Coleção pessoal de giovanesilvasantos1

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⁠“Morro todos os dias e vejo a minha incompetência em manter me vivo, porém ressuscito me diariamente e vejo uma força no parto, tudo muito dolorido, cheio de cicatrizes, oh escuridão, a cruz, oh minha luz.”
Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

⁠“Entendia tudo e não absorvia nada, pequei, morri, levei tudo e não vivi nada.”
Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

⁠ Por que aprisionaste me nesse calabouço.
Por todos os lados e cantos.
Não vejo saída.
Um coração aos prantos.
A mente trava.
As portas trancadas.
O dono da chave eu sei.
O amor, a justiça e a misericórdia.
Mas porque permite.
Além da lei.
Pior que um miserável na praça.
Sem merecer sua graça.
Vejo o destino dizer não.
O obstáculo indigesto.
Sou fraco e confesso.
Mas.
Se és o amor que ouço.
Por que me trancaste no calabouço?
São décadas na escuridão.
Dividindo com ratos nesse porão.
Só tenho a explicação.
Não tenho perdão.
Meu orgulho.
Minha soberba
Vaidade e ambição.
Queria saber.
Queria entender.
Por que me aprisionaste?
Porque todos os sonhos cancelaste.
No seu universo infinito.
Não tem lugar pelo aflito.
Ou será que sou menos que o grão de mostarda.
Incapaz de ganhar tua misericórdia.
Calei.
Examina me desde a nascitura.
O meu clamor e súplica.
A quebra dessa armadura.
Oh altíssimo em nome de Jesus.
 Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos
Tags: porque aprisionaste

⁠ Por que testa me senhor, se sabes que sou fraco.
Brincando no balanço frágil.
Sempre vacilante.
Pertenço a um terreiro condenado.
Um coral de amantes.
Parece que fui entregue aos Deuses do mundo.
Vencer é uma palavra inimiga.
Tanta angústia.
Tanto medo.
Tanta frustração.
Na guerra antiga sou canhão.
Por que tantas promessas.
Se vivo na prisão.
Enjaulado pelo tempo.
Liberdade que tento.
Recebo não.
Digo que já ouvi e li.
De uma porta a se abrir.
De uma água que mata sede.
Pra não desistir de lançar a rede.
A mostarda.
A fé.
A montanha.
Oh pai não estranha.
Meu submundo é profundo e confuso.
Por mais que eu lute.
Eu perco.
Talvez, ou é certo que mereças.
Eu não sou digno.
Por que testa me se sabes da minha fraqueza.
Eu não posso mais.
Aos prazeres de Satanás.
Condenado desde o berço inocente.
Se olho pra frente.
O destino indiferente.
Perco.
Se me ofereces matar a sede.
Por que morro.
Por que o vendaval.
A turbulência.
A tempestade.
O sepulcro.
O carnaval de angústia.
A dor.
Por que mata a esperança.
Já dizia Salomão.
Tudo ilusão.
Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

Trilogia da minha vida.

Não posso negar.
Não posso ignorar.
A força da cruz.
A dimensão aos olhos.
Nada incomparável.
Quando a fé é viva.
O prazer é inigualável.

Pois bem.
No teor real.
Em comportamento prática e tal.
O desaforo imoral de cada DNA.
As maldições hereditária.
Os hábitos canalha.
Os olhos malignos.
Aflições indesejadas.
O destino com malas pesadas.

Imaginei ser apenas 3 tragédias.
Mas parece que o peso é antes da idade média.
Trilogia é pros fracos.
Essa linha férrea.
Comporta barrancos e barracos.

Não gostaria de dar vazão a miséria e a desgraça.
Mas nessa multidão.
Passeia um trem cheio de vagão.
Levando a perdição.
Muita gente, de graça.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

Verão de 1994

Lembro bem, pós copa do mundo, verão de 1994.
Foi quando me despendi da bolinha de gude, das barrinhas e peões, do esconde, esconde.
Das aventuras de cada lugar e onde.
Oh verão.
Peguei o trem, atravessei o oceano e estava eu a beijar um sonho.
Vaguei suspirando, com medo e preocupado, porém a saudade na mudança das estações.

