Textos Arte
A MENTIRA
A mentira é uma estupidez para muitos
e uma arte quixotesca para poucos.
Mentir, quando a verdade não for suficiente
nem necessária, quando a balança na justiça
não tem peso nem medida
a mentira vira antídoto
contra o veneno de uma morte lenta
e sentido para uma vida longa.
A mentira é uma arte criadora,
quando bem repetida, sem retórica
cria mitos, céus e paraísos
e até amores invejáveis
a mentira não tem pernas curtas
nem braços largos
a mentira pode ser afago de Deus
ou chutes do diabo
para moribundos terminais.
A mentira é uma estupidez para muitos
e uma arte quixotesca para poucos.
A mentira alimenta famintos, com promessas
que transformam pedras em pães
e água em vinho, para solitários viajantes.
A mentira é uma estupidez para muitos
e uma arte quixotesca para poucos
desvarios e delírios para os sãos
razão, lógica e fantasia para os loucos
Na arte nada limita
Sou poema que desconhece distância
Já que o virtual aproxima,
Sou verso longínquo de relevância
Comungando a mesma rima.
Na arte nada limita,
Sem fronteira demarcada,
A cultura se unifica
Para ser admirada.
Poeta virtual eu sou
Não me ausento da escrita
Este gênero me conquistou
Poesia é a minha favorita.
Da subjetividade da arte que brotou na composição noturna de uma janela
Fazendo florescer a poética da intuição e assombrando assim meu raciocínio vão.
Olhar que diz tudo e dispensa palavras
Fazendo do silêncio, conforto na sua voz
E o despertar mais leve, são os teus carinhos. Reflexo da noite na pele arrepiada
Jogo a dois entre quatro paredes
Jogo em vão comecei derrotado
Sugestão corpos deitados
Apegados e entrelaçados
Sorriso de beleza tão desconcertante
Que brilha com o dourado dos fios de seu cabelo
Aquilo que precede um pedido, um beijo
Sendo assim carinho, portanto silêncio
A relatividade do tempo é um açoite
Noite
Madrugada
Manhã e
Adeus
A arte de navegar em mares bravios,
de lutar para não ser levado (a) pelas correntezas,
de nadar em meio a noite escura...demanda recursos
que muitas vezes não supúnhamos que existissem...
Acredite! Eles estão lá guardados dentro de nós
para quando os tempos não forem de calmaria.
Cika Parolin
A arte de navegar em mares bravios,
de lutar para não ser levado (a) pelas correntezas,
de nadar em meio a noite escura...demanda recursos
que muitas vezes não supúnhamos que existissem...
Acredite! Eles estão lá guardados dentro de nós
para quando os tempos não forem de calmaria.
Cika Parolin
Engenheiro por excelência
O amor é um nobre engenheiro na arte de construir
Até as pedradas que recebe ele sabe delas usurfluir
As usa de base em seu alicerce e assim sua estrutura cresce
Se torna sólida e forte sua construção suporta fortes ventos e vence o pior dos furacão
Assim é o amor
nos tira da solidão nos ensina com sua construção
e aprimora a beleza que cada um tem no coração
#ElizAreba
Vivendo, e aprendendo, notamos que tem coisas que não adianta forçar.
Um Obreiro da Arte Real, já nasce Nobre em suas essências. É uma coisa de genética.
Pode até estar esperando ser ligado em um dado momento, e é exatamente o que fazemos . Ajudamos a ligar esta genética que está adormecido dentro do Tempo de dentro de cada um.
Somos uma família, onde buscamos o saber e o conhecer de forma segura , com Deus, as coisas de Deus.
Quando o amor verdadeiro, de quem está conectado a isto, aproxima de nós, logo vira, e ou, talvez já seja de nascença, um de nós.
Obrigado a todos que fazem sua parte, dentro de nossa Família.
Viva eternamente em seu coração, o Grande Oriente Universal, por um único motivo, Você também pode colocar a cada dia, um tijolo na grande Obra. Na Edificação do nosso Templo interior.
