Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Dois dos segredos para a felicidade são; mudar o foco e estipular meta(s).
Jamais esperem que te digam o que se deve fazer. Faça!
Superiores e subordinados é coisa do passado, você é que tem de se auto-gerenciar, cumprir a sua "missão" e o seu "propósito."
Entenda de uma vez por todas que a natureza do trabalho é tornar a pessoa responsável pelas suas ações, assumindo assim responsabilidades.
Esse é o ponto de partida para a felicidade. Acredito Eu! (Guy Barreto)
Distancia
Há dois beijos distantes querendo se encontrar
Pelo sangue fresco que corre na veia da paixão
Para poder seguir sem limite seus passos
Na única esperança de encontrar nosso destino
Movem-se há tantas milhas numa terra distante
Mais próximo da velocidade do pôr-do-sol
Cavalgando no selvagem vento como um pássaro
Na direção do arco-íris que olhos não vêem
Procurando por um momento que dure uma eternidade
Para a sós dois lábios de infinita saudades se tocar
Incendiar nosso fogosos corpos neste inverno
Ao som silencioso na pagina do nosso livro da vidas
Sangrando a nossa alma com o ardor do amor
Quando a noite se fizer admiradora da solidão
E não há um vinculo entre nos dois amantes
Mas trazendo somente lagrimas nos olhos
Se alguém é seu amigo de verdade , os problemas são dos dois . Se você sofre , seu amigo sofre também . Se você precisa de ajuda , ele está lá. Pode ir e vir . Podem brigar umas mil vezes , mas a amizade está acima disso. É um laço transparente que os une pela vida .
Dois Mundos
Sergio vive em um lugar repleto de violência, desigualdade e com muitos criminosos. Mas nem por isso Sergio era um criminoso, pelo contrário, Sergio era trabalhador, todo santo dia acordando as cinco da manhã, dependia do péssimo transporte de sua cidade e pegava pesado nos serviços gerais em sua empresa, chegava em casa exausto. No portão sua mãe, sempre o esperava preocupada, pois chegava sempre tarde, e não era muito bom chegar tarde onde Sergio morava. Assim era a rotina de Sergio, todos os dias, de casa para o trabalho, do trabalho para a casa.
No começo do mês, Sergio ficava feliz, dia de pagamento é sempre o melhor dia pra quem trabalha de verdade. Saía do trampo mais cedo e sempre passava no mercado pra ajudar sua mãe em casa, ainda sobrava um trocado, de trocado em trocado, Sergio juntou um bom dinheiro pra comprar uma boa roupa para ir na festa de 25 anos de seu amigo Daniel, filho do dono da empresa onde trabalhava, um jovem de classe média alta, que vive em um bairro oposto do bairro de Sergio.
Então, Sergio entrou na loja, escolheu as roupas mais caras, levou até a mãe para ver se realmente estava bom a roupa que escolhera, afinal, a festa ia ser num dos lugares mais nobres da cidade. Sergio comprou as melhores roupas, e entrou em uma perfumaria e comprou o perfume mais fino e forte que tinha, gastou todo seu dinheiro que havia juntado, mas estava feliz, pois cumpriu seu objetivo.
No dia da festa, Sergio estava animado, se arrumou e estava pronto para sair, mas quando ia saindo, em sua rua havia uma operação policial, em busca dos criminosos mais violentos da cidade que viviam no bairro de Sergio. Foi um mar de sangue, muitos tiros e mortos, e tudo em frente a casa de Sergio. Realmente foi impossível sair de casa naquela noite. Sergio ficou triste e se sentiu impotente, pois nada podia fazer. As roupas que comprou só pra festa, já não eram tão bonitas assim, o desânimo e o medo tomou conta do pobre trabalhador. Sergio não aceitava ficar preso em casa sem ao menos se divertir, por causa de criminosos que sempre viviam soltos. A indignação, pavor e vergonha tomou conta dele naquela terrível noite.
No dia seguinte no seu trabalho, tentou explicar pra Daniel o motivo de não ter ido a festa. Quando falou tudo, Daniel gargalhou, achou engraçado a cena de Sergio ficar em casa por causa da violência por causa de seu bairro. Falou que nunca tinha visto isso e achou curioso, ainda duvidou de Sergio, pensou que fosse só uma desculpa esfarrapada.
