Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Idas e vindas
Dois sentidos da estrada
Amor e ódio
Cobiça e generosidade
Luz e escuridão
Dilema sem fim
Não existe segredo
São muitas as estradas
Vou estar em todas
Voando, a pé ou na imaginação
Êxtase puro
Idas e vindas!
O que dar valor e vida ao piano é a união de dois elementos diferentes: o preto do ébano e o branco do marfim os dois lado a lado produzem uma linda e perfeita harmonia. Aprenda a conviver com o diferente e o seu valor se revelará.
Então, estava corretamente certo.
Entre
dois pesos
e duas medidas..
estava certa!
Eu tinha razão..
aquela desconhecida.
a tal
rainha da justiça e da verdade!
Estava comigo!
..
Me permiti pensar em nós dois e foi inevitável, a primeira coisa que me veio em mente foi como estaríamos hoje se tudo tivesse bem. Você me daria bom dia logo cedo, me desejaria boa prova e depois eu falaria toda animada com você, dizendo que tava com saudades e que queria ver você, você provavelmente diria ‘eu to mais’ e íamos planejar nosso encontro de hoje, porque afinal é nosso aniversário de mês, depois do nosso encontro ias falar que não tava aguentando de saudades e que se pudesses ficaríamos juntos pra sempre, que eu fui a melhor coisa que te aconteceu e o quão és feliz comigo. Quando eu dissesse que ia dormir ias insistir pra eu ficar mais um pouco e eu ia ceder, quando me desse conta já seria quase de manha e eu te diria que vale muito a pena não dormir só pra ficar falando com você, e no dia seguinte tudo ia se repetir. Mas infelizmente as coisas não tao bem entre a gente e a gente não se fala há mais de uma semana, mesmo hoje sendo nosso aniversário de mês. Nada disso vai acontecer e eu só vou conseguir lembrar o quanto eu era feliz do teu lado, o quanto eu gosto de ti. A cada dia que passa o medo de nunca mais falares comigo só aumenta, eu sinto muito a tua falta e dá uma vontade de mandar um ‘oi’ mesmo não tendo certeza se vais responder, mas mesmo assim me faço de forte e te espero, porque afinal de contas eu já fiz tudo o que podia, só falta você.
Amor é uma grande paixão que liberta dois coracoes bem colados amor é viver amor é amar amor é sofrer amor é alegria
Se desejares sorte aos dois adversários, depois da disputa, tanto o que ganhou quanto o que perdeu lhe sera grato, mas se desejares azar, ficaras mau visto pelos dois.
O que definem dois corações ,
São os laços que existem entre eles,
Através do amor que existem entre ambos.
" Prefiro me submeter a nostalgia dos dois mundos, do que viver nesse presente impotente e exacerbado de ódio."
Eu vou mostrar pra você, que é pra ficar pra sempre na nossa memória, que nós dois juntos somos a moral da história e que o final feliz é a gente quem faz.
O Sol ilumina o dia porque esta alegre
A Lua ilumina a noite porque esta acordada
Quando os dois se encontram
vejo minha menina Apaixonada.
Eram dois garotos inteligentes demais para a pouca idade que lhes era dado. Eram amigos, também. Ambos eram bem namoradores. E o mais impressionante: nenhum deles acreditavam no verdadeiro amor. Eu ficava abismada com isso. Eu sempre fui tão fascinada por esse sentimento que dizer ser o amor... E eu me perguntava como dois seres tão inteligentes não acreditavam nisso. Talvez por serem racionais demais e eu sentimental à beça? Deve ser. Mas eu sempre pensei que era impossível viver sem alguém. Será que os inteligentes não concordaria que a solidão não basta? Na verdade, um deles me diz que o problema não é o verdadeiro amor, mas sim as falsas pessoas que não sabem amar.
existe dois tipo de prisão!aquela que fica os presos arrependidos!ea prisão que nos deixa a mercê DE toda violência do mundo
"Com texto"
Eu.
Você.
Nós dois.
Cadê?
Sonho.
Lágrima.
Poema.
Página.
Dia.
Noite.
Alma.
Açoite.
Café.
Chá.
Cama.
Sofá.
Luz.
Sol.
Coberta.
Lençol.
Mar.
Rio.
Quente.
Frio.
Sorrisos.
Abraços.
Pés.
Descalços.
Música.
Arte.
Cinema.
Marte.
Mente.
Confusa.
Legião.
Cazuza.
Cigarro.
Isqueiro.
Ultimo.
Primeiro.
Diferente.
Igual.
Começo.
Final.
