Coleção pessoal de rmatos

1 - 20 do total de 168 pensamentos na coleção de rmatos

Tudo que passamos valeu cada segundo
Mais selou nossa vez, como nada e infindo
O ar vai parecer mais triste em melancolia
Cômodos da casa desabitados, sobrando parafernália
O tempo não anda os ponteiros congelam
E meu coração entra em estado de letargo, as ideias oscilam
A benevolência toma conta de nossos olhos
Por que teria que acabar nesses momentos falhos?
Um dia a gente se amou
Agora outra época você me largou
Se encontramos como se nunca tivéssemos conhecidos
Reorientamos nossa visão para outros convalescidos
Você até sabe que terá fim, só não sabe quando
Aproveite entre o brilho inicial dos mirantes se adequando
Até o término da quebrada de magia do casal
Daí para a frente é com nossa recordação causal
O pior momento é remexer o coração, e esperar encontrá-la
Espero deveras obliterar a lembrança de acha-la.

R. Matos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret
A boléu da bastilha, comemorado a cabernet
A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento
Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito
O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito
A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza
Com bronca de toda população que ficou da nobreza
Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa
Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa
Invadiram sua casa de devassidão com a população
Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição
O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina
A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina
Cravando no peito a moral dessa nação
Ainda não acabou é preciso mais revolução
Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção
Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação
Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté
Égalité
Fraternité.

R. Matos
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Tags: revolução francesa

O que adianta aligeirar por você tenho remorso
Vai me soltar deixar melindroso
Conseguiria se fosse mais meticuloso
Mais só açodado e não sei ser auspicioso
Apenas as costas na frente da barriga, autêntico presunçoso
Impressionar uma mulher não é conquistá-la, isso é impetuoso
Tem que ser mais lírico um rapaz amoroso
Escorregado no seu magnetismo um bando de libidinoso
Você provoca entorta mais continua com seu jeito acintoso
Eu não disponho de disputar ninguém sou declarado ansioso
Logo caído gente assim não tenho azo de cultivar fico rançoso
Não é questão de tentar, também não sou ocioso
Apenas sei o meu lugar sujeito pacífico poroso
Uma fobia de sofrer, sempre receoso
Mais ti asseguro se diligenciasse seria o meu valor mais precioso
Execro a mim mesmo noite e dia por ser asqueroso
Por não reluzir na caligem, por falta de ser ambicioso
De ir fundo dá a cara para apanhar, de ainda não ser exitoso
Sou uma cabeça que leva ainda como um jocoso
A própria desgraceira, isso e tenebroso
O nosso lado comum e que temor terás, certo tendencioso
Depois de chegar o frio e escuro do meu coração cauteloso
Se pergunte, por que ainda estou nessa se não sou audacioso
Nadinha e meu, mas conservo um ar belicoso
Livro, e um amor ainda que seja custoso
Não o último dos boêmios, tão pouco romântico, só custoso
Enquanto a ampulheta trabalha eu persisto criterioso
Por que como os outros não serei, aquele cara vigoroso
Apenas o discrepante de tanto outros que existem garboso
Com aquele toque único que me entono de teimoso.

R. Matos
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Um balão vagava pelo rocio
Como se um dia pudesse chegar ao lácio
Pairam ideias com fim intricado e azimute
Observando a bexiga, guerreiro mamute
Poderia está fazendo qualquer outra prática
Mais a inação de se machucar e sarcástica
E melhor ver a natureza trabalhar
Fazer a vontade do inventor dedilhar
Nesta praça poderia ser o sorveteiro
O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro
Mais o hemisfério como corre
E exatamente com e, uma imensa torre
Designações e funções, para todos e tudo distintos
Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos
Poderia ser eu nessa conjuntura
Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura
Os loucos e escritores pudessem me descrever
Um ser alucinatório que só sabe reescrever
Um demente incompreendido no alcoice da vivência
Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.

R. Matos
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Vagava pelos anéis de saturno
Diante o vendaval que rodeava o noturno
Um mito medieval, brindado as taças
Surgindo de um caldeirão lançado as traças
Choveu da remição neste instante a goteira da existência
Frutificando os filhos do zelador com paciência
Não houve remorsos dos cosmos nas singularidades
De santo graal em mãos mostrando suas necessidades
Como fundo do espaço uma tela
Uma obra de Monet enclausurada na cela
Até tangente pela espada de um jovem cavaleiro desembainhada
Foram processos estelares na guerra de encruzilhada
Herança sagrada que se construiu com as enevoadas
A linhagem dos lagartos havia começado assim supracitadas
Uma relíquia no meio do universo
Brotando trevas e luz de num mesmo extroverso
Deixaram exposto sua linguagem metalinguística com jargões
Continuando a caçar perdido no orbe o lendário cemitério dos dragões

