Poemas sobre abandono para expressar o vazio em versos
Aguerrido
Diga não a desistência!
Diga não a renúncia!
Diga não ao abandono!
Diga não a deserção!
Diga sim a paixão!
Diga sim ao amor!
Diga sim a amizade!
Diga sim ao apreço!
Diga sim, mas não apenas diga, diga e vá!
Abandono!
Onde está todo aquele amor que prometeu
que nunca ia acabar...
Que eu era o razão do seu viver,e que jamais
iria deixar de me amar...
Será que acabou!
Será que adormeceu ai num
cantinho do seu coração.
E a qualquer momento renasce o
o sentimento.
Forte lindo e intenso.
E acabar essa minha triste solidão!
Na solidão dos meus pensamentos reato meus sonhos,
abandono qualquer sentimento diante tua voz
que se cala na escuridão,
tenho vontade de gritar com tanto ódio,
o mundo não merece minhas palavras jogadas ao vento...
Dormir.
Agora venha sono,
Me leve onde nada me fere,
Me mostre o aconchego e não o abandono,
E o amor que agora me segue.
frio
sem alma
sem vida
abandono real
momentâneo
frio real cruel
sem destino
arrebatador
monótono,
severo bravio,
triste doentio...
O que diria ao seu coração?
Que jurei nunca deixá-lo em abandono
Nem mais e por nada entristecê-lo
Se preciso fosse, palhaço seria
E da vida, um picadeiro de magia faria
Embrulharia em Serenata
Toda boa alegria... e te daria!
Mas acho que já não posso...
Olha, mesmo distante fio que faria
Te sinto ainda pulsante
E é ai que terás minha companhia
No bater de suas batidas
Nelas estarei sempre presente
Como você nas minhas...
Jurei também lhe dar poesia
Será ela nosso laço e elo absoluto
Fique então tranquila
Pois mesmo distante... corpo ausente
Darei a ti, por cuidado e carinho
Mesmo que sem rima ou talento
Um verso verdadeiro para seu sentimento
Eu tenho uma FÉ que cresce na medida que me abandono nos braços do PAI!
Em cada passo que dou...
Mais TUA eu SOU, meu Senhor!
A paralaxe cognitiva resulta inevitavelmente do abandono do realismo filosófico.
A paralaxe cognitiva é um engano fundamental, básico, que o filósofo comete na interpretação da SUA PRÓPRIA filosofia.
Abandono
Quando você abriu a porta e saiu
A casa ficou morta e ruiu
Desabrigado e com a vida rasa
Meu corpo também ficou sem casa
Na primeira curva da estrada
Voltou-se, sorriu, acenou com a mão
Ofertou-me sua face amargurada
Herança de tristeza e solidão
Na sua partida a noite chegava
Cobrindo tudo de luto e agonia
Ainda esperando se você voltava
Alma e corpo penando em muda sintonia
Não suportando a terrível dor
Minh'alma seguiu você bem de mansinho
Coisa sem alma, vaso sem flor
Meu corpo perdeu-se pelo caminho
Não é a idade que envelhece o homem
É a morte da alma, a incapacidade de amar
O abandono da fé e o esgotamento da esperança...
Quando abandono é sinônimo de ingratidão.
Até pais, avós, etc., mesmo sendo mais novos que alguém bastante idoso, podem vir a ser abandonados, esquecidos, por aqueles que um dia, por uma vida inteira, cuidaram deles. Isso se chama ingratidão e falta de compaixão.
Ou seja, não precisa ser muito velho para vir a ser abandonado; há muitos interesses mesquinhos que levam pessoas a abandonar outras, e isso nada tem a ver com idade, necessariamente, mas com dignidade, caráter e senso de humanidade.
"Meu coração sangrou...
Parecendo sair do peito
Ao sentir na pele
A dor do abandono
Chorei lágrimas de sangue
Ao vê-lo partir
E seguir sozinho
Me deixando pra trás
Fiquei agarrada a dor
Vendo meu coração morrer
Sufocando minha alma
Que grita desesperada
Sem saber ao certo
Se você ouvirá
O choro angustiante
De um coração
Que morre por você."
(Roseane Rodrigues)
vulto do teu ser,
no abandono desse mundo
tudo abrange a ausência,
que desnota o valor do amor,
cruel meramente pois bem qual
a qualquer dor da alma,
nesses espaços vazios da vida,
no estante que a paixão torna se únicamente
a obsessão que reluz dramaticamente.
no dia mais frios deste mundo,
que todos não te dão atenção.
num mero bom dia a noite...
até loucos são pequenos desejos,
que ninguém vê a verdade do terror dos nossos corações...
mesmo tentei dormir e sonhar com um dia melhor...
então começou a chover e senti vontade de chorar,
mais ninguém ia ouvir, pois a madrugada é feita de ilusões...
desejos que em sonhos reflete mais um dia...
