Crônica sobre Política
Pessoa(s) como consequência política, pré e pós eleição:
Quem escolhe político pensando e definindo via voto como um(a) ajudador(a) de todas as famílias, acerta e não se arrepende do voto.
Mas quem escolhe o político que oferta ajuda só para a sua pessoa ou família, faz as péssimas escolhas, e o ônus é de toda a sociedade.
O poder, a essência do mal
crianças correndo, uma figura política, a corrupção personificada, outra, a sombra de Hitler em seu tormento.
meus olhos ardem, testemunhas de uma realidade distorcida.
Fomos adestrados a conviver sob o julgo das armas.
Agora, me vejo sob a mira dos teus olhares, rendido ao domínio dos teus saltos...
Não preciso de moedas, guardo pessoas na minha carteira.
A subordinação integral da cultura filosófica à agenda política suscita um potencial dilema, no qual a busca pela verdade objetiva e a análise imparcial se encontram em risco de comprometimento.
Este fenômeno sugere a possibilidade de uma influência desmedida de visões ideológicas particulares sobre o discurso filosófico, resultando na supressão da pluralidade de perspectivas e na prevalência de posicionamentos políticos preponderantes.
Tal cenário compromete a integridade da reflexão filosófica ao relegar a primazia da análise crítica e da exploração multifacetada de ideias em prol da adoção acrítica de premissas políticas específicas.
TENHA DICERNIMENTO AO ESCOLHER...
O discernimento precisa aflorar na questão política de Toledo e região Oeste. Estamos caminhando para uma eleição muito importante para o País. Mas também vale salientar que teremos de escolher além do Presidente, governador, deputado federal e deputado estadual.
Guardadas as proporções, Toledo e região oeste tem necessidade de ter representatividade seja na área federal e principalmente na estadual.
A falta de ter este representante é evidente seja na cidade, seja na região. Cabe há população que elege ter o discernimento de quem são hoje os pré-candidatos e seu comprometimento real com relação ao que se propõem.
Falta uma análise mais criteriosa com relação aos pré-candidatos, seja pelo nome ou até mesmo pela sua atuação no município. Chega de votar somente por um nome ou um grupo pré-definido. Não se pode reduzir uma escolha desta importância a somente a um grupo de pessoas. É preciso uma avaliação de quem é mais viável, de quem realmente pode e deve trabalhar por Toledo e região.
Torna-se necessário um conhecimento mais amplo ao escolher este representante. Falta união, falta a responsabilidade de compreender que se faz necessário ter alguém para defender o espaço de Toledo no Estado.
Faça uma avaliação mais criteriosa sobre os pré-candidatos que se apresentam. Chega dos mesmos que muitas vezes prometem e fazem muitos pensarem que trazem soluções, mas na realidade são apenas falácias. Palavras jogadas ao vento.
Um pequeno detalhe que muitas vezes passa desapercebido na maioria de quem escolhe é o que o candidato precisa para ser eleito. Faça contas verifique a viabilidade de cada candidatura.
Veja e confira a confiança no nome e mesmo a rejeição que este tem na sociedade. Procure se informar e fazer valer sua escolha. Não se escolhe um candidato pelo nome ou por um grupo que ele pertença, mesmo que tenha simpatia, mas entenda que o ideal é ver se realmente este candidato merece por sua postura e trabalho.
Vamos colocar a frente uma pessoa que seja filho da terra e que tenha em mente trabalhar pelo engrandecimento de Toledo e região.
Marcelo Martins (Marcelo1960)
"Minha preferencia política é por qualquer modelo ideológico que seja aliado da sabedoria e do conhecimento; que não despreze os valores culturais e morais do país; que forme alianças populares com o progresso e o avanço socioeconômico; e que todos os envolvidos possam praticar com ética, justiça e responsabilidade ambiental."
Thiago da Silva Oliveira (1986 a)
Olhe em volta, veja a situação
Polícia e política, causando confusão
Poder em jogo, dinheiro envolvido
E o povo fica sem ser ouvido
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Enquanto eles jogam, nós ficamos na mão
A polícia deveria proteger e servir
Mas quantos já viram seu amigo morrer
A mão da lei pesa sobre a gente comum
Mas quando o crime é deles, sempre há um jeitinho
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Enquanto eles jogam, nós ficamos na mão
A política tem a obrigação de nos representar
Mas quantos já viram seus sonhos acabar
Negociatas, acordos de bastidores
Enquanto o povo fica sem seus direitos
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Enquanto eles jogam, nós ficamos na mão
Mas eu acredito que podemos mudar
Se a gente se unir, podemos exigir
Uma polícia justa, uma política transparente
Que trabalhem por nós, e não contra a gente
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Mas juntos podemos mudar essa situação.