R. Matos
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Tags: narrativa espacial

Polinizada lá se vai a buganvília
Deixando a carestia e melancolia
O bico de papagaio se falasse
Duvido se para o céu não cantasse
Chega a ser fatigante encontrar as petúnias
Da raridade de achar nessas megalomanias
A extinção cerca a venustidade ademais a jade
Causando o cinéreo com tons de salubridade
Matando a foice o multicolor congênito
As que mesmo a orquídea floresce, deixando-me atônito
Fantasma dos sótãos escuros
Não deixa de aflorar na pedra dos puros
Camélia rosácea que representa os crisântemos
Que suporte a pressão dos ventos eternos
O cadáver que tornou a sua dor
Seja pacificada em breve flor
Que onde for que encontre sua extravagância
Para meus olhos e uma bonança
Sinal nas cores e formas uma linda lembrança.

R. Matos
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Sigilo das forças do firmamento
Paládio incomum dos sidéreos
O santuário até de mártires se usou
Para homiziar de tudo que tem e buscou
Nem o ouro e muito menos pedras valiosas
Aceitaram em suas permutas
Pontífices sujos e imundos se beneficiaram da grandeza
Sem se importa com seu real benefício
Mancharam suas paredes de pestilências
Alimentaram as bestas, tiravam os pães das crianças
Sem concerne do futuro que reservavam
As exultações da carne eram mais férteis
Esquecendo que o tempo passava é o alicerce da abadia ruía
Que cause a hecatombe da sua biocenose
Se isso trazer frutos mais proveitosos pelas falhas
O sofrimento começou a pigarrear com esse erro
Nas lágrimas dos que caíram no colo da dama de ferro
Estejam suspensas por hora a persuasão que se tem em sua adoração
Até o trem dos séculos passar o sangue frio irá rojar
Independente dos segredos que se tem ainda a revelar.

R. Matos
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Tags: santidade hipócrita

A caça da riqueza ainda permanece
O filósofo Platão despertou a lenda que aparece
Nação propícia no fundo do oceano e poderoso
Em arcos circulares a ilha continental, com metal precioso
Governada em louvável disposição
Para Poseidon, carregam uma sociedade com ostentação
Monarcas brilhavam como o sol, a luz do oricalco
Fruíram da abundância em palácios de mosaico
A empáfia em sua superioridade
Alcançou degraus invejáveis, mais faltou maturidade
Cupidez ascendeu até onde não deviam
Despertando em Atenas, o legado que jamais teriam
O único sismo foi suficiente para submergir
O dia infortuno do povo atlante a surgir
Arrastados as profundezas dos mares
Carregando toda sua altanaria instalada nos lares.

R. Matos
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De forma animalesca sacrifícios começaram
Pirâmides astecas destacam a histeria que debutaram
Amarrado sobre o altar ou entre os círculos âmbar
A truculência foi despertada em nome de alá
Vísceras são alimento para que eles que creem súpero
Cite Malcã com sua escultura de bronze queimava no ínfero
Sem indulgência crianças a inflamar
Umedeceram o seu chão com a seiva vermelhar
Fadado acurado ao sangramento pelas divindades
Sem socorro estará largado as atrocidades
Gigante espantalho de fogo, engaiolando os inadvertidos
Flama perante as grades, despertou diante dos deuses venerados
Pondo em cada lume dose de sentimentos perdidos
Pobres desfavorecidos largados ao sacrilégio de seres sórdidos

R. Matos
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Banida da sociedade ancestral
Destruída o conceito do que era moral
Cravada na pele com osso e agulhas amoladas
Com desígnio de proteger das criaturas exacerbadas
Cobre-se de pintura ser infame e guerreais
Confrangendo os nervos vitais
A modernidade chegou é a tatuagem do dragão cresceu
Grifou no corpo a pintura que ti forneceu
Osso do albatroz com sangue e dor vai marcar
Sua vida pela eternidade seu indicio maori a destacar
Traga no peito uma águia estilizada, traz no pescoço uma cruz
O grafite abstrato na perna, e uma frase que remete a jesus
Cada um com sua acepção cognitiva é sentimental
Airosidade, sombreada ou colorida ou um traço tribal
Não só no coração pode-se carregar uma paixão
Na pele também pode-se cauterizar nossa fascinação.

