo sentido, para que complemente o entendimento:
“A embriaguez enfraquece o compromisso com a razão e abre espaço para discursos sem clareza ou profundidade.”
“Sob o efeito da embriaguez, a razão perde o protagonismo, e o discurso se torna refém da emoção e do impulso.”
“A embriaguez desfoca o olhar racional, permitindo que a vaidade e o desatino ocupem o lugar da reflexão lúcida.”
“Quando a mente se turva pelo vinho, a razão é deixada de lado, e o pensamento se embriaga junto com o corpo.”
Assim, O Banquete se torna mais um retrato de sua época do que um convite atemporal à reflexão. Seu valor histórico é inegável, mas seu conteúdo deve ser lido com criticidade e contextualização. Afinal, como disse João Moura: “A Filosofia precisa se levantar da mesa do banquete e caminhar até onde a vida realmente acontece.”
Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.
"É preciso saber a hora da ação e da inação, do ouvir e do falar, da crítica e da reflexão, mas sobretudo, quando alguém se predispõe à liderança de qualquer projeto, é necessário aceitar o resultado do jogo democrático, mesmo contrário à sua vontade.
Não dá pra querer mudar a regras da partida depois que ela acaba.
Isso é coisa de mau perdedor."
Crítica - Como trabalhar e conviver hoje com essa proposta de forma imparcial.
A globalização e todos seus artefatos acoplados acarretam uma gama incontrolável de informações. Essa nova realidade em tempo real apresenta uma nova fase de exposição de idéias. Para tal velocidade as reações iminentes são um fato. Uma vasta oferta de todo tipo de produto digital disponibilizado de forma pública. Plágio torna-se um hábito. Uma forma de recriar?
Segundo Aristóteles "O ser humano é fundamentalmente Político, agrupa-se em comunidades e, dessa forma, além da discutível crítica artística ou cultural que é relativa e quase pessoal, de menor ênfase, mais próprio de esferas de vivência do cidadão do lançar uma moda e/ou costume”.
Não há um limiar ao que é expelido bem como ao retorno crítico devolvido. Em intensidade e proporções ilimitadas. Ação e reação geradas sem percepção dos sentidos. Efêmeras como as atividades virtuais.
Nossa sociedade, em muitos aspectos, caminha em passos reprimidos e isolados. Aonde uma minoria é engajada em solucionar, lutar, criar ou envolver-se por uma causa. A individualidade vivida apaga a união transformadora do todo.
Essa realidade social/virtual é belíssima e pode ser imensamente útil e aplicada em prol de todos. Porém, está vinculada como um descarte da opressão vivida. Na exposição de idéias e desejos ou críticas e revelias. Cria uma necessidade de ruptura emergente. Onde desloca o cuidado e similaridade ao próximo.
Criticar vem perdendo o sentido de acrescentar opinião evolutiva sobre algo conhecido e sugere uma forma de expulsar as opressões incrustadas no hábito ou fatos. Interna ou externa. Com sentido ou não. Independente de imparcialidade ou conhecimento de causa apenas pelo prazer de liberar. E para essa explosão cabe a tão usada “virtualidade”. O meio mais rápido e seguro. Aonde não cria laços reais. Onde o poder de concretizar esse contato pessoal invariavelmente depende do usuário.
Entre tantas violências expostas a virtualidade, aparentemente, apresenta certo conforto e distanciamento. Fictícia e bem melhor tolerada. "Segurança e Liberdade". Valores básicos para estruturar os passos. Construir valores e aprendizado de vida resultando no “Pensamento Crítico”.
A crítica construtiva é maravilhosa caso seja aplicada com intuito de melhoria. No âmbito familiar, empresarial e pessoal. Ofertada verdadeiramente para construção de algo melhor. Um impulso ao próximo... Mesmo distante.
Um texto escrito há tantos anos apresenta um formato claro de interpretar a essência da “Crítica” hoje trabalhada como Construtiva ou Positiva.
