Lei

Cerca de 4173 frases e pensamentos: Lei

⁠A intolerância religiosa manifestada em qualquer meio tem que ser tipificada na lei de terrorismo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não tenho o poder de lhe transformar(Lei do Livre Arbítrio), mas tenho a obrigação de lhe informar.

Inserida por Negreiros

⁠"Não quero filho de ouro, mas sim de madeira de lei pra ser pau para toda obra."

Inserida por Negreiros

⁠A idéia de que a lei da atração é capaz de anular o carma é absolutamente inepta, tendo em vista que são regidas por leis diferentes de causa e efeito.

Quanto a lei da atração, você continua criando sua realidade.

Quanto ao carma, não há como desfazer o que já foi feito.

Não há fuga do aprendizado. Ou você aprende ou repete a lição. Como fazer? Basta buscar aprender através do amor e entendimento.

⁠“A lei pune o crime, mas não apaga a dor da vítima.”

Inserida por macjhogo

A Lei da Vida.

No rio do tempo
Outra estação
Outra água evaporou
Choveu
Pode ser que fosse tudo a mesma coisa
A mesma água
A mesma causa
O trajeto do rio era o mesmo
A mesma confusão no mesmo leito
Era a vida a prosseguir do mesmo jeito
Sem pressa
E, se doutra vez, quem segue o rio sabe o caminho
À ninguém cabe o direito
Em pôr a culpa no trajeto
A culpa toda cabe ao rio
Que dessa vez não confundiu direito.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Existe a lei da atração
Que funciona de verdade
E aquilo que hoje te atrai
Se tiver que te fazer
ir ao inferno
você vai
E é igual à gravidade
Que te dá estabilidade
até mesmo quando cai
A atração muitas vezes
te leva à queda
Que pode durar
uma vida ou um momento
Se acompanhada
pelo sentimento
Que dura
Sentimento
Que muito te custa
Atração
Que de certa forma
Ilustra
A lei da oferta
e da procura
E procura suprir
Tua vida deserta
Infestada
de desejos suprimidos
bem quereres
de duplos sentidos
Bem-me-queres
Malmequeres
Contigo e por ti
Eu daria
e dividiria
Minha vida
E assim te faria
pra sempre
Para sempre
Margarida.

Inserida por edsonricardopaiva

Questões 624.
CAPÍTULO I - DA LEI DIVINA OU NATURAL - 1 - Origem e conhecimento da lei natural

624. Qual o caráter do verdadeiro profeta?

“O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Podeis reconhecê-lo pelas suas palavras e pelos seus atos. Impossível é que Deus se sirva da boca do mentiroso para ensinar a verdade”.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A Lei Natural que Une os Dois Mundos.

Ao afirmar que “as manifestações espíritas nada têm de maravilhoso e sobrenatural”, Kardec estabelece uma ruptura com a antiga visão mágica e religiosa dos fenômenos mediúnicos. Ele nos convida a compreender que a comunicação entre encarnados e desencarnados é regida por leis naturais, tão exatas quanto as que governam a gravitação universal.

O Espiritismo, portanto, não cria os fenômenos, mas os explica. Assim como a eletricidade sempre existiu antes de ser conhecida, as manifestações espirituais também se deram em todos os tempos — apenas eram interpretadas de forma equivocada, como milagres ou prodígios divinos.

---O Caráter Científico da Doutrina.

Kardec afirma:

“O Espiritismo é a ciência que nos faz conhecer essa lei, como a mecânica nos ensina as do movimento, a óptica as da luz.”

Nessa analogia, ele situa o Espiritismo entre as ciências naturais, pois seu objeto de estudo é uma lei universal que regula as relações entre os dois planos da vida.
A experimentação metódica observação, comparação e dedução foi o caminho pelo qual Kardec comprovou a realidade dos Espíritos e a comunicabilidade da alma após a morte do corpo.

Assim, o Espiritismo é uma ciência de observação e uma filosofia de consequências morais, porque, ao demonstrar a sobrevivência do Espírito, renova toda a concepção humana sobre a vida, a morte e a responsabilidade moral.