R. Matos
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Parti ao mar o senhor da vidigueira
Comandante oceânico, partindo na esgueira
Subiu as ondas do atlântico rumo ao mundo
Ele e do reino de Portugal de Sines oriundo
Marítimo por natureza, por meses singrou e atracou
Do litoral africano atrás de especiarias buscou
Indo longínquo além do ouro continuando sua andança
Para no indico chegar a cruzar o cabo da boa esperança
A armada singrou a Moçambique, a ancorar em Goa
Milenar Índia, ninho secular uma terra boa
Hauriu além das fronteiras portuguesas
Inspirou poemas, clubes de futebol e naus acessas
Cruz de malta de longe denuncia
Que na alfândega já se previa o navegador que surgia
Vai rei de Portugal pode coroar
O rei da marinha do mar
Almirante mor dos mares da Índia
Onde ele era um soberano da concórdia
Fez o que amou, navegando pelos pélagos incógnitos, vai da gama
Mareante lusitano sem estardalhaço fez sua fama.

R. Matos
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Acredite não é muito tempo, mais parece a eternidade
Parece que foi ontem que vi o olhar cor de mel
Acolhedora sorriso fácil que ti leva ao céu
Nunca pela metade, sempre amiga por inteiro
Por mais das nossas dificuldades e distâncias
A anos não esquece cultiva as reminiscências
Apesar de tratar com charme os amigos
Que não só de beleza sua fachada vive
De um gigante intelecto e inclusive
De me impressionar serenidade e amabilidade
Por que poucas utilizam suas qualidades com afabilidade
As ombreiras podem passar mais seu coração e eterno
Pode-se ter certeza e encostar a cabeça no seu amor fraterno
Saiba que não foi fácil escrever essa
Não por faltar motivos apenas palavras
Para com destreza de um poeta que não sou contar
Estaco com facilidade meu contentamento
Valeu foi um regalo raro ti conhecer
Assim como conviver, e será impossível ti esquecer.

R. Matos
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Quem disse que nunca ti notei
E quem pensa que não ti amo e ti amei
Desconhece a acepção de irmandade
Quando fui afugentado, contra a murada
Jamais me obliterou, instintivamente me abraçou
Dessabeu minha insipiência ainda assim me prezou
Eu nunca fiz muito, nem o mesmo que fez por mim
Mas mesmo as brigas e discussões constantes, alimentaram nossa aliança
Espero que o baú da sua recompensa encontre
Eu já encontrei o meu, meu sangue minha raiz
Minha elã, você é uma das pessoas que tenho como razão
Avante não desista dos seus sonhos guerreira
Lamentamos os infortúnios e as barreiras
Inevitável e você não as romper, disso nunca contestarei
Nessa vida na rejeição não ti deixarei lá estarei
Ensejarei seu abraço como uma criança pelo doce, ti buscarei.

R. Matos
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Quem dirá que por sempre, não ti conhece
Sabe a verdade desse cosmo e reconhece
Nunca vi ente ou coisa alguma durar tanto
Excelso e durar algumas estações do galanto
Por que a glória só conheci o tempo
Terá ausência mais essa temporada será passatempo
Explorar um tal, e novidade é amor e paixão
Mais não será perpétuo, haverá desconexão
Familiares sua linhagem pelos séculos se perderá
De tudo que um dia conheceu cederá
A mente irá vagar por pensamentos primitivos
E fatalmente deixara detalhes intuitivos
A luz ou as trevas que irão lhe acompanhar
No seu raciocínio irão sugar o seu cunhar
De resto o que fez o deixou de fazer pelo lapso
Vai ficar deixando saudades ou não será capcioso
Perpetuidade só nas palavras, isso irá se sepultar
E um novo ensejo irá vim sim fixar para reinar.

R. Matos
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O malho congelado fustigou dilacerando o seio da terra
Despertando a flora iniciando a primavera
A providência da mitologia continental, Sucellus
Originando a luz, do fogo batizado Belenus
De carruagem trazendo seu resplendor
O trovão desobscurecendo um ar com um som devastador
Três vezes santamente ungida nossa santa genitora
Aclarando os continentais com benfeitoria
Fertilizando e disposição brotam da Epona
Nossa deusa cultuada que ela proporciona
Da guerra assomaram mortos e ressuscitados
Artesões e heróis guerreiros que lutam até crucificados
Se o corvo aterrissar se alerte combativo diziam os antigos
A morte vai chegar, você corre por perigos
O goblin vem ainda incitar o reino irlandês
Do caçador e profeta, é ajuda do barco que demarques
Para livrar o reinado mítico, de seu término
E no Oeste encontrar um lugar de felicidade e exultações que não recrimino
Que a tempestade ti empurre viajante contra o delta
Para chegar a esse paraíso dos celtas.

