Crônica sobre Política
A Paz Que o Poder Não Compra
Dinheiro, poder e política movem o mundo.
Eu os comparo a um campo de batalha, onde alguns são exaltados enquanto outros saem machucados.
No entanto, esses poderes também precisam de nós, meros mortais, para que o movimento continue deslizando neste grande palco. Afinal, somos a alavanca que move o país.
Existe uma realidade simples, e ela é um fato: só há paz quando todos têm o que querem e o que merecem.
Ainda assim, nem sempre possuir aquilo que se deseja — ou até mesmo aquilo que se merece — nos traz a paz esperada.
A POLÍTICA DE CADA UM...
Enquanto utilizarmos a política como desculpa para agredir e humilhar o nosso semelhante, infelizmente, da evolução intelectual, mais ausente e mais distante estaremos, pois a cada xingamento, a cada ataque vil, mostramos quem realmente somos, intolerantes, donos da verdade absoluta e senhores da razão bruta...
Nada demais, pois se de repente alguém notar que fomos brutos em exagero, nos juntaremos aos que comungam da mesma ideia e colocaremos a culpa no fascismo, no comunismo, na religião ou mesmo na ignorância de quem não compactua da mesma intelectualidade absurda.
Digo de forma geral, mas também me refiro ao cidadão da pequena cidade, onde somos vizinhos da mesma realidade, sendo amigos, mas que em tempos de política selvagem, agem como se nunca tiveram alguma amizade, é triste esta realidade, pois faz parte da falta de educação e da intelectualidade...
O que impulsiona uma boa pessoa, por razão política, resolver se mostrar e atacar o outro por pura crueldade?
É a política interior, algo que está dentro de cada um de nós, mas que poucos entendem a sua real finalidade!
Crônica
Campeonato Nacional da Sobrevivência
Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.
Imagine a cena:
— Foi pênalti ou não foi?
— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.
Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.
No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.
Já na própria carreira...
— Como está seu plano para os próximos cinco anos?
— Que plano?
— O profissional.
— Ah... achei que você estava falando do campeonato.
E assim segue a vida.
O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.
Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.
Mal chega e já vai embora.
As contas fazem festa.
O dinheiro nem participa.
Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.
O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.
Faz churrasco com pouco carvão.
Faz festa com pouco dinheiro.
Faz amizade na fila.
Faz piada da própria desgraça.
E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.
Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.
Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.
Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.
Quando não é futebol, é novela.
Quando não é novela, é reality show.
Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.
Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.
Os cabelos embranquecem.
Os sonhos envelhecem.
As prestações se multiplicam.
E a aposentadoria parece um personagem de ficção.
Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.
Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.
Continua ajudando o vizinho.
Continua dividindo o pouco que tem.
Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.
No café compartilhado.
Na conversa da calçada.
No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.
No abraço sincero.
Na família reunida.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.
Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.
Mas confesso uma coisa.
Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.
Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.
E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.
Até lá, seguimos em campo.
Entre boletos e esperanças.
Entre trabalho e sonhos.
Entre migalhas e sorrisos.
Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O QUE DESTRÓI A HUMANIDADE?
"A política sem princípios;
Prazer sem compromisso;
Riqueza sem trabalho;
Sabedoria sem caráter;
Negócios sem moral;
Ciência sem humanidade;
Oração sem caridade". Mahatma Gandhi
HOMEM COM AS VIRTUDES DE MAHATMA GANDHI, APARECE 1 EM CADA SÉCULO. Ademar de Borba
Espinheiro
Politicagem virou política.
Política virou ingenuidade.
A cidade foi descuidada,
ela já não pertence ao cidadão.
O homem é um animal apolítico.
O poder não está a serviço.
Não existe o bem comum.
Não há espaço na política,
está preenchido pela politicagem.
A nação é conduzida
pela ignorância da nação.
Uma nação sem consciência
protesta contra si própria.
A democracia aparente
virou ditadura velada.
Sua origem está na perversidade.
O homem é um meio e não um fim.
Se a política é liberdade,
a politicagem é a prisão.
Não há ódio e nem amor.
Há apenas interesses,
instrumentos e inimigos.
Perda de tempo é
fazer política para inúteis.
A felicidade é um ato de resistência política e espiritual contra um mundo que lucra com a nossa angústia e que se alimenta da nossa sensação de incompletude constante. Sorrir diante do abismo é a forma mais refinada de protesto, pois prova que o espírito humano possui uma fonte de luz que nenhuma treva externa é capaz de sufocar totalmente. Que a nossa alegria seja profunda e fundamentada na lucidez, nunca na ignorância, sendo o farol que guia outros náufragos para a praia da dignidade.
