Crônica sobre Política
O homem é uma contradição...
Ser humano é uma viajante...
A política transforma o mundo inteiro num hospício...
A guerra te faz ser poderoso...
Olhe para suas ideias...!
Copie e cole...
Tudo que sabe fazer ditador..!
Tem orgulho de ser assim mais não mate as pessoas...
Por uma ideologia falida... ( a guerra te faz melhor) ou mais um genocida da história...
Palavras apenas na guerra fria...
Ditadores sanguinários...
Se acha na obrigações de serem absorvidos pelo momento que se acham melhor que qualquer um...
Filhos da coisificacao ainda assim pessoas o seguem como líder mundial...
No imenso território do Brasil,
Onde a política desafia o sentir,
A pátria vive tempos de tormenta,
Injustiças e dificuldades sociais a enfrentar.
Desde os tempos da colônia,
Traumas se arrastam com desgosto,
A opressão e exploração do passado,
Ainda marcam o presente e o futuro.
Na política, o poder se mistura,
Interesses obscuros em jogo,
Enquanto o povo sofre e luta,
Por direitos justos e mais diálogo.
Mas a esperança não pode morrer,
Brilha em cada brasileiro batalhador,
Unidos, somos capazes de vencer,
Essa luta pela igualdade e pelo amor.
Nosso Brasil é feito de lutas e força,
Epicamente escreveremos nossa história,
Solidários e determinados,
Transformaremos a situação com vitória.
Bilhões de necessitados em comida, social, política, segurança,
discriminação, necessário se ter uma Cortina de Ilusões religiosas,
para conseguir um pouco de paz para envelhecer e morrer, sem
promover o mal, a conquista a força, por quase tudo, nada haver
se muitos aproveitam essa Cortina de Ilusões religiosas , com suas
retóricas oportunistas para enriquecimento pessoal.
O jornalista expressa sua opinião e a sua convicção política quando não é pago por um político.
Quando isso acontece ele é empregado, subordinado, subalterno e muitas vezes traidor dos seus próprios ideais.
Não há como ser pago por alguém e discordar de suas atitudes.
O jornalista pago tem que deixar bem claro quando escreve e recebe qualquer provento de um político ou grupo político.
A política do pão e circo
Quem de nós já não ouviu falar da politica do pão e circo, muito famosa na Roma antiga por ter sido criada e usada por seus governantes para conseguir manter seu poder e autoridade em relação à população de época.
Para quem não sabe o que era isso vamos detalhar bem rápido o que significa essa politica.
Quando se tinha problemas, seus governantes faziam uso de diversas artimanhas para aplacar a revolta do povo, sendo usado para isso, show de circo, duelo de gladiadores, feras, espetáculos de teatro e por ai vai, sem esquecer, da distribuição de alimentos, sendo que com estas atitudes a população se acalmava e seus governantes mantinha o controle da situação.
Passando para os dias atuais, percebemos que a situação vivida na antiga Roma é muito idêntica ao que vivemos em nosso dia a dia em nossos pais.
Percebemos no cotidiano de várias cidades que existem diversos problemas que geram grandes problemas sociais, Podemos incluir como problemas, a falta de condições mínimas de sobrevivência, falta de assistência médica, a falta de moradia, a falta de empregos, falta até do que comer mesmo, entre outros mais.
Podendo definir que a condição da grande maioria da população é de uma vida de dificuldades, lutas e sofrimentos para sobreviver.
Podemos em algumas situações ver e presenciar que muitos governantes procuram adotar medidas de uma maneira em geral, para manter a população calma submissa e sempre a seu favor, principalmente, quando esta mesma população nota que nem tudo vai bem, que ela tem e quer reivindicar seus direitos, quando esta abandonada e por ai vai.
Para evitar que essa mesma população crie problemas como reclamações, cobranças, divergências, que seja mais fiscalizadora e atuante, esses governantes criam mecanismos para acalmar e controlar essa população. Uma destas maneiras é a politica do pão e circo.
São criados eventos, shows, festas para que a população se divirta e esqueça pelo menos naquele momento a real situação por que passa.
São criados programas para distribuição de diversos itens, tais como cestas básicas, remédio, inclusive dinheiro mesmo, quantos programas tipo “Bolsa Família” existem por ai. Que na verdade ilude e engana os que são economicamente desfavorecidos e que na opinião destes que recebem este agrado deixa-os muito felizes e agradecidos.
O motivo de dar dinheiro, alimentos, entretenimento ao povo é muito das vezes uma forma de se manter no poder e ao mesmo tempo fazer valer seu poder.
