Poema Sobre Solidão
A quem teme a solidão.E pode sim teme-la,quem a teve bem de perto,entende o real sentido de um vazio interior.Olhar para si e perceber que em algum momento errou,e por isso motivo está só consigo mesmo,olhando de frente a um espelho uma imagem,que jamais pensou em ver.A imagem de um rosto triste,envolvido a lágrimas.
A solidão é momentanea,são apenas algumas horas ou talvez minutos que passam muito rápido pois a angústia é tão grande que logo a pessoa consegue ressurgir daquele vazio e tentar prenche-lo o mais rápido possivel,seja em má ou em más companhias,isso depende de quem atende o telefone.
Portanto plante seu jardim,para que ele pemaneça sempre colorido,cheio de vida,porque muitas vezes o dinheiro não compra a felicidade e nem manda buscar.
Viva sempre pensando na hora seguinte,todo mundo é importante na vida,quem tem uma boa convivencia seja ela com o porteiro,com o atendente da padaria enfim,não se sente sozinho.Em momentos de solidão uma única palavra como um boa noite,acalma a alma,e não deixa a agonia de ser apenas alguém em uma multidão de pessoas estranhas.
Feliz de todo jeito...
Não existe solidão, aliás, existe, mas o modo como ela vai ser encarada dependerá dos olhos de quem vê, afinal, existe ou você quer companhia melhor que a sua própria? Se a sua companhia não agradar nem a você mesmo, como poderá agradar ao outro?
Seja sempre uma boa companhia para você mesmo, assim, nunca estará só, porque se ficar só, mesmo assim nunca estará, pois a sua própria companhia já será o bastante para se sentir agradado, afinal, como diz o ditado, 'é melhor só do que mal acompanhado'. É preferível dividir a nossa própria solidão com nós mesmos do que com quem não valha a nossa presença. Vendo a solidão dessa forma, ela vira excelente amizade, cabe então a você ser bom para si mesmo.
Estar com quem se gosta e vale a pena é ótimo e sempre será, mas você sempre será necessário a você mesmo antes de qualquer outra pessoa.
Hoje eu estou só,mas não carrego solidão.
hje eu não guardo nem lembranças boas nem más
eu vivo tdas as emoções e deleto da minha mente
Viver com o orquivo cheio é lerdiar o instante maximo de minha FELICIDADE'-
Por causa da profunda tristeza
hoje não acordei cedo,
sentindo a frieza nos ossos
da solidão e dor.
Que têm sido minhas companheiras
nesta caminhada estreita
para o Reino de meu Senhor.
Parar não posso, nem desviar-me vou,
se não tenho certeza
na quietude espero,
a provisão
que não falta,
Vinda de meu Senhor.
Revoltar-me, Jamais.
Pois, não sou eu que vivo mais
E sim quem vive por mim,
que peleja e me defende
das mãos de satanás.
É Jesus Cristo o meu Salvador.
Aquieta-me a alma,
Quando eu sem calma,
na oração peço socorro.
O meu coração recebe o refrigério
Para eu seguir meu ministério
de crer em Deus
Por Jesus Cristo o Senhor.
Solidão
Solidão
Não é doença
É uma sede saudável
Um sinal natural de que estamos
precisando de companheirismo
Assim como a sede nos leva a beber água refrescante, os sentimentos
de solidão devem nos mover a procurar boas amizades
A noite do cais
Não há pior solidão
que a companhia de quem não nos ama.
Vago por minhas ruínas,
não me escondo de minhas memórias.
A noite do cais
permeia entre a irrealidade das estrelas.
A noite do cais
é a agressão do mar negro.
A falta de luz torna tudo descortês.
Torna o mar negro.
Torna-o num carcereiro cruel das angústias
que sufoca as pedras com a maré,
no escárnio da ansiedade.
O mar não ama ninguém.
Nem as pedras, nem o cais, nem a mim.
Como quem não é amado,
o mar destrói a pedra aos poucos,
reduz à areia, manipulável, triste.
Não há pior solidão
que a companhia de quem não nos ama.