Mas Daniel até tinha uma certa razão, pois nunca passou por isso, não sabia o que era um tiro, e nem tinha noção do que era uma favela. Via só bandidos pela TV, nos seriados americanos que via a tarde depois do trabalho. Vivia em seu mundinho, condomínio fechado e segurança máxima.
Diferente de Sergio, Daniel pegava mais tarde na empresa, afinal, filho do "chefe", ia sempre de carro com seu motorista. Saía cedo, e ia curtir com os amigos pelos bares de alta sociedade que tinha na cidade. Chegava sempre tarde em casa, tinha uma vida de invejar qualquer um. Era um cara até legal, mas o seu principal defeito é que não enxergava nem um palmo a sua frente, pensava que a vida de todos era igual a sua vida.
Curioso é que a favela onde Sérgio mora não fica tão longe de Daniel, a cidade onde moram é belíssima, mas é rica em desigualdades e preconceitos. Daniel ama a cidade e critica quem fala mal dessa belíssima cidade onde vive, Sergio não tem nem tempo de pensar sobre, pois é do trabalho para casa e da casa para o trabalho.
"Abra a mente e os olhos pra poder enxergar, a desigualdade está aí, só é cego quem não quer aceitar." Lucas Amorim
*Apesar de ser uma história bem próxima da realidade, os personagens são fictícios.
O amor é o belo ou o feio?
O amor é um Deus? ou situa entre os Deuses?
O amor é o filho de dois Deuses? Ou é o caminho e a penúria?
O amor é a certeza de algo? ou a carência?
O amor é o filosofo que situa entre o sábio e ignorante, ou é ver o belo em um corpo? Ou ver a semelhança entre dois corpos? Nem Sócrates sabia.. E eu não sei também o que é, mas sei que Te Amo!.
"Para tudo há dois lados, o pensamento positivo e o negativo, a vitória e a derrota, respectivamente"
Os dois lados de uma noite
O tempo passa, a cada segundo, minuto,
Horas que se passam, em cada 24 horas,
O que você mais tenta é ficar vivo,
Tentando aguentar tudo em vida,
Cada dor, lágrima e sofrimento.
Você cega em meio as palavras,
Deixa de se importar com tudo,
Deixando levar tudo em si,
Deixando a ventania levar tudo em frente,
Vivendo mais outra vez sem motivos.
Cansado de tentar mudar as pessoas,
Cansado de tentar ver o melhor da vida,
Cansando de andar em uma estrada sem fim,
Cansado de andar em um mundo sem esperança.
Porque as coisas não funcionam de formas simples?
Porque as coisas da vida não concentram-se num centro?
Porque as coisas em que eu mais acreditava se foram?
Não sei o dia de hoje,
Não sei o dia de amanhã,
Não sei o que virá em meses,
Não sei o que virá em anos,
Não sei o que virá em um futuro próximo.
Tudo é tão diferente,
Eu esperava viver tudo que eu,
Mais sonhava, mas tudo parece tão distante.
Eu não tenho mais nada,
Sei que eu não sou nada mais,
E quanto mais eu espero, o corpo treme.
No princípio foi apenas fantasia de uma noite,
Nessas noites em que a gente sai procurando motivos,
Nestes dias em que a gente esperava o céu chover.
O que fará mudar todos esses pensamentos?
Todas essas palavras ditas, tudo em que acredito?
Nada, só sei o que eu já sabia,
Eu só sei que eu já tive motivos para estar vivo.
Fico noites em claro.
Pensando como seria bom,
Só nos dois,
Numa praia.
Lembrando daqueles simples momentos,
E você falando baixinho no ouvido,
"Te amo".
E eu ver aquele seu sorriso no rosto.
Aquele sorriso que faz meu mundo parar,
só de olhar.
Dois dos problemas mais graves do Brasil são a educação e a escolaridade e o governo só pode resolver uma delas.
As mulheres só gostam de dois tipos de homens: dos que as vestem,e dos que as despem
AGUSTINA BESSA LUIS
Sensível demais eu sou um alguém que chora
Por qualquer lembrança de nós dois
Sensível demais você me deixou e agora
Como dominar as emoções
Quando vejo dois animais que aparentemente são inimigos naturais em atitudes de verdadeira comunhão, reflito sobre a extensão daquele sentimento-mor a que denominamos "AMOR".
