Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Bom dia!
Nesse fim de semana, deixei o trabalho de lado e saí para aproveitar a companhia da minha família.
Que presente maravilhoso Deus nos dá ao permitir esses momentos de alegria e simplicidade com quem amamos!
No equilíbrio entre dedicação ao trabalho e tempo para valorizar a família e os amigos, encontramos a verdadeira felicidade.
Que nossa jornada seja guiada pelo amor, respeito e amizade, e que tenhamos a sabedoria para entender o valor de cada momento.
Que Deus abençoe nosso dia com paz e inspiração!
Portas fechadas
Eu te deixei entrar, sem entender,
O que se passava, o que iria acontecer.
Meu coração dispara, sem controle,
Cada vez que você sai pela porta, um golpe.
Neste segredo profundo, só Deus conhece,
E talvez algumas almas próximas, quem sabe.
Mas deixo pra lá, não faz sentido contar
Se no fim, jamais vão entender quem realmente amou.
Caminho sozinha, sem escolha ou proteção,
Fechei as portas, deixei o mundo de fora,
Percebi que o amor, quando é verdadeiro,
Ninguém o guarda para sempre — pelo menos por mim.
Dói saber que um dia não voltará,
Mas prometo nunca te prender, deixar ir, se precisar.
Que você vá, levando o amor que pude te dar,
Enquanto eu guardo a lembrança de um sentimento que só eu vivi.
Beatriz Pinheiro
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Tela em branco
Deixei para trás o que me prendeu,
as sombras que não me deixavam ver,
cada passo, uma escolha, um renascer,
em busca de mim, do que sou, do que devo ser.
Os vestígios da dor ficaram no caminho,
como folhas ao vento, a dispersar,
e a cada amanhecer, mais forte, sozinha,
aprendi a me refazer, a me amar.
Agora sou a tela em branco,
o recomeço sem medo, sem pressa,
encontrando minha verdade,
sem máscaras, sem promessas.
Minha felicidade não é dependente,
não precisa de mais ninguém para florescer,
pois dentro de mim, sou suficiente,
e a cada passo, vou me reconstruir, renascer.
Eu fui embora, deixei pra trás
Os passos que andamos, o que ficou,
Mas o coração ainda faz
Murmúrios de saudade do que passou.
Cada canção do Skank é como um laço,
Que me leva de volta ao que deixei,
O ritmo, as palavras, o abraço,
Têm o seu cheiro, o seu jeito de ser.
E mesmo longe, em cada acorde,
Me encontro em nós, ainda em festa,
Mesmo sabendo que o tempo não acorde,
A saudade é o que me resta.
Fui embora, mas você ficou,
E ao som daquelas músicas, te encontro de novo,
Em cada verso, um pedaço de amor,
Nas lembranças que me envolvem, que me tocam no jogo.
A distância não apaga o que sentimos,
E no Skank, ainda estamos ali,
Por mais que a vida nos tenha dividido,
Em cada nota, te sinto aqui.
Quando foi que eu deixei de ser criança
Lembro de quando pequena
Subia na árvore e os galhos eram como trapézio.
Não tinha medo, nem mesmo tontura
Só a diversão de estar ali pendurada.
Depois com o tempo
As árvores viraram meu refúgio
Lá eu ficava, ninguém me via
E assim acredito acabei crescendo
E com o tempo deixei de subir nelas
Hoje sinto falta delas. De sua altura
Mas com a idade é falta de jeito
Já não sei mais subir em uma árvore
O tempo passa , as coisas mudam
Não diga que não se esquece, esquece sim
Com o tempo perdemos o jeito.
Perdemos nossa desenvoltura
E acabamos por ficar adultos
E esquecendo de como é ser criança.
Feliz aquele que mesmo com o tempo
Jamais perdeu sua infância.
NAQUELA CASA
A casa da minha infância
Deixei marcas de amor
De uma família unida
Prêmio de grande valor.
Deixei pessoas queridas
Lembranças bordadas
Em cada lugar passado
Recantos daquela morada.
Esqueci num canto
Versos bobos rabiscados
Poemas soltos em papéis velhos
Já escrevi até em guardanapos.
Lembro da minha inspiração
Que caia feito orvalho
Ou no canto do passarinho
Declamando no galho.
Irá Rodrigues.
Deixei tudo que conquistei e fui me atrever a ajudar outras pessoas, em outro lugar, bem distante de minhas conquistas. No lugar que me deparei, pessoas que encontrei, só fiz ajudar, me doar. Parte de mim se esvaiu, mas não desistiu, persistiu, nunca desistiu, se destruiu. Sanguessugas dá dá, nunca, sem parar, sempre a cobrar, só queriam me sugar. Dor?! Muita dor! Vida sem cor, coração, só amor, relutei, mas me doei. Muitos anos, vários anos, o tempo passou, e desgastou, nada diferenciou, por todo tempo, que meu ímpeto me dadivou. Caridade, sem afetividade mútua, com muita luta, segui sem troca, minha jornada transcendental.
Ruas Caminhadas.
Dez anos se passaram desde que deixei a cidade,
Recentemente, voltei pra lá, meio por saudade.
Poucas mudanças, quase nada alterado,
É até engraçado, parece que o tempo ali foi parado.
