Textos sobre Nós Mesmos
A arte de ser quem somos é complexa. Ela envolve aceitar a nós mesmos não como um fato dado, mas como matéria a ser moldada pelas circunstâncias da vida. Significa aceitar o outro como parte integrante da vida que nos afeta, afastar-nos de quem nos faz mal, e aproximar-nos de quem compartilha energia potencial e não negativa. A vida é uma arte de existir com alegrias, felicidade e a capacidade de tornar a existência mais interessante através de uma ação no mundo mais interessada.
Às vezes, a gente não consegue perdoar alguém porque quem precisa ser perdoados somos nós mesmos, por dar mais valor do que o que a pessoa merecia, por amar incondicionalmente, por termos sido ingênuos, por acreditar cegamente e principalmente por ter ignorado os sinais de que estava dando mais do que recebia
Até mesmo para aqueles casos mais críticos existe uma vantagem quando nós mesmos lhes demos causa, seja por algum erro que inadvertidamente tenhamos cometido, ou por uma decisão equivocada que se tomou em algum momento. O melhor lado desse tipo de percalço é que o restabelecimento da normalidade acaba quase sempre dependendo apenas de nós.
A autêntica conversão se manifesta quando desviamos o olhar de nós mesmos e o voltamos para Cristo. Abdicamos da busca pela justificação própria, permitindo que a justiça de Cristo nos ampare diante de Deus. Acima de tudo, abandonamos a autossuficiência intelectual e emocional, acolhendo uma nova mentalidade que floresce a partir da nossa conexão com Cristo.
A maior vitória na vida é quando valorizamos a nós mesmos, temos nossa fé firmada em Jesus Cristo e mantemos nossos foco e prioridades em primeiro lugar. Tudo o que aparece para acrescentar permanece, enquanto o que surge para tentar atrapalhar pode até dificultar por um tempo, mas nunca será forte o suficiente para nos impedir de seguir em frente. Pois temos um único alvo.
Somos seres indiscutivelmente mesquinhos, duvidamos de nós mesmos, cruzamos os braços para nada fazermos, mesmo que tenhamos em nós o poder de agir. Rimos por entre a escuridão, em silencio, e anulamos a nossa existência dando um fim trágico as nossas vidas, afinal, adoramos tragédias. Não conseguimos caminhar sem rirmos dos que caem em desgraça, porque este é o pão nosso de cada dia e diante de tais circunstancias é difícil ficar calado, principalmente, quando nossas vidas se encontram estagnadas.
Às vezes, metade da culpa do mal que nos fazem é nosso, porque somos nós mesmos que por inocência ou descuido abrimos a porta para que certas pessoas entrem em nossa vida e como se isso não bastasse, somos nós também que permitimos que elas fiquem, mesmo tendo todos os motivos para pedir para irem embora.
A natureza reflete nosso estado de espírito e, como um aspecto de nós mesmos, quanto mais em sintonia com ela e o Criador, mais fortes nos tornamos.Estar rodeado de materiais e das coisas ditas “não naturais” pode ser prejudicial para alma e coração. A simplicidade e a tranquilidade da natureza abrem uma infinidades de portas, essas que nos ajudam a enxergar o que antes só conseguíamos ver.
Quantas vezes falamos que temos amor próprio e muitas vezes nós mesmos somos os causadores da nossa limitação, nos auto-sabotamos, e assim deixamos a porta aberta para a tristeza, frustração... AME O TODO EM VOCÊ, a luz e a sombra, o amor incondicional a si próprio é a chave da sua liberdade.
Somos e nos transformamos a cada dia no que sentimos, pensamos e desejamos a nós mesmos e aos outros. Pois as emoções, pensamentos, e desejos possuem vida e dão vida a tudo ao seu redor. E assim, se queremos ser melhores, e queremos que as pessoas sejam melhores e vivam em um mundo melhor. Devemos refletir as virtudes perfeitas de Deus em nós em primeiro lugar.