Que Deus sempre os abençoe em abundância.
Apenas par lembrar: GOU - De olho em Você.
Estante
O poema “A Arte de Perder” de Elisabeth Bishop nunca fez sentido para mim, desde o primeiro dia em que o li. Sempre questionei. Talvez por puro egocentrismo ou falta de maturidade, eu não sei. Passei os últimos anos da minha vida acreditando que eu podia ter tudo, que nada podia fugir de mim, que o que eu tenho eu não deveria perder.
Busquei insistentemente não perder nada. Nenhum instante, nenhum minuto sequer, nenhuma chave de todas as portas que eu abri, nenhuma parte de todos os estilhaços que caíram ao meu lado. Se eu perdia, corria pra achar. Se quebrava, corria pra remontar. Quantas noites juntei cacos, pedacinho por pedacinho, colando, remendando. Olhava a estante de longe e pensava: pronto, já dá pra colocar no lugar de novo. Ninguém vai reparar que quebrou. E voltava pra minha vida.
A verdade é que chega uma hora que você olha para a estante com mais cuidado. Com outros olhos. E isso acontece tão raramente. As vezes dura segundos. Você olha, talvez com a intenção dócil de tirar o pó. Pra ver se ainda está ali aquele porta retrato que caiu e você arrumou, dar uma folheada naquele livro que uma vez você emprestou, ouvir o DVD daquela cantora que você amava, o molho de chaves daquela casa antiga que agora está alugada e todos os vasos que já caíram e você colou.
Uma vez – e não faz muito tempo – lembro que joguei tudo no chão. Tudo. Minha estante inteira no chão. Tudo quebrado. O que não quebrou, rasguei, cortei, amassei. E me senti péssima depois. Um dia, voltei na sala. Refiz a estante, arrumei o que tinha quebrado, costurei, colei, remendei. Coloquei tudo no lugar. E o tempo passou.
Mas olhando agora, para minha estante, comecei a ver que não preciso guardar nada disso. Que tem coisas que não servem mais. Que não fazem parte de que sou hoje. Os vasos não ficaram tão bonitos como eram antes. Sim, foram charmosos um dia, mas olhando pra eles agora, posso ver cada remendo. Ao me lembrar dos cortes que fiz para juntá-los, penso até que valeu a pena. Mas hoje, hoje são somente vasos remendados. O retrato não precisa ficar a mostra por que já amarelou com o tempo. O que foi bom, simplesmente foi. Não é mais. Como a canção que hoje já não faz sentido. Como a árvore no fundo daquela foto que hoje não existe mais.
Se eu entendi o poema? Não. Ou ainda não como deveria. Há uma caixa cheia de coisas novas na sala. Mas o medo do novo é destruidor, não é? O novo, por mais que seja cheio é vazio se pararmos pra pensar. O novo não tem passado. Não tem história. O novo acovarda até os mais corajosos. Somos, bem lá no fundo, guerreiros que relutam para aceitar uma nova espada. A gente sabe que a caixa está cheia de novidades, mas não tem força suficiente para ir até elas.
Mas hoje, exatamente hoje, dia dez de outubro de 2013, olhei para as caixas repletas de coisas novas na sala. E mesmo assustada, mesmo com minhas mãos se desviando, meu corpo contestando e meu coração aflito, comecei a abri-las. Sim. Passa pela minha cabeça começar a montar outra estante e deixar essa que já existe como está. Mas não posso, não é? Preciso aprender a perder. Entender “a arte de perder” talvez ou finalmente.
Então, sentadas, eu e Elisabeth Bishop, nessa minha sala, tomando um bom vinho, rimos juntas olhando para minha estante. Cheia de histórias, de lembranças, de vasos inteiros, outros remendados, de fotos amareladas, de cartas que nunca foram enviadas, de belas canções, de sapatos com solas bem gastas, de chaves de casas por onde não entro mais, de relógios com marcador parado.
