Crônica sobre Política
[HISTÓRIA POLÍTICA]
O que autoriza classificar um trabalho historiográfico dentro da História Política é naturalmente o enfoque no “Poder”. Mas que tipo de poder? Pode-se privilegiar desde o estudo do poder estatal até o estudo dos micropoderes que aparecem na vida cotidiana. Assim, enquanto a História Política do século XIX mostrava uma preocupação praticamente exclusiva com a política dos grandes Estados (conduzida ou interferida pelos “grandes homens”), já a Nova História Política que começa a se consolidar a partir dos anos 1980 passa a se interessar também pelo “poder” nas suas outras modalidades (que incluem também os micropoderes presentes na vida cotidiana, o uso político dos sistemas de representações, e assim por diante).
Para além disto, a Nova História Política passou a abrir um espaço correspondente para uma “História vista de Baixo”, ora preocupada com as grandes massas anônimas, ora preocupada com o “indivíduo comum”, e que por isto mesmo pode se mostrar como o portador de indícios que dizem respeito ao social mais amplo. Assim, mesmo quando a Nova História Política toma para seu objeto um indivíduo, não visa mais a excepcionalidade das grandes figuras políticas que outrora os historiadores positivistas acreditavam ser os grandes e únicos condutores da História .
Objetos da História Política são todos aqueles que são atravessados pela noção de “poder”. Neste sentido, teremos de um lado aqueles antigos enfoques da História Política tradicional que, apesar de terem sido rejeitados pela historiografia mais moderna de a partir dos anos 1930, com as últimas décadas do século XX começaram a retornar com um novo sentido. A Guerra, a Diplomacia, as Instituições, ou até mesmo a trajetória política dos indivíduos que ocuparam lugares privilegiados na organização do poder – tudo isto começa a retornar a partir do final do século com um novo interesse.
De outro lado, além destes objetos que se referem às relações entre as grandes unidades políticas e aos modos de organização destas grandes unidades políticas que são os Estados e as Instituições, ganham especial destaque as relações políticas entre grupos sociais de diversos tipos. A rigor, as ‘ideologias’ e os movimentos sociais e políticos (por exemplo as Revoluções) sempre constituíram pontos de especial interesse por parte da nova historiografia que se inicia com o século XX. Por outro lado, tal como já ressaltamos, hoje despertam um interesse análogo as relações interindividuais (micropoderes, relações de poder no interior da família, relacionamentos intergrupais), bem como o campo das representações políticas, dos símbolos, dos mitos políticos, do teatro do poder, ou do discurso, enfim. Em muitos destes âmbitos, são evidentes as interfaces da História Política com outros campos historiográficos, como a História Cultural, a História Econômica, ou, sobretudo, a História Social.
[extraído de'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, 2004, p.106-107]
E por falar em política... Pátria amada Brasil!!
há tanta coisa ainda a ser dita.
Tantas palavras, xingamentos, ódio... negativos sentimentos. Lamento!
Poizé, mané! Mas o que tá feito, tá feito... não tem jeito - pelo menos pros próximos quatro anos... já sabemos quais são os planos. Ou não!?
O destino da nação já está em 'boas' mãos!? Há quem diga que sim... e há quem diga que não.
O que digo eu!? Bem, quanto a isso Euzinha da Silva Calza quero acreditar que o rei - ou rainha, no caso - faça tudo direitinho. Cuide com amor, com cuidado de mãe, com respeito e com carinho o nosso ninho.
E, de novo: pode ser que sim... pode ser que não... que tudo ande mesmo na contramão...
Que ninho que nada! Tô nem aí pra essa passarada... xôxôxô...o Brasil é MINHA morada
Mas aí... simples né!? Pra quem ficar ligadão: a decisão está na sua mão e sempre estará (se Deus quiser)... Então... sempre dá pra mudar... simples, não!? Passarinho, passarada... e eles passarão... tome jeito e tome de volta a SUA morada.... ;)
Agora.... xenofobia não... né!? Faça-me um favor: mais amor, por favor!!
Respeito, consideração...
EDUCAÇAO!!!!
Cara, dá pra tratar todo mundo como irmão, não!??? Podemos.... ah! podemos... mas daí precisa querer.
