Poema Sobre Solidão
Alegria de vó
Tatá encurta
a distância
espanta
a solidão
colocando
vovó
e netinha
no mesmo
coração...
Do que adianta a riqueza, beleza e inteligência sozinho?
A solidão, para alguns, é o fim de quem ama e é o fardo dos sábios; enquanto para à multidão, a "riqueza" é um prato cheio para criar idiotas, que saboreiam o entretenimento de baixa qualidade e ter uma vida ínfima e mediocre.
Para uma mente vaga, à multidão seria mais do que o suficiente ou nada e tudo aquilo - do que nada agrega -.
Tua beleza é tão grande, parece um Luar.
É assim, o luar é pequeno se for comparado a ti, quiçá o universo.
Amar é um dom e uma conquista. Ser uma pessoa feliz e ter parte disso: o amor.
Enfim, valorize seu amor, procure um amor verdadeiro e recíproco; e, não tendo encontrado ainda, permita que os que encontraram vivam em paz, harmonia e tranquilidade.
Amor próprio ou solidão amada?
Ah, se eu soubesse que para se sentir confortável é preciso estar sozinho, jamais saberia escolher o maior valor entre o amor ou a solidão.
Se não desistir, o motivo é bem simples, de alguma maneira, ainda quer acreditar no amor incondicional.
Ficar acordado até de madrugada a fora, conversando com o sentimento e sabendo que iria ficar cansado de manhã, mas não importava com isso, vale o desejo de dormir menos para ter um excelente tempo com a pessoa amada.
Eu não posso desistir, se não daqui a pouco não vai ter mais 'arte' neste mundo.
Estou no paraíso ainda.
O segredo é retribuir o valor a quem está com vontade de felicidade e de progredir contigo.
Uma mente aberta que não voltará mais ao irracional e adornamento desta ínfima sociedade ao desluxo das falsas profecias.
Eu sei que a distância pode até mudar algumas coisas entre nós, todavia saiba que você nunca estará sozinho.
É como se você fosse meu espelho, meu espelho olhando para mim.
O amor me faz sorrir. Sou uma pessoa feliz, o amor é parte disso. Melhor, se for as pessoas que amo sorrindo.
Quero estar com a cumplicidade vendo as estrelas sobre o mar.
Quero voar muito alto, e, em algum lugar, ao menos, amar e ser amado.
Eu queria morar em um planeta onde os amantes humildemente estivessem felizes e os desonestos e ilusionistas nos deixassem em paz e procurassem algum motivo para amar.
Na trama sutil da solidão que tece,
Num fio de ausência e memória perdida,
Cadê você? Sozinho, ecoa a prece
De quem na vida não quer ser só partida.
Esquecera de mim? Nas horas tardias,
Teu nome toco em cada acorde baixo,
Sinfonias de amor, melancolias,
Na beleza pura que ao prazer faço laço.
Só penso em ti, na vastidão do dia,
Minha alma, em seu deserto, te busca inteira,
Sentindo falta da tua companhia,
No coração só, tua presença é ceifeira.
No caminho, um encontro, simples faísca,
Transforma o ar em júbilo, a solidão em festa,
Não desejo te possuir, apenas a mística
De um carinho que no amor sempre resta.
Lindo ser que sabe viver, é verdade,
Teu sorriso me desarma, me faz rei,
E nessa canção que em mim invade,
Canto o que foi e o que ainda não sei.
Por onde andei? Te procurando sem ver,
Na ignorância de um coração que tarda,
Mas agora sei, tudo que preciso é você,
A peça que faltava, que a tudo aguarda.
Eu protegi o teu nome, Beija-Flor,
Codinome de amores, escondido e sentido,
Nos lábios meus, o gosto do que é amor,
Atrasado chego, arrependido e remido.
Ainda é tempo, o ontem é tarde demais,
Hoje as horas estendem as mãos,
Para amar, para viver, para a paz,
Para aumentar o mundo, sem vãos.
Amar, desejar ser amado, verdadeiro elo,
Dar-se pelo outro, o ato mais generoso,
Na partilha do sentir, no doce apelo,
De viver o hoje, no amor, formoso.
Nas páginas brancas da solidão,
Teu nome escrevi, um elixir, uma canção.
Cada letra, um sussurro de luar,
Prenúncio do sol que há de brilhar.
Sua letra é poesia, etéreo acalanto,
Necessito do sol, mas de ti preciso tanto.
Teu calor ressuscita o que em mim jazia morto,
Na penumbra de um coração que se queria absorto.
Que coincidência ser o amor, essa estranha magia,
Que preenche os vazios, transborda utopia.
A melhor sensação, descobrir-te em mim,
Desvendar os segredos que guardas, enfim.
A vida, outrora pálida, sem teu sorriso passa,
Mas tua presença transforma, o tempo, o espaço abraça.
Conto segundos, cada instante é um tesouro,
Pois perto de ti, cada minuto, eu devoro.