Me pergunto, em silêncio: por que eu acho que não entendi o poema ainda? Por que eu acho que não faz sentido desfazer de tudo isso? Mas afinal, é meu? Ou tudo é passageiro o suficiente para não precisar de estante?
A arte com palavras
Nosso idioma é complexo e profundo, não pense que não, pois é sim. O português é uma das línguas mais exatas que se fala hoje no mundo. A exatidão explicativa que o português alcança é semelhante à matemática, quando usada em termos clássicos ou mesmo no coloquial. Já em si tratando da arte literária, o português é pura arte. Músicas, sonetos, poesias, contos, poemas etc. O português é magnífico e magistral para a criação artística. Observe a obra de Francisco Buarque de Holanda, como é possível descrever sentimentos tão profundos com tamanha clareza. A obra de Drumnond, Fernando Pessoa e tantos outros escritores que a través da palavra escrita em português tornaram-se imortalizados. Saudemos ao nosso idioma, saudemos aos poetas e escritores que fazem arte com palavras.
Charles Silva – Textos
charleshenrysilva@hotmail.com
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Guerra de Rotina
Na arte expresso uma parte
Que não mais reflete em meus olhos.
Faço da face o fragmento
Que a mim não pertence
Sinto e exalo sentimento
Sem mostrar aquilo
Que não mais está oculto
Penso. Falo. Canto.
As vezes também danço.
Mas, em si, a mascara frequente
Disfarça a disputa presente
Em meu cotidiano
E assim como fumaça
Dissipo ao me entregar
Restando-me esperança
Não disfarço.
Faço
DEST’ARTE
Sou aquele que desperta as almas escuras:
Enigmas da noite, por todo esplendor...
Em que vagam, por abstinências e dor,
Dos meus olhos fechados são murmuras...
E os elevo, à grandeza de vossas alvuras...
— Ó vultos transparentes de visão ardor —
De minh’alma cansada, e de vos pecador,
Que os mortais não nos vejam amarguras!
E na profundeza vã das miragens, aberta,
A porta dos espíritos vãos, que desperta,
Que nos revele o dest’arte do amor-pagão...
E na noite, pálida, a‘lma branca que vaga,
Sob o imenso olimpo de fogo, agonia apaga,
E os vês, dias de glórias sob vossa ilusão...
O Espelho e a Arte
Felicidade é um bom que multiplica ao ser dividida, compartilhada com alguém e tudo fica mais divertido.
Espelhos vêm mostrar o rosto e a arte faz mostrar a alma, em cada ato de conquista deixo no mundo a minha marca. Somos o que fazemos principalmente pra mudar o que somos. A conduta é um espelho no qual reflete toda a nossa imagem.
O amor de Jesus Cristo vêm completar a minha felicidade.
Há tantas coisas nessa vida, mas não há nada mais importante que o amor. E nunca mais deixar que o meu eu venha transparecer.
Mas Cristo é quem brilha em meu ser. E vou seguindo adiante no que quero conquistar.
Quero oferecer Senhor.
Todo amor que eu tenho pra dar de ti me encher Rei meu e Deus meu.
O coração derrama a vida em cada ser que ama.
A arte será crença?
Cremos no que é artístico?
Talvez seja o mundo feroz suavemente uma escrita irritada com mágoa cheia ou prazer em copo cheio.
Um pintor de rua que te desenha numa tela será artista?
Então mas arte não é criar? Ele apenas retrata algo que já está criado: tu. A questão é quem é o teu artista.
Mas e se eu disser que arte não é «inventar» propriamente dito?
Quer dizer... Nós inventamos ao desenhar, nem que seja um estilo novo, contornos, cores ou ideias novas. Expressões novas.
Mas afinal o que é inventar? Será a arte tão artisticamente artista que nem o artista poderá definir arte?
Eu sou criação, invenção, imagem, cópia (o que vocês quiserem) - sou arte.
Eu sou arte! Sou artista! Sou subjetivo e brutalmente indescritível.
A Arte de Escrever.
Escrever nem sempre é uma tarefa fácil de se fazer.