O MOSQUITO (NÃO) TRANSMITE HIV E NEM CORONAVÍRUS ("A política tem a sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano". — Voltaire)
Divulgaram que Microcefalia é o cérebro espremido pelo crânio pequeno ou uma massa cefálica reduzida que suga o crânio adaptável, é assim que replicam os afetados pelas mídias. Agora, para se vingarem de alguma coisa, continuam dizendo que a picada do mosquito da dengue (Aedes Aegypti) também transmite o Zika vírus e Chikungunya. Mosquito brasileiro, vilão de muitos desvios. Só não transmite HIV e Coronavírus, a politicagem não permite! Tudo é manipulável; o governo diminuiu a medida padrão da circunferência do crânio dos bebês, de 35cm para 33cm. É a grande sacada da microcefalia. Estavam aparecendo muitos casos! Agora, parece-me que querem o aparecimento de muitos casos das doenças patrocinadas. Essa política chega até à escola: Quando a mãe vai à escola acusar o tal professor de marcar seu filho, ela está pedindo que o trate com medo, facilitando para ele tirar notas boas, senão configura a perseguição. Só o professor não tem circunstâncias favoráveis. Filhos de professora geralmente são péssimos alunos, talvez porque suas mães lhes falam da política da educação. Fundem-se mãe e professora, confundem os papéis. O mal de levar trabalhos da escola para casa é trazer problemas da casa para a escola. Que a mídia fabrique um novo mosquito transmissor de um vírus produtor de hormônio para nos refazer a cabeça, precisamos de inteligência e senso crítico, porque alegria tem-se demais: é carnaval todo dia. (Cifa
A crise moral da política
Em Pindorama, Chicuncunha acorda e já define o dia na Res publica.
A TV ajuda a sua ideologia.
Articula acordo escuso. Desafeto. Tudo em prol da moral capenga.
Define a pauta no parlamento amoral.
O povo grita: Fora corruptos!
Cria-se conchavo. Ilude o povo. O povo acredita.
Vota na próxima eleição. Tudo continua...
Por falta de opção, há muito tempo o povo brasileiro aceitou conviver com a política do "pão e circo.
A dificuldade em passar pelas portas da inclusão social, tão tortuosas e estreitas, faz com que muitos escolham viver o "hoje".
Entregando seu futuro nas mãos de Deus, no destino, na Mega-Sena, na loteria, no sonho de um dia ser famoso, jogador, cantor, ator....
Politica
Querem cinco mil vagas de emprego mas na pré seleção já fica 90% por falta de habilitações formação profissional ou nem mesmo documentação tem.
Os 10% que passam somente 3% conseguem manter o emprego.
pois os outros 7% desistem, porque não estão de acordo com os cargos e salários oferecidos, pois a ganância fala mais alto querem começar ganhando grandes cargos e grandes salários.
Porque são licenciados ou doutorados.
Esta é a mentalidade ganânciosa da nossa sociedade, zero humildade.
Politica
Nossa cara, por favor não vem me xingando não.
Só porque temos opçoes diferentes em política quer fazer de mim sua inimiga?
Calma... eu não sou sua inimiga não, até porquê
Somos todos irmãos da mesma nação apenas com posicionamentos diferentes politicamente falando.
Apesar das nossas escolhas, somos humanos merecemos respeito.
Queria eu saber tempos atrás que a política já dominava a verdade sempre usando da falsidade.
Queria eu saber tempos atrás que a influência já rogava mais que a competência e capacidade.
Restou-me saber que hoje não tem valor a virtualidade, pois para os pelegos, o que vale é ser mais um adulão covarde.
Política do trabalho manual
Crítica no conceito ,dar ordens e obedecer
Eu aceito ensinar orientar ,mas mandar não. A palavra mandar, pra mim segue o conceito respeitar ,e em uma comunidade exemplar o respeito começa de cima.
Se existe um grupo que não tem respeito e humanidade .Hà algo errado aí ,em geral.Em um trabalho remunerado onde "quem tem título pode sentar" eu diria até palavrões para uma citação dessa. Quem tem títulos e pode mais em instituição?
Quando tá em casa ou sozinho diante da realidade é encrencado igual qualquer um. As vezes quando se sentindo fracassado porque nem tudo é perfeito, nada é como queremos que seja no momento que queremos..
