Coleção pessoal de northon_salomao
A soberania humana encontra seu limite naquilo que nenhuma soberania consegue reconstruir depois de destruído.
A mudança climática transforma a solidariedade entre gerações de virtude moral em obrigação jurídica.
A responsabilidade ambiental começa onde termina a ilusão de que nossas escolhas desaparecem sem deixar rastros.
Toda política pública que aumenta a vulnerabilidade climática transfere uma dívida que ainda não venceu para pessoas que ainda não nasceram.
O Direito ambiental não protege apenas árvores, rios e oceanos; protege a possibilidade de haver alguém amanhã para exercer direitos.
A crise climática revelou uma verdade antiga: a natureza não é propriedade da humanidade, é a condição material de sua existência.
“O verdadeiro patrimônio da humanidade não está no que acumulamos, mas no que impedimos que desapareça.”
A justiça climática começa quando compreendemos que quem menos contribuiu para o aquecimento pode ser quem mais paga por suas consequências.”
A emergência climática é também uma emergência jurídica: quando o tempo da ciência acelera, a lentidão da lei torna-se uma forma de risco.
A natureza não comparece aos tribunais, mas todas as futuras gerações comparecerão para julgar nossas decisões.
