Mudar de Cidade
“” Em uma cidade de papel
Nossa história
Ainda é página em branco
Nas ruas delimitadas por linhas
Tortas ou não, rabiscam.
Ditadas pelo destino
Poemas serão
Quem sabe a dor sufoque a alma
Até conhecer o amor
No desenho do nosso coração...””
Não é a cidade
é você
hoje ali é aqui
num voo só
tudo rápido
e rasteiro
certeiro como flecha
direto como pensamento
assim não há desculpa para dizer
que não se vai
nem vem
vai e vem
a pé ou de trem
vá e venha
se atenha
ou passe a outro a senha
e vire história.
"" Desceu a lama
e junto desceu a dignidade
a felicidade
a cidade
só ficou barro e calamidade
diante de tanta tristeza e dor
que não falte solidariedade
que não falte amor...""
" sob o telhado, leopardo urbano mia de amor
a cidade dorme, o caos dá um tempo
solidão acorda o poeta
que acostumado torce para que o romance dê certo
mas parece que ela, hoje não quer
resignado,vaga pelos muros
cantando, madrugada afora
sua triste canção...
Há de ser feliz
contra tudo e contra todos
porque felicidade é uma cidade
onde vive quem quer e aprende
dissolver qualquer tristeza
e ver na vida a beleza
mesmo que algum espelho, diga que não...
Um a um tomam a cidade... Os pêlos do corpo levantam e os pés pisoteiam calçadas e ruas... Os gritos da revolução ecoam novamente... Lágrimas escorrem... Estamos dispostos a tudo mais uma vez... Saímos em uma diáspora de paz para tomar de volta tudo que nos roubaram... Viva o ativismo! Viva a revolução!
O lugar, a rua, a cidade pouco importa.
Desde que seja ainda nesta vida.
O nosso encontro.
Dois corações.
Que se buscam.
E perseguem com coragem, através do tempo, e de outras vidas.
Escrever uma linda história.
Para que o sentir não fique no "e se".
Mas que se torne real.
Como o amor, que é imenso.
E que muito em breve, nossas chaves abram a mesma porta.
Pois ali será o novo endereço da felicidade.
.
Mas... ai de mim!
Era moça da cidade.
Escrevia versos e era sofisticada.
Você teve medo.
O medo que todo homem sente
da mulher letrada.
Não é preciso uma guerra para tornar uma cidade em terra arrasada. Basta eliminar as suas indústrias.
Dia da primeira consulta marcada em uma clínica psiquiátrica na cidade de Goiânia/Goiás. O paciente, meu tio Mário, que, embora aparentasse uma pessoa lúcida e inteligente, frequentemente passava por graves crises esquizofrênicas e distúrbios mentais que já lhe acarretara até mesmo riscos à sua integridade física.
No consultório da Dra. Michelle, minha tia Marta, acompanhante do paciente, ouvia, atônita, a conclusão da psiquiatra.
- Seu irmão não apresenta qualquer disfunção ou distúrbio mental. É uma pessoa definitivamente normal. Mais normal até mesmo que muitos de nós. Não há necessidade para nenhuma medicação.
Sem argumentos para contestar a conclusão médica, minha tia decidiu procurar um outro psiquiatra. Quando saíam do consultório, a Dra. Michelle quis saber o que acontecera ao olho direito do meu tio, que perdera a visão em um acidente quando ainda era criança.
- Foi um policial da ROTAM que furou – respondeu ele, fazendo gestos com as mãos enquanto explicava o acontecido. – A gente estava brincando com espetinhos, sabe, Dra., espetinhos? E ele furou meu olho! – concluiu, para o espanto da psiquiatra, que reviu sua posição anterior, e prescreveu-lhe alguns medicamentos controlados.
Chegando em casa, perguntei-lhe porque inventara aquela história para a psiquiatra.
