Máscara
A mentira pode usar até a máscara da verdade,mas nunca pode andar de cara limpa.Apenas a verdade anda livre!
Agora a máscara caiu.Exigia obediência dos seus subordinados, mas recusa-se a obedecer uma direção vinda acima dele!
Na máscara da mentira,
A verdade se perde.
Os laços se desintegram,
E a confiança se dissolve como neve ao sol.
É na sinceridade que reside a força,
No olhar honesto que se encontra a luz.
Pois onde há transparência, floresce a confiança,
E os corações se aquecem com o fogo da bondade.
Tem gente que prefere se esconder através de uma máscara de seriedade,se tornando austero(a) e depois fica tentando ser bonzinho(a) com os outros!
Escolher a própria máscara é o primeiro gesto humano. E solitário.
"Queria não ver as pessoas com tanta transparência. Decepcionaria-me menos se a máscara que elas usam fosse visível também para mim."
-Aline Lopes
Eu escolho usar máscara por não gostar de foto e me expor.
Resolvido então, decide tentar mudar o conceito que temos que ter um rosto bonito para promover um trabalho ou a sua arte ou marca, ou seja, por de baixo da máscara poder ser qualquer pessoa.
Sabe o quê é legal, e o que importa realmente...
Que com muito trabalho, estudo e dedicação você consiga chamar atenção e te dêem ouvidos mesmo que você não tenha um rosto para mostrar a elas.
I.Vivemos em um mundo de baile de máscaras...
"Eu escolho usar máscara para desafiar a ideia de que precisamos ter um rosto ou uma aparência bonita para promover nosso trabalho ou nossa arte. Por trás da máscara, qualquer pessoa pode estar, e com coragem podemos ser quem realmente somos sem mostrar o rosto.
E sabe o que é realmente importante?
Com dedicação e estudo, você pode conquistar a atenção e ser ouvido, mesmo sem revelar seu rosto."
Conclusão: Que nem tudo que aparenta é, não confie em rostos com maquiagens e sorrisos e abraços .
YakuzaMoon § JWC Autism
Perco-me e o meu externo
é uma máscara sem rumo.
O meu externo é meu avesso.
O meu avesso ainda não entendo.
E o que eu entendo,
Não sei dizer.
____Lene Dantas.
Se valorizar aos extremos pode ser uma máscara para acobertar uma incapacidade existente em seu interior
"Não utilize uma máscara para fantasiar o seu carnaval, porque a grande alegria está em seu interior"
Sem venda
Sem freio
Sem máscara
Qual título escolher ?
Queria eu
Ter o dom de mentir
Ou melhor
Atuar
Mas não consigo
Esconder nenhum sentimento se quer
Se eu não falo
Minha expressão
Ou até a falta de palavras
As fazem revelar
Muitos não conseguem me ler
Porém nem todos são poliglotas
Seja na língua dos sinais
Falada
Ou sentida
Eu sinto tudo, muito.
E o que não expresso
Ou exponho
Transcende
Em ansiedade
Depressão
Crises de pânico
Os de foram me afetam
Me ferindo
Eu quebro
E os pedaços voam
Atingindo sem mira
Aqueles que me rodeiam
"Escolheu o melhor título ?"
Com a Bíblia na mão dos professores, em vez do verbo e a gramática, mas a máscara caída, na grana e grama da bancada evangélica.
Um desejo de sumiço:
As vezes tudo o que eu queria era desaparecer
talvez com uma máscara esconder o rosto para que ninguém possa ver
a vergonha me assola dia após dia
A minha aparência me destrói, minha autoestima não existe mais, já não sei o que é se sentir bem
Ó Deus, por favor, eu não mereço viver com essa dor
acabe com ela, ó todo poderoso, apague minha existência
suma com tudo que um dia já teve o desprazer de me conhecer
o desprazer de ter um pouco de mim, de saber que essa figura fútil, irrelevante e desinteressante um dia já pisou nessa Terra.
Cristo, em nome do pai eu suplico:
‘me faça nunca ter nascido’.
MÁSCARA:
Sob sol a pino, em meio à multidão,
O astro de face dupla, feições interrogativas e sorriso pálido,
Em um ritual...
Em instantes nos transporta ao mundo surreal.
Mergulhados nos movimentos rítmicos do artista.
De tal forma a levitarmos, migrar à outra dimensão.
Regressei ao espelho onde meu pai extraia sua pele
No silêncio de repetitivos movimentos verticais da gillete.
Que me gritava indagações ao futuro!
Assim se ouvia à expressão corporal do mambembe
Que cantava, encantava e decantava sua alma.
Não ouvia-se o som de sua voz,
No entanto bastava para compreender suas palavras simplórias e silenciosas,
Que me transportara à àquele mundo de imaginações.
Ante a mimica que nos expressava explicita tristeza,
Nas exclamativas lagrimas que borrava sua pele,
Nas piruetas a expressar pérfida alegria.
Nos movimentos lentos e circulares das mãos
Encenando a mulher que carrega outra pessoa.
Naquele instante, todos nós, éramos um só,
Não se ouvia as agruras do realismo...
Em meio à multidão, me senti único, envolvendo-me visceralmente.
Ao fantástico mundo dos mitos.
Pois que o artista deixara seu corpo cair inerte nos sugerindo a viagem.
Ato continuo, com a sutileza de uma pluma, recobra a vida pondo fim ao rito.
Decido ficar um pouco mais e assistir ao encantado ato do mambembe...
Despindo-se, traveste-se de sua pele natural e segue seu mundo real na busca de novo ritual.
Suspendi meu olhar vislumbrando o iluminado ser em seu mais fútil personagem.
Um rosto a mais na multidão. Sem fala, sem cara e sem canto...
E definitivamente me perguntei: O que seriamos sem esses mitos e seus rituais?