sonhamos com nossos maiores inimigos, ou seja, projeções inconscientes de nós mesmos, que nos amedrontam com nossos medos mais obscuros. devemos deferir a essa exteriorização do subconsciente como uma forma de autoconhecimento e evitar possíveis confrontos com nossas sombras mais sombrias que constantemente nos sabotam
Para encararmos dias tenebrosos de angústia e dor temos que depender de nós mesmos sem procurar soluções prontas de terapias com alucinógenos que só entorpecem os problemas mantendo os adormecidos temporariamente despertando mais dor, busque no seu ser o espírito de luz que irradia na alma o despertar da paz interior, tenha um olhar desenvolvido para enxergar à verdade encarando com coragem os fatos que te chateiam tendo o devido cuidado com mundo externo que traz a vida os vícios nos hábitos das ilusões fantasiosas que perturbam com mentiras contadas à nos decepcionar gerando ainda mais sofrimento e tristeza, condicione se a tudo isso com à busca do equilíbrio saudável meditando com silêncio, esvaziando a mente dos pensamentos inusitados que te consomem sentindo na dor sofrida o crescimento espiritual que vai libertar seus instintos mais puros de coração, bloqueando as ilusões e frustrações que nos jogam em um buraco sem fundo de agonia, somente assim aprendemos que o não nos pertence não capacita à crescermos e a livrarmos desses males que nos atinge.
No dia que nos colocarmos no lugar do outro, no dia que criticarmos a nós mesmos antes do outro, no dia que antes de falarmos, analisarmos se nossa fala vai acrescentar algo positivo, no dia que começarmos a corrigir nossos erros e não o dos outros, no dia que estendermos a mão que ajuda e não o dedo que acusa; nesse dia estaremos começando a entender quem é o nosso verdadeiro Deus e o que Ele espera de nós.
Talvez o maior vilão de nossas vidas sejamos nós... Quantos homicídios cometemos em nós mesmos para chegar aonde chegamos ? Qual é o custo para isso acontecer ? Qual a razão de nós sujeitamos nossa mente a uma jaula de ignorância não identificada? E o por que de me sentir tão reciclável ? O que vai ser de nós no futuro ? E como iremos ajudar quem precisa se quando formos velhos (si é que vamos ser...) Já estaremos tão mortos por dentro tanto quanto um cadáver que segundos antes lhes condenaria por conta própria, cego e perdido em sua caminhada... Não a felicidade, apenas a perceba, saia dessa jaula.
"O culpado pela falta de recursos financeiros somos nós mesmos. A busca de opções de trabalho cabe a nós. Durante a juventude e a idade adulta pode-se minimizar com trabalhos informais (quebra-galho), mas na velhice os dias maus irão bater em nossas portas e os recursos financeiros que tanto precisamos e fomos avisados não teremos"
"O abismo pode representar os medos e as inseguranças que carregamos dentro de nós mesmos. E ao encarar esses sentimentos de frente, podemos encontrar respostas profundas sobre quem somos e nossos propósitos. Mas é importante ter cautela, pois assim como o abismo, nossos medos também podem nos encarar de volta e nos consumir se não soubermos lidar com eles."
Em alguns momentos, a vida pode nos exigir mais delicadeza, mais respeito por nós mesmos e mais atenção aos nossos próprios sentimentos. Não adianta correr, não adianta adiar e não adianta gritar. Em certas ocasiões, a vida vai nos cobrar que abaixemos o tom e falemos baixo para podermos nos ouvir. Ela vai pedir que desaceleremos os passos. Vai exigir calma de nós. E não há saída. É preciso parar, respirar e descansar o coração. A vida vai dizer "cuide-se", "ouça-se", "mude de onde está". E quando isso acontece, só existe dois caminhos: obedecer ou desmoronar.
Às vezes, a vida nos quebra em mil pedaços e a dor é tanta que nos fechamos dentro de nós mesmos. Ali ficamos encolhidinhos, enclausurados no sofrimento, sem enxergar saída alguma, mas de repente, uma réstia de fé entra por alguma fenda da nossa alma quebrada e como o sol acorda a esperança que adormeceu dentro da gente.
Quando colocamos nossa esperança em um ídolo, estamos dizendo a nós mesmos: "Se eu tivesse aquilo, tudo seria perfeito; só assim minha vida teria valor'. Ora, se alguma coisa é nossa 'salvação", temos de tê-la, portanto ela se torna inegociável. Se as circunstâncias ameaçam tirá-la de nós, ficamos paralisados por um medo incontrolável; se algo ou alguém a tira de nós, ardemos de ódio e lutamos contra a sensação de desespero.
Na linguagem bíblica, "fazer um nome" é criar uma identidade para nós mesmos. Ou ganhamos um nome - uma essência que nos define, nossa segurança, nosso valor e nossa singularidade - a partir daquilo que Deus fez por nós e em nós (Ap 2.17), ou fazemos um nome por intermédio do que conseguimos construir por conta própria.
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