- Ora, o meu olho não foi atingido por um espeto enquanto eu brincava com o João? Pois é, hoje ele não é um policial da ROTAM? Então, eu não disse nenhuma mentira. Foi um policial da ROTAM que furou meu olho com um espetinho! Ela não me perguntou quando isso aconteceu!
Não consegui conter a risada. O meu tio era mesmo mais normal e inteligente que muitos de nós. Se ela tivesse conversado um pouco mais com ele, correria o risco de concluir que o louco ali realmente não era ele...
Do que eu gosto em Bruxelas?
Da diversidade.
Da idade.
Da cidade.
Das diferenças.
Dos semelhantes.
Da individualidade conjunta.
Do respeito ao conjunto,
e à individualidade!
E de mim, quando estou por aqui!
quando você está ne uma cidade grande sua mente fica barulhenta,, quanto está numa cidade pequena reina a paz interior.
CONTO DE UMA MULA
Depois de passar um tempo fora do Brasil, voltei para minha cidade que tanto gosto. Chegando, fui ver o que havia mudado e saber as novidades. De “tão grande” que é, em poucas horas, consegui me atualizar sobre tudo.
Terminando o passeio, perguntei ao meu irmão onde poderia conhecer as meninas bonitas da cidade pois, pelo que me lembrava, era nas feirinhas de artesanato na praça principal, mas muita coisa mudou...
- Mas quero conhecer as meninas que têm uma beleza compatível com a minha! – exclamei em um tom bem sarcástico.
A procura não demorou dois dias. Não sei o que meu irmão fez, mas conseguiu me apresentar uma linda garota. Muito linda mesmo, só vendo para acreditar. Marcamos de sair algumas vezes para conversar e nos conhecer melhor. Quantas coisas conversamos... E eu ficava cada dia mais apaixonado.
Vinte dias depois estávamos namorando.
Ela falava de mim para as suas irmãs. Falava tanto que até ganhei um fã clube na casa dela. Toda a família, até o pai era meu fã sem nem mesmo me conhecer, pode isso?
Marcamos um dia para que pudesse visitá-los e enfim conhecê-los. Chamei um amigo, Frederico, e sua namorada, que era amiga da minha futura esposa, para irem juntos. Sim... Eu já estava pensando em casamento!
O grande dia chegou, a aventura estava apenas começando, iria conhecer a família dela no alto do São Francisco – e não pense que o rio, São Francisco é o nome da fazendo do meu futuro sogro e eu estava me achando por isso.
E lá fomos nós!
Saímos na madrugada de um sábado, em uma Brasília. Chovia tanto, até certo ponto estava tudo bem, isso enquanto estávamos em uma estrada de asfalto, mas depois... Aquele depois de mineiro sabe? Tudo tinha barro, as estradas, os meus amigos e a minha futura esposa, mas eu continuava me achando.
Os morros eram tão altos que pareciam que estavam nos levando para o céu. Cheguei a pensar em desistir, mas pensei bem e tudo parecia ser uma prova de amor onde eu estava sendo testado (mudança de posição – melhor adequação de leitura) e se eu falasse que queria desistir da viagem iria parecer má vontade minha de conhecer a família dela e todo fã clube criado para mim.
Levei uma prosa com meu amigo Frederico e com meu motorista que garantiy que nada iria nos impedir de chegar lá:
- Já dirigi em condições piores que essa, meu rapaz! E já estamos quase chegando.
O “quase chegando” demorou a manhã toda. Eu já não sentia minhas pernas, elas estavam dormentes, pois no banco de trás não tinha muito espaço para esticá-las.
E finalmente chegamos! Eu estava feliz em poder esticar minhas pernas e minha futura esposa em rever seus familiares. Todos estavam esperando no alpendre (nas fazendas é assim que são chamadas as varandas, né?), foi muto legal. O pai dela nos esperava bem na porta e, assim que chegamos ao alpendre, ele despachou as mulheres para a cozinha ficando lá apenas Frederico, ele e eu. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas a vergonha de pedir falou mais alto.