O IDEAL DO CRÍTICO
“Exercer a crítica afigura-se a alguns que é uma fácil tarefa, como a outros parece igualmente fácil a tarefa do legislador; mas, para a representação literária, como para a representação política, é preciso ter alguma coisa mais que um simples desejo de falar à multidão. Infelizmente é a opinião contrária que domina, e a crítica, desamparada pelos esclarecidos, é exercida pelos incompetentes. São óbvias as conseqüências de tal situação. Estabelecei a crítica, mas a crítica fecunda, e não a estéril, que nos aborrece e nos mata, que não reflete nem discute, que abate por capricho ou levanta por vaidade; estabelecei a crítica pensadora, sincera, perseverante, elevada, — será esse o meio de reerguer os ânimos, promover os estímulos, guiar os estreantes, corrigir os talentos feitos; condenai o ódio, a camaradagem e a indiferença, — essas três chagas da crítica de hoje, — ponde em lugar deles, a sinceridade, a solicitude e a justiça, — é só assim que teremos uma grande literatura. O julgamento de uma obra, cumpre-lhe meditar profundamente sobre ela, procurar-lhe o sentido íntimo, aplicar-lhe as leis poéticas, ver enfim até que ponto a imaginação e a verdade conferenciaram para aquela produção. Deste modo as conclusões do crítico servem tanto à obra concluída, como à obra em embrião”. (Machado de Assis, Publicado originalmente no Diário do Rio de Janeiro, 8/10/1865).
Qual sua opinião a respeito do texto apresentado? A empatia é aplicada nessa nova realidade havendo cuidado de compreensão ao outro lado?
Uma crítica indevida o que é?
Nós podemos dar outro nome a tantas palavras!
Uma crítica favorável ou não sendo verdadeira,
é sempre bem vinda, ilumina...
Mostra os nossos erros e acertos!
Mas quando uma crítica vier de uma forma indevida e sem nenhum fundamento, é uma das palavras que trocou de nome,
INVEJA!
Auto- Crítica
Como é fácil criticarmos as outras pessoas, não é mesmo?
Já a auto-crítica é complicada! Sabe por quê? Porque nem sempre conseguimos enfrentar nossa própria realidade.
O que acontece é que vivemos fugindo e passamos falando dos outros para não vivenciarmos o que nos acontece.
Então, para mudarmos está situação devemos reconhecer os nossos erros e estarmos dispostos a combatê-los. A partir, deste momento, as mudanças acontecerão progressivamente e iremos aos poucos, trazer a realidade para nossa vida e com isso teremos uma maior consciência dos nossos erros e também para nossa felicidade __ nossos acertos.
Só assusta quem se sente com medo
Só briga quem carrega em si violência
Só critica quem não se auto perdoa
Se você não carrega medo, violência, raiva ou culpa dentro de si
Então, em você, não há espaço para os atos que nascem dessas emoções
Por isso devemos trabalhar nas nossas emoções e estar consciente dos nossos pensamentos.
Esta semana recebi uma crítica sobre a mudança que venho realizando no meu modo de encarar as circunstâncias da vida, no aspecto pessoal, profissional, acadêmico, etc. Escutei de um amigo que eu sou de “VENETA”. Que mudo rápido demais.
Concordo em parte, sim, tenho necessidade de mudança, não gosto de rotina, isso me faz mal, quando percebo que estou acomodado e o ambiente em que me encontro está estático, eu mudo, simples assim, rotina não me faz bem, a mudança me excita me deixa extremamente eufórico a sensação de começar novas aventuras, novas amizades, novos erros e novas conquistas, enfim, a mudança está no meu sangue.
Levo ao pé da letra um texto do brilhante Fernando Pessoa que diz: Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente! Se estiver tudo certo, continue! Se sentir saudades, mate-a! Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!
P.S: Não é porque decido mudar que decido esquecer velhos amigos, esquecer bons momentos, jamais. Meus verdadeiros amigos não concordam, reclamam, mas percebem o quanto isso me faz bem e apóiam minha decisão, os melhores ainda se adaptam nessas mudanças e curtem mais do que eu... hahahahaha...