O conto dos dois caminhos
Eu estava perdida em sofrimento, solidão e agonia. Desejava tanto a morte quanto a luz do dia. Já não sabia se amava mais a vida ou se desejava mais a morte. Só que eu era covarde. Tão covarde que eu não sabia viver e nem morrer. Tinha medo da vida e da morte. E eu vivia vazia, parada nessa encruzilhada. Olhava para os dois caminhos, sem saber qual seguir. Então peguei a direita, o caminho da vida. Fiquei tão apreensiva que eu chegava a subir nos barrancos da vida, só para não entrar de cabeça nessa estrada. Olhava para todos os cantos, todas as sombras... Eu prossegui pelo caminho da vida solitariamente. Durante algum tempo... Mas, ao decorrer desse, eu encontrei outras pessoas nesse caminho. Pessoas como eu. Que também haviam parado na encruzilhada e que também haviam ficado indecisas. Conheci um senhor que havia dito que havia conhecido um homem sofredor, como nós dois. Esse homem optou pelo caminho da esquerda, o da morte. E o senhor me disse que não sabia por quê. E eu lhe disse que também não sabia. Então nós rimos, aquele riso triste. E então o senhor começou a narrar-me sua história de vida. Disse-me que, quando tinha a minha idade, também havia chegado na primeira encruzilhada. Nesse instante, arregalei os olhos. E o senhor entendeu porquê. E ele disse-me para não me assustar, pois no decorrer deste caminho eu hei de encontrar mais encruzilhadas como essa primeira. E eu perguntei-lhe como ele sabia disso, sendo que nós dois estávamos apenas no início do caminho da vida. Ele me disse que ele já não estrava mais no início. Disse-me que havia nascido, prosseguido feliz e chegado à primeira das encruzilhadas. Disse-me que passou pela vida e que a seguiu até encontrar outras tantas encruzilhadas, iguais à primeira. E disse-me que, como eu podia observar, ele havia optado sempre pela vida, mesmo desejando também a morte. Ele me disse que a única certeza que tinha nessa vida era que um dia ele teria de seguir o caminho da morte, mesmo querendo ou não. E então ele me disse que não havia porque em apressar o fim, já que ele viria de qualquer jeito. Ele me disse, então, que optou pela vida porque queria saber mais sobre ela. Queria encontrar, no fim disso tudo, mais uma vez a alegria que sentia ao ser criança. Perguntei como ele sabia que a encontraria. Ele me disse que não sabia. Perguntei, então, se ele havia encontrado. Ele me disse que sim, mas que já à havia perdido. Ao me ver com um olhar desentendido, ele disse à mim que havia encontrado o amor. E então eu perguntei a ele por que ele havia voltado. Ele me disse que não tinha mais o que viver. Que sua vida já estava no fim e que jamais encontraria felicidade nessa, já que seu grande amor se fora. Ele me disse que optou por voltar, apenas para narrar aos outros, como eu, suas histórias. Disse também que queria terminar no início. Que gostaria de morrer na primeira encruzilhada. Que esperaria pela morte ali mesmo. Disse-me que estava apenas voltando no tempo. E disse-me também que queria prosseguir, antes que esse já não o deixasse mais fazê-lo. Assim, o velho me disse um adeus e se foi. E eu prossegui meu caminho, desejando, lá no fundo, encontrar a alegria. Prossegui. Após um tempo, encontrei um garotinho. Estava escondido no meio do mato que crescia pelo barranco em que eu andava. Ele se escondia da vida, mas ela não o deixava. Perguntei a ele por que se escondia. Ele me disse que era a vida quem se escondia dele, e não o contrário. Ele me disse que a vida é que não quis ser gentil com ele. Ele era tão pobre com um rato. Era sujo e imundo. Olhei para ele e disse-lhe que a vida também não me é gentil, mas eu não desisti de conquista-la. Disse à ele para prosseguir que um dia daria certo. Dei então um abraço bem forte no garoto sujo e prossegui. Ao olhar para trás, vi que ele sorria. Eu continuei andando. O tempo passou. Encontrei pelo caminho água, comida e ar fresco. Encontrei o necessário para continuar vivendo. Mas não encontrei a alegria que, lá atrás, aquele velho senhor dizia ter encontrado. Eu, hoje, sou tão velha quanto ele. Estou tão cansada que resolvi parar na próxima encruzilhada que me vier. E farei a mesma coisa que fez aquele velho. Vou ficar parada na encruzilhada, pensando na vida e na morte. Esperando-a chegar. Pensando em como fui feliz antes da primeira encruzilhada. Tudo porque eu tinha conhecido a alegria que um dia aquele velho sentiu. Eu só não dei a sorte que ele deu. Eu apenas vi a alegria andando ao longe, já o velho pode abraça-la. Ele pode amar e ser amado. Já eu, parei na primeira parte, na primeira encruzilhada.
PORQUE TE OLHEI NOS OLHOS?
HÁ UM MOMENTO DE DISTRAÇÃO
QUE DOIS CORPOS SE CRUZAM
E OS OLHOS SE VEEM
A BOCA RESSECA...
ESSE EXATO MOMENTO
DESCREVE A SENSAÇÃO ÚNICA
DE QUANDO VEJO VOCÊ
PENSO IRONICAMENTE:
O QUE PODERIA ACONTECER COMIGO E COM VOCÊ?
CONCLUO, NÃO SEI O TEMPO É QUEM VAI DIZER...
Uma vez encontrámo-nos os dois
Nesse mar da política; depois,
Como diversa bússola nos guia,
Cada qual foi seu rumo: todavia,
Em certas almas nunca se oblitera
A afeição de um companheiro antigo:
Sou para vós por certo o que então era;
E eu, como então na minha primavera,
Abraço o venerando e velho amigo!
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