Poemas sobre abandono para expressar o vazio em versos
Ansiedade.
Ela vem toda noite e me tira o sono.
Me faz chorar, me sinto em um abandono.
Sentimentos vão e vem
O que não me faz sentir bem
Oque eu sinto é solidão;
Me encho em tristeza;
Me dopo em abandono;
Sinto o porre do silêncio;
Me questiono se isto é paz, ou desespero.
Abandono
Me abandone por um só minuto
Virei de lado por um instante
Respirei fundo por 3 segundos
E já me vi abandonada por mim
Como se eu, á meses, tivesse pegado aquele trem
Precisava mais de mim oque eu imaginei
Me enganei ao pensar que estava bem
É o que digo e repito a toda hora, falhei
Falhei mais comigo do que ninguém
Eles jamais me decepcionaram assim
Tudo o que não fiz
Eu jurei ser por mim
Agora, bem no meio do dia, me pergunto: Estou feliz?
Deixa me só -
Deixa-me só no silêncio do meu quarto
ao abandono das horas, dos instantes,
se fico só porque chegas quando parto
deixa-me só neste frio que é constante.
Deixa-me só nesta cama de vento
onde os sonhos são gelados como a água
e se durmo em lençois de sofrimento
deixa-me só na noite desta mágoa.
Deixa-me só cheio de cal e solidão
mártir do tempo, calçado de pó,
deixa-me só, nada devo ao coração,
ausente e triste, já disse, deixa-me só.
E desce um vazio aberto sobre mim
mar profundo hermético e fechado
nas frias madrugadas que por fim
me deixam ao abandono do Passado.
ABANDONO
Para que serve um coração bondoso
Só para que vejam um ser caridoso?
E Não vivência o real amor no peito.
Tal criatura passa de qualquer sujeito
Enganando com mentiras e falsidade
Não conhece o que é sentir saudade,
Tampouco jamais esse 'ser' amou.
Cinismo, hipocrisia é tudo que fez
E sempre negou .
Sem honra caráter e lealdade
Abandonou, quem lhe amou de verdade
Peço a Deus que pague tudo que fez a mim
se não fosse meu cérebro não teria onde cair
Foi embora com outra deixou-me no leito doente
Deixando-me à revelia como se eu não fosse gente
Aqui Nessa terra, o que plantamos Colhemos
Um dia estará retalhado em dores e não vai saber o motivo de seu sofrimento.
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
VIOLÃO DA SAUDADE
De tempos em tempos,
flutuando entre o abandono e a adoração,
entre o barulho e o silêncio,
entre a vida e a morte;
você sai do canto da sala...
no canto da vida,
deixa seu sono profundo,
me empresta seu corpo num abraço,
se deixa ser tocado, cantado e desafinado para me encher de vida!
Sem se preocupar com o estrago ou com os vizinhos, me diverte, leva alegria até minh’alma
Quem sabe chega ao céu o som da saudade!
Arrebentem-se as cordas, mas não meu coração!
Dali
voar, e no fim ser devorado por um passáro
depois do banho de formigas
o voo de abandono a gangue
a pena negra nunca esquecida
e o canto que restou por todos os danos
não é para efeito de tempo
os relógios derretendo
e as caravanas longilíneas nos desertos
não querem devorar um religioso
está apenas fragmentando os prisioneiros
os tornando livres em seus sopros
em teu nascimento a face oculta celebrou
e um pouco de cada pedaço teu guardou em gavetas
codificou em estigmas as respostas dos segredos
e no sofrimento fez a chave
no amor nada
no prazer o caminho
na dor o intento
na solidão a compreensão
no desejo a vontade
da indústria do circo
a plebe tem saudade
do veneno do vício
do vício de lealdade
da causa que dá sentido
por não ter escolha
ignorantes da unidade
onde tudo se fragmentou
quem dele se decidiu ser cada parte
de uma mão que toca o violino
seu corpo está longe
na beira de praia
esse corpo em descarte
de tua torre enviou um navio até a minha
para encontrar algo sem sentido que te retorna
te inflama e me traz de volta tuas cinzas
no regresso queima a minha
leva as cinzas e no mar naufraga
para sempre no fundo
onde tudo ressoa.
O ABANDONO DA LINDA FLOR
Fazia meses que eu não a regava, tão linda era seu brilho que gradualmente se ofuscava na seca do sol.
Ela nasceu no meu jardim! mas eu não a plantei. Certo dia, passou-se perto de minha casa um rapaz que vendo o abandono que eu fizera com a linda flor, fazia questão de rega-la dia após dia para mim. Até que chegou o tão esperado dia que com lágrimas nos olhos decidiu levá-la para sua casa, mas nem ao menos pediu-me permissão, zangando fiquei como nunca.
Ah! Tudo era puro egoísmo, tão infeliz sou eu que não cuidei da flor e não deixo que cuidem dela por mim.
Leve-a jovem rapaz, cuide-a com carinho, enxugue os pés dos teus olhos, pois essa flor já era tua antes de mim.
Naturaleza
Chica, nesses teus 29 anos
Vencesse tanto desengano
Bebesse do abandono
Contraisse matrimônio
Fosse feita de terra
Germinasse meio a guerra
Subisse a mais alta serra
Possuída pela força materna
Controlasse sentimento
Vencesse o tempo
Dominasse o pensamento
Afogasse choro meio ao relento
Te acompanha o pequeno trovador
Bizourinho na boa palma na mão
Aponta e cheira cada flor
Flor desnuda desse sertão
Aprendendo andar meio ao calor
Ouvindo tu cantar, Drão
" Drão, o amor da gente é como grão uma semente de ilusão, tem que morrer "
Num barraco de madeira sentem a dor do abandono.