DOIS VERSOS II
Que eu não submeta meus poemas ao abandono.
Que não me falte vontade de escrever.
Que minha inspiração nunca me traía.
Pois meu primeiro verso é minha vida
E o segundo... Motivo que me faz respirara ainda.
Que nunca uma música de despedida
Faça-me deixar de querer amar.
Que a angústia que sinto no ar
Não queira em mim se instalar.
Pois meu primeiro verso fala de amor
E o segundo... Ratifica o anterior.
Não quero dar normalidade à solidão.
Nem viver sem fé.
Que a ganância não me faça
Perder a poesia e nem
Deixar de amar um irmão.
Pois meu primeiro versos é oração
E o segundo... Louvor e devoção.
Que eu nunca procure sombras do que fui.
Que pedaços meus não fiquem pelos caminhos.
Que eu sempre tenha a quem dar o mais nobre de mim,
Pois meu primeiro verso é carinho
E o segundo... Transpira humildade.
Que a velhice me faça entender,
Tantas coisas que não tive na vida.
Que o espírito acalme-me a alma
Pois meu primeiro verso padece
E o segundo... Tem tom de despedida.
Que a vida me falte quando Deus quiser,
Que seja imortalizado o sonho realizado
Que voe livre e sem compromisso
A mágica ternura da mulher.
Pois meu primeiro versos é afago
E o segundo... Tudo que amei e fui amado.
Que o sorriso não me fuja dos lábios.
Que a saudade e as lembranças
Não deprimam meu silêncio.
Pois meu primeiro verso é o minúsculo que falo.
E o segundo... Universaliza o bastante que penso.
mato meus sentimentos em copo de veneno,
não ligo para essa vida que maltrata,
abandono meus sentimentos por mais que eu ame,
por mais que amor tudo parte da eternidade,
meus pesamentos mortos em pequenos sentimentos,
através da luz da lua nada tem sentido,
apenas um sentimento,
que foi diante mar da tua vida,
agora não passa de um um mar morto.
por celso roberto nadilo
Abandono
Desde que você frio e indiferente abandonou-me
Vago triste vida afora,tornei-me andarilho do amor.
Solitário, despojado de afeto hoje resta-me a dor.
Passo os dias a caminhar entre as vias movimentadas,
Vez ou outra encontro o repouso em alguma calçada.
Adormeço entre a multidão indiferente e apressada.
O tempo e as perdas petrificaram lentamente a dor.
Acida angústia, vida vazia ancorada no teu desamor.
Amo-te
A minha alma continua sonhando
No broto que se renova a cada dia
No abandono do meu corpo no seu
Enquanto eu acordo pela manha
Sonho que real possa um dia ser
Nas palavras que só teu olhar me diz
Viver ao seu lado, face a face
Amar-te de verdade e minha liberdade
Amo-te como homem, amigo, e amante
Amo-te mesmos que seja devagarzinho
Amo-te mesmo que como um passarinho
Amo-te no silencio da minha cama
Amo-te como ninguém te ama
Amo-te porque os loucos são devassos
Amo-te como a noite e clara e muito rara
Amo-te por não ter medo da desilusão
Amo-te mesmo que a distancia seja o limite
Amo-te com todo ardor e os meus desejos
Amo-te de todo o meu corpo e mente
Amo-te como eu sempre devia te amar
Amo-te como um oceano de águas vivas
Amo-te por ser meu Lanzarote Del lago
Idolatrar sua real vida de realeza
Em segredo no meu pequena castelo
Amo-te por ter a necessidade de te desejar
Amo-te porque sou todo seu por inteiro
Amo-te por eu ser um bobo e apaixonado
Amo-te e ninguém vai me para de te amar
Amo-te por eu ser capaz de te amar
Amo-te até com sorriso, com lagrimas
Amo-te com a infinito graça de te amar
Amo-te por ter muito a lhe oferecer
Ofereço-me um orvalho sobre a relva
Meu coração e toda sua paixão
Meu corpo com sua qualidades e defeitos
Minha pequena e sagrada vida
Meu silencio que viola seus ouvidos
Com indecentes sedução e com razão
Meu fervor, minha amizade e meu amor
Minhas lagrimas que cai de saudades
Morrer a cada dia
Primeiro foi o amor,
depois o abandono.
Em seguida, solidão e morte.
Quando pensava que morto estava,
você reapareceu.
Sorri, ressuscitei.
Então, veio a desgraça do ir e vir,
e eu a morrer e a viver a cada dia.
Logo cansado, desgraçado, desisti.
Afinal, não é fácil morrer sorrindo pensando em você.
Hoje meu corpo jaz inerte no túmulo da saudade.
Morri em paz, definitivamente.
Ao menos agora, descanso.
Minha alma já não chora mais a esperar
o perfume de cada passo teu.
