Poema Sobre Solidão
-A solidão é um lugar tranquilo, raro, necessário...
É lá que a gente sempre se encontra...
- Alma, Limites e Eu
Haredita Angel
06.06.23
Nunca tive medo da tristeza
Muito menos da solidão
Mas depois que te perdi
Minha vida eu expeli
Você, meu Tuca e aí.
Ainda estás em mim
Estou aqui, sozinha
A solidão me consome
Quero viver intensamente com os meus
Mas a saudade me espedaça
Estou um trapo
Sinto saudade daquele que se foi
Sinto que não devo me sentir assim
Mas a saudade não deixa
Sinto falta dos abraços
Dos beijos
Meu Deus me ajude!!
Quero viver
Mas ao mesmo tempo quero morrer
Sinto uma falta que me disseca
Santo Deus!
Me ajude.
Sabe paixão, vejo seu rosto, seu sorriso
Sinto falta dos abraços
Das nossas horas de amor.
Ah! Essa paixão ainda existe dentro de mim
Não consigo me curar
As feridas são grandes
Ainda te amo
Ainda sinto sua falta
Reatei meu casamento
Mas você não sai dos meus pensamentos
Meu coração ainda sofre
Ainda sinto dor
Ainda não consigo amenizar a perda
Você se foi mas continua comigo
Sinto a sua presença
Estou errada... não quero te prejudicar
Mas te sinto a cada minuto, a cada instante
Me ajuda paixão
Me ajuda
Não vou conseguir sozinha
Ainda estou dependente de você
Paixão da minha vida
Meu amor brilhante
Ainda sinto o gosto de seus beijos
Ainda sinto a suas mãos a me afagar
Ainda as lágrimas descem copiosamente
Estou só
Me ajude
Oh! Deus o que fiz para sentir o que sinto
O que fiz!
Será que a vida me esqueceu!
Ainda resta eu.
Demônios e solidão
Pensando aqui…
Eu tinha o quê?
Para onde ir?
Fico me perguntando
Porque tem noites que eu choro
É uma pena, não tive a sorte
Às vezes penso
Era para ser um amorgostoso
Só queria ser coberta de amor
Mas acabou sendo algo mentiroso
Amor humilhante!
Só quero que você me ame,
Sele a minha boca com beijos quentes
E transforme minhas lágrimas em risos
Saudades!
Mas tenho medo
Há um demônio dentro de você
E a ira adentra no seu ser
Você diz que seu amor é bandido
Amor tóxico
E com isso suas asas caem
Isso me tira o sono a noite
Seu sussurro rouco me deixa preocupada
Minha carne treme
Essas noites sem sono me deixa
excitada
Envergonhada
Meus pensamentos sem filtrosobem
E vão até você
Meus pensamentos se embaralham
Não tem encaixes
A fadiga vem!
Preciso fazer uma ronda
E procurar outros caminhos
A fila tem que andar
Seja Amor retrôou amor vintage
Mas que seja um só
Quero um amor puro
Um amor que rima
Aquele amor onde os olhos sorriem
Um tônico,oxigênio da vida
Estou Pirando!
Enlouquecida!
No píer as ondas viram espumas
E as estrelas bailam nas águas
Só para me confortar
Onde andas tu, homem
A noite está chegando
Você vai soltar seus demônios
Não consigo raciocinar
Medo dos seus olhos
Eles faíscamem um tom bordô
Você os usa como correntes
E consegue me dominar
Bem sei,
No meu desespero eu fujo
Corro até à exaustão para omeu mundo
E na redoma eu penso
Mais uma noite só
Somente a solidão é minha companheira!
A solidão dói.
No entanto, quando eu estava quase perdendo minhas forças, ouvia a respiração dos meus filhos, a risada contagiante, a fala inocente e a alegria presente.
Então, meu corpo reagia, o ar voltava, e, devagar, tudo se encaixava novamente.
♪♫ A Música me encanta, fala
todo que meu silêncio não permite
dizer. Ela me acalma na solidão
ela transmite paz e ao mesmo tempo
uma inquietação de sentimentos. A
musica faz parte de minha essência.♪♫
---------------------------Eliana Angel Wolf
❝ ...Tem sorrisos que alimentam a alma,
tem sorrisos que escondem a solidão.
Tem silêncios que ensinam e tem silêncios
que nos deixam na solidão. Tem momentos
que quero fazer as coisas diferente, tem momentos
que não. Tem pessoas que amo demais e tem
outras que eu queria ter amado mais.
Nem sempre fazemos o que queremos, mas sempre
temos uma opção. Eu escolhi acreditar que pra tudo
se da um jeito....❞
----------------------------Eliana Angel Wolf
❝ ...Não sou solidão, apenas não faço barulho
quando estou em silêncio. ..❞
---------------------------------Eliana Angel Wolf
Hoje acordei com um vazio, achei que fosse fome; comi e não passou.
Uma solidão que permeava, fui pra multidão e mesmo assim me sentia só.
Aquele aperto que pressiona meu peito, coloquei uma música pra distrair, mas não adiantou.
A saudade apertou mais forte hoje, tentei ocupar a cabeça, porém só conseguia pensar em você.
O nó na garganta veio, mas decidi não chorar; preferi celebrar, escolhi relembrar dos nossos momentos felizes.
Este é o meu primeiro ano longe de você, queria te abraçar, queria te beijar; mas eu preciso aprender que para ter você comigo, eu não preciso te ver, basta te sentir.
ASTROS NA SOLIDÃO
Antes era um nada
vazio no infinito;
De forma gentil e calma
Você invadiu meu ser...
A lama se tornou cristalina
O céu ensolarado...