Porque você crítica o modo que eu gosto de viver , sendo que seu sonho é ser louco como eu fazer oque eu faço conquistando amizades que não são perfeitas mais verdadeiras e principalmente livre para conseguir sua felicidade , apenas tem medo oque as pessoas acham que é errado sendo que na verdade não estou fazendo o mau a ninguém . Apenas tem algumas pessoas que acham que são donas da razão quando na verdade ela é apenas uma marionete pela sociedade .
Não julgue uma pessoa porque as vidas alheias falam que ela não presta , procure conversa com ela e saber realmente quais são seus conceitos . Procure entender EU sou livre para fazer oque eu quiser apenas não vou sair destruindo felicidades dos outros para conseguir a minha .
Uma pequena crítica...
Recentemente meus textos passaram de melosos para ridículos,
Só queria deixar claro que não é do meu feitio fazer textos assim,
O último feito foi super idiota, eu estava relendo-o agora e fiquei com nojo de mim mesma,
Eu praticamente zombei da paixão, não, pior, zombei dos meus leitores,
Eu escrevo para mostrar aos leitores meu ponto de vista sobre determinado fenômeno e o que venho escrevendo mostra a paixão como algo fictício de mais, não quero que os ledores achem que vejo o mundo de uma maneira tão tola,
Para esclarecer algumas coisas, ninguém pensa 24 horas por dia em apenas um assunto, isso é irreal, quem acha que acontece é babaca,
Paixões podem sim ser eternas, só que não conheço nenhum ser humano capaz de eternizá-las, não quer dizer que não exista; Não há essa parada de ‘nunca vai dar certo’ se quiser mesmo que uma paixão se concretize se esforce para isso, ficar sentado esperando e reclamando é opção sua.
Farei a promessa de que não mais farei textos ridicularizando nada, muito menos minha imagem, não quero que meus leitores achem que pra mim o mundo é como nos contos de fada.
Era da comunicação: todo mundo critica que o mundo tem crescido e evoluído muito rapidamente, a sociedade culpa a si própria sem perceber e faz questão de julgar a nova geração que é "rápida demais". Mas espera aí, não foram as gerações passadas que trouxeram a comunicação? Não foram elas que avançaram os conhecimentos tecnológicos dos quais dispomos, e que talvez sem eles, a nova geração não seria "tão rápida"?
Acho que têm se criticado muito sem saber em quem jogar a culpa, sem saber do passado e sem lembrar que as gerações seguintes são simples continuações às anteriores.
Recebi uma critica muito forte sobre o livro: Nem tudo está perdido, porque, nele, há uma personagem que praticou aborto e a qual eu não condenei ao fogo eterno. Essa pessoa disse que eu, como espirita, jamais deveria ter escrito um livro como esse. Falou muito, mas a única coisa que me abalou, foi essa pessoa dizer:
Você não é espirita, Nunca foi, só se diz espirita para poder vender livros. Confesso que fiquei abalada, mas, depois de uma boa noite de sono, acordei com vontade de falar sobre esse assunto. Ser espirita é viver fora da realidade? Ser espirita e fingir que vivemos em um mundo onde não haja ódio, vingança, mágoa, maldade, inveja etc? Ser espírita é não aceitar que existam, na vida de cada um, momentos de difíceis escolhas? Claro que esse seria um mundo ideal e perfeito, mas, infelizmente não é o nosso. Ser espirita é achar que por não aceitarmos o aborto ele não exista, quando sabemos que muitos são cometidos todos os dias? Ser espirita é nos transformarmos em juízes e condenarmos sem piedade, quando Deus em sua infinita bondade, nos dá sempre a chance de nos redimirmos? Para mim, independente da religião, classe social ou raça é saber que todos somos caminhantes nessa estrada que se chama vida e que todos seremos responsáveis por nossas ações. Claro que, como espirita , não aceito o aborto, pois acho que sempre há um outro caminho. Como espirita não sou ninguém para julgar e muito menos para condenar.
Eu quero é isso, isso que muita gente critica...
