Lei
Quando você almeja algo ardentemente, você terá resultados positivos sobre a qualquer circunstancias.
Viva a vida intensamente, pois a sua vida é única, não á desperdice. Viva intensamente como uma criança inocente quem não olha quem, mas sim o que se sente. Se ama alguém por amar, pare, ame de verdade.
Muitas vezes colocamos a culpa dos nossos fracassos na macumba, na inveja, isso acontece porque não queremos assumir os nossos erros, nossas escolhas mal feitas.
Tudo é resultado das nossas ações e até mesmo dos nossos pensamentos.Quando desejamos o mal ao outro também adquirimos a mesma vibração.Não vamos ser igual aos incrédulos e fanáticos, que colocam a culpa nos demônios e no inimigo, quando os demônios e o nosso maior inimigo somos nós mesmo!
Nós somos imãs e atraímos tudo de bom como de ruim também, e não nos esqueçamos nunca que somos luz, e a maldade só se prolifera aonde há trevas.Mudemos os nossos pensamentos
procuremos melhorar a cada dia, orar pedir a Deus sabedoria Divina e veremos que tudo mudará para melhor.
Sejamos luz porque aonde há escuridão quando a luz entra as trevas se dissipam.
O que é "aceitar Jesus"?
Na visão dos crentes religiosos, aceitar Jesus é ir para a igreja, ser um frequentador assíduo, um estudioso de liturgias, um praticante de sacramentos, sacrifícios e dogmas. Um membro (voluntário-pressionado) das diversas funções da igreja-templo, e preferencialmente um fiel dizimista (afinal, alguém tem que pagar as contas do templo para ele existir).
Estes religiosos ainda estão presos no Velho Testamento (Torá), nas leis mosaicas, no sacerdotalismo judaico; processos e procedimentos impostos na época por Deus para, digamos, ensinar o homem a viver, até que viesse o modelo definitivo de homem, de filho de Deus, que é Jesus – o Messias, a quem toda a criatura deve ter como parâmetro.
Grande parte dos judeus ainda aguarda a vinda do Messias, pois não identificou o filho de Deus na humanidade, na humildade e no amor de Jesus, e por isso continuam focados nos ensinamentos do Torá, na pessoa de Moisés e na Lei escravizadora e condenatória.
Porém, para nós cristãos, o Messias já veio e nos deixou seu ensinamento, o Novo Testamento (o Evangelho), que não anula e nem altera de maneira nenhuma o Velho, apenas é mais abrangente (adota os gentios como o povo de Deus igualmente os judeus), nos apresenta a grandeza de Deus através da sua bondade, nos ensina a forma genuína e “livre” de viver o amor de Deus e nos dá uma nova chance de salvação através da Graça. Tudo isso porque Jesus se ofereceu como sacrifício – cordeiro - definitivo e eterno (eliminando de vez quaisquer penitências, inclusive o sacrifício de animais), cumpriu por todos nós a Lei (uma vez que é humanamente impossível viver o olho-por-olho e dente-por-dente, porque é humanamente impossível ser justo), rasgou o véu do templo (acabando com a hierarquia e a interdependência entre homens, já que somos todos iguais perante Deus), enfim, viveu e morreu para a reconciliação da humanidade com Deus, tendo como prova maior de sua condição messiânica a ressurreição. Tudo ocorreu conforme prescrito no Velho Testamento.
Tendo isto tudo constatado, por que alguns cristãos de hoje ainda vivem nos costumes do Velho Testamento? Por conta da herança da Igreja Romana, inicialmente formada pelos políticos romanos em concílio com os doutores da lei judaica da época de Jesus. Os mesmos que perseguiram e condenaram Jesus, sem reconhecerem que ele era o Messias. E apesar de hoje existirem diversas religiões denominadas cristãs e distintas em suas doutrinas, grande parte delas subsiste nos moldes dos templos mosaicos, com essa herança romana onde as práticas doutrinárias intercalam-se entre velho e novo testamento.
Pode-se dizer então que estes religiosos não aceitaram a Jesus? Em teoria, sim. E muitas vezes em prática também. Na verdade eles dizem que aceitam, até acreditam que aceitam, mas ainda vivem como os que viviam antes da vinda de Dele. E aí voltamos lá no início do texto, onde eu detalho o que é aceitar Jesus na visão dos crentes religiosos...