Se me perguntarem sobre o que conversamos, não saberei porque meu foco estava todo na minha bexiga – prestes a estourar – e que a cada minuto a minha vontade de ir ao banheiro aumentava. Lembro apenas que ficamos um bom tempo lá.
Foi minha futura esposa quem me resgatou. Certo momento ela apareceu para avisar que o café estava pronto e para acompanhar tinha broa de milho e queijo “fresquim”. Aproveitei a deixa e fui ao banheiro – QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! O único problema é que a descarga era aquela de caixa que tem que esperar encher para poder usar e eu tive que ficar esperando para conseguir dar a segunda descarga. A demora foi tanta que na hora que cheguei para tomar o café, a broa já estava um pouco fria.
Conversa vai, conversa vem... Fui percebendo que já tinha conquistado meu sogro. Pensei que estava tudo bem e na paz até que ele me chama para dar uma volta pela fazenda e conhecer a cabeceira dela. Não pensei duas vezes e respondi:
- Vamos sim, vou adorar o passeio! Essa fazenda me lembra a do meu avô.
Meu erro foi imaginar que iríamos de carro. Todo o passeio foi feito a pé (nossa que sofrimento!). Nunca tinha visto e subido um morro tão íngreme. A sensação que tive foi que estava subindo deitado e acho que tudo que comi assim que chegamos foi queimado no “exercício” que eu fiz. Fizemos uma parada em um lugar lindo e a vista de lá de cima era tão bonita. Ficamos um pouquinho por lá e meu futuro sogro já começou a andar novamente.
- Achei que nosso passeio acabava aqui. – disse a ele meio assustado
Ele riu e respondeu:
- Não chegamos ainda não, menino!
Andamos mais uns 20 minutos – detalhe: era só subida – para aí sim chegarmos à tal cabeceira da fazenda. Graças a Deus! Se tivesse que andar mais um pouco meu sogro iria ter que descer comigo nas costas, eu não tinha mais força nas pernas para dar um passo sequer.
A vista da cabeceira era muito bonita e a caminhada por lá não era tão ruim assim. Meu futuro sogro me levou a uma parte que era mata bem fechada, assim que chegamos lá ele começou a contar sobre cobras que viviam ali e não era qualquer tipo de cobra, não... Era uma tal de “jararacuçu”, se o nome já é difícil de ser escrito, imagina o quão pavoroso esse bicho deve ser (só de pensar eu morro de medo).
Onde estávamos era tão alto que o nome da fazenda (Ato de São Francisco) começou a fazer sentido. Lá eu realmente me sentia bem perto do céu e de São Francisco.
Começou a escurecer, minha apreensão de estar lá em cima começou a aumentar. Perguntei para meu futuro sogro se não já estava na hora de voltarmos. Ele percebeu meu medo e retomou a conversa sobre as tais cobras e seus perigos antes de começarmos a descida de volta.
Durante a descida ele me falava que elas, as cobras, cruzavam sempre esse caminho que estávamos fazendo para chegar ao ninho delas que era ali bem perto. Não esperei uma só palavra a mais dele e corri feito um corisco, chegando primeiro que ele em sua casa.
Depois dessa “fuga” eu só pensava: “Putz! Minha apresentação está indo de mal a pior. ”. Mas não terminou por aí não! No dia seguinte levantei bem cedo para tomar café e mais uma grande aventura me esperava. Imaginam o que era? Andar a cavalo! Dessa vez não iria desapontar minha digníssima futura esposa. Eu adoro andar a cavalo, vocês nem fazem ideia! Ele é meu animal preferido.
Então lá fomos nós, meu futuro cunhado trouxe os cavalos e logo me deu as rédeas de um bem pequeno, parecido com uma mula. Parecia que já estavam adivinhando que eu não me daria muito bem. Sim, eu disse que adoro andar a cavalo, mas a verdade é que eu não entendendo muito bem desse animal e as vezes que andei foi com meu pai.