Nada mais é que o mesmo que os imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias, armações e manipulam a situação a seu favor, desviando assim o foco das coisas mais importante, principalmente, quando a situação não esta boa para estes governantes.
Podemos ver isso acontecendo em todas as esferas do poder, seja, no federal, estadual e principalmente no municipal, hoje em dia na politica, isso é muito usado de várias maneiras, sendo que, nada mais é do que distrair a população com mimos e agrados gratuitos visando sempre alguma coisa.
Podemos notar também que em muitos casos, este tais programas sociais poderiam até fazer seu papel verdadeiro se fossem aplicados os recursos necessários para a manutenção e aperfeiçoamento da educação, da saúde, do bem estar social e principalmente da erradicação da pobreza em que vivem muitas pessoas.
Poderiam também desenvolver programas de apoio aos jovens que chegam ao mercado de trabalho, não que não existam, mas que poderia ser melhores, trabalhar mais a questão da qualificação profissional e mão-de-obra qualificada, fornecendo cursos e uma ajuda concreta para seu desenvolvimento profissional.
Você não acha que é preciso repensar este modo de agir de nossos governantes?
Notamos que hoje se discute mais o resultado de uma partida de futebol, o final de uma novela, um show ou evento do que assuntos que muitas das vezes fazem parte e influenciam em nossas vidas diretamente. Deixamos-nos levar por estas distrações e somos enganados, quanto à resolução de alguns problemas e situações que nos afetam diretamente.
Através destas artimanhas, consegue-se por estes governantes um efeito politico importante sobre a população, o efeito de letargia, ou seja, um efeito de entorpecimento, uma indiferença, os problema são deixados de lado e esquecidos e só lembramos-nos dos resultados do futebol, da novela, do show.
É necessário e urgente que todos nós tenhamos a consciência de que esta situação precisa e deve ser mudada, não que isso seja uma coisa fácil de conseguir, mas precisamos e devemos passar a ver e compreender algumas destas armações destes governantes.
Temos que ter em mente que se queremos mudar, somente mudaremos com mais educação, inteligência e principalmente vontade de resolver esta situação. Temos e devemos compreender que esta maneira de agir com esta politica do assistencialismo barato nada trás de benefício verdadeiro para as pessoas, muito pelo contrário, estimula a safadeza e cria mais problemas ainda, muitos se aproveitam disto parar levar vantagem sobre os que realmente trabalham e produzem.
Necessitamos de governantes que realmente sejam transparentes em suas atitudes, e que não tirem proveito da deficiência de seu povo em detrimento de seu bem pessoal.
Tarefa difícil hoje em dia, mas não impossível basta querermos e ficar atentos.
O Brasil e a política da fé
O Brasil parece afundar a cada dia, não pela força de seu povo, mas pela ação de uma parcela de políticos que se mantém no poder. Ainda assim, é preciso reconhecer que a responsabilidade também recai sobre nós, cidadãos, pois muitas vezes não votamos de forma crítica e consciente. Uma parte significativa do eleitorado é influenciada por lideranças religiosas, que utilizam a fé como instrumento de controle político.
Se, no passado, os coronéis impunham sua vontade pela força das armas, hoje o poder se modernizou: a Bíblia passou a substituir a pólvora. Versículos e sermões são usados como ferramentas de convencimento, muitas vezes para legitimar projetos que ameaçam a democracia e favorecem interesses contrários ao bem comum.
Essa instrumentalização da fé não apenas compromete a autonomia do voto, como também contribui para políticas que aprofundam a destruição ambiental. Em nome de um discurso moralizante, justificam-se práticas que destroem a fauna, a flora e todo o equilíbrio ecológico do país.
O desafio, portanto, é romper com esse ciclo de manipulação, fortalecendo a educação política, a consciência crítica e a defesa inegociável do meio ambiente como patrimônio coletivo.
SEJA UM REBELDE LÚCIDO
Estamos a viver numa era de escravatura política organizacional , um sistema onde poucos decidem por muitos, como bem alertou Noam Chomsky.
A democracia tem sido reduzida a um teatro, onde o povo assiste de longe às decisões que afectam o seu destino, sem poder real de intervenção. Em vez de servir o cidadão, as estruturas políticas servem-se a si mesmas, alimentando a obediência e sufocando o pensamento crítico.
Enquanto a voz do povo continuar silenciada por conveniências partidárias e interesses pessoais, não haverá verdadeira liberdade. É tempo de romper as correntes da submissão e devolver ao cidadão o poder que lhe pertence por direito.
➡️ Pensar diferente é o primeiro passo para libertar Angola.