Se os animais não têm o atributo da razão, como explicar essa ligação entre dois animais aparentemente tão diferentes? Creio que a única resposta seja a de que o amor não é pra ser pensado... é pra ser sentido. E, se isso é realmente uma verdade cósmica, então minerais, vegetais e animais não são meros enfeites na vida dos seres humanos, mas sim, são a própria paisagem do quadro de Deus... e da qual nós também fazemos parte.
Eu consigo me arrastar para fora de Nárnia que são minhas cobertas e em dois pulos calço meus sapatos. Não falta amor, falta pessoas dispostas a se arriscarem mais. A maioria se esquece que não é todo dia que temos a chance de recomeçar mais de uma vez. Eu não escuto mais o telefone de casa tocar, a não ser é claro, se for cobrança. Ainda sinto falta dos meus amigos dizendo “Alô? É da pizzaria? Vem pra cá que o dia tá lindo!”
Já faz algum tempo…
Na verdade, as coisas não mudaram tanto assim, fomos nós que deixamos de lado esse tipo de coisa, que hoje é insignificante. Bebo um gole de coragem e sorrio, afinal existe melhor remédio do que esse? Às vezes, queria que alguém me compreendesse, mas mesmo assim não tivesse a necessidade de jogar cada coisa que faço na minha cara. Eu lembro dos VHS sendo rebobinados e as crianças indo lavar as mãos antes do almoço, porque o ratinho do “castelo” cantou: “Lava uma mão, lava a outra…”
Eu tenho uma vida maravilhosa, mas sinto saudade de quando as pessoas se olhavam nos olhos e mesmo tímidas se cumprimentavam. Você ouve um “Bom dia” vindo do seu vizinho? Ao, menos você conhece alguém da sua rua? Você mora ali há dez anos…
Eu ia nas festas da escola com àquela ansiedade porque, volta ou outra, eu encontrava aquela paixão e a gente ficava a festa inteira rindo. Não tinha impressora e sim fax, nunca entendi como aquele negócio funcionava. Nem o disquete, por sinal! Lembra quando acabava a luz? Ah, todo mundo corria pro mesmo cômodo e com a vela a gente inventava alguma coisa pra fazer, ali mesmo. Olha, eu não tô reclamando de tudo! Eu sou uma adepta a tecnologia, vivo nesse século, aproveito a facilidade e gosto como tudo dá um jeito de se unir. É, só que nós não nos unimos com a alma, entende?
Alto índice de mortalidade, famílias vivendo em apartamentos pequenos que nem jantam juntas, divórcios mais famosos do que casórios, crianças abandonadas, maus-tratos à todo tipo de ser.
Dói, porque eu só vejo gente arrependida, gente amargurada e sofrida, perdendo as chances de ter aproveitado os momentos. Só consigo ouvir lamentações, “Ah, mas se eu falasse com a minha mãe/ Se eu não tivesse brigado com meu avô/ Eu deveria ter dito que amava minha irmã antes e agora é tarde”.
Nunca é tão tarde se não se sabe que dia é hoje, mas há certas oportunidades na vida que não têm volta. Vivemos no ano 2000, mas (a maioria de nós) somos dos 1900 e bolinha, então somos a geração que pode salvar o resto do mundo.
Altos e baixos, alegrias e tristezas, saúde e doença. Na vida tudo tem dois lados. Por isso viver é experimentar...é erro e acerto, ganho e perdas. Viver é ser!
Existe “dois” para tudo. Existe verdade e mentira; Mas podemos parar por aqui. Isso já pode lhe definir por completo. Verdadeiro ou falso?
Eu te esperei. Te esperei durante uma semana, um mês, dois meses. E nada aconteceu. De primeira eu acreditei que você fosse voltar. Que você ia olhar pra ela e pensar no quão sem graça ela era, que os meus olhos ficavam mais bonitos enquanto eu sorria, do que os ela. Mas não. De segunda eu cheguei a pensar que ela tinha uma doença mortal, e que você estava com ela apenas durante o tempo que ela viveria e que quando ela morresse você correria para os meus braços. Novamente não aconteceu. Depois de tantas suposições, tantas criações, de o porque você se foi, e de como voltaria... eu tive que aceitar. Que você não voltaria e que aquele tchau que você nunca dizia, foi o que você disse no dia da sua partida.
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