Eu quero a poluição, o trânsito, a agitação de uma grande cidade. Eu quero viver loucamente mesmo sabendo que saindo para o trabalho eu posso não voltar, mas é assim que eu sou feliz e assim que quero viver.
Quero entrar no trânsito e não saber se chegarei ao meu destino, sair à noite e não saber se voltarei pra casa... Eu quero viver.
Eu não sou louco, apenas vivo num mundo louco e não dá pra levar a sério tanta coisa inútil e pessoas falsas.
Não quero me esconder atrás de árvores no meio do nada, eu quero tecnologia, eu quero todas as coisas que a vida pode me proporcionar, sejam elas boas ou ruins!
Paulistano com orgulho.
A ARTE DA DUVIDA E DA CRITICA COMO técnicas e ferramentas psicológicas para gerenciar pensamentos, administrar emoções, resgatar a liderança do “eu".
O eu é mais sofisticado do que simplesmente pensar, ele é a consciência que pensa e que pode administrar ou gerenciar a construção de pensamentos. O eu é a consciência dos parâmetros intrahistóricos (contidos na memória) e extrapsíquicos. Sem o eu não teríamos a consciência dos parâmetros espaço-temporais e da realidade do mundo que somos (intrapsíquico) e em que estamos (extrapsíquico); sem o eu um segundo e a eternidade não teriam a menor diferença.
A qualidade do gerenciamento do eu sobre o mundo dos pensamentos e das emoções é que determinará a capacidade do homem como agente modificador da sua história intrapsíquica e social. A tendência natural do homem é ser vítima de suas misérias psíquicas.
Se o fluxo vital da energia psíquica não for conduzido para a produção de pensamentos e experiências emocionais saudáveis e enriquecedores, ele será conduzido inevitavelmente para a produção de experiências angustiantes, tensas, agressivas, autopunitivas.
A prevenção esta em usar a arte da duvida e da critica. Devemos criticar as idéias fixas e pensamentos perturbadores e angustiantes. Criticar cada idéia pertubadora em cada momento que ela se encerra para que seja possível re-editar o filme do inconsciente. Criticar a ansiedade pelo excesso de informações, e a necessidade excessiva de estar em evidencia social e profissional.
Permitir-se contemplar a verdadeira beleza da vida, cuidar, realmente, dos que nos são caros, separar o final de semana e curtir a família, os amigos. Amar-se para poder amar o outro, pois só cuidamos corretamente dos outros, quando aprendemos a cuidar de nós mesmos.
Quando aprendermos a exercer o gerenciamento do eu deixaremos de ser vitimas para nos tornarmos protagonistas da nossa historia.
Ecologia,
Grito, no senso apenas o tenso sistema,
Para, VIDA, que critica a extinção,
A, meramente a expressão que absorve a existência.
Vida, de longe te amo tudo é lindo
Que, aparenta o lixo se acumula em trechos
Morre, expressão vista na mídia, flores...
Em Silencio, vos o digo para sempre vou lembra que existi-o no espaço e no tempo.
Primeiramente gostaria de enfatizar, que critica não necessariamente é uma refutação, mas o julgamento da reflexão do pensamento.
Definição:
Idealismo transcendental é uma terminologia aplicada à epistemologia de Immanuel Kant
Segundo esta, os fenômenos da realidade objetiva, por serem incapazes de se mostrar aos homens exatamente tais como são, não aparecem como coisas-em-si, mas como representações subjetivas construídas pelas faculdades humanas de cognição. Seu oposto seria o idealismo dogmático.
Outra definicação importante:
Jogo de linguagem é um conceito filosófico desenvolvido por Ludwig Wittgenstein, referindo-se a exemplos simples do uso da linguagem e das ações em que a linguagem é tecida.
Onde as palavras são simbulos e seu siguinificado (semantica) pode ser mudada conforme convenções humanas.
No texto aterior citei alguns fatores relevantes para o entendimento do que vem a seguir, por isso a necessidade de definição de algumas palavras, assim como a elucidação de alguns conhecimentos.