Cilada política de quem detesta a religião e principalmente o cristianismo:
A igreja fica somente para os religiosos e a política somente para os políticos nenhum setor interfere no outro.
E assim, os políticos ficam à vontade para destruir as igrejas e matar cristãos.
Por exemplo: esse acordo de ninguém interferir em política foi feito na Coreia do Norte, onde havia mais tempos religiosos e cristãos do que na Coreia do Sul.
Resultado: devastação de igrejas e matanças de cristãos na Coreia do Norte por tirania política.
A Política das Promessas Esquecidas
Há políticos que, em tempos de campanha, vestem a roupa da esperança e falam com a voz do povo.
Prometem escolas novas, hospitais equipados, ruas pavimentadas, empregos e dignidade.
Usam palavras bonitas, gestos ensaiados e sorrisos prontos — como se o futuro coubesse num palanque.
Mas quando o poder chega, a memória se vai.
O discurso vira silêncio, o povo volta à espera, e o plano de governo, antes cheio de metas, vira papel esquecido em gavetas de gabinete.
As promessas que um dia emocionaram se transformam em desculpas, e a vontade de mudar o mundo se perde na conveniência de manter o cargo.
O erro maior não é prometer — é enganar conscientemente quem acreditou.
É subir no palco do voto com o coração vazio e descer do poder com as mãos cheias de privilégios.
A verdadeira política nasce do respeito à palavra dada, da coerência entre o que se fala e o que se faz.
O povo não precisa de heróis de palanque, mas de servidores de verdade, capazes de entender que o mandato não é um prêmio, e sim uma missão.
Porque quem ilude o povo uma vez pode até vencer uma eleição —
mas quem o respeita, conquista algo muito maior: a história.
POLÍTICA E OUTROS LAÇOS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
É melhor não perdermos pessoas que amamos,
quando menos importa ganhar ou perder
nas questões do poder que nos faz consumir
tantos verbos opostos e desencontrados...
Valem mais os afetos que preservam laços,
o calor que não cabe nas leis distorcidas,
os olhares, abraços e risos sinceros
que não acham valor em paixões partidárias...
Saiba menos ou nada pra quem sabe tudo,
tenha mais incerteza pro discurso pronto,
seja tonto por fora e bem você por dentro...
Essa grande alegria de alegrar os seus
é o dom da verdade que não tem senhor,
mas a força do amor; a renúncia do ego...
A política nunca foi sobre a "Paz", mas sim sobre a dominação dos pobres e a defesa de interesses... A religião nunca foi sobre o "Amor", mas sim sobre dominação e interesses políticos. Todas as guerras começaram por causa de interesses.
Contudo, nunca teremos paz enquanto a política existir. — BigaM.
A política de esquerda no Brasil sempre nomeia um ministro da fazenda capaz de mover todo número zero para a esquerda. É o único lugar do mundo onde se tenta combater a carestia imprimindo esperança e distribuindo a conta para os bisnetos, que — como ainda não nasceram — não podem ir para a rua protestar.
Carlos Alberto Blanc
Saca só o Brasil... a política de esquerda lá é um negócio incrível! Eles não contratam um economista, eles contratam um mágico! O Ministro da Fazenda sempre tem esse superpoder: ele move todo número zero para a esquerda! Você já viu isso?! O cara olha para um milhão e — POW! — o zero mudou de lado e agora você deve até a alma!
E o plano de combate à pobreza deles? É sensacional: eles imprimem esperança! É isso aí! 'Não temos dinheiro, mas temos muita... vibração positiva!' E a conta? Ah, a conta vai para os seus bisnetos! É o crime perfeito! Você gasta o dinheiro agora e manda o boleto para um moleque que nem nasceu! Por que? Porque o moleque não pode protestar! Você já viu um feto com um cartaz na mão gritando 'Responsabilidade Fiscal'? Não! Ele tá ocupado demais tentando ganhar dedos! Enquanto ele cresce, o governo já passou o cartão de crédito na cara dele!
“O cristão que olha para a situação política do Brasil e não acredita em mudança, afirmando que já está escrito na Bíblia que tudo vai piorar, certamente não tem fé no Deus Todo-Poderoso, que pode mudar todas as coisas, e simplesmente rasgou da sua Bíblia 2 Crônicas 7:14.”
— Anderson Silva
Carta III — A Injustiça dos Homens: Crítica moral, política e social
Sete anos já se passaram desde que o inferno da terra abriu-me as portas para este calabouço. Ainda é uma sorte possuir alguma porção de fôlego para respirar. Afinal, o problema nunca foram as leis, mas aqueles que as criam e os fins para os quais as aplicam. Cada gota de oxigénio que inalo está infestada de dor, angústia, fome e sede. Enquanto os reis da terra convocam reuniões, os lares transformam-se em cemitérios: cada quarto, uma campa; cada cama, um caixão. E, ao passo que os lordes repousam sobre o conforto da riqueza, as mãos pobres de quem trabalha repousam na indigência.