A Comunicação com o Mundo Invisível.

A comunicação entre o mundo visível e o invisível é, pois, um intercâmbio natural e constante. Os Espíritos não se encontram afastados de nós por abismos insondáveis; vivem em dimensões vibratórias próximas, participam de nossa vida, influenciam-nos e são influenciados por nossos pensamentos e sentimentos.

Kardec amplia essa compreensão em O Livro dos Médiuns, ao definir a mediunidade como uma faculdade orgânica, inerente ao ser humano, e não privilégio de alguns. Essa faculdade é o instrumento biológico da comunicação espiritual, funcionando segundo leis do fluido vital e do perispírito temas que a ciência contemporânea começa, lentamente, a tangenciar sob a ótica da consciência e da energia sutil.

Conclusão Reflexiva.

O que outrora se via como milagre, hoje se entende como expressão das leis divinas em ação.
Com o Espiritismo, o “sobrenatural” desaparece, e em seu lugar surge o natural desconhecido.
Assim, conhecer o mundo espiritual é conhecer uma dimensão legítima da própria natureza, revelando que a vida continua, que a alma pensa, sente, age e se comunica.

“O Espiritismo é a chave que nos abre o santuário das coisas invisíveis.”
— Allan Kardec, O que é o Espiritismo, 2ª Conversa, tradução de José Herculano Pires.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Moisés e o Limite da Autoria: Entre a Lei Divina e a Lei Humana.
A narrativa mosaica, envolta em reverência e mistério, é um dos pilares da tradição religiosa do Ocidente. Contudo, o capítulo final do Deuteronômio (34), ao descrever a morte e o sepultamento de Moisés, levanta uma questão lógica e incontornável: como poderia o próprio Moisés ter narrado o seu falecimento e o destino do seu corpo, se a morte é a fronteira que separa a ação do homem no mundo dos vivos?
A impossibilidade física e racional dessa autoria direta conduz à compreensão de que a redação final do Pentateuco não pertenceu exclusivamente a Moisés. Tal conclusão, amparada tanto pela crítica textual quanto pela observação teológica, não diminui a grandeza de sua missão, mas a humaniza e a esclarece sob nova luz. A tradição judaica já reconhecia, desde tempos remotos, que Josué, sucessor de Moisés, teria completado o relato, talvez inspirado por revelações espirituais ou pelo dever histórico de perpetuar o testemunho do libertador hebreu.

O Espiritismo, ao abordar essa questão, não nega a autoridade moral de Moisés, mas distingue com discernimento doutrinário o que pertence à lei divina e o que pertence à lei humana. Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, questão 621, afirma que “a lei de Deus está escrita na consciência”, mostrando que a essência divina da moral transcende os códigos e as letras, sendo anterior a qualquer mandamento esculpido em pedra.

Moisés, portanto, foi o instrumento de revelação parcial dessa lei eterna, adequando-a a um povo rude, recém-liberto da escravidão e carente de disciplina. Por isso, muitas leis humanas de caráter punitivo, tribal ou cerimonial foram atribuídas a Deus como forma de impor autoridade e conter a desordem. Assim, as prescrições severas de sua época, que regulavam desde a alimentação até as punições corporais, não expressavam a pureza da lei divina, mas uma necessidade pedagógica, conforme o grau de entendimento daquele povo primitivo.

No Espiritismo, compreende-se que a Lei Divina é imutável, enquanto a lei humana é transitória e adaptável às condições morais de cada tempo. Moisés foi o legislador que, sob a inspiração superior, trouxe a humanidade da barbárie para a justiça. Jesus, séculos depois, veio transformar a justiça em amor.

Assim, quando se lê o Deuteronômio 34 e se percebe que Moisés não poderia descrever sua própria morte, não se atenta apenas a um detalhe textual, mas a um símbolo espiritual: a obra do homem termina no deserto, mas a obra de Deus continua na Terra Prometida.

Moisés cumpriu a parte que lhe cabia a da lei e da disciplina. Coube a outros, inspirados, registrar a sua partida e preparar o caminho para o advento da revelação mais pura: a do Cristo.