O que é, então, aceitar Jesus? Para responder esse questionamento de todos nós, só há uma forma: focar (somente) o Novo Testamento... Aceitar Jesus, genuinamente falando, é mais simples do que parece, porém mais difícil do que se imagina:
- Pela fé, mais simples do que parece, é aceitar sem duvidar (ainda que se questione para tentar compreender) que Jesus é filho de Deus, o único Senhor e Salvador, que morreu e ressuscitou para nos salvar e que ele e o Pai são um. Há coisas que não se pode compreender e aceitar isso é a fé necessária para aceitar Jesus. É o maior mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o coração, alma e entendimento.
- Pela obra, mais difícil do que se imagina, é doar sem olhar a quem, sofrer a dor do outro (e com o outro), ainda que este outro aparente (na nossa visão) não merecer alguma compaixão. É se entregar ao perdão, vivendo na humildade de quem sabe que não é mais do que ninguém e que nada é sozinho. Isto é amar o próximo como a si mesmo. Muitas vezes este amor é mais decisão do que sentimento, porque em muitas ocasiões somos “convidados” a fazer a obra por aqueles a quem não conhecemos, ou inclusive para aqueles a quem não temos apreço.
Jesus compilou os 10 mandamentos nos dois primeiros e aos seus apóstolos (os 12 da sua época) fez algumas solicitações com o intuito de disseminar o evangelho, sem se prender no “onde e quando”, apenas no “como”. O que isto significa? Que não há lugar e dia certo ou exato para ser cristão. Qualquer lugar e momento é o certo e o exato. O que importa é o cristão que somos a todo tempo, tendo os dois primeiros mandamentos de Deus regendo nossas ações.
Por esta razão que dizem que há mais cristãos fora da igreja do que dentro dela. Templos limitam, sugestionam, condicionam. Porque na verdade a igreja de Jesus não é um lugar, e sim pessoas. Não são tijolos e cimentos, são corações e almas. Pessoas reunidas em qualquer lugar, que estejam ali em nome do Senhor, lá Ele estará. Seja numa reunião familiar, entre amigos, no trabalho... Não necessariamente em oração, mas principalmente em envolvimento com boas obras, com atitudes que notoriamente sejam bons exemplos para qualquer um, algo que vale a pena ser copiado por quem vê. Principalmente: Ser cristão aonde menos se espera, em situações que te force ser o contrário, pois o cristão genuíno é aquele que o é não sendo influenciado nem enquadrado por um sistema que o obrigue a ser.
Muitos esperam milagres sobrenaturais para terem suas experiências com o Espírito Santo. Praticam ritos, usam títulos, placas, Dons do Espírito (nem sempre reais) e são crentes nas ocasiões em que possam vestir suas túnicas sacerdotais e assim mostrarem alguma autoridade.
Outros vivem diariamente seus milagres através dos Frutos do Espírito, como humildes servos que não se deixam corromper pelo mundo (apesar de viverem nele), sem uso de microfones, holofotes, palcos e “couvert artístico”, com as vestes que cobrirem o corpo, tendo autoridade numa vida de retidão e servidão desinteressada.
E quem diz que ser cristão é ser abençoado, próspero, feliz e vitorioso, nada entendeu do evangelho. Como disse Jesus: no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo! Ele venceu o mundo não com uma bela mansão, carro importado e roupas de marca, mas sim a vitória espiritual, do amor, venceu as tentações da carne, não se deixou corromper, transcendendo sua experiência humana. Se tivermos bom ânimo, Nele poderemos vencer o mundo também.
Não há mais lugar santo. Não há mais pessoas sagradas. Não há mais ritos e dízimos.
Deus não precisa de nós. Nós é que precisamos Dele.
Deus não está ao nosso serviço. Nós é que estamos a serviço Dele, servindo uns aos outros.
Ser cristão é aceitar a Jesus. Aceitar a Jesus é pegar cada um a sua cruz e segui-lo. Segui-lo é tentar caminhar conforme seus passos, de acordo com as próprias dificuldades e imperfeições. Sempre perguntando: Em meu lugar, o que faria Jesus? Nem tudo conseguiremos, nem sempre conseguiremos, mas nos manteremos tentando.
Sobre religião, eis a que Deus aceita como genuína:
A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo. (Tiago 1:27)
Vocês já repararam que quando estamos com muita raiva de alguém e nos sentimos revoltados e dizemos, tal pessoa vai ser castigada, a vida vai cobrar dela, é a lei do retorno.
Enquanto estamos nessa frequência nada acontece. Porque é preciso desapego e não julgamento e cobrança.
A Lei do Retorno é sábia, quando a pedimos ela não chega, quando esquecemos ela vem e cobra. Porque é preciso ser merecedor da justiça.
O retorno sempre vem para quem é devedor e no tempo certo.