- Tiago Scheimann
Nada mais na Terra será igual!
Tudo o que conhecemos mudará!
A política, a religião, o controle social deixará de nos separar. A verdade nos libertará! Precisamos nos conectar conosco, com o nosso amor próprio para sermos capazes de dar e receber amor fraterno.Voltaremos a conviver como uma grande comunidade, da qual nunca deveríamos ter deixado nos perder.
O futuro é Ancestral! ❤️
Tive esse Insight há 11 dias 🙌
Hoje é dia 14/07/26
Jane Fernanda Nogueira ✨🌀
Instagram @Feh.Jane 🦋
eleição, o povo vai carregando mais uma decepção. Na Copa ou na política, a cobrança vem depois, quando a esperança se perde e a realidade corrói.
Promessa sem resultado não enche a mesa de pão, não leva remédio ao posto nem melhora a situação. Quem sofre é quem espera por alguma solução, e continua enfrentando a mesma condição.
Verso 10
Tem hospital sem médico, remédio em falta também, e o povo se pergunta: "até quando vai ser assim?" A campanha passa rápido, a cobrança fica no ar, porque quem recebeu confiança tem que trabalhar.
Não basta fazer discurso nem aparecer na televisão, é preciso compromisso com a população. Pois quem sente o peso da dificuldade no chão, sabe que promessa vazia não traz transformação.
Refrão
Na Copa e na política existe uma lição: não basta só promessa, tem que ter realização. O povo quer respeito, trabalho e dedicação, porque esperança sem resposta vira frustração.
Helaine Machado 🎤🏙️⚽🗳️🔥
A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.
Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.
Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.
A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.
Em pleno 2026 o fantasma do 11 Setembro 2001 volta a assombrar o mundo ...
A politica terrorista de (atacar e matar todo líder) de Trump, ditada por Netanyahu,
saiu pela culatra.
Eles pensaram que( atacando o Irã) estavam decapitando um regime.
O Ocidente está celebrando um "sucesso tático" enquanto caminha, sem perceber, para um pesadelo estratégico.
Os EUA, Israel e seus aliados da UE
acabaram de trocar um adversário previsível por uma insurgência global imprevisível de vingança arcaicamente inspirada.
Isto não é o fim de nada!
É o começo de um capítulo muito mais sombrio e ameaçador
para os envolvidos e não.
✍©️@MiriamDaCosta
A política deve vigiar a si mesma
para não se converter em religião,
onde dogmas substituem o pensamento
e a fé ocupa o lugar da razão.
E a religião deve guardar distância da política,
para que o sagrado não seja usado
como ferramenta de poder.
Quando a política vira religião,
nasce o fanatismo.
Quando a religião vira política,
nasce o poder travestido de fé.
✍©️@MiriamDaCosta
É triste ver como a política virou um mercado de trocas. Se a população entendesse que o voto é a nossa única arma real, essa bagunça acabava hoje! Mas, infelizmente, tem quem ainda adore votar por migalhas, esquecendo que o que eles dão hoje, tiram em dobro na saúde, na educação e na segurança amanhã.
Essa política de 'pão e circo' só serve para manter os mesmos nomes no poder há décadas. Está na hora de parar de mendigar o que é nosso por direito e passar a exigir respeito. Quem aceita migalha, nunca vai ter o banquete da dignidade. Vamos acordar e dar um basta nessa palhaçada!
Poema Jurídico - A Perseguição Política à Direita Brasileira
Douto STF, que em toga impõe,
O Autor, que na política se expõe,
Pede vênia para expor
A perseguição que em seu peito arde e dor.
Homens de bem, que amam a pátria,
São alvos de uma cruel insídia,
Onde o Tribunal, em seu fervor,
Decide com viés, sem rigor.
Bolsonaro, figura de luta e crença,
É tratado com intolerância, sem clemência,
Enquanto os juízes, em sua parcialidade,
Tentam silenciar a liberdade.
Sigilo em atos, sem transparência,
É arma que destroça a democracia em silencia.
Onde está a justiça, onde o direito?
Quando a Constituição se torna um defeito?
A acusação se fragiliza, sem sustentação,
Denúncias vazias, sem fundação.
Mas o povo sabe, a verdade clama,
Que a democracia nunca se inflama.
Em nome de um Estado justo e soberano,
Não se pode usar o poder de forma insana.
Os homens de bem, de direita e fé,
Não são criminosos, mas vítimas dessa maré.
Os tribunais devem ser guias da razão,
E não instrumentos de uma visão,
Que persegue, cala e condena sem provas,
Em nome de um jogo que só desova.