“A lei mosaica era apropriada ao tempo e ao grau de adiantamento dos homens a quem era destinada.”
(O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. I, item 2 — Allan Kardec)

Assim, a impossibilidade de Moisés narrar sua própria morte não é uma falha do texto sagrado, mas um indício da ação coletiva da Providência, que se manifesta por instrumentos sucessivos, até que a humanidade compreenda plenamente que a lei divina não se escreve apenas em livros, mas no íntimo da alma imortal.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 627
CONHECIMENTO DA LEI NATURAL.

O item seiscentos e vinte e sete, inserido na Parte Terceira de O Livro dos Espíritos, trata da função esclarecedora da revelação espiritual na era moderna. A resposta dos Espíritos Superiores evidencia que, embora Jesus tenha apresentado as leis divinas em sua pureza, sua exposição recorria a parábolas e alegorias ajustadas ao contexto sociocultural do século I. Tais recursos pedagógicos, embora luminosos, exigiam interpretação. Por isso, na atualidade, torna-se imperioso que a verdade moral seja exposta de modo inteligível, universal e racionalmente aferível.

A missão dos Espíritos, portanto, não consiste em substituir o ensino do Cristo, mas em explicitá-lo, desenvolvê-lo e restituir-lhe a clareza primeira, afastando quaisquer leituras sujeitas ao orgulho, ao interesse ou à hipocrisia religiosa. Sua tarefa é abrir olhos e ouvidos, de modo a impedir que a lei divina seja usada como instrumento de dominação ou de justificativa das paixões humanas. É um trabalho de saneamento ético, depuração doutrinária e preparação da humanidade para o reino do bem anunciado pelo Cristo.

A revelação espírita, nessa perspectiva, é complementar e elucidativa: esclarece aquilo que permaneceu velado pelas circunstâncias históricas, restabelece o sentido moral da lei natural e reafirma que essa lei é amor, justiça e caridade em sua expressão mais elevada. Ao fazê-lo, devolve ao ser humano sua responsabilidade moral plena, pois não lhe resta o pretexto da ignorância.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O evangelho resume a Lei e os Profetas, tornando-os mais fáceis de entender, e marca o início da Nova Aliança em Jesus Cristo.

Inserida por paulodgt

⁠Eu fui verdadeiro perante o meu Deus, e como prova não transgredi a tua Lei. Sl 18:23

Inserida por paulodgt

⁠Ele deve ter uma cópia da Lei e lê-la todos os dias, para aprender a respeitar a Deus e obedecer a todas as palavras da Lei. Dt 17.19

Inserida por paulodgt

⁠A morte de Jesus na cruz cancelou a condenação imposta pela Lei, e a ressurreição de Cristo oferece a justificação, também revelada na Lei, e a vida eterna a todos que creem. Cl 2.14; Rm 4.25

Inserida por paulodgt

⁠A Lei revela o conhecimento do pecado e da condenação eterna; porém, a graça e a verdade nos oferecem o perdão e a salvação no Evangelho de Jesus Cristo (Jo 1.17; Rm 3.20; Gl 3.13; Ef 2.8-10).

Inserida por paulodgt

⁠Ajude uns aos outros com suas dificuldades; isso resume toda a Lei de Jesus. Gl 6:2

Inserida por paulodgt

⁠Os doze apóstolos seguiram e divulgaram pelo mundo o evangelho, que é a interpretação da Lei e dos Profetas, testemunhando, como mártires, a divindade de Jesus Cristo de Nazaré, o Deus que salva quem crê.

Inserida por paulodgt

⁠A lei real ensina que, assim como recebemos a misericórdia de Deus, devemos transmiti-la aos outros.Tg 2.8

Inserida por paulodgt

⁠A Lei de Deus. Os dez mandamentos, tem duas funções.Proteger ou condenar.
A proteção, ou condenação, dependerá de como tratei o livre árbitrio, outorgado a mim!
Marcos Kennedy

Inserida por marcos_kennedy