O vento em minha solidão me abraçando
Faz com que eu me sinta melhor.
A chuva comigo chorando
Não me deixa sofrer só.
Os pássaros em meu lamento cantando
Ajuda-me a levantar.
A esperança no olhar de uma criança
Motiva-me a lutar.
Não se deve ter medo da solidão, ela não trás medo nenhum se for comparada com uma má companhia.
Na hora certa e pelas circunstâncias certas, ela será substituída por quem valha a sua presença.
Tranquilize-se, o segredo é não procurar e não esperar essa hora acontecer. Relaxe! Deus determina.
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No meu mundo não existe solidão
No meu mundo não existe tristeza
No meu mundo não existe desigualdade
No meu mundo não existe preconceito
No meu mundo não existe morte
Na verdade meu mundo não existe
ANABIOSE DA PAIXÃO
Enquanto ergue-se em mim
Um monólito de bem-querência á solidão,
Lá fora a rua é quase calmaria
Pois o rádio ---- ainda que
Ligado ---
Ajuda a compor o quadro
Do augusto mutismo altruísta, sereno,
Sábia atmosfera de reflexão recrudescendo.
Após tantas e tantas esperas
Pela ignescente e fulgurosa
Aurora boreal, sem
Que houvesse uma sequer
Negativa ou positiva resposta,
Apaguei a chama da esperança:
Cerrei-lhe a porta!
Preferi o porto seguro do vácuo
A prosseguir contumaz
Em minhas andanças
De exitoso náufrago.
Porém a voz da minha consciência
Diz que é cedo demais
Para eu relaxar,
Me deixar entregar ao embalo
Dos hartos e meigos braços
Do réquiem do apaziguamento
No mar da expansão engolfado.
A bem da verdade,
Ela me alerta:
Diz a mim que o náufrago
Não se dirigiu ás estâncias
Do reino do Morfeu perpétuo.
Não,
Ela me diz que ele escapou
Das garras do limbo da letargia eterna
No momento em que minha visão-caminho
Singrou o caminho da jóia
Divagativamente
Ametista-Névoa
Que no meu jardim aflorou áquela hora.
Sim, um copo-de-leite roxo
Libertou-me, de novo,
Do cárcere da benfazeja embriaguez voluntária.
Sim, um copo-de-leite roxo foi o suficiente
Para revelar que o crepúsculo
Definitivo da chama, na verdade,
Era o ouropel da morte:
O coma, o coma!
Ah, mais que dolente engodo:
Agora é que descubro
Que meu monólito de bem-querência á solidão
É um dantesco absurdo!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
Escolhas
E caminhas tu na rua deserta da solidão
Nega-se a abrir os portões do cárcere
Pois é mais fácil viver á sombra da despedida
do que guerrear com a vida à própria sorte...
Ora direis dos versos que te fiz
Aprendeis com o vento, no lamento do sol
Mais vale amar uma rocha e lapidá-la com o tempo
Do que ter em mãos um diamante frágil
O destino é um trem sem estação
Pois guardais no vagão só o que nele cabe
Não perderei tempo planejando a viagem
Embarco, sonho, olho as paisagens
A medida do amor é não ter medida certa
Porque a paixão é rua deserta após a tempestade
Quando um coração se mostra de verdade
Não há como sucumbir a alma e apagar o que se sente...
Viveis hoje o que lhes cabe viver
Sonhais só amanhã com o anoitecer
A vida assim como o amor, também é passageira
E num piscar de olhos, apagam-se as estrelas...
Vão passando as horas no limiar do tempo
Na covardia das sombras a nos assustar
Rasguem o destino, quebrem as amarras
Pois meu coração não vos deixarei selar!
O Amor é ilusão
Porque você se entrega
E termina na solidão
Sem chão...
Tudo começa numa troca de olhar
E após um beijo termina em um só par
E depois quando chega o momento de parar
É ruim quando se tem vontade de continuar
Porque se deixou apaixonar...
Quando se ama
Acende a chama
Não se tem fome
Tudo que é de ruim some
E a chama se mantém aceza
Porque quando há amor há pureza...