Vem, oh amada, desta névoa me retirar,
Preenche com tua luz o meu lugar.
Faz deste coração, antes solitário,
Um abrigo feliz, um santuário.
Para todo mal que minha vida possa convocar,
Tua essência é bálsamo, sem hesitar.
Uma dose de ti, e tudo se repara,
Em teu abraço, a paz se declara.
Protejo teu nome, meu amor, em segredo,
Em codinome, Beija-flor, findo meu medo.
Metaforicamente, meu mel, a eternidade prometo,
Pois mesmo quando eu partir, nosso amor, eu decreto:
Permanecerá, doce herança,
Em cada flor, em cada esperança.
Na tapeçaria noturna, onde os ecos da solidão bordam silhuetas obscuras, cada fio entrelaça-se com a sombra sutil do isolamento. Caminho por corredores de pensamento, onde as paredes são adornadas com retratos de reflexão e introspecção, guardando no âmago uma melancolia elegante. O silêncio é meu companheiro constante, um confidente que escuta sem interromper, que observa sem julgar.
A solidão, essa dama enigmática, dança ao redor, seus véus sussurrantes tecendo a fria beleza de sua presença inescapável. Ela me ensina a linguagem dos não ditos, as sutilezas das pausas entre palavras, onde o verdadeiro significado muitas vezes se esconde. Em sua companhia, aprendo o valor da autocontemplação, do mergulho profundo nas águas tranquilas do próprio ser.
A sofisticação da solidão não reside na dor que pode infligir, mas na clareza que oferece, um espelho implacável revelando quem verdadeiramente somos quando despidos das distrações do mundo externo. É no reino do silêncio que as verdades mais profundas são sussurradas, onde os segredos mais guardados são revelados ao coração que sabe ouvir.
Assim, enquanto me deleito na austera elegância deste isolamento, reconheço que a solidão, com sua presença tanto austera quanto instrutiva, não é meramente um vazio a ser temido, mas um espaço sagrado de crescimento e descoberta pessoal. Com ela, sou tanto o escultor quanto a escultura, moldado pela quietude, revelado na tranquilidade de um mundo que se cala para que eu possa verdadeiramente falar.
Meu Céu e Minha Sina
Ó solidão que amarga em cada minuto distante,
Um tempo que se estende, qual dor incessante.
Foi assim que vieste, destino imprevisível,
Qual sombra fugaz, mas tão indivisível.
Entraste em minha vida, sem aviso, nem razão,
E já roubaste os sentidos do meu coração.
És singular, meu norte, minha inspiração,
Um universo onde perco toda a noção.
Teus olhos, verdes como o mar em alvorada,
São para mim estrelas numa noite estrelada.
Ao sorrir, abres portas do paraíso eterno,
E me lanças num mundo onde tudo é moderno.
Todos esperam o sol, num alvorecer constante,
Mas tu chegas sempre, em um brilho fulgurante.
Minha sina, meu sol, meu sistema solar,
Tua presença é farol, no céu a brilhar.
Se um dia partires, meu rumo a mudar,
Saiba que espero — há de voltar.
E quando em tristeza teus olhos se fecharem,
Que seja por um dia, não por dores que se alastrem.
Faz feliz teu coração, te peço e te imploro,
Pois és meu astro, meu céu onde moro.
Tua existência, constelação que me guia,
Minha Estrela Dalva, minha eterna alegria, meu pedacinho de céu com cor de esmeraldas.
Quantos doentes
Em lares "sadios"
Quantos carentes
Que sentem vazios
Quanta solidão
Em meio a multidão
Quanta contradição
Em tanta "perfeição"
Quanto ódio no mundo
Mesmo o amor sendo tudo
Como curar tanta dor
Tanta frieza e desamor
O que precisa ser feito
Para cessar tanta dor
Deixar de lado a inveja
E olhar para dentro de si
Construindo a si mesmo
Em vez de ao outro querer destruir
O amor é a cura desse mundo convulsivo
Só ele é capaz de destruir o que é pervertido.
A solidão é a companhia daqueles que aprenderam a se germinar.
A companhia é a solidão daqueles que aprenderam a se podar.
Minha sociedade atual é a solidão
Nesse mundo desigual
Onde o padre roubou o pão
Onde o pastor matou a ovelha e a comeu.
Onde o escapulário é vendido para se comprar o carro importado.
não consigo me encaixar nesse quadrado
Onde o peixe é o melhor namorado
Não é só no Brasil não
Onde se usa a verba com má intenção.
Agora estou ouvindo Train
Hey,soul Sister
É uma das minhas canções favoritas
Nessa estrada
Nessa vida!
Nesse mundo obscuro
Onde a música me faz versejar
Dando vida as vogais
Já que resolvi por unanimidade
Não gastar mais minha voz 🗣️
Em defesa do pobre coitado
Meus joelhos doeram
Dobrados
Idolatrando os fariseus
Ainda faço o sinal da cruz
E me vêem a tona
Que foram eles
Que mataram jesus!
