Mudar de Cidade

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SONETO

A PONTE DA SAUDADE

Havia uma ponte sobre um rio,
Um rio que cortava uma cidade
A carne que gemia, um calafrio
Na ânsia de sentir uma saudade.

A ponte de tão frágil, caiu na` água
Só mágoa, num suspiro se afogou
Agora se travessa o rio a nado
Corrente dos desejos se quebrou.

As almas traspassadas em dores cruciantes
o rio e a cidade afastados hoje choram
a sorte esquecida, da ponte e dos amantes.

Mas a ponte da esperança não tem chão
na mente dos amantes que se encontram
distante da cidade do desejo e da ilusão.

Inserida por EvandoCarmo

"Nasci numa cidade pequena do interior da paraíba. Monteiro, lá ainda não tem água encanada nem esgoto, mas disseram-me que em breve o rio são francisco será desviado para lá.

Acho que isso não é verdade, quem poderia fazer tal obra, cavar todo o sertão para levar água a meia dúzia de nordestinos famintos, pessoas sem muita importância na cadeia social?

Não será mais uma promessa de campanha de algum candidato desesperado?

Os senhores sabem, que em época de eleição os homens fazem mais milagres do que os santos!"

De algum livro que não escrevi...

Inserida por EvandoCarmo

CRÔNICA PARA BRASÍLIA


Brasília, cidade das belas formas, de sons e encantos diversos.
Não és a mais bonita, nem a mais importante por conta do congresso.
És bela sim, de forma arquiteta, como ninfa de apolo, de flores de concreto.
Teu lago doce e puro, sob um céu azul discreto. Tens a Água Mineral e um parque a céu aberto.

Brasília das cantigas, de bois de Teodoro, de tantos sons herméticos, do reggae de Renato Matos, ao jazz de Renato Vasconcelos.

Do samba ainda menino, do Rock do Porão aos blocos do asfalto. Brasília da política, dos donos do planalto, das CPIS, das pizzas, dos sábios Collors e tolos Jéfersons. É tua vocação, vencer as turbulências, cortar na própria carne os males-desafetos.

Assim serás madura, à custa dos teus braços. Quem vem da ditadura, por certo sabe bem, que a um povo pacífico a liberdade sempre vem. Diretas de Tancredo, o povo no poder, o teu dever de casa honraste ao fazer.

Contudo não é cedo pra quem sabe sonhar, quem sabe um filho teu irá governar.
Será de sobradinho, Ceilândia ou do Guará? Por certo um candango, virá da tua madre, dará exemplo ao mundo e ao resto da cidade, que espera do teu cerne um bem pra ser feliz.

Brasília da savana, do fogo no verão, Brasília dos pedestres que acenam com a mão, ao bom desconhecido que pára em prontidão.

Brasília mar sem praia, das noites no pontão. Um caminhar no parque, à torre, a diversão; lazer do homem simples, espaço aberto à mão.

Ao jovem vista plana, um salto à direção. Brasília mulher jovem, senhora da razão. Aqui tudo é perfeito aos olhos do cristão. Falar de ti enfuna qualquer poeta vão.

Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

BRASÍLIA

Brasília, cidade do futuro
Aqui não existe muro
Aqui não tem esquina
Só mora gente fina
Vinda de todo canto
Brasília, que encanto
Tua diversidade.
Brasília, uma cidade
Que acolhe todo mundo.

Candangos construtores
Braçais, nobres, doutores
Nos deram um país
Orgulho mundial
Razão pra ser feliz.

Brasília nos ensina
Que a sorte se destina
Aos que sabem vencer
Vencer os desafios
Cruzar mares e rios
Pra ter felicidade
Brasília uma cidade
Família e aconchego
Aqui não se tem medo
De usar a liberdade.