Quando alguém te disser que não pode sentar no trabalho, se fosse um educado poderia refletir e perguntar se está tudo bem ou se está sentindo uma dor ou desconforto. Sou mais a favor da igualdade e dignidade e acho todos dignos de direitos humanitários. A não ser que estamos servindo os "mais", a troco de remuneração ,Escravizados pela falta de gratidão e respeito, ironicamente falando.Eu sei que aderimos um contrato consensual ,más ninguém cuida sempre da linguagem expressiva .
🤪é o que estou fazendo agora , falando além da conta blá blá blá.
O indivíduo de péssima índole sempre irá procurar artifícios para se esconder; Seja a política, a religião, ou qualquer outra grande causa - O importante é que possa ser usada para enganar e manipular quem está ao seu redor, tirando todos os holofotes de sua verdadeira essência, que é sempre perversa e asquerosa.
Ele tem medo de que sua face seja revelada.
É covarde e jamais tentará enfrentar sua própria miséria mental.
Será um eterno prisioneiro das mentiras que espalhou enquanto foi obrigado a viver e, momentaneamente, impedido de se esconder atrás de suas ideologias.
Quando confrontado com a vida real, demonstrará irritação, ódio, temor, e sua única vontade será a de voltar a usar sua máscara.
Assemelha-se, de forma cristalina, a um verme que degusta, com prazer, a carne de um cadáver em avançado estado de decomposição - mas é tirado em pleno momento de gozo.
A diferença entre os dois é tão tênue que mal podemos perceber:
O verme, criatura programada para completar o ciclo de putrefação, necessita de seu alimento. Irá padecer por inanição caso não faça a ingestão daqueles restos.
O mau caráter necessita das mentiras, pois sem elas não consegue mostrar credibilidade nem para si mesmo.
Sem o artifício escolhido, apenas lidando com as consequências de seus atos, o verme humano entra em estado de inanição mental: Um vazio misturado às sombras negras, que mais lhe parecem fantasmas e seguem o atormentando por seus atos cruéis.
O verme não escolheu seu destino; Apenas foi criado para tal propósito.
O mau caráter, por sua vez, escolheu, a dedo e plena consciência, a perversidade.
Até aqui, por motivos que nos foram ocultos*, a ordem da política da EMA como todos sabemos era:
- Vacinar os POVOS com a astrazeneca, só sendo menores de 55* ou 60* anos!!! a partir de agora:
- Inoculá-la só em maiores de 60!!!??? (…), mas porquê?????!!!
Porque se alguém morrer, a partir deles;
por acharem ser velho, pouco importa;
importa é, pois, gastarem tal torta;
importa é culpa não cair neles!
Agora dizem não ter encontrado;
dos tais, mortos por tal, em lado algum;
pois claro, se não era dada em nenhum!!!
por tal, tenhamos nós; com tal cuidado!
Pois quem com mais de sessenta morrer;
por morte provocada por tais trombos;
serão pela idade normalizados!
Passando a dada em velho, camuflados;
tornando-a a em nós lacaios, que nem bombos;
usados pra abafar seu malfazer.
Por isso a vós, pois, digo: Portugueses;
se a vós uma das tais quiserem dar;
mandai tais metê-la no tal lugar;
que em nós só serve para expelir fezes.
O Respeito no Pleito
Na política partidária
Precisa haver respeito,
Entre todos os envolvidos
Cada um no seu direito!
Muita gente alardeia
Diz que é coisa do capeta,
Aí vai depender da forma
Que a disputa é feita,
Se for com brigas e insultos,
A conclusão é perfeita!
Sempre tem mau elemento
Desesperado e mentiroso,
Manipulando o jogo sujo
Covarde e inescrupuloso,
Espalhando notícias falsas
Praticando ato maldoso!
Mas se durante a peleja
Houver paz e consideração,
Então oramos a Deus
Agradecendo de coração,
Pedindo que Ele abençoe
A toda população!
A POLÍTICA É UM RIO, O POVO AS MARGENS!