R. Matos
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Ti esconjuro rebento do clarão caliginoso
Dominador de línguas estranhas, ser ardiloso
Entende do incomum e desconhecido
Sem limites e sem aversão pelo perigo
Domina um abnóxio pregando o ódio ao sagrado
O desfazendo em blasfêmias é culto ao pecado
Autorizado pela cruz e deidade
Meu escudo e minha arma, pela fatalidade
Amaras na sua morada, crucifixo, água benzida
Aspergindo para recorda a purificação conduzida
Enaltecem a vitória sobre o maligno
Tornando a oração ao imposto algo benigno
O sagrado contra sua alma ser infectado
Liberte o fiel em nome do sagrado
Tome seu rumo as profundezas ser escrachado
Tumbe pelas catacumbas, esteja despachado
Depreciativo para torna sua tortura divina
A imperativa ao extremo livrando o pobre coitado de sua sina
Paz no espirito vai atingir pelas imprecações
Fazendo a serenidade alcançar o alvor por meio de admoestações.

R. Matos
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A relevância perseverar, vale o sucesso
O estorvo pode até aumentar, mais nada de passo para o regresso
Pois também cada passo para o mal traz algo bom
A paciência e demais para alguém que compara ela ao um bombom
Não aguarde nada de ninguém esperando ser recompensado
Esqueça essa que alguém esteja realmente interessado
Seja a natureza que com mansidão resolve todos os dilemas
Sem depender de nada, planeje seus estratagemas
O legado de ver o tempo passar pode ser nulo para muitos
Mais por não ter virtudes, a pacatez tem seus êxitos
Ela superar suas forças e esperanças
Quando você deixa de acreditar em si mesmo, ela as alcanças.

R. Matos
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Timoneiro pode desatracar os nós das cordas do drakar
Mais um dia de pilhas e guerras, hora de zarpar
Diante da claridade espadas rúnicas e escudo emadeirados
Para afinar nas batalhas em busca de riquezas em templos valorados
Cara carrancuda, barba estilo rústico elmo chifrados
Aparência do gladiador com íntimos exasperados
Peito disposto diante o combate, pronto para o sangue é a morte
Que se façam a arbítrio do furor para assim ser mais forte
Filhos de fenrir cultuando o ancestral sem ter o lado bem e o mal
Apenas em busca exício, deixando em viúvas uma dor lacrimal
Adeptos ao destino dos deuses ao ragnarok futuros eventos do remate
Submergindo o mundo em águas, mas sobra o dragão dos mares para o arremate
Serão os viventes nórdicos aguerridos espumando louros, grandes herdeiros
De couraça e peles de ursos verdadeiros, com a fronte de heróis derradeiros.

R. Matos
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Fitado mais uma tarde com os olhos, vidrados no entardecer
Criando o caráter para suas virtudes futuras
Infindavelmente essa época vai passar e causara tristeza
Aproveite o poder o recurso é seu, o impossível e desconhecido para suas aspirações
Suas teorias, paixões, bebedeiras de madrugada nossas afirmações
Uma eterna blindagem instransponível nos cerca, então pode arriscar mais
Seja louco, ame sem juízo e aguente os fracassos como um deus
Cometa os velhos erros na nossa mocidade
Se questione, porque tudo vai partir, não somos brilhantes eternos
Uma hora vai acabar a vitalidade e começar realidade
A morte está do outro lado até o momento imperceptível
O melhor disso tudo e admirar e realizar sem compreender jovem
Pois sua disposição e indomável, corre um sangue chamado coragem
Dance na chuva, cante na lua, corra no verão, nade no inverno
A imortalidade eu quero, mais ela não vai nós apanhar
E eternidade quero me declarar
Com você de mãos dadas quero ficar.

R. Matos
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Dama do meu submundo
Explicita prestímana do encanto, derruba barreiras da dureza sem óbice
Se farda e dispensa muito ligeiro a chatice
A fez reis e imperadores devastar
Persuadiu com suas curvas, a dominarem reinos proibidos
Atravessem fronteiras que não deviam deixando o caos
Rios de sangue, montanhas de cadáveres
E lágrimas de viúvas formando a trajetória
Rainha da anarquia não sabe o poder que move entre os homens
Incógnita sua pessoa, semblante de felicidade por isso mesmo confunde as deidades
Pois seu domínio e irreal, sem manual ou corriqueiro falhará aspirantes
A riqueza não precisa ela tem, o sorriso no rosto idem algo natural
O que ela precisa de vocês nobreza
Nada tenham certeza
Competente sobre si, dependência nunca sofrerá
Enquanto isso príncipes e duques se esmerilhavam por sua atenção
Sem nenhum pingo de razão ultrapassaram as barreiras exposição
Mais de que toda guerra feita nada adiantou se, por ninguém ela ainda se apaixonou
Coração bravio, sem mácula ou comiseração
Mais creia ela espera que o amor um dia vem
É do jeito que ela menos delonga, simples e abafado é original
De tanta destruição causada, gozara de flores galardoada no final.

R. Matos
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