Inserida por EvandoCarmo

TRECHO DE UM ROMANCE


⁠Eu a conheci dentro de um ônibus, que ia do Gama, cidade satélite de Brasília para o plano piloto, cidade administrativa do Distrito Federal, Capital do Brasil. Eu vinha, não sei bem de onde, só me lembro que a vi, pela primeira vez neste dia. Eu ia descer na quadra 13 do Gama, e ela iria continuar a viagem. Ela estava acompanhada do então marido, um músico que eu havia conhecido, fazia meses, contudo nada sabia da vida desse amigo, não tinha ideia que ele vivia com aquela encantadora mulher.
Não me lembro que roupa ela usava, todavia posso fantasiar, que ela usava uma calça jeans, blusa de crochê amarela, isso era bem possível, e hoje, sabendo seu gosto e estilo, posso até apostar que era isso que ela usava. Eu era um tanto distraído, mas percebi seus olhos negros, que à primeira vista me causou espanto. Como eu ainda não conhecia o mar, nesta época, não posso assegurar que seus olhos tinha naquele tempo algo de mar, um encanto e uma beleza agreste, um mistério insondável. Mas ao descer, ao me despedir do casal, senti um fogo a queimar minha alma, num olhar fulminante, como quem me dizia, “quero te ver de novo”.
Desci do ônibus, e toquei minha vida. Neste tempo eu tocava em um bar, bem perto de onde eu morava com minha esposa e meu filho. Não sabia se voltaria a vê-la, também não fiquei pensando naquele olhar tão imprevisto. Não sabia eu que minha vida teria em breve uma reviravolta, não demorou mais que um ano, e tudo estava diferente. Eu me separei, comecei viajar para tocar longe de Brasília, eu ia e vinha de mês em mês para ver meu filho, que no início da separação ficara com a mãe.
Neste período que fiquei solteiro, recém separado voltei à vida antiga, tornei-me um conquistador, e era namorada daqui e dali, artista, solteiro, nem precisava ter dinheiro para arrumar mulheres nos bares da vida onde fiquei por um tempo, antes de encontrar meu verdadeiro amor e destino.
Em uma noite dessas, em que músicos se reuniam para conversar, depois de cumprir nosso mudando compromisso de animar as almas perdidas da noite, reencontrei meu amigo, o músico, que não sei se por vontade de Deus ou obra do acaso me levaria ao segundo encontro, com aqueles olhos negros determinados a me dominar.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Oh Rio de Janeiro,

cidade maravilhosa,
sorriso aberto e sincero,
a tua beleza é espantosa.

Do Cristo Redentor aos Arcos da Lapa,
do Pão de Açúcar às praias douradas,
tua paisagem inspira a alma apaixonada
e enche nossos corações de emoção desmedida.

Na tua música, no teu samba,
na tua gastronomia, na tua cultura,
encontramos uma energia que nos acalma
e nos faz sentir parte desta grande aventura.

És um sonho de mil cores,
uma dança ritmada sem fim,
és o amor em forma de flores,
que encanta todo aquele que chega até ti.

Oh Rio de Janeiro,
sempre serás a minha casa,
do teu jeito caloroso e verdadeiro
nunca me cansarei de encontrar graça.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Nas sombras dos morros, histórias cruas,
De uma cidade que dança entre luzes e breus,
Violência oculta nas vielas, ruas,
Rio de Janeiro, onde o sonho perdeu.

No alto, palácios de zinco e saudade,
Onde a vida resiste, à margem do olhar,
Em becos estreitos, o grito da cidade,
Ecoa silencioso, difícil de calar.

As crianças brincam, sem medo do perigo,
Num mundo que esconde, um caos desmedido,
Entre balas perdidas e o amor bendito,
Semeiam esperança, num terreno erguido.

Nos olhos dos jovens, a revolta brota,
Uma guerra invisível, sem fim, sem derrota,
Onde cada esquina, guarda uma história rota,
De um futuro incerto, que a fé não adota.

O caos social, um monstro adormecido,
Desperta a cada aurora, faminto, destemido,
Na luta diária, um povo esquecido,
Busca na poesia, um refúgio perdido.

O Rio de Janeiro, ferido, encantado,
Contrastes que brilham, num cenário desenhado,
Onde o belo e o feio, num quadro mesclado,
Retratam a cidade, num verso apagado.