E lá estava eu sentado na garupa dele.
Uma coisa que dizem sobre os cavalos que é verdade, é que eles têm uma percepção muito aguçada sobre quem está montando, se a pessoa tem ou não experiência ou até mesmo convivência com eles.
Bom, estava na cara que eu não tinha nenhuma experiência com cavalos. Assim que montei, o cavalo saiu em disparada em direção à porteira e eu não conseguia fazê-lo parar. Quem me salvou de passar uma vergonha ainda maior foi minha futura cunhada que foi ao meu encontro e conseguiu nos parar. Logo que todos montaram, começamos a nos movimentar e mais uma vez a minha mula saiu na frente em disparada. E, para piorar (mudança para ficar mais harmônica a leitura), eu não sabia como pará-la e muito menos onde era o freio do animal. Ela só parou porque fomos de encontro com uma porteira e todos estavam gritando ao fundo, mas assim que consegui abrir a porteira ela saiu em disparada novamente como se estivéssemos em uma corrida e, com isso tudo acabei batendo meus joelhos na porteira e indo parar no chão enquanto a mula corria pasto a fora. De longe essa foi a pior parte da minha apresentação aos pais da minha futura esposa.
Depois que eles garantiram que eu não tinha me machucado seriamente, as risadas começaram e tudo por causa de uma mula que não entendeu meus comandos e não me respeitou. No fim da história quem se saiu como super star foi a mula!
Estava envergonhado por todas as más impressões que causei, mas no fundo, e apesar de tudo, todos gostaram de mim e eu conquistei minha amada e sua família, mesmo com as mancadas.
Terça-Feira, Madrugada
Noite enjaulada
A Cidade parece escondida
Paisagem parada
Não vejo sinal de vida
Trancaram todos os portões
Estou sozinho comigo
Chego a ter medo dessa paz
Que se abriga em todos os quintais
Todo Mundo foi dormir mais cedo
A cor da luz da noite
É daquelas que se vê raramente
E eu ouço aquele característico
Som que sempre emana do silêncio
Seu tímbre tem algo de místico
Abafando os ruídos da noite
Estalidos e crepitares
Imagino ouvir distantes
Quebrares de ondas que vêm de algum Mar
A Lua tem ar suspeito
Daqueles de quem sabe algum segredo
Mas não conta pra ninguém
De jeito algum
Há anjos em pé, por sobre as nuvens
Fachos de luz, quase que imperceptíveis
Cruzam os Céus em movimentos lentos
Modorrentos
Parece que a qualquer momento
Virão pairar pertinho da janela
E anunciar que é hora de partir
Pra algum lugar
Onde eu não quero ir
Desejo boa noite
Apago a vela
Vou dormir
Sou um ignorante da cidade ou até um sábio selvagem da favela, mas que nunca quis retirar de ninguém o que não me pertence;
*Amor do Campo
Marise morava na cidade. Trabalhava como secretária em uma empresa de grande porte, mas estava cansada daquela vida de escriturária.
O trânsito, o barulho, a poluição, a violência.
Tudo isso a sufocava.
Um dia, Marise decidiu mudar de vida, partiu para uma pequena área em Paraty.
Preparava-se para trabalhar no sítio .
Arrumou suas coisas e foi morar no campo. Sol e leve brisa vindo do mar.
Comprou um sítio pequeno e começou a plantar hortaliças e criar animais.
Marise conheceu um rapaz alto, de olhos verdes, que também morava no sítio ao lado.
Ele era sitiante há muitos anos.
conhecia tudo sobre a vida no campo.
Marise despertava uma vaga lembrança de que o conhecia desde jovens Formou-se a amizade, e o rapaz virou amigo do peito.
Passavam horas conversando sempre que podia.