Então disseram os opressores:
— Enquanto houver um que governe, haverá sempre um que sirva.
— Enquanto houver um que dite as leis, haverá quem as obedeça.
— Enquanto houver um que mande, haverá quem cumpra.
Esta é a lei dos antepassados e é hereditária a todas as gerações. Não há quem mude essa lógica: o que já está estabelecido, ninguém altera.
Então o povo gritava:
— Longa vida aos que nos governam; que os vossos dias se multipliquem na terra!
— Que a riqueza, o luxo e a abundância nunca vos faltem!
— Viva aos reis da terra, pois não há entre nós quem se compare a vós!
— Que os antepassados vos protejam das desgraças deste mundo!
Cada um bajulava da melhor forma, na esperança de ganhar a atenção e o reconhecimento deles. Elogiavam, veneravam e presenteavam aqueles que os oprimiam, intimidavam e matavam.
Ainda assim se curvavam em adoração e exclamavam:
— Viva! Viva! Viva aos reis da terra!
— Viva! Viva! Viva aos que nos governam!
— Viva! Viva! Viva aos que nos orientam!
Os poderosos, então, criaram leis que os protegessem daqueles que mais necessitavam de proteção, para que permanecessem aquecidos no trono do poder, enquanto o povo continuava cego rumo à decadência. O cheiro sanguinolento de suas atrocidades chegava até aqui embaixo. Eu ouvia o choro dos inocentes subjugados ao martírio. Sentia o grito de socorro de mulheres violentadas pelos lordes. Sentia o desespero dos maridos assistindo ao sofrimento de suas esposas.
Nada me vinha à mente senão o ódio ao escrever:
Morram, miseráveis. Vós que governais sobre a penúria dos mais vulneráveis; vós que julgais o futuro de uma criança ainda no ventre da mãe; vós, poderosos que proclamais hipocrisia diante do sangue derramado por milhares de mártires. Vós que vestis túnicas de ouro, sapatos de prata, mitras de diamantes, cintos de escarlata e colares de esmeralda: saciai o gosto da opulência enquanto vos resta tempo. Comei e bebei enquanto o galo ainda não cantou. Dançai e alegrai-vos das vossas atrocidades.
Pois a vingança está às portas daquele que bate. O meu espírito perseguirá os injustos e não cessará a busca até que todos sejam consumidos. Morram, malditos. Arrepender-se-ão de não me terem enterrado. Eis que venho sobre vós com uma espada de dois gumes para completar a minha ira e derramar sobre vós a minha justiça. Vós que comeis sobre a desgraça dos pobres tereis as entranhas cheias de dor e angústia. E vós, ó plebeus, por serdes cúmplices dos opressores provareis também a desolação de tudo aquilo que construístes com músculos abatidos. Preferistes aplaudir aqueles que vos oprimem e condenastes aqueles que vos defendiam.
Quando a malevolência gritou, silenciastes a benevolência.
Que o castigo seja convosco. Que o tormento, a dor e a desgraça vos acompanhem até a sepultura.
Morram, corruptos. Trocais a justiça por moedas e jade. Deixastes que o brilho funesto da riqueza e o prazer transitório da concupiscência vos corrompessem. Escrevo-vos com o mesmo sofrimento que me fizeram suportar, com o mesmo tédio com que me lançaram nas sombras destas paredes escuras, com a mesma dor em cada dedo que perdi. Naquele momento, a sede de vingança, a ânsia pela justiça e o cansaço de continuar a escrever dilaceravam-se dentro de mim.
Afinal, quando a injustiça canta, os tolos dançam.
Quando a justiça fala, a sociedade censura.
Mas quando a verdade retalia, não há quem se desvie da sua cólera.
A ignorância torna os homens cegos à verdade; a ganância envolve-os com o manto da cobiça; o egoísmo conduz ao assassinato da guerra. E é aqui que nasce a injustiça dos homens: todos querem reinar sobre os outros; todos querem ser distintos dos comuns; todos querem ser senhores e receber o serviço dos servos. É aqui que nasce a indiferença dos homens: na criação de castas e estratos para evitar o semelhante — nobres e humildes, fracos e poderosos. Diz-se que a maioria vence sempre. Mas a lei pertence aos poderosos; o mundo é dos poderosos, daqueles que detêm a força.