Os morros que cercam, são guardiões da verdade,
Espelhos de um Rio, que clama liberdade,
Entre becos e tiros, mora a realidade,
De uma cidade partida, em eterna dualidade.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Crepúsculo de Ouro

O sol despede-se em fogo e mel,
derramando luz sobre os ombros da cidade.
As montanhas, sombras líquidas,
respiram o último suspiro do dia.
Um raio tímido dança no vidro,
sussurra segredos ao vento morno.
O céu veste ouro, veste brasa,
desfaz-se em luz antes do adeus.
E a noite, lenta, estende os braços,
balsâmica promessa de silêncio.
Mas o sol, eterno, dorme apenas,
guardado nos olhos de quem o viu.

Evan do Carmo.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Era outubro, na cidade velha de pedra,
de areia e espanto.
Foi de propósito — que sem querer — eu te olhei.
Você também, sem disfarce, me encarou.
E eu pensei: o que é tudo isso?
Artifício do acaso, ou um descuido da dor?

O tempo parou.
O céu ficou suspenso.
A primavera se atrasou.
A luz dos teus olhos me iluminou —
quando dei por mim, era verão.

Como parece ao vento
eu sussurrei um monólogo
Sem melancolia, nem saudade.
Quando tudo terminou, como num sonho
Inefável, eu aprendi a soletrar
A palavra eternidade.

Inserida por EvandoCarmo

Eu sou um profeta para as nações e um pastor para minha cidade.

Inserida por HelgirGirodo

Em substituição aos imperadores romanos, o trono de Satanás é também representado pela cidade de Roma, onde permanece a sede do papado, cujas aparências mantém o poder e o domínio político-religioso do homem do pecado.

Inserida por HelgirGirodo

As artes, tradições e cultura de uma cidade histórica nunca revelam os pecados de idolatria e desobediência de seus habitantes, que atualmente vivem as consequências deploráveis da falta de espiritualidade, respeito e reverência a Deus.

Inserida por HelgirGirodo

Se a sua cidade enfrenta problemas de infraestrutura e a população quer reivindicar os seus direitos, peça a Deus primeiro a implantação de um novo coração em sua casa.

Inserida por HelgirGirodo

Na avaliação de um senador os problemas regionais são levados à Câmara Municipal da sua cidade e na avaliação do Salvador os problemas de sua alma são levados a Deus por meio de orações e Ele verá o que pode ser feito.

Inserida por HelgirGirodo

De pecado em pecado os estragos da nação começaram de porta em porta, de bairro a bairro, de cidade em cidade, de estado em estado, de nação em nação e hoje o mundo está sofrendo e morrendo de pecados transmissores.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Uma cidade pode ter mais de 142 anos, caindo no oprópribo do povo; mas, se alguém levantar as suas bases, com vistas à alegria e ao progresso da nação, ele pode fazer 52 dias.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Se existir uma cidade chamada Pastelândia Nacional pediria para o prefeito dela para inaugurar⁠ uns canteiros e bancos floridos só para turistas, ouvintes e consumidores passados, passados para trás, pondo do lado delas uma barraca cada com os nomes dos respectivos sabores de pastéis de suas preferências pessoais, enquanto mastigam as melhores apreciações da conversação enganosa, levados pela falta de inteligência, para crerem na abundância das promessas baseadas em falsos investimentos e das fáceis aplicações financeiras, nos golpes mirabolantes e das perguntas baseadas em ajudas pessoais para facilitarem as suas intenções, transações e negociatas de homens maus, oportunistas, que o vento ainda não levou embora.

Inserida por HelgirGirodo

A maior evangelista, antes de Estêvão e Felipe, é a mulher samaritana: ela trouxe a cidade toda de Samaria para ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠“Eu sou tão apaixonado pela cidade de Fortaleza, quanto um gringo é apaixonado pela esculhabação do Brasil.”

Inserida por FurtadoBrunno

⁠”Carnaubal-CE, minha cidade natal, será apreciada no mundo inteiro”

Inserida por FurtadoBrunno