As estrelas antes apagadas
Iluminaram-se com teu sorriso.
Um sentimento tão grande
Capaz de sufocar a mais pura alma
Desponta do nada;
Os corpos são como o sol e a lua,
Que se amam mas estão longe...
Separados pela distância
Unidos pelo coração.
As noites são longas
Intermináveis momentos de solidão...
Na cama vazia
Um travesseiro recebe o abraço pertecente ao teu corpo.
A face aparece em sonho...
Breve momento de carinho
onde os corpos se encontram
E se amam.
Sua vida entra na minha
E em fração de pequena eternidade
A felicidade invade o ser.
O sol aparece
A lua se vai
A solidão desponta
Mais uma vez só
No meio da Multidão
Cercada de pessoas sem calor
Não há seu rosto
Seu sorriso
Não há nada
Somente a lembrança da noite que se foi!
Flutuava no vazio da solidão
Me vi só, e minh'alma sofria
As lágrimas molharam minha face
Mais uma, das inúmeras vezes
Até que senti um afago n'alma
Então percebi ...
Flutuava nos braços do Pai
Era Deus.
Quando a chuva trouxer a solidão,
junto a ela faça uma cantiga,
mesmo num dueto sem afinação
e que seja saudosa, até antiga
Assim lavando a sua alma
em horas de muita paz,
sua mente ficará em plena calma
junto à meditação que a chuva traz
... pior solidão
é a que nos distancia
de nós mesmos...
De tudo somos; de tudo
que lutando já conquistamos;
e não poucas vezes nos
esquecemos!
Fiel Solidão
Sinto as retinas repletas
de ilustrações vivas,
que pulam na minha carne.
Deslocam-se subitamente
nas minhas veias
ao sabor das visões da memória.
Fiz-me refém
neste ponto de tempo.
Sequestrado pela sombra do silêncio
abandonado por mim,
desvalido e requisitado
pela irreversível circunstância.
Agradeço-te fiel solidão.
Quando todos partiram,
tu nunca me abandonaste.
Motim Plumitivo
A imortalidade é uma infinita solidão.
É necessário morrermos muitas vezes
para inferirmos que o íntimo da Vida
é um ápice cintilante, e renasce a cada instante.
As quatro subdivisões do ano morrem profundamente
no colo do mundo. Ressuscitam os seus padrões
climáticos pelas formas do sentimento:
perfumes melódicos que revelam o mundo interior
das almas. À superfície de um lúcido minério
todas as existências são instintivamente sublimes.
As pétalas da consciência coabitam os pensamentos
torturados pelas noites geladas dum solitário poema.
E assim permanece o motim plumitivo:
que escorre da minha pena.
Quem caminha na solidão,
mas tem o coração repleto de Amor, em todos os caminhos
nunca irá estar sozinho.
ESCRITA. A ODE DA VIDA:
A bela arte de escrever.
Recorrente à beleza da solidão,
Vertente de sutil inspiração.
Manifesto de amores e atores,
Quiméricos personagens,
Precursores da paixão.
Quiçá, antagonistas da razão.
Escrever, seja talvez migrar
Ao infindo... Universo prosaico,
Que emana
Da alma do infinito crer,
Que respira a ode.
Que inspira o ser.
Vê-se à escrita, poética ou prosaica
O plasma!
O nume!
Assim diria o bardo
Em seu brado poético.
Não há alfa e nem ômega!
Quando se abre os olhos,
E respira-se a atmosfera,
Dar-se início a vida!
Ao fecha-los sem atmosfera,
Nada se consuma, a vida enfim,
Inicia-se.
Assim, à realidade da escrita,
Nem princípio, nem fim.
SOLIDÃO:
A solidão que vive
É a solidão que morre
A solidão que fica
É a solidão que vai
A solidão que alenta
É a solidão que mata
Solidão...
E faz os nossos sonhos
Viajar no tempo
Buscar nossos mitos
Se perder nos sonhos
Solidão...
E cada vez que teu relógio
Marcar mais um, mais um, mais um...
Ele está te dizendo menos um menos um...
Solidão...
POETIZANDO:
A poesia não pede palco
Não demanda aplausos
É solidão, intimidade e paixão.
É sentimento que freme
Num turbilhão de emoção.
A poesia é marginal...
O poeta capital.
Não possui ser nem autoral
É abstrata atemporal.
DIVINA TRAGÉDIA:
Eu tenho medo, medo da solidão dessas capitais.
Eu tenho medo, esse medo me faz ser capaz.
Medo, medo, medo.
Eu tenho medo da loucura das maquinas dos homens a malograr
Eu tenho medo sim, medo do progresso, esse ‘Deus” mendaz, capataz
Medo, medo, medo
Eu tenho medo da Brasília pomposa e tudo que há
Eu tenho medo de tudo isso, do porvir, regressar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos sonhos não sonhados, ou que há de sonhar
Eu tenho medo da distopia que não sabe sonhar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo do discurso formal que se faz capital
Tenho medo de tudo que é certo, de certo, se há
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos livros que não se ler
Dos tidos e lidos que se pode ver
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos verdes das “matas”
Do ouro amarelo do seu céu estrelar
Medo, medo, medo
Eu tenho do jardin de infância, seu vestibular
Eu tenho medo porque medo é constância em seu habitar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo pela cor do nagô pelas “moças” que há
Tenho medo dos rios que fenece sufocando o mar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo das chuvas acetas à primavera que virá
Eu tenho medo da morte que mata o pulsar
Medo de seu tenaz preconceito e tudo que está
Medo, medo, medo
Que o medo me faça de resistir incapaz.
Medo, medo, medo.