E o Autor, sem medo, ergue sua voz,
Exige que a lei seja feita para todos nós,
Que a justiça não se curve a um interesse,
Mas se erga, como a luz que jamais se esquece.
Que o povo, unido, clame por transparência,
E que o STF, em sua vigília de consciência,
Retorne à sua missão de ser justo e imparcial,
Porque a justiça só é justa quando é universal.
A Política que o Povo Merece
Política boa não é aquela que vive de discursos difíceis ou de promessas bonitas. É aquela em que o político fala de um jeito que o povo entende, sem rodeios e sem palavras escolhidas apenas para impressionar.
Também é aquela em que as ações falam mais alto do que os discursos. Quando o trabalho é sério, o povo percebe. Não é preciso propaganda exagerada para mostrar quem realmente faz a diferença.
Mas existe um princípio ainda mais importante: a honestidade. O cidadão pode até compreender um erro, porque ninguém é perfeito. O que ele não aceita é a mentira, o engano e a falta de respeito com a confiança que depositou nas urnas.
As urnas não servem apenas para eleger. Elas também registram o julgamento da população. O resultado de uma eleição é a nota que o povo dá ao político: nota de merecimento para quem trabalhou com honestidade, compromisso e respeito; ou nota de reprovação para quem prometeu e não cumpriu, para quem enganou ou colocou os próprios interesses acima dos interesses da população.
Uma democracia forte não depende apenas de bons políticos. Ela também precisa de um povo atento, consciente e disposto a cobrar coerência entre aquilo que é prometido e aquilo que é realizado.
Peregrino e boa política se encontram na mesma verdade: quem não caminha com justiça, humildade e espírito de serviço dificilmente chegará ao destino que o povo espera. Afinal, governar também é uma caminhada, e quem perde o rumo dos valores acaba se afastando da confiança de quem o elegeu.
No fim das contas, a boa política é simples: o político fala, o povo entende; o político faz, o povo percebe; quando o político mente, o povo condena; e, no dia da eleição, as urnas revelam o veredito da sociedade.
Peregrino Nino Carneiro
Mas quando o assunto é política
Houve uma época em que tudo
Ou era oito ou era oitenta
Ou era sim ou era não
Hoje já existe o talvez
O talvez sim o talvez não
Hoje já existe o meio termo
O depende, o quase isso, o mais ou menos
Mas quando o assunto é política
Ninguém pode ficar em cima do muro.
Quando a política tenta substituir a ciência
O discurso antivacina não se limita a questionar a ciência: busca deslegitimá-la e substituí-la por uma ramificação política na qual opiniões pessoais, senso comum e desinformação são colocados no mesmo patamar de pesquisas, evidências e conhecimentos cientificamente comprovados.
A Ciência no Altar da Política
A história se repete:
os homens que dedicam a vida a decifrar a ciência são os mesmos sacrificados no altar da política. O Dr. Anthony Fauci guiou a saúde pública por décadas, enfrentando epidemias com a bússola da razão. Hoje, a ignorância se veste de audácia para atacá-lo. Desacreditar uma vida de serviço é a covardia dos inconscientes, que preferem criar conspirações a encarar a complexidade da realidade. Atacar a ciência não destrói apenas um homem, apaga a luz que nos protege da escuridão. O negacionismo faz barulho, mas a verdade resiste.
Fracasso social(política)
Até quando; vamos continuar respirando esse ar tão poluído; recheado de ganância, egoísmo, mentiras e individualismo?
Até quando; seremos tratados como escravos de um sistema criado para poucos ganhadores soberbos?
Até quando; eu e você beberemos e comeremos das sobras dos pobres em espírito?
Até quando; suportaremos ser cuidados e guiados de forma enganosa por esses políticos que carregam em suas mãos e nas suas faces manchas de sangue de inocentes?
Até quando; vamos permitir que os nossos sonhos sejam construídos em cima de um castelo de areia?
Até quando; vamos ficar esperando o dia seguinte nascer sem esperanças, respeito e sem luta?
Até quando?
POEMA INEVITÁVEL
Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!
#israelsoler
𓂃 ོ𓂃
Saudades tuas, poesia.
Onde era para estar, encontro rimas
De negócio, política e religião.
Sei que está em tudo, fazendo versos,
Mas não vejo tal versão.
Saudades tuas, poesia.
Da tua, da minha e de outrem.
Onde a inspiração era música,
Canto do passarinho e o balançar do vento.
Saudades do antigo lugar,
Que hoje está ao relento
Sobre as ruínas do novo tempo.
𓅓
