Máscara
A falta de discernimento tem o poder de enfraquecer a consciência, encobrindo-a com uma máscara que oculta a realidade que evitamos encarar.
Quem criou a máscara, não deve tê-la feito com o objetivo de ser trazida todo o tempo.
A máscara pesa. Nalgum momento ela cairá.
E tomara que o que está embaixo consiga adaptar-se à realidade.
Escolha ser sincero. No mínimo com teu próprio ser; e com Deus.
Quem você é?
(Fabi Braga, 24/08/14)
Coronavírus (COVID-19) Pausa para sorrir...
O povo começou a confeccionar sua própria máscara caseira.
Fato inédito aconteceu no bairro Sagrada Família BH-MG
Com a falta de elástico para as máscaras o senhor Joaquim
estava vendendo o metro de elástico esticado. O espertalhão
foi parar na cadeia e ficou preso três dias.......
As pessoas se sentem diminuidas com a verdade de serem elas mesmas. Se escondem por trás das máscaras da mentira, fogem da própria consciência, proferem em falso e deturpam a realidade. O coitadismo não é protagonista na vida, é preciso muito mais para viver de verdade.
O riso em hora inoportuna jamais mascara os dissabores da maldade, muito pelo contrário, ele os evidencia
Manifesto:
Pelo Humano por Trás da Máscara
Nós não somos a soma das nossas etiquetas.
Não somos um conjunto de pautas, identidades e algoritmos.
Somos pessoas contraditórias, com medo, desejo e uma história que não cabe em 15 segundos.
Durante décadas escondemos o medo atrás de máscaras.
Hoje expomos tudo e chamamos de liberdade.
Mas expor sem escolher virou uma nova prisão: livre pra ser tudo, preso pra não ser nada por tempo suficiente pra virar real.
A tradição assusta porque lembra o que nos sufocou.
O novo assusta porque ameaça o chão que conhecemos.
E no meio desse choque, a gente esqueceu do mais básico: ver o outro como gente, não como categoria.
Identidade não pode virar armadura.
Quando vira, protegemos a imagem e matamos o encontro.
Quando vira, discutimos, performamos, cancelamos — mas não nos tocamos.
Não vamos trocar uma desumanização pela outra.
Não vamos trocar o silêncio forçado pela gritaria vazia.
Queremos um espaço onde seja possível nomear sem congelar.
Mudar sem ser apagado.
Errar sem ser cancelado.
Ficar em silêncio sem ser acusado.
O futuro não vai ser construído por quem grita mais alto,
mas por quem tem coragem de parar, olhar nos olhos, e perguntar:
“Por trás dessa máscara, quem é você?”
Porque no fim, nunca foram os lobos na árvore.
Sempre foi o medo que a gente se recusou a encarar.
E é hora de encarar.
Se você também está cansado de performar e quer voltar a existir, compartilha isso.
Análise
Psicossocial
Por marcio melo
O uso da máscara hoje no Brasil é opcional, muitos irão continuar a usar suas preferidas dentro e fora da igreja.
Arranque sua máscara!
Viva a totalidade!
A superficialidade
exige mais energia
do que você possui.
Não tome atalhos,
eles retardam sua felicidade.
Quase sempre ou sempre,
os atalhos levam à ilusão.
Calma! A Felicidade
não é um ponto de chegada.
A Felicidade é uma conquista
que se adquire durante a caminhada.
Quando for brincar...
Cante... Dance.... Divirta-se.
Não leve e não traga arrependimento!
Leve a responsabilidade.
Leve a alegria!
Traga a Paz!
Traga a sobriedade!
Quem parte arrependido
já vai pensando em pecar!
Seja sadio!
Não peque!
Celebre!
Busque o equilíbrio,
A receita é simples:
Viva!
Seja Feliz!
Ame!
A piedade é minha máscara, mas atrás dela, vive a crueldade para aqueles que teimam em errar novamente.
Da própria desgraça...
O povo faz graça...
Esconde seu rosto ...
Atrás de uma máscara...
É Pierrot... é Colombina...
Melindrosa na esquina...
Vestindo a alma sorrateira...
Tudo se acaba na quarta-feira...
Mesmo que ainda não queira...
Vestidos coloridos...
Corpos retorcidos...
Ao som de músicas alegres...
Copos cheios...
Desejos...
Um brilho se faz...
Contumaz...
Nosso verdadeiro desponta...
Na cabeça que gira...
Na alma vazia...
No corpo que clama...
Da sofreguidão a chama...
Nessa hora tudo é querer...
Mesmo sem poder...
É lícito...
Será que me convém um gemido?
Façamos de conta que tudo vai bem...
Seus confetes e minhas purpurinas...
O quarto não tem paredes...
A cama lama...
Sem carência de malícia...
Aonde deixei minhas plumas?
Tanto tempo no vai e vem...
Que continuo à deriva...
Subindo e descendo...
Já não sou nada...
Já não sou ninguém...
Breve, forte, verdadeiro...
Amor de tempestade...
Foi consumado...
Trouxe felicidade...
#É #carnaval...
Não me leve a mal...
Sandro Paschoal Nogueira