Por isso, não importa a quantidade: diante da minoria rica e soberba, nem mesmo Deus pôde impedir que nos pisassem.
Amigos e amigas de Facebook!
Agora que passou a política, a poeira baixou, o ar parece estar até mais puro, é hora de respirar fundo e fazer um silêncio profundo, rezar, refletir e pensar melhor sobre todos os nossos atos, ações e omissões, pedir perdões pelas escritas ofensivas, falas e exarcebações, para poder tocar em frente sem deixar para trás ressentimentos, mágoas e ilações, haja vista que, no calor das discussões e nas defesas das idéias e dos ideais políticos, nem sempre usamos a nossa cabeça para pensar, ou mesmo, o coração para amar, a nós mesmos e aos nossos semelhantes, razão pela qual, peço-lhes humildemente desculpas e até perdão pelas vezes que ofendi a quem quer que seja, pois, concessa venia, não é de meu feitio ofender às pessoas do meu convívio do dia-a-dia, por mais importante que seja a causa por mim defendida.
Você que acabou de ler agora esse meu recado , sinta-se perdoado e eu, humildemente, aguardo também o seu perdão, pois, está escrito no Livro Maior: "Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento'' (Ef 4,26).
Abraços fraternos.
A Paz Que o Poder Não Compra
Dinheiro, poder e política movem o mundo.
Eu os comparo a um campo de batalha, onde alguns são exaltados enquanto outros saem machucados.
No entanto, esses poderes também precisam de nós, meros mortais, para que o movimento continue deslizando neste grande palco. Afinal, somos a alavanca que move o país.
Existe uma realidade simples, e ela é um fato: só há paz quando todos têm o que querem e o que merecem.
Ainda assim, nem sempre possuir aquilo que se deseja — ou até mesmo aquilo que se merece — nos traz a paz esperada.
A POLÍTICA DE CADA UM...
Enquanto utilizarmos a política como desculpa para agredir e humilhar o nosso semelhante, infelizmente, da evolução intelectual, mais ausente e mais distante estaremos, pois a cada xingamento, a cada ataque vil, mostramos quem realmente somos, intolerantes, donos da verdade absoluta e senhores da razão bruta...
Nada demais, pois se de repente alguém notar que fomos brutos em exagero, nos juntaremos aos que comungam da mesma ideia e colocaremos a culpa no fascismo, no comunismo, na religião ou mesmo na ignorância de quem não compactua da mesma intelectualidade absurda.
Digo de forma geral, mas também me refiro ao cidadão da pequena cidade, onde somos vizinhos da mesma realidade, sendo amigos, mas que em tempos de política selvagem, agem como se nunca tiveram alguma amizade, é triste esta realidade, pois faz parte da falta de educação e da intelectualidade...
O que impulsiona uma boa pessoa, por razão política, resolver se mostrar e atacar o outro por pura crueldade?
É a política interior, algo que está dentro de cada um de nós, mas que poucos entendem a sua real finalidade!
Crônica
Campeonato Nacional da Sobrevivência
Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.
Imagine a cena:
— Foi pênalti ou não foi?
— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.
Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.
No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.
Já na própria carreira...
— Como está seu plano para os próximos cinco anos?
— Que plano?
— O profissional.
— Ah... achei que você estava falando do campeonato.
E assim segue a vida.
O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.
Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.
Mal chega e já vai embora.
As contas fazem festa.
O dinheiro nem participa.
Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.
O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.
Faz churrasco com pouco carvão.
Faz festa com pouco dinheiro.
Faz amizade na fila.
Faz piada da própria desgraça.
E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.
Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.
Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.
Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.
Quando não é futebol, é novela.
Quando não é novela, é reality show.
Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.
Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.
Os cabelos embranquecem.
Os sonhos envelhecem.
As prestações se multiplicam.
E a aposentadoria parece um personagem de ficção.
Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.
Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.
Continua ajudando o vizinho.
Continua dividindo o pouco que tem.
Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.
No café compartilhado.
Na conversa da calçada.
No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.
No abraço sincero.
Na família reunida.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.
Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.
Mas confesso uma coisa.
Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.
Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.
E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.
Até lá, seguimos em campo.
Entre boletos e esperanças.
Entre trabalho e sonhos.
Entre migalhas e sorrisos.
Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O QUE DESTRÓI A HUMANIDADE?
"A política sem princípios;
Prazer sem compromisso;
Riqueza sem trabalho;
Sabedoria sem caráter;
Negócios sem moral;
Ciência sem humanidade;
Oração sem caridade". Mahatma Gandhi
HOMEM COM AS VIRTUDES DE MAHATMA GANDHI, APARECE 1 EM CADA SÉCULO. Ademar de Borba
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