Polícia e política, dois mundos distintos
Mas às vezes parecem tão interligados e conflitos
A polícia é a força que protege a lei
Mas também pode ser abusiva e causar desdém
Há quem confie e respeite os policiais
E há quem se sinta oprimido e julgado demais
A política é o poder que governa o país
Mas nem sempre age com justiça e condiz
Há quem defenda e apoie os políticos
E há quem se sinta enganado e descrente do sistema
Juntos, polícia e política, têm a missão
De manter a ordem e a democracia em ação
Mas quando um falha, o outro também é afetado
E a confiança da população é prejudicada
Por isso é preciso transparência e ética
Para que a polícia e a política sejam justas e retas
Para que a sociedade possa confiar
E juntos possamos construir um futuro melhor para caminhar.
A politica ainda é o melhor caminho para a solução,
A politica está intrínseca em cada momentos de nossa vida. Precisamos aprender a ver a política de uma maneira diferente. A politica sempre foi taxada como uma atividade de desconfiança e de pessoas sempre voltadas ao beneficio próprio que a uma representatividade das pessoas que as elegeram para tal. Na minha opinião, mesmo que seja de uma certa forma rasa, me sinto a vontade de opinar sobre o que vejo.
Muito se fala e se propaga nomes de pretensos candidatos a cargos eletivos, muitas tratativas, muitas especulações e diversas opiniões.
Respeitando cada partido e seus partidários, o que precisa em termos de nomes (mesmos que sejam apenas especulação) seria de bom grado e importante que todos tivessem em mente a melhor maneira de ver o desenvolvimento e sustentabilidade de Toledo e tudo que ela representa.
Que cada partido dentro de suas características e diretrizes entenda que o projeto politico tem de ser de aglutinação, acolhimento de ideias e projetos concretos, apresentar caminhos a serem trilhados sobre os problemas e principalmente as soluções para vários problemas de uma administração de uma cidade como Toledo.
Os partidos e seus candidatos precisam mostrar para a população o que realmente são e o que almejam, sendo que, promovam entre os seus uma discussão interna profunda sobre o conteúdo, a agenda e do programa de seu partido sobre o que querem e quem são.
É preciso que achem caminhos para que apresentem ao eleitor o que ele quer ouvir e ao mesmo tempo inclui-lo nas demandas que sempre haverão de acontecer. A politica precisa ser inclusiva, assertiva a todos, e não há um grupo especifico.
A política é dinâmica e em constante movimentos, se queremos ser representados que aprendamos a ver a politica de uma forma diferente e mais com a razão, não com o coração. Não deve de alguma forma manter o politico de estimação, mas sim o que se propõem a trabalhar e que mostre conhecimento e disposição de trabalhar para aquilo que foi eleito.
Atitude, projetos concretos, ideias e soluções para os problemas são fundamentais, e sempre lembrando que o aglutinamento em torno de nomes fortes cria real condições de se chegar ao objetivo. A pulverização de muitos nomes cria a oportunidades de se continuar o mesmo.
A política do pão e circo
Panem et circenses, que significa a política do pão e circo é uma frase do humorista e poeta Juvenal que viveu por volta de 100 anos d.C. A referida frase faz parte de uma sátira, na qual o autor critica de forma veemente a falta de informação do povo romano que não se interessava por política, mas apenas em ter comida na mesa e diversão.
Em Roma, assim como acontece nos dias de hoje, as pessoas mais pobres viviam amontoadas e sem vida digna nas periferias. Para evitar que acontecesse um levante por parte dessa população mais carente, os imperadores encontraram uma forma paliativa, mas muito eficaz de calar a voz dos oprimidos. Ofereciam os cereais necessários para matar a fome e realizavam eventos em grandes arenas para o divertimento de todos. Assim, seguiam satisfeitos, sem reclamarem da sorte, ou da falta dela.
O que mudou?!
O povo continua mendigando as sobras dos pratos de prata dos poderosos e se dá por satisfeito com um auxílio de emergência, com uma bolsa disso, ou uma bolsa daquilo. Cala o povo diante do mísero "pão" que lhes é oferecido e ri das palhaçadas dos que dizem nos representar.
E daí, né ?
Muitos políticos escalam o poder subindo nas costas dos que possuem menos instrução, menos oportunidades e que recebem cada vez menos investimentos na sua educação. A compra de votos ganhou várias versões lícitas, tudo dentro da lei. A lei feita por políticos e que quase sempre desfavorece os que já são desfavorecidos, desvalidos, necessitados, ou simplesmente, pobres!
Estamos em mais um ano eleitoral e chegará em nossas casas batendo palmas para entrar, alguns dos que passaram quatro anos sem nos procurar e sem fazer nada para que as coisas melhorassem. Vão mentir, vão prometer e vão enganar muita gente de novo, mas quero dizer uma verdade: só consegue escalar o topo do poder político quem recebe o aplauso do povo.