Ao contemplar o movimento das águas do rio, sou subitamente arremessado a pensar na sociedade e nas suas relações de apatia ou empatia com a política. O mesmo pensamento se esbarra com as possibilidades reais de enfrenta os obstáculos do rio e a comodidade da margem. Então, me envolvo numa intricada questão: entrar ou não no rio? Se não entro, posso ficar nas margens a contemplar a beleza das árvores que o cercam, degustar seus frutos e sentir o aroma das fragrâncias das flores que dão vida e alegria ao rio. Posso me encantar e me deixar ser enfeitiçado pelos divinos cantos dos pássaros que povoam as árvores daquela margem fértil e produtiva. Nas margens, eu posso contemplar, admirar, aplaudir, criticar, sorrir ou chorar. Nas margens sou servido, às vezes é muito cômodo permanecer lá. Mas, o rio me atrai, me chama, me seduz, sinto-me parte dele, somos um. No rio as águas vão e ficam ao mesmo tempo. Esse mistério confunde meus pensamentos. A vida política é um rio, suas águas rolam constantemente, mas não se isenta das sujeiras que polui e danifica tanto as margens quanto o rio. Uns entram nesse rio para dele se servir, outros para servir a ele. Uns tentam limpar as sujeiras no seu interior, outros além de não limpar acrescentam outro tanto. Mas, tanto um como o outro, seja qual for sua motivação, entraram no rio e estão fazendo algo, um para piorar e outro para melhorar. A sujeira aumenta proporcionalmente ao número de pessoas que preferem ficar nas margens. A beleza que enfeita as margens, moradas de muitos, depende diretamente do rio, ou melhor, o rio e as margens estão intrinsecamente ligados. Se o rio está poluído, as margens sofrerão o impacto diretamente; se as margens forem muito exploradas, o rio sofrerá os reflexos. Então, não dá para se isentar das responsabilidades, se ativo ou passivo, ou seja, no rio ou nas margens, tenho igual responsabilidade. Se o rio ficar muito poluído todos saem perdendo e a vida tanto nas margens quanto no rio fica difícil. Precisamos de pessoas corajosas e conscientes para arregaçar as mangas e trabalhar para conservar o rio e as margens, porque ele é a vida que todos precisamos. As mesmas águas dão vida tanto ao rio quanto as margens, portanto, rio e margem precisam ser conscientemente conservados para o bem da vida.
Somos todos insanos!
Loucos na política,
Loucos nas leis,
Loucos na arte,
Loucos em toda parte...
Loucos nas terapias,
Loucos na medicina,
Loucos na família,
Loucos em tudo no dia-a-dia.
Louco eu que vos escreve e fala,
Loucos todos somos, até tú que vais negar, este texto que nos narra...
Louco é a vida, que nos coloca neste mundão, esta enorme sala.
Loucos conscientes, e loucos em devaneios, até nossas últimas falas...
FILOSOFIA NILO DEYSON
Entre a religião e a política existem muitos interesses e, entre a realidade e às ilusões existem a complexidade. Porém, de verdade tudo é vaidade e nada está acontecendo no mundo da real natureza, somente no mundo rotulado e das experiências do ser politicamente social.
Esta actual GUERRA na NOSSA Ucrânia...
Por ser, só política decisão;
demonstra a todo O POVO, em nossa Terra;
que esse agir, a que damos nome: GUERRA,
é prova de em tais, tão FRACA visão!
É prova, que pra eles o vil poleiro;
mais importa, que a dos tais POVO, VIDA!
importa, pois, é não verem perdida;
tal MAMAR, que em tal têm, tanto certeiro.
Daí, estarmos agora a assistir;
ao massacrar de um POVO, por tirano;
tal como, a um assistir, de um pobre actor…
Pois, caso assim não fora, o “benfeitor”;
veria em qualquer vencer, mero engano…
veria O em pela PAZ, bom desistir!
Mais vale, um país, não ser destruído;
Mais vale, a VIDA, de um POVO em tal tido;
Mais vale, pois, que em tais, POLEIRO havido!!!
Vivemos em um mundo de extremos, a política é extrema, as escolhas, os pensamentos e as opiniões são extremas, tudo tem somente dois lados da moeda, e isso tem que interferir em sua vida, quer você queira ou não. Pelo menos é assim que nos comportamos. Todavia, mais que isso, além de pessoas extremistas que somos, queremos impor nossos "máximos" para o outro, e, claro, vice-versa.