Nenhum mal fica impune.
As leis que regulam o matrimônio não são baseadas nos interesses da espécie; atendem unicamente às conveniências da sociedade.
Eu nunca vi laranjeira dar banana
Você colhe,de acordo com o que você é
Quer colher coisas boas, seja bom!!
O Mestre e a perfeição
O discípulo aproxima do Mestre, que estava olhando para o céu a meditar, e pergunta:
- Mestre, como faço pra alcançar a perfeição?
O Mestre, sem tirar os olhos das estrelas, responde:
- Perfeito só Deus! - O Mestre, depois de fazer uma longa pausa, continua. - Mas, só há três caminhos para se alcançar uma parte da perfeição. O primeiro é pela fé. O segundo é pela caridade, o terceiro, e último, é pela união. Por sua vez, cada um tem a sua companheira inseparável.
- E qual é, Mestre? - pergunta o discípulo bastante atento nas suas explicações. Este, olhando agora para o discípulo, diz:
- A fé tem mãos dadas com a esperança. A caridade com o altruísmo e a união com a humildade.
- Tá certo, Mestre, mas acho que o senhor está esquecendo-se da nossa Lei Maior, ensinada por Jesus Cristo, que é a Lei do Amor. Esta sim é a mais importante! - retruca o discípulo.
- De fato, você tem razão. A Lei do Amor, ensinada pelo homem mais sábio que já passou aqui nesta terra, é a nossa grande Lei e a mais importante de todas elas.
- Então, Mestre, se o senhor concorda comigo, por que o senhor não falou logo?
- Porque nem tudo se precisa dizer, quando já é sabido por todos nós o óbvio. Para tanto, a fé é puro amor a Deus, ao qual nos dá esperança de dias melhores. A caridade é puro amor ao próximo, ao qual nos dá a certeza de sermos mais humanos. E a união é puro amor a nós mesmos, ao qual nos ensina a ser mais humilde. Portanto, alimentando a fé, a caridade e a união, estar-se alimentando o amor, nossa Lei Maior. E só desse modo, você alcançará, certamente, a quase perfeição. Porque perfeito mesmo, só Deus!
Se alguma coisa pode dar errado dará, e dará errado no pior momento possível causando o maior dano possivel...
Uma pessoa pode escolher outra como 'alvo'. Não satisfeita, logo em seguida, haverá outro 'alvo'.... e outro... E, quando menos espera, acontece! É inevitável! O 'alvo' é e sempre foi ela própria. É a lei do retorno.
Começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas
com a Delegacia de Ordem Política e Social, mas, nos
estreitos limites a que nos coagem a gramática e a lei,
ainda nos podemos mexer.
Mau amor
Esquisito é,
Esse amor que não se pode compreender
Um dia o presente é o mar, a maré,
N’outro
A trovada ralé!
Coitado daquele que cai
Nas armadilhas dos sonhos qualquer,
Da lábia doce que é
Tuas palavras requequé!
Mas como das entranças sair?
Desse amor tão louco por ti
Envolvido na trama devir?
Quão grande poder lhe detém?
Para libertar-me das ânsias dessa mão
Que noutros corpos deleita-se em corrimão!
Usura é tua lei
Tua consagração
É ferro, é carne, é canção
Que arma maior é a sedução...
O sistema funciona assim: Não importa quanto você esteja certo, se estiver na condição de vitima, será sempre tratado como tal....
É nos venenos diários que nos é dado
que vamos conhecendo as pessoas em doses leves
Mas nunca se esqueça
o veneno que hoje você dá
amanha você mesmo toma
é a lei da vida '
_Tati Bristow_
“Na medida em que as leis da matemática se referem à realidade, elas não são certas, e, na medida em que são certas, elas não se referem à realidade".
(Em discurso proferido na Academia Prussiana de Ciências, em janeiro de 1921).
O préstito vem ti receber
Ao som da revoada anunciam
Sua chegada, homem das nuvens
Benévolo transformador do vinho
Um verdadeiro filho, dadiva absurda
Olhou para mim e metamorfoseou
Um jeito sublime brioso, patriarcal
Da minha obsessão me cuspiu
Acordei de um pesadelo eterno
Não via mais as utilidades com os mesmos olhos
Agora amo a lei, a pedra fundamental
De minhas ações
O corolário do que fiz deixo para ti
Há de ver um juiz sentenciador
Que da mesma forma rebaixou anjos
Seu martelo nós qualificara
Não deixe se acreditar no nada
Por acaso o nada acontece por alguma coisa
E sim tudo se transforma em volta dele.