Mais quando se conhece o mundo
Quem é fraco se corrompe
Pela vida que é do homem
E o amor se consome...
Porque o amor quando é fraco
Não suporta a ilusão
Que o mundo transforma em ação
Que no final termina em solidão...
A M A N T E S
Corpos desnudos, pensamentos de lascívia,
Almas candentes, desprezando a solidão.
Amantes rudes na alcova permissiva,
Cheiram a suor sob os lençóis da inquietação.
Sol já se pôs, caiu solene o véu da noite,
Ambos molhados sobre a cama incandescente.
Lá fora é frio, madrugada traz açoite,
Corpos sedentos, excitados e carentes.
Insinuantes, tal riacho em curva mansa,
Beijos profundos, sofregando de emoção.
Mais uma noite, e os amantes não se cansam,
Pois a luxúria lhes embala o coração.
Mas o destino tem também os seus caprichos,
Aos mais incautos, sempre é bom se prevenir;
Achou por bem deixar um deles aos suplícios,
Levando o outro a triste sina por trair.
Pois o marido, ao confirmar a anomalia,
Num gesto insano de angústia e morbidez,
Matou o amante e se matou, por ironia,
Deixando à amante, a dupla dor da viuvez.
dissimulação
uma dúvida
de alma
une-se ao corpo
respirando pelos poros
exalando solidão
é tarde
é noite
onde é exatidão?
em que sombras
do meu rumo
escondem-se certezas
fazendo da angústia
meu campo de visão?
eis-me o vento
eis-me a vida
que o silêncio anuncia,
o poema me ocupa o dia.
“Santo ou demônio”
Atitudes tão estranhas, sentimentos sem fim, solidão como forma de alívio, busca vaga, uma estrada sem leis.
Busca inacabada por aquilo que se perdeu, um longo período de marasmo, só não chore desta vez.
Cavalgue pelos mais penosos caminhos, a chuva e a tempestade ás vezes podem trazer um amor; suspire.
Demônios têm o dom de perturbar nossas almas, a sua flor é recheada de espinhos, tormenta distante.
Espreite a batalha insuperável, o inferno é uma bela canção e teu paraíso está apenas em construção.
Fundamental é acordar e sentir-se bem, não importa o mal que se fez; errado outra vez.
Generosos são aqueles que enxergam um pouco mais com o coração, homens castos, defeitos que emanam soluções.
Harmoniosas são as palavras que curam as dores, não possuo esta felicidade, minhas palavras murcham a flor.
Insistentes foram os romances, exigentes as decepções; tanto faz um abraço ou um sorriso, nunca tive noção.
Jeitoso quando acaricio com minhas mãos, jubiloso quando digo não, justiceiro ou não é apenas escolha; opção.
Solidão
“Hoje posso sentir
Aquela mesma sensação
De não estar sentindo nada
É a solidão que se tornou
Mais uma vez
Intima minha
Mas se perguntarem
Se me sinto só, direi que não
Estou junto de minha
Amiga intima,
A Solidão.
Esta intimidade
Está tornando
Minha vida mais vazia
E o que aproveito dela
È apenas poesia
Solidão!
Para qualquer pessoa
Se torna emoção,
Para um poeta
Pode até virar canção
Para quem ama,
Aperta o coração
Mas para mim...
...Ela é simples assim:
Me acorda na madrugada
Vem vigiar meu sono
E no meio da multidão
Vem trazer-me o abandono
Ah, solidão
Só te peço que não me traga
Lembranças brancas,
Apagadas
Pois quero viver das cores
Que encontrei pelas estradas.”
POEMA DA SOLIDÃO
Serei tão secreta
como o tecido da água
e tão leve
e tão através de mim deixando passar
toda a paisagem
e todo o alheio pecado
do gesto, da presença ou da palavra
que logo que a tua mão me prenda
me não acharás:
serei de água
Sem aquela que amo
A lágrima rola
Feito um café que derrama chão a fora
Feita a solidão
Que na madrugada me assola
Sem aquela que amo
Só me resta sufocar nessa dor que me afoga
Agora!
