Crônica sobre Política

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Este livro não é sobre política no sentido tradicional; trata-se de um livro sobre poder – sobre como ele é conquistado, exercido e mantido por aqueles que compreendem as regras invisíveis que governam a mente coletiva.
Mortaza, J. (2025). O Algoritmo das Massas: Decifrando os movimentos políticos. Porto Alegre: UICLAP.

Inserida por jean_mortaza

⁠✨ Além dos Rótulos, Somos Luz✨
“A religião vestiu a fé com rótulos, a política fez da diferença uma arma, e o dinheiro trocou valor por preço. Mas a alma não reconhece bandeiras — ela clama por verdade, por paz, por eternidade. Somos centelhas do mesmo fogo, separados apenas pela ilusão do ego. A sabedoria dos antigos sussurra: quem se conhece, não divide. No fim, tudo que importa é o amor que deixamos e a luz que nos tornamos.”

Inserida por sabedoriahistorica

⁠Ah, a política brasileira, nosso eterno circo!
A roubalheira, que estava apenas fazendo uma pausa para um lanche, decidiu retornar com toda a pompa e circunstância.
E quem diria? O grande chefe do bando volta ao poder, não pela força, mas pelo glorioso voto do povo!
É como se o jardineiro do nosso jardim de infância tivesse entregado as chaves da caixa de ferramentas para as crianças e dito: “Vão lá, façam o que vocês acharem melhor!”
Agora, temos essa turma de malandros brincando no parquinho, testando cada escorregador e balanço, enquanto a maioria, coitada, assiste sem saber muito bem se está jogando dominó ou se tentando entender o sistema político.
Porque, claro, aprender sobre política é um verdadeiro divertimento! Afinal, quem precisa de aulas sobre ética e cidadania quando podemos simplesmente escolher nossos "heróis" com base em memes e promessas vazias?
A diversão aumenta quando percebemos que esse jogo tem regras muito particulares, e a única coisa que todos parecem realmente saber é como fazer uma selfie em frente ao palácio!
Então, vamos aplaudir essa nova fase da nossa educação política, porque, se tem algo que precisamos mesmo aprender, é como transformar o caos em espetáculo e, aparentemente, estamos indo muito bem nisso!
Mortes silenciosas se perpetuam por ideologias equivocadas. Políticas. Integrar a consciência é fundamental para ampliar nossa percepção da realidade.

Inserida por paula_ingrissy

⁠Na política, na religião e na realidade do cotidiano é o dinheiro que tem poder.
Entenderam porque Jesus desagradou aos poderosos da sua época?
A sua vida mais humanizada, espiritualizada e menos material não passava de uma ameaça e de um mau exemplo, sob a ótica daqueles que, verdadeiramente, controlavam as pessoas e, consequentemente, a sociedade, naquele tempo. E nada mudou, apenas foi repaginado para atender aos novos tempos. O povo continua sendo a fonte de enriquecimento de todos que têm poder o conduzir a mente humana. E ai daqueles que tentam acordar o povo que vive adormecido.
O dinheiro tem o poder de mandar, inclusive, na alma. E até pode determinar quando a prática dos bons valores deve ser exercida.

Inserida por Gracaleal

⁠⁠Após a religião se envolver afetivamente com a política, e tentar criar uma manada de pensamentos baseados no falso Messias, já não luta mais para unificar o mundo falando do amor de Deus. Apenas provoca a separação e o afastamento das pessoas, que por pensarem diferente não são aceitas.

Não foi isso que Jesus ensinou.

Inserida por POLIANACHAVES

DA POLÍTICA AO FUTEBOL

⁠A não aceitação da vitória de um oponente revela, entre outras coisas, que o perdedor estava travando uma batalha imaginária. Não havia o outro no horizonte da sua percepção. Quem procura enxergar as possibilidades sofre menos. Nesse contexto, as informações falsas contribuem muito para a mente criar uma realidade equivocada.

Inserida por ElizeuSilva

⁠A ordem política dos esdrúxulos eleitos da cidade.

É notório que as necessidades da sociedade são reais e que devem ser tomadas providências inovadoras para que haja, oportunidades através da educação e formação, da melhoria do emprego, da renda para as pessoas e suas famílias, mas o que assistimos é a prática escandalosa, da política do toma-lá-da-cá.
Não é visto por parte de nenhum dos órgãos públicos de governo, um projeto que eleve as condições dos municípios.
Assistimos um marasmo...
Políticos com sua política do mais do mesmo, fazem da cidade, um eterno bolsão de associações com fins lucrativos e eleitorais, alimentando seus acessores que em troca da facilidade do toma-lá-da-cá.