Colocar palavras, sentimentos, momentos, para muitos talvez seja algo que requer demasiada atenção.
Mantenha a mente separada daquilo que deve vir do coração.
Aquilo que você escreve para se aliviar hoje, pode acreditar, no futuro te fará chorar.
Textos poéticos, tristes e com raiva incontrolável. Difíceis de serem nomeados.
Há pessoas que se inspiram no amor, já outras encontram algo em sua dor.
Não importa de fato sobre oque você acha que deve ou quer escrever, aos seus olhos aquilo nunca estará bom o suficiente para expressar seu modo de sentir ou pensar.
Ser escritor não é apenas tentar achar coerência em determinadas palavras que podem juntas criar uma rima.
Ser escritor é saber abusar do limite daquilo que há dentro de sua alma, é questionar tudo aquilo que se pode ou não sentir, é saber usar tudo aquilo que ele pensa e sente, que quase sempre acaba não demonstrando ou falando pessoalmente.
Somente uma folha de papel pode fazer com que um texto escrito tão simples e sem valor, se torne tão forte e valioso quanto qualquer outro número escrito em uma outra nota de papel.
Ao contrário do DuBok ou Kimono, a faixa de um praticante de arte marcial, não pode ser lavada.
Pois a faixa recebe toda a energia dos treinos,ali concentra-se o suor dos treinos mais pesados, tendo a vitalidade do guerreiro registrada para personificar sua trajetória na arte marcial.
Mestre: Jéferson Muraro.
A ARTE DO MAIOR PINTOR
A minha terra é de beleza sem igual
Revela tudo que o poeta não contou
A mianha terra é mais rica entre milhoẽs
A minha terra revela a mão do criador
Oh, meu Brazil
Tu es a pátria escolhida
Para revelar a arte do maoir pintor
Oh, meu Brasil
Tuas espécies incontáveis
Me faz pensar
Existe mesmo um criador
Oh meu Brasil
De lindas fontes cristalinas
De aves mil
Planando pelo imenso mar
De céu azul
Constelaçoẽs de brilho intenso
De verdes bosques
Puro ar
Na minha terra
Na natureza é sem igual
A sua flora
É mais extensa que os mares
Na minha terra
A chuva cai com mansidão
Trazendo a relva
E faz florir as emoçoẽs
Arte nem sempre , entendida ms sempre dela seja ou seja dela sua arte veer-se a a vista ao ser a observar.
Registro de Lingua que letra o ar com o pensar do estar a engrenar o mar de palavras no infinito e o infinito nos graos de expressao estendido no varal que se estica a mao do pao a borbulhar sombracelas de impressão ao interjeitar as faces em paginas de emoçao neutra entre pariedade da realidade implicita e explicita na reza do conto em inter-relato
não é que eu não gosto de futebol, pelo contrário, sou apaixonado por esta arte, o problema é se importar mais com isso do que com educação, saúde e um país melhor.
Será que o país do futebol pode ser também o da educação ? será que ao invés de se preocupar com "6 estrelas" no futebol não poderíamos ser um país "6 estrelas"?
Do nosso mundo sem cor foi criado à arte
Para que pudéssemos criar um cenário onde tudo é perfeito
O perfeito de nossa perfeição;
Que vida mais doce essa não pensada
Essa não temida e sim sentida.
Onde todos observarão e apreciarão;
A arte proporciona as visões mais claras
Nos mostra o quão somos nós em um quadro;
E no final dessa arte não conseguiremos mentir mais para nós mesmos.
Sobre a arte de escrever
O ofício de lidar com as letras criando o mágico
milagre de verter a emoção das palavras, creio
que seja um dos mais difíceis.
Mas eu, como uma micro aprendiz, de teimosa coloco
no papel, meros rascunhos.
Sei, nunca passados a limpo.
Para alguma coisa, para alguém por certo servirão.
Não pedi a missão, mas esta me veio sorrateiramente.
E, encontrando a porta dos fundos
entreaberta - aquela que leva ao sótão da alma,
fez ali sua morada...