E foi dada a largada, logo, logo se despedindo da adolescência e como penitência a flor.

Sim, passei pelo jardim e senti o sabor.
Foi dado a largada, rumo ao sonho, rumo ao engano, a ilusão, a real situação no semblante juvenil.

Enquanto isso, mau comecei sonhar, aquele sonho crucificado de modo medonho, a cicatriz é viva, grita e dói, as vezes corrói o passado turbulento.

Não sei nem explicar esse enredo que ainda não teve fim, inverno que se faz inferno, também a primavera a florir.

A mais bela e perversa canção, uma vida contemplada pelo extremo, continuo a jornada, titubeante pela paixão, aquela consideração pela amada.

E o sonho, deixa pairar e existir, no outono talvez me encontrei aqui a oportunidade de chorar e sorrir.

Vivo na contradição, meu coração com as sequelas das frustrações, a mente fragilizada e um brio vivo pela esperança de um novo verão.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

Ainda serei malandro

É porque nessa vida eu perdi.
Meus vícios perderam o limite.
Até parece que ao diabo me vendi.

Ainda serei malandro.
Esse é meu plano.
Enganar o medo.
Ludibriar a sacanagem.
Traidor da intransigência.
Aborrecer a indecência.

Até ser pego em flagrante.
Dando golpe na covardia.
Larápio dos maus hábitos.
Aprisionado na fé.
Continuar de pé.

Sonhando nessa multidão.
Invisível na contramão.
Um ladrão de felicidade.
Um assassino da depressão.

Meu plano, meu pensar equivocado.
Me perco nesse sonho emaranhado.
O medo desta vida.
E o que me reserva?
Uma pluma ou um caldeirão quente.
Nem sei se vai dá tempo meu plano.
Eta vida de um poeta tirano
Assim governando a própria vida.
Porém.
Assim.
Ainda serei malandro.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

“Existem poesias que inspiram poesias e muitas poesias dão vidas a sentimentos escondidos.”

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos
Tags: existem poesias

“A poesia é uma história real dos sentimentos que viajam a Lua, atravessa Marte e continua flutuando na Terra, mas tem cheiro de vida no Céu.”

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

“Navego no universo da escrita, que rima e grita, uma dor que sangra a poesia e cura a insana mente inquieta.”

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

“Encaixo palavras e revelo meus sentimentos, a poesia se apresenta até inocentemente.”


Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

“A poesia é o colo das palavras.”

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

“A poesia grita, cala, fala, sente, desabafa e guarda o pensamento em cada verso que se faz reflexo do cotidiano.”

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

"Desde criança conheço as letras, mas só agora percebo a beleza de sua harmonia."

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

É claro o que é confuso.

O DNA implica.
A sombra de cada geração passada.
A cultura que fica.
Astúcia do lar amassada.

Eu não sem a origem da rebeldia.
O nascer em ludibriar o exato caráter.
A febre juvenil.
A desordem adulta que parece infantil.

Seu garçom me sirva uma explicação.
Porque da mente tanta confusão.
Porque nos tornamos fregueses da desordem.

Um dia ladrão.
Orgulhoso.
Dono da ambição.
Invejoso.
Adúltero.
Fugaz e danoso.

Esse diálogo íntimo aponta.
A fraqueza é uma afronta.
Quando se perde a luta.
Vã é a labuta.
Em sanar a dor.
Porque está enraizado essa lamentação.
Caráter humano.
Carnal e profano.
Porque vives.
Oh cansaço.
Regaço transparente.
Lanço ao tempo minha verdade.
Quem me dera oh piedade.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

A serpente, Adão e Eva

Ainda vive.
Como vive.
Dilubriando a inocência.
Abraçando as fraquezas.
A paixão cega.

Quem ainda não foi tentado pela serpente.
Lembro das dezenas de maçãs que mordi.
Quantas foram me oferecidas pelas Evas.

Uma trilogia do pecado.
Vive hoje no mercado.
A serpente viva.
Uma Eva no cercado.
Oh Adão.
Porque não perguntaste a minha geração.
É.
Ingrata como é.
Possível que negue o paraíso.