Kant divide o conhecimento para facilitar o entendimento, mas não acredito que ele tenha dividio o conhecimento em si.
Quando Kant sita conceitos como "a priori" ou " a posteriori", ou ainda juizo estetico ou subjetivo, na verdade ele está demonstrando fatores pelos quais se se percebe o mundo e as coisas como são apresentadas.
vamos a definição seguinte definição:
"a priori" o conhecimento que vem antes da experiência
" a posteriori" o conhecimento dado pela experiência
Iniciarei com pedido, tente organizar seu pensamento de forma completa sem que haja uso da linguagem.
Impossivel, pois a linguagem, diferente da lingua (idioma), está a representação da organização mental, apartir de simbolos.
Se todo conhecimento é dado pela mente, pela razão pela reflexão, antes há a necessidade da utilização da linguagem para organizar tais pensamento, assim a inteligencia é dada de forma construida pela organização mental mediada pela linguagem.
Como julgar o nivel de inteligencia objetiva segue a seguinte ordem, dados, selecionados em informação, selecionados em conhecimento, selecionado inteligencia, palavra esta que vem em sua etimologia escolher dentre.
Então a linguagem é a organização dos dados em simbolos para a seleção, chegando a inteleligencia.
refutando jean Piaget, sim a linguagem é a priori.
Mas a linguagem em si não é o suficiente para construção do conhecimento, antes é necessario uma atividade
"A posteriori" dada pelas experiencias.
continuaremos apartir de uma problematica, opinião é uma questão de gosto, ou no minimo analogas, então gosto é individual ou cultural ?
Veja como a cultura tem grande peso, tudo que escolhemos é dado pela cultura que nos cerca, o espaço, o contexto cujo qual estamos imersos, observe;
voce gosta de baratas fritas ? sim baratas ? não por que ?
Não? como não, em bangkok é o que tem de mais sofisticado.
A não, por que a cultura que voce está inserido, diz que é nojento comer barata
Provavelmente quando você vai a um churrasco prefere um pedaço de carne, nos EUA é um salsição ou amburgues, mas sabe aquele espetinho de coração de galinha bem assadinho? para os EUA é como se tivesse comendo baratas.
Então gosto e opinião é construido pela cultura e não é individual.
Então pera ai esta dizendo que achamos que estamos escolhendo, mais na verdade não estamos ?
sim isso mesmo.
mas ai entra o grande segredo, quando Kant apresenta o Juizo estetico, ele diz que há certos conhecimentos que são subjetivos a sensções do sujeito, e por sua vez construidos, tanto plea linguagem como pela experiencia, "a priori" e " a posteiori".
Justamente esse conhecimento faz você ser diferente de não igual a todos, o individuo, e a força da cultura sobre indiviuo de hegel, chamada de espirito do povo.
Então temos um unico conhecimento de kant que é o trancedentalismo, o que está além do sujeito que é construido em função do tempo e das experiencias pelo espaço que o cerca ( Cultura) .
Mas como mudar isso ? A cultura é o espaço, o contexto, ele pode ser mudado transformado, o que refuta o absolutismo do espirito do povo de Hegel.
Então meu amigo, você constroi e é construido pelo espaço que está enserido, mas para isso há a necessidade de conhecimento de mundos e a construção de possibilidades, que só pode ser feitas na mente, na conciencia, a partir de dialogos internos e observações da propria conciencia, voce deixa de reagir a estimulos externos, e começa a agir de determinar suas escolhas , interferindo diretamente no seu espaço, o esforço do marxismo é uma teoria vinda de Hegel que em sua estrutura estava falha e incompleta, misturadas com a teoria mal compreendida de Kant.
Então vamos rever, que o indiviuo é um ser ontologico em sua exitencia interna, racional e de observações e dialos internos construidos pela linguagem mental de suas representações obsetivas e subjetivas, mas também é um ser inserido em um espaço cultural, cercado de outros individos dotados da mesma capacidade, que quando somados possibili uma infinitude de possbilidade até mesmo as mas improvaveis.