A dor da surra.
A dor do álcool, que transforma em monstro seu progenitor.
Carregam em suas cicatrizes as ofensas e furto de sua dignidade, o medo.
As lágrimas escorrem sem testemunhas, almas inocente se perdem diante do mal.
Todas as ilusões e os pesadelos são reais.
Uma angustia, a dor da fome alimenta sua queda.
Tendo certeza da desgraça caminham com mais firmeza em direção a morte.
Caídos nas ruas os anjos se calam.
Seu choro não é escutado pelos ouvidos omissos.
Essas vítimas do capital sofrem sem poder de luta.
Sem força para uma resistência.
Calados tentam alimentar seus vícios gentilmente incentivados pelos adultos.
Buscam alimentar suas ilusões, perseguem o sorriso num saco com cola.
Buscam diminuir ali o frio das ruas, do vento que corta seus rostos pequenos nas madrugadas, da fome que os devora.
Tentam fugir do medo, medo do mundo que eles não pediram pra vir, e do qual sempre tentam deixar.
No momento em que os anjos caem, lagrimas escorrem dos céus.
O opressor se alimenta, das suas dores, de seus sonhos perdidos, de suas cicatrizes.
No momento em que os anjos caem, eles nos mostram o quanto ainda somos perversos.
Pois carregam em seu corpo as marcas da vingança, pois muitas vezes são oprimidos pelos oprimidos, como seus progenitores e, nas ruas o opressor mostra sua verdadeira face.
São inocentes, sem consciência de bem ou mal, mas já sabem que a face do bem nunca se mostrará a eles.
Somente a feição perversa e maligna do mundo seus olhinhos pequenos conseguem enxergar.
E assustados, apavorados diante do poderoso inimigo, diante de grandioso sofrimento, eles agem como anjos caídos, devolvem de forma muito fraca, uma resposta a tudo isso.
No momento em que os anjos caem, toda a humanidade desce com eles.
Me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
E já não vejo a platéia,
Apenas à escuto...
Hoje estou de luto,
E finjo não ter nada a dizer,
Algo que de fato
Já nem me culpo.
Eu não me iludo mais
Com quem não me olha nos olhos,
Com quem se camufla atrás dos próprios sonhos,
E se perde dentro de seus pequenos planos.
Eu simplesmente faço o que eu não deveria conceber...
Eu apenas me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
Mas agora nem escuto a platéia,
Ela já não está mais alí...
Criei um dicionário lunar
Para as coisas cercadas de sonhos
As quais nunca abandono
Na hora de acordar.
Oh, olhos malditos
Que tira meu sono
Me ensinou o que é o amor
E o que é o abandono.
Oh, malditos olhos
Que eu busco tanto
Que rouba meu fôlego
E me causa espanto;
Malditos olhos verdes daquela criatura
Que me causa delírios;
Me levando a loucura.
A utopia me leva além do infinito
Sofro muito por amar
Esses olhos malditos.
Abandono
Não bastasse
que se batesse
contra toda parede branca
que havia, avezinha tonta,
bateu asas
e deixou sozinho,
no ninho,
meu coração de passarinho.
O silêncio das lágrimas e o abandono em meio a chuva de ventos pelas ruas escuras a procura do sol que se esconde na noite.
E o amor vai morrendo silenciosamente em meu coração
[Verso]
A brisa fria tocava meu rosto
Noite de solidão marcado no desgosto
Abandono de um amor tão platônico
Coração agitado num choro irônico
[Verso 2]
Lágrimas de sangue no rosto caindo
Olho pro céu e vou resistindo
Noite escura sem nenhuma estrela
Solidão que vem e me congela
[Refrão]
Solidão gelada entra no meu ser
Coração em pedaços sem saber viver
Amor distante uma ilusão sem fim
Choro sozinho ninguém perto de mim
[Verso 3]
Sinto um vento que me faz tremer
Lembranças me atingem não posso esquecer
Saudades batendo num ritmo de dor
Noite de solidão sem nenhum calor
[Verso 4]
Caminho pela estrada gelada e vazia
Buscando um alento nessa noite sombria
O peito apertado e sem direção
Solidão que bate forte no coração
[Ponte]
O sol não nasce minha alma se perde
Esperanças caiem como folhas de outono
Um amor platônico que nunca aconteceu
Coração partido no frio do abandono
Composição Valter Martins
Eu sei que ela sabe usar seu tempo para amar o Homem que a quer, eu sei que ela não sofrerá abandono, porque sabe que isso não combina com seu jeito de ser.
❤🌹
______Visões do coração_______
Sim.
Eu me apaixono
só pra
sentir o sabor,
esse gosto de amor
mas não me abandono,
é só pra
experenciar o calor,
gosto de dar valor
No intervalo me pego em meu ego
faço-me paixão,
no que vale eu pego e me entrego
faço conexão.
Podem dizer que sou moda
eu sei que sou motivado,
se este meu modo incomoda
então não há nada de errado
pois vim para amolar,
afiar indagações,
a vida é meu lar
e ao fim somos ligações
com um pé no chão e o outro no cume
carrego a paixão no meu nome
Da janela eu a espero
É noite! Eu nem tenho sono
De manhã! sinto abandono
Meus olhos não os vêem,
Minha rua! Está sem graça.
Que rua encanta? Que perfume passa?
Os cabelos! Que vento esvoaça?
Que o vento te de asas pra voar e
Traga o encanto ainda mais linda pra me encantar.
RESGATE
Quando foi o abandono
Que te fez perder o sono
Da tua vida seja dono
Clareando transparência
Não te percas da essência
Seja a melhor convivência
E não deixe que te achaquem
Combatendo o bom combate
É preciso esse resgate.