Diante de uma promessa divina.
A eternidade bem-vinda.
Também negada.
Porque a multidão prefere alimentar a serpente.
Ser possuído por Eva e aderir a fraqueza de Adão.
E eu.
Eu pertenço a emaranhado mundo mortal.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

Essa minha vida triste

Sem graça é verdade.
Enferma capacidade.
Sonhos e desejos colocados no tronco.
açoitado e penalizado.
Sou um sujeito bronco.
Pouco domesticado.
A quem vive do meu lado.
A tristeza.

Cruel e com devida razão.
Tristeza que vira reflexo.
Poesias distintas.
Palavras com complexos.
A depressão.

Consolidada com a bagatela correnteza de um rio.
Penetra no íntimo e causa calafrio.
Perturba a mente.
Produz um coração indecente.
O medo.
O medo.
Triste. Medonho.
A covardia alojada.
A indisposição indesejada.
A depressão.
A tristeza novamente vem.
Triste somente quem tem.

O medo mora junto com a tristeza.
Faz trio com a covardia.
Associa se com orgulho.
E dá vida ao pranto.
As lágrimas jorram.
A esperança não tem espaço.
Nesse embaraço.
Rude brio e astuto ser.
Ainda que tento expulsar da minha casa.
O medo.
A tristeza.
Insistir em habitar.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

Um jeito peculiar.

Ele chora.
Brinca.
Grita.
Cala
Ora.

Viaja aos extremos.
Um caderno que lemos.
Na entranha de diversos.
No apanhado dos versos.

Ele brada como leão feroz.
Também mia como gatinho manso.
Quando o sonho e a esperança vive em nós.
De repente exausto e canso.

As nuvens pintam a aquarela do prazer.
Mas confronta com a tempestade do próprio viver.

No final.
Um carnaval.
Sepulcro.
Malvado suco.
Que tanto ver, ser, ter.
Enterrado na fantasia de aprender viver.
O mundo redondo.
O mundo angular.
A vida bipolar.
Silencia.
Explode.
Estrondo.
Eu me calo vivo, sepultado na teimosia, na fraqueza e orgulho.
Me escondo.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

O prazer

Satisfação.
De te-la como amiga.
Prazer em ter um coração sem intriga.
A nostalgia do perfume.
Andar até o cume e recitar uma poesia.

Cheia de satisfação.
O prazer da ocasião.
De ganhar uma vida.
E novamente o esplendor nostálgico de um momento mágico que rompe a barreira.
Meu amor.
Prazer sobremaneira.

Existir.
Participar.
Sofrer.
Cair.
Reagir.
Queria me aprofundar, mas não vou conseguir.

Minha satisfação pela família.
Pelo desafio social.
O prazer de contracenar com a febre do preconceito.
Pois é deitado nesse leito.
Que mato, morro e vivo todos os dias.

No prazer de conhecer a mais profunda paixão.
Em cada desastre a nostalgia que se planta a fantasia.
A satisfação de viver.
Prazer que faz morrer a cada dia.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos

Ingratidão

Uma raiz venenosa.
Enverga a amabilidade.
Dispõe de uma covardia.
Princípio da insanidade.
Resulta em direção desastrosa.

Ou não.
Quem poderá julgar?
Mas não dá pra disfarçar.
O dano dessa erva daninha.

Fere o próximo como bote de cascavel.
A ingratidão.
Comida sem sal.
Café sem açúcar.
Amargo fel.
Ato de gente astuta.

Pois bem.
Cada qual com sua conduta.
A vida é mesmo maluca.
A ingratidão.
Sensação que mexe a cuca.

Se foi eu ou ele ou ela.
Nessa manifestação medonha.
Que o amanhã lhe proponha vergonha.
Do ato que feriu.
Que se ponha.
Redimir.
Quando perdão pediu.
Mas na verdade.
Muitos moram no covil.
Ingratidão é constante.
É amante.
É barril.
É a dor de quem serviu.
Enquanto o ingrato riu.

Giovane Silva Santos

Giovane Silva Santos