É tudo tão triste, muito doloriso de olhar e ver como a humanidade caminha buscando união de uma maneira tão violenta e totalmente separatista.
Somos todos egoístas, queiramos reconhecer ou não, e, infelizmente, a população nunca irá entender, pois nós também somos parte dela e mais da metade não está se importando em mudar esta realidade, quem sabe somos nós, também, parte desta massa que não está interessada. Muitos dizem importar-se, com um pensamento público de mudança, mas são somente falácias, sempre em busca de seus interesses pessoais, que só alimentam mais sua ganância e seu próprio egoísmo.
O que será de nós, o que nos resta? Será uma vida de amarguras e dias cinzentos? Um futuro de feridas e estagnação, resultantes do nosso próprio orgulho e egoísmo?
Não conseguimos ver que somos nós mesmos que geramos estas feridas uns nos outros, pois estamos ocupados demais olhando para nosso próprio umbigo. Estamos sempre muito atarefados e cheios de pensamentos, fazendo ou pensando em algo para nossa própria satisfação. Essa enxurrada de coisas que utilizamos para darmos como desculpa sobre nosso próprio egocentrismo, que evitamos admitir, venda nossos olhos, nos limitando de enxergarmos a realidade, inflando cada vez mais o orgulho dentro de nós, e por consequência nos direcionando a mais extremos e "máximos". Todas estas circunstâncias nos impedem de conseguirmos olhar para a vida, para a realidade, a verdadeira humanidade, que não é fria e dividida, pois não fomos criados com este propósito.
Somos seres singulares, mas todos gerados pelo amor, que é unido e não dividido. Essa característica demonstra para nós um pouco do porque estamos nesta terra, para sermos verdadeiramente uma gigantesca família humana.
Carecemos ver que não precisamos estar sempre em extremos, que não é necessário vivermos sobre máximos, que nos tornam pessoas instáveis e agressivas, gerando sobre nosso interior insegurança e medo. Precisamos viver de verdade, respirar de verdade, sermos reais. Necessitamos olhar para o próximo, e não para nós mesmos, caso contrário, seremos nossa própria destruição.
Pandemia política
O que pensar em pandemia?
Não sei pensar em pandemia, só penso naquilo que perdi.
Penso como um disco furado naquilo que poderia desfrutar.
Um compasso de ansiedade me pulsa o coração.
Ouvir políticos se acusando e uns mostrando a solução e outros quando não, doutra senda, anuentes com os que não querem a solução, me traz o descompasso na frustração de ter que aguardar mais alguns anos se terá mudanças.
É a carta política.
É o que foi nos acordado na subsunção Lex Legum.
É o poder dividido/unido com o aguardar da democracia que busca o momento de se encaixar na concordata.
Isso no momento é a pandemia.
Para os que pranteiam a democracia.
Hoje, entendi que vale a pena brigar por uma política limpa, ao lado daqueles que detenha valores éticos e morais que extrapolam o interesse individual.
Aqueles que defendem corruptos, sanguessugas, criminosos de toda sorte, preparem-se para a briga ou tenham boa sorte.
Não são meus amigos, literalmente.
Hoje eu não vou falar sobre política!
Só desejo que você possa ter onde descansar depois de um dia cansativo de trabalho ou de um dia exaustivo sendo mãe e/ou sendo dona de casa.
Desejo que, amanhã quando você for retomar à sua rotina, não tenha nenhum idiota bloqueando o teu caminho, fazendo você se atrasar para o trabalho ou para pegar teu filho na escola ou para ver uma pessoa que você ama pela última vez (sem que você saiba).
Desejo sorte e um guarda-chuva sempre à mão, para estes dias de clima estranho que te adoecem e, te aprisionam fazendo você ficar 15 dias de repouso (inquietantes) dentro de tua própria casa.
Desejo que você seja grato por seu alimento e seu canto "desconfortável" debaixo desse teto que te protege da chuva e do sol; ao menos você não será mais um a morrer de fome e de frio nesse "país rico e sem miséria..."
-Desculpe!
Eu disse que hoje não iria falar sobre política.
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