A educação é fluída e devia ter seus pilares pautados na ampliação da capacidade reflexiva e crítica do sujeito, proporcionando recursos para que ele torne-se protagonista de sua própria história.
Não tratemos a educação como mero meio de reprodução de conhecimento pautado em números, traduzido em resultados, extirpando a subjetividade em prol a um padrão de sucesso, a um único caminho a ser trilhado.
Controvérsias
Te escrevo esta lírica crítica poética
Como um tolo devaneio desta minha mente
Antes tão inerte, agora inquieta
Redijo substantivos e vocábulos
Tão mornos e oblíquos
Afim de encontrar acalento
À esta minha vida, morna e incerta.
De amantes a inimigos
Malditos escravos
De devaneios antigos
De estranhas aversões
Nossos nocivos estragos
Eu queria a calmaria
Do encontro das marés
Queria a melodia
Orvalhada dos ouropéis
Queria não ser tão estático
E poder não sentir
Essa minha dor
Mas não sei se queria
O privilégio de chamar-te de amor
No ápice de minha saudade
Houve um lapso temporal de desespero
Em que sem pudor ou medo,
Infligi a mim, uma dor de total desmantelo
Queimei-me a pele
Por não suportar o queimor que me aquecia por dentro
Meus epitélios pareciam desgrudar da derme
E seu nome não me saía da cabeça
A tu, eu perdi a sanidade.
Nem mesmo todo o tempo que passamos na estrada
Bastaria a compensar as horas que perdi delirando por ti
Queria não ter essa intensidade exacerbada
Mas das rosas que você me deu,
Sou a estragada.
Desvencilhei-me das lembranças tuas
Mas tua foto ainda está em minha cabeceira
Ainda sinto teu cheiro em pessoas alheias
Em minhas andadas rotineiras
Queria ter lembranças como as suas
Boas e puras
Mas nas minhas,
Só fomos dois inconsequentes
Cambaleando sob a linha tênue à margem da razão e da loucura
Beijei bocas das quais não lembro o gosto
Pousei em corpos estranhos, conhecidos e em tantos outros
Mas sempre foi você,
O fogo que me torna imune aos sopros
Estou numa bolha de inércia prestes a ser estourada
Meu mundo rosa tem coloração acinzentada
És parte fundamental desse caos instaurado em mim
E sem você, eu me resguardado
Nada mais vai ser cem por cento
Nada tem a beleza extraordinamente quântica
Linda, leve
Como teu sorriso e teus cabelos ao vento
Minha energia lasciva destruiu teu carro
E a minha sanidade,
Me trouxe os debates existenciais sobre a beleza da ida
Mas se eu não fosse azarada,
Não conheceria quem me ensinou a fórmula de resolução
Ou da destruição de minha vida
Toda a incompreendida chama que juravas ter
Era brasa molhada, fogo de palha
E agora, cobrança de saudade
Que só sobrou pra mim
Junto à esse romantismo ultrapassado
À imensidão de lirismo incompreendido
Você me trouxe de volta à monótona realidade.
Com a dor de ser o que sou,
Acabou.
Acabaram os vocábulos
Todos os numerados fósforos foram queimados
E apagaram
Só restou a fumaça
E a dor reconfortante de quem os segurou até o final.
Serei sua
Enquanto meus versos inconformados e desajustados
Insistirem em ser seus.
Thaylla Ferreira Cavalcante
O BOM CRÍTICO, VIA DE REGRA, DEVE SER ALGUÉM PERITO NA ARTE QUE CRITICA.
Interessa-me a opinião, apenas de alguém, que assim como eu faz da literatura seu macro ofício....
É muito comum ouvir homens que não são caçadores explicarem a melhor maneira de se pegar um animal, com armadilha X ou Y. Como também outros que nunca pescaram falarem sobre a emoção do pescador quando fisga um peixe grande.
Neste parecer, digo que as iscas foram lançadas, se não peguei nenhum peixe a culpa não é do pescador. A CULPA foi da apatia dos peixes, que não reconheceram a boa porção de carne gorda a eles oferecida.
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