Em uma década, só o mato foi aparado.
Andando por ruas onde, quando criança, corria,
De bicicleta, subia e descia sem ter medo do dia,
Percebi que cresci, mais alto fiquei,
O que era gigante, agora, miniatura enxerguei.
Por cada esquina e praça, um eu antigo eu via,
Uma fagulha do que fui, que hoje em mim renascia.
O filósofo, o questionador, o inventor esquecido,
O artista enterrado, que eu mesmo tinha reprimido.
É triste e feliz ao mesmo tempo esse reencontro,
Essa dualidade que me deixa viver sem confronto,
Revisitando o passado e o que nele deixei,
Descobrindo, de novo, os pedaços de quem sou e serei.
FUI QUANDO NÃO ESTAVA
Parti tantas vezes sem me mover.
Deixei que o silêncio me carregasse,
tornei-me ausência antes mesmo de partir.
Houve dias em que fui sombra,
presença sem voz,
um nome dito sem significado.
Eu estava ali,
mas não me sentia,
não me encontrava.
As palavras se calaram,
as vontades murcharam,
e no espelho, vi alguém que não reconheci.
A vida seguia ao meu redor,
mas dentro de mim,
eu já tinha ido.
Agora percebo—
partir nem sempre significa ir embora.
Às vezes, é apenas desistir de permanecer.
E o mais difícil não é partir,
é reaprender a estar.
Acaso
Matei o acaso em nome de deus, e deixei os motivos pra trás.
Vivi sem pensar no sentido do meu, e achei sentido em ir buscar
Nas paredes, nas memórias, nas propagandas da internet, nos filmes, nos livros, que eu me lembre, desde os 7
Pensar no amanhã é necessário, porém o que será de nós
Amanhã
Sentados tomando um café
Cada um a sua mesa
Porém o que será de nós
Ano que vem
novos nomes aos mesmos ídolos
Idéias velhas criações novas
Nostalgia de um futuro que alguém ja viveu
Saudade de quem nunca morreu.
Matamos o acaso em nome de Deus.
Sem mesmo saber se era vontade de Deus
Dor, medo, sofrimento, desespero... esses sentimentos há muito tempo deixei para trás. O que resta agora é apenas o coração de um guerreiro, forjado e endurecido pelos inúmeros combates que enfrentei. Cada batida deste coração é um testemunho de força, cada respiração uma canção de resiliência. Moldado pelo fogo do destino, sou agora um espírito indomável, esculpido pela adversidade e pela coragem.
"Eu o amei,eu ainda o amo,já tentei o esquecer,mas por que é tão difícil?eu que o deixei,eu o abandonei
Mas por que não consigo o esquecer?
Talvez seja a culpa que sinto por não ter o deixado falar ou ao menos se questionar do por que eu estava lhe deixando?
Talvez seja isso,mas também porque eu o amo ainda, assumo isso hoje mas ao mesmo tempo estou encerrando isso hoje
esta na hora de seguir em frente."
Rasgo as vestes quando lembro, que te deixei chorando, me perdoa minha pequena ainda estamos lutando.
Se deixei de ser eu mesmo por algum tempo foi quando tive amigos. Nada que te torne mais autêntico do que a solidão, pois, em estado de solitude, não há ninguém para te julgar, nem para te servir de modelo.
No espelho vejo o tempo a passar,
Rugas marcam sonhos que deixei de alcançar,
Projetos, desejos, em brumas se vão,
Envelhecer é dádiva, mas também desilusão.
Cuidei de tudo, de todos, com dedicação,
Mas hoje me pergunto, onde está a minha missão?
Vale a pena sonhar, buscar algo só meu,
Ou é melhor deixar o destino nas mãos de Deus?
Os anos se foram, como folhas ao vento,
Frustrações me seguem, como sombra, tormento,
Desistir parece tentador, tão fácil, tão real,
Mas a vida se vive, não se desiste antes do final.
Sonhos abandonados, projetos no chão,
Meu maior desejo, quase em extinção,
Envelhecer é choque, uma verdade nua,
Talvez viver sem refletir seja a única cura.
Mas sigo em frente, mesmo com o coração partido,
Pois cada dia é um novo capítulo, não um fim escrito,
A idade traz sabedoria, mesmo que com dor,
E quem sabe, um novo sonho, em meio ao desabrochar da flor.
Me deixei ir...
Só para me manter são. Só para sobreviver.
Quando senti que estava indo longe demais, me agarrei à única coisa de que sempre tive certeza:
Olhos azuis.
Cachos acobreados.
O fato de que ele é o feiticeiro mais poderoso do mundo. De que nada pode machucá-lo, nem mesmo eu.
De que ele está vivo.
E eu estou desesperadamente apaixonado por ele.
Tinha algo que deveria ter escrito,
Turrão que estava, protelei, deixei,
Ficou um pedaço desfeito,
Rasgado, esquecido,
Hoje eu tô meiga e abusada... Pensando bem... Tô só abusada mesmo ... O meiga deixei em casa!!! Alguns homens merecem que a gente leve o coração no bolso...porque alguns não valem a pena desgastar sentimentos ... Não vale a pena apaixonar por canalhas... Eles valem a noite... Não uma vida toda.
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