Trabalhando, batalha dura da vida, os sonhos, os planos. Aos poucos, iam produzindo tudo que podiam, inclusive o sentimento de amizade formando inseparáveis momentos.
Fortificar não só o campo, mas a mente.
Produziram muito. Uma união intensa, pelo sítio, pelas plantas, uma espécie de paixão e cumplicidade agrícola. Plantar, Colher coisas bons no futuros
Plantavam as hortaliças, frutíferas. Sentavam-se na varanda para contemplar o pôr do sol e prosear.
Plantaram a semente, a amizade eterna da vida.
Assim como as pedras
Não podem ser chamadas
de cidade
Minhas palavras eu sei
Que não dizem nada
Meus pés não fazem a estrada
Minha alma
há muito desenganada
já sabe que asas
Não significam liberdade
Palavras no alto da montanha
Ecoam
Há muito eu estou lá
gritando à toa
Saber escrever
Em linha reta
Não faz, nunca fez
e nem fará jamais
de mim um poeta
Silêncio e nem dinheiro
trazem paz
A luz do Sol
não faz o dia
Tentar achar a paz perdida
Não traz mais
Harmonia
em minha vida.
Sair da pressão da cidade, não pensar em nada (ou pensar em tudo, mas com leveza na alma), não olhar para o relógio, sentir o sol, ouvir cada barulho por perto, principalmente o barulho da água ou o canto dos pássaros, respirar se permitindo sentir cada aroma ao redor…
Ah, que riqueza! Uma riqueza única, pessoal e que não se traduz em uma batalha insana para “deixar para alguém como herança”. É um presente de Deus para nós. É um carinho de nós para nós mesmos.
Quantas vezes, no nosso dia a dia, notamos que nem estamos respirando direito, comendo, dormindo direito, tomando água, nutrindo corpo e alma? Quantas vezes…
Quantas vezes fazemos refeições em pé, monitorando cada segundo para dar conta de tudo. Quantas noites passamos virando de um lado para o outro, pensando em problemas cuja a solução não está ao nosso alcance…
Quantas vezes nos percebemos com a mandíbula dolorida, tensa, a língua presa e a respiração quase que escassa(apenas o suficiente para existir).
Em meio a isso tudo, uma vida (no sentido literal). Um coração, um corpo, uma mente, um espírito; todos exaustos e prestes a parar, afinal, nem um recebe os cuidados mínimos.
Mas antes que essa vida pare, paremos nós! O trabalho, onde vc será substituído em um ou dois dias após não existir mais, continuará lá, funcionando. Sua cadeira será ocupada por outra pessoa.
Suas contas logo serão esquecidas. Suas conquistas serão engavetadas e talvez lembradas por alguns. Seus filhos, é certo, chorarão, mas em breve também seguirão suas vidas e, talvez, em dias específicos, lembre-se de você . Seu marido, sua esposa, também precisarão seguir em frente. E talvez essa nova pessoa seja o seu extremo oposto, alguém que tem mais tempo.
O fato é que, a gente precisa normalizar o silêncio. Respeitar nossos limites e impô-los a quem quer que seja. Precisamos aprender a sair da presença de alguém e deixar aquela conversa dificil por lá. Sair do trabalho e deixar lá, todo e qualquer assunto que diga respeito a aquele local (afinal, já vendemos diariamente inúmeras horas das nossas vidas para um CNPJ. Não precisamos vender a alma também).
É preciso cultivar relações e hábitos que ficarão, mesmo quando chegar a hora de partir. É preciso ser mais que lembranças na parede de alguém e ser a recordação de momentos em corações diversos. É preciso ter o prazer de dormir uma noite inteira e de acordar no dia seguinte ouvindo a grandeza de Deus à nossa volta. E compreender o quão rico somos se pudermos ver OU ouvir OU falar OU andar OU sentir OU pensar. E se pudermos tudo isso então, somos MILIONÁRIOS. Muito mais que muita gente…