A TUA DOR, IRMÃO
Doem-me todas as palavras
No teu corpo de solidão
Enquanto a madressilva me sorri.
A Liberdade de um grito
Cravado em mim
Que desconheço.
Doem-me inclusive as sílabas
Dos teus lábios de silêncio
Em redor da enseada.
Doem-me castiçais de prata
Transbordando corvos feridos,
E sementes que jamais germinarão.
Dói-me este pão de cada dia
Irmão,
A tua fome que encerro em mim,
O teu frio que me rasga por inteira.
Dói-me este sangue de traição,
Esta ânsia de jasmim,
Este beiral de pardais,
Pedaço de ti.
Dói-me a luz da cidade desperta.
Mata-me o desassossego do fado
Que me liberta e santifica
Num altar de cravos e madrugada…
…e finalmente já exausta de mais um hino à tua, nossa Dor
Meu irmão,
Todas as palavras me doem,
Seja qual for o Caminho!
© Célia Moura – Do livro “Enquanto Sangram As Rosas…
Ahhhhh solidão. .
Amarga como feu...
Só tu.. Só tu...
Tens a minha companhia..
Só tu.. compreendes minha dor..
Por favor, não vá embora..
Se tu for..aí sim. .
Estarei sozinha..
No escuro ... sem um pingo de amor...
O ruim do amor é quando ele deixa de ser amor, aí ele acaba sendo cruel.
O desencanto e a solidão doem e não é pouco! Não romantizam os desamores porque o desamor dói, machuca e corrói! A indiferença é o pior dos sentimentos! Quando o amor vai embora, é ele que assume! Essa parte não é nada romântica.
Ensaio
Na Tristeza destes versos,
Me encontro na Solidão de teus braços,
E fico ensurdecida pelo silêncio de tua Alma...
Pois você aqui já não mais está.
E perante tua ausência,
N'uma dor ou angústia de uma saudade insaciável,
Me vejo no impasse de apenas me agarrar à tua lembrança,
Ou de simplesmente, ir morar contigo...
Meu peito clama tua presença,
Mas nem o tempo ou Amor que regem a Vida,
Ou tampouco a lágrima que salgou a despedida,
São capazes de lhe trazer de volta.
Mas hão, de certo, me levar contigo...
Até hoje sem um amor,
para abrir a porta do meu coração.
creio que esta trancado de tanta solidão,
Não é que eu não consiga não goste ou não queira, só não abro a porta pros estranhos.
O coração nas cinzas frias da solidão desfaz silenciosamente,
a escuridão vai fugindo,e com a esperança que me resta fazendo
essa eterna ilusão.
Seu olhar puro e doce de observar vai ganhando distâncias dos meus.
Minha esperança vai acabando,e continuo caminhando na minha incerteza.
Pois a vida é uma camuflagem, para esconder minhas tristezas.
Antes mesmo do sol nascer, queria sentir você de corpo e alma,
a noite, é um momento de reflexão,de solidão que me acalma.
Pensei, sim, em desistir, muito antes de tentar, não paro por um instante até a primavera chegar.
Teu sorriso é minha lareira, teu toque me hipnotiza,
teu ouvido é como cofre, nele contém minha vida.
Tua pele me esquenta, me fortalece, me alimenta, só não me completa. Estou doente! Hoje Sou teu paciente.Meu remédio é tua presença.
Meu corpo já não se move, a Desistência tomando conta.Não consigo conduzi-lo,é algo que se esponta.
O relógio vai tocando o hipocampo se rompendo,destruindo,morrendo,
nada sobrará.
Faz tempo que não me via, espelho ao lado avistei, já não o reconhecia, somente nos olhos confrontei, criando uma fusão junto com a solidão,
eu me aprisionei.
As ilusões de sua vida
Sangrada pelas trilhas nascidas
Entre o mar de solidão
e a praia de pensamentos
Corroe a alma e o coração..
VALORIZANDO A AMIZADE
Às vezes um sentimento de solidão se faz perceptível dentro da alma.
Às vezes esta solidão de vagarinho, vagueia mansa, estreita e calma.
Mas sem demora a solidão se vai embora,
É o anunciar que um amigo chegou agora.
Amigos vêm, amigos vão...
Como um acorde de uma canção.
Mas quando chegam, mandam embora a solidão.
Sabido é que uma amizade
Pode durar uma eternidade.
Pois um amigo se leva dentro do coração
E quando se vai, fica a lembrança e a emoção.
Por isto então eu digo, abra os ouvidos
De valor aos seus amigos
Solidão carnal.
A vida baseia-se na carne, ou, a carne baseia a vida?
Primitivo, mas atual. Ser primitivo, é ser social?
Em um mundo voltado para carne, o passado se torna presente e o presente se torna solitário.
Como ser atual e não ser ultrapassado?
Anormal, o anormal é reflexivo ou o reflexivo é normal?