É hora de parar de bater palmas para os que estão nos picadeiros, pois se você olhar bem para os lados, verá que a arquibancada é composta da grande maioria, daqueles que decidem se a piada tem graça, ou não merece um sorriso.
Não é sobre política, não se trata de um posicionamento político... É sobre pessoas... sobre seres humanos, sobre a vida, entende? Sobre o respeito à vida, sobre o desrespeito à vida. É sobre isso que eu falo.
Então, quando mencionam prisão, não vejo nada além do mínimo, nada além do que deveria ter sido feito há muito tempo, e a tempo.
A prisão é necessária, a liberdade ainda mais. A liberdade de expressão, de opinião, de escolha... de opção. A jaula só vai prender o louco que não escapou. Nem dou tanto crédito a isso, se é que ainda podemos chamar isso de algo.
Não importa a sua filosofia política, se você é de direita ou de esquerda, o que importa é a sua real preocupação com os pobres, viúvas, deficientes, doentes, com os excluídos e esquecidos pela sociedade, e pelos necessitados em geral. O que importa ainda é a sua consciência limpa e tranquila, o seu coração bondoso, as sua nobres atitudes e seus objetivos lógicos em prol do bem comum.
Converse sobre política, mas, faça uma política séria.
23/02/2021
Márcio de Medeiros
Escrever
Minha vontade é só de escrever, escrever e escrever. Escrever sobre política, religião, preconceito, homofobia, intolerância, "injustiça que assola nosso país", e outros assuntos que alimenta a massa. Mas aí estarei escrevendo somente o que todos já sabem, apenas em um ponto de vista diferente. Então, a partir de hoje minha preferência vai ser escrever sobre mim, sobre os meus fracassos não confessados, as minhas dúvidas, os meus desesperos e angústia
A política, a Religião e o Futebol só serve para dividir o povo, são paixões capazes de imbecilizar o homem, pois, toda contestação é inútil. Discutir racionalmente com o outro uma opinião de origem afetiva ou mística só terá como resultado exaltá-lo.
Visto que os tolos acreditam que politica, religião e futebol não se discute, por esse motivo os ladrões continuam no poder e os falsos profetas continuam a pregar, conscientes de que o melhor catalisador para o emburrecimento é o apego incondicional a uma ideologia.
Todos sabemos que a Política, a Religião e o Futebol há muito tempo tornou-se a arte da conquista e da conservação do poder e a luta contra essas instituições são difíceis, porque elas são organizados, e nós não.
Com adaptações de Chico Nauta
"Política do pão e circo moderno.
Jogos Olímpicos, guerras, crises políticas e sociais. Como na Grécia Antiga e no Império Romano, como tudo o que vem e não passa e como tudo tende a crescer e perpetuar, faz da Terra um mundo pequeno. Vivemos um pouco de tudo aqui e um pouco de tudo de lá.
Enquanto um pouco de tudo não é o todo."
Nossa Realidade
O Brasil tá na mão de PESSOAS sem ética,
Política suja, promessa vira farsa trágica.
Pobre na luta, rico se dá bem,
Enquanto o povo sofre, o SISTEMA faz o "bem".
Violência nas ruas, escola a desejar,
Saúde pública? Só pra quem aguenta esperar.
Meio ambiente em QUEDA, ninguém toma jeito,
Floresta arde em chamas, e o mundo vê a tragédia em leito.
Polarização, ódio, FAKE NEWS no ar,
O país tá dividido, quase à beira de um pesadelo viral.
Precisa mudar, precisa acordar,
Pra não deixar o FUTURO do Brasil no endereço errado a sonhar.
FANTI MC
Vivemos cercados por crises permanentes — de identidade, clima, política, representatividade, coletividade, saúde mental, finanças, ética, cultura, educação...
Todas, de algum modo, precarizam o horizonte, turvam o futuro e enfraquecem nossa capacidade de sonhar sentido, traçar planos e cultivar esperança. Enfrentar essas crises exige mais do que respostas pontuais; exige restaurar a capacidade de imaginar o amanhã e o desejo de construir novos caminhos.
A Política e Seus Amores de Estação
As lideranças políticas, assim como as estações do ano, vão se renovando com o tempo. Grandes nomes que um dia foram reverenciados acabam esquecidos, engolidos pelo ritmo veloz da história. Novas vozes surgem, ocupam palanques, inflamam multidões e, por vezes, também desaparecem — tudo é cíclico. Nada é eterno, nem mesmo na política.
Ideias mudam. Posições mudam. Mas quem mais muda é o povo. Muda de opinião, de partido, de ídolo. Muda até de memória. É curioso como a admiração incondicional pode, de uma hora para outra, se transformar em desprezo absoluto. Que o diga Getúlio Vargas, questionado com dureza poucos dias antes de apertar o gatilho do próprio destino. O mesmo povo que o acusava foi às ruas em lágrimas, em um luto nacional tão apaixonado quanto a desconfiança que o antecedeu.
Anos depois, foi a vez de Fernando Collor. Jovem, bem-apessoado, com discurso eloquente, conquistou a maioria esmagadora dos votos. Preferiram o novo ao conhecido — Brizola, Ulysses, Covas... velhos de guerra. Collor era a promessa embalada para o futuro. Mas o tempo, senhor das reviravoltas, mostrou que a política brasileira também ama com intensidade, esquece e julga com rapidez.
A paixão na política é quase sazonal. Tem primavera e tem inverno. Quem não entender isso, corre o risco de se decepcionar profundamente. Talvez a única constante seja essa: a instabilidade dos sentimentos populares. Líderes vêm e vão, mas o ciclo — esse sim — permanece.
Renato Jaguarão.
Para mim, militante petista, me foi perguntado outro dia: "Como você vê a política?" Eu vejo a política como uma forma de influenciar a sociedade, positiva ou negativamente. O que falamos, o que dizemos e nossas ações são marcadas por décadas e gerações, e muitas vezes influenciam a forma como as pessoas nos veem. Portanto, devemos ser políticos ao falar ou agir, para que nossas falas e ações não sejam usadas contra nós no futuro.
Precisamos saber jogar, como diz a música da imortal Elis Regina: "Vivendo e aprendendo a jogar. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar". A vida é um jogo, a política é um jogo. Quando afirmo que vivo e sobrevivo sem auxílio de governos, estados e políticos, estou sendo um tanto quanto radical. Se eu analisar a história, tanto do presente quanto do passado, percebo que já tive ajuda do governo, de ONGs e de muitos políticos, e posso vir a ter essa ajuda no futuro.
Não posso afirmar que vivo sem a ajuda de ninguém, pois ao dizer isso, esqueço do passado e também de um futuro potencial. O futuro lembrará do que eu disse hoje. Vivo hoje basicamente do meu trabalho, mas sempre recebo alguma ajuda de políticos, em maior ou menor grau. Essa é a dança da política.
Por que digo isso? Porque no futuro, quando algum político olhar para trás, ele reconhecerá que eu não reneguei a política como forma de subsistência da minha vida. Se eu disser que trabalho sem a ajuda de ninguém, isso será pesado e equivocado. A verdade é que, de alguma forma, os políticos nos ajudam, seja com políticas públicas que beneficiam nosso trabalho, individual ou comunitário.
Devemos ter muito cuidado com o que dizemos, especialmente na internet, pois temos influência sobre a sociedade e, através dessa influência, afetamos o voto das pessoas. *Fiquei preocupadíssimo com a fala em público digital, entre os internautas, de um companheiro de lutas históricas, que disse: A luta é incansável sem ajuda dos governantes e parlamentares ".* Isso é pesado. Podemos estar sobrevivendo sem ajuda no momento, mas não devemos rotular isso de maneira definitiva. Afinal, no passado, muitas pessoas e políticos plantaram uma semente que nos ajudou a chegar onde estamos hoje.
Quando dizemos que não temos ajuda de ninguém, estamos renegando um passado recente que fez parte de nossas vidas e nos deixou um legado. Não podemos negar a existência dos políticos em nossas vidas, porque, direta ou indiretamente, eles estão conosco no dia a dia. Gostando ou não, não se vive sem política. Negar a ajuda dos políticos é uma visão muito limitada.
Este é um texto pessoal, escrito em consideração a você. Tomei cuidado de não mencionar nomes específicos, ONGs, sindicatos ou políticos. Generalizei a conversa, mas vocês entenderão a razão disso. Precisamos, principalmente em público, defender nossos políticos e as políticas que eles implementam. Fazemos política direta ou indiretamente, eleitos ou não, dentro do Estado democrático de direito. Um abraço, um cheiro, e obrigado por tudo.
Sex, 05 julho
Ano 2024 Fernando kabral
Queria ser apenas mais um cidadão
Que não discute política ou religião
Que vive, alienado, cego e manipulado
Absorvendo todas as narrativas diárias em frente à televisão.
Porque quando você descobre como funciona o sistema
E todo o seu mecanismo de corrupção, mudará sua visão!
E pode ter certeza que você nunca mais será o mesmo cidadão.
Me pediram para me posicionar sobre politica kkkkk só rir é o que posso fazer.
Não me envolvo e nem busco querer ficar na mídia igual a muitos que querem aparecer ou ser centro de atenções, para ganhar nem conquistar nada.
Vejo apenas verdades dos dois lados, um lado tão cego, iludidos por migalhas que lhe foram prometidas para ocultar algumas verdades, outro lado usando algumas verdades para ocultar mentiras. Enquanto isso pessoas sem opinião própria sendo conduzidas na mesma direção do abismo...
Ricardo Baeta.
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