Prof. Hélio Ramos

Inserida por biohelioramos

⁠Uma sociedade que depende exclusivamente da política para ter os seus direitos básicos de sobrevivência minimamente respeitados, de forma contínua, bem como da religião para entender que não deve matar, roubar, explorar e nem manipular covardemente o seu próximo é uma sociedade intelectual e emocionalmente incapaz de se estabelecer, no universo do progresso da espécie, moral e humanamente.
Será sempre primitiva de alma e de valores

Inserida por Gracaleal

⁠RESPOSTA DO FILÓSOFO NILO DEYSON

A POLÍTICA NO BRASIL VAI MELHORAR?

RESPOSTA: " Nunca!!! Essa pergunta é de uma ignorância tremenda. O Brasil não vai mudar, tudo apenas vai se mover de lugar no tabuleiro do xadrez Existe uma outra coisa por trás da estrutura, da constituição, dos poderes e isso poucos terão acesso ao saber. Daqui há 55 anos, teremos um cenário bizarro onde a massa terá que pagar impostos até em coisas absurdas nunca cogitadas. Merda de democracia.

⁠CARREIRA SOLO IMPORTA

Apostasia na religião, apostasia na política. Pessoas ao longo dos últimos 15 anos tendo acesso ao conhecimento de forma precisa, de sorte que fazem carreira solo ao invés de permanecerem em sistemas preparados para enfrentar o futuro da loucura.
Reflita: "para onde você estaria caminhando seus últimos anos ou dias no teatro da vida?

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠A política assistencialista é uma abordagem que visa atender às necessidades imediatas das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Ela se caracteriza pela oferta de programas sociais que garantem acesso a serviços básicos, como saúde, educação, moradia e alimentação.
Essa abordagem tem sido amplamente utilizada no Brasil como forma de combater a pobreza e a desigualdade social. No entanto, ela tem sido criticada por alguns especialistas, que argumentam que ela não é suficiente para resolver os problemas estruturais do país.
A política assistencialista pode ser eficaz no curto prazo, mas não é capaz de gerar mudanças duradouras na vida das pessoas. Para que isso aconteça, é necessário que sejam adotadas medidas que promovam o desenvolvimento econômico e social do país.
Além disso, a política assistencialista pode gerar dependência e desestimular o trabalho, uma vez que as pessoas passam a depender dos programas sociais para sobreviver. É preciso, portanto, que haja um equilíbrio entre o atendimento às necessidades imediatas das pessoas e a promoção do desenvolvimento econômico e social.
Em resumo, a política assistencialista é uma abordagem importante para garantir o acesso a serviços básicos às pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas não pode ser a única estratégia adotada para combater a pobreza e a desigualdade no país. É preciso que sejam adotadas medidas estruturais que promovam o desenvolvimento econômico e social de forma sustentável.

Inserida por khrysteinfield

A melhor definição do que verdadeiramente é Política vem dos primórdios Gregos ⁠onde Significava "O que é bom para o Povo ou a polis(cidade)", ou "Coisa do povo ou da polis(cidade)", de sorte que penso que não existe política ruim ou político ruim, Política seja qual for sempre tem que ser boa, se for ruim não é política e se o político rouba ele não é político ele é uma pessoa ruim ou um ladrão.

Comentário Bel. Eduardo Barbosa na Tv Web Metropole, programa Política com Café e na It Net, programa do Jornalista Luiz Carlos Focca. 2022.

Inserida por eduardobarbosase

⁠Entre nós tudo está em decadência;
os homens têm o vício da baderna;
política imoral; não há decência;
egoísmo somente é que governa.

Patriotismo, hoje, é só conveniência
para vida faustosa e bem moderna.
As boates têm o culto da existência;
há repúdio do campo e da caserna.

Há caos em tudo, e já se vê que ao povo
uma descrença doentia assoma,
induzindo-o a um caminho novo.

É que, enquanto apodrece num monturo
o critério dos homens de Sodoma,
a doutrina da Rússia tem futuro.

Inserida por dennbra

⁠(Des)Campanha politica -

Há p'las ruas da cidade
Muitas caras em cartazes
Uns sinceros, com verdade,
Outros disso tão incapazes!

Quem são uns ou quem são outros
Não me cabe a mim saber
Mas que saibam aqui todos
Há um ratado a bem d'zer!

Que haja ratos na cidade,
Já sabemos, teem manhas!
Mas comem por maldade
Os cartazes das campanhas?!

Ainda há uns impecáveis
Limpos, claros, sedutores,
Mas os mais indesejáveis
São rasgados por doutores!

Foi só um o maltratado!
Até um dente lhe faltou!
Mas quem seria o irritado
Que ao seu charme se curvou?!

Ora deixa lá Henrique
Que o teu nome já é Sim
Que este gesto prejudique
Quem traçou nele o seu fim!

Há muito que nesta Praça
Não se vê que haja Lei
O que irritou foi teres Graça
Só por teres o ar d'um Rei!

Inserida por Eliot

Eu amo o meu País.
Mas ñ vou falar de Política.
Pq disto só existe crítica.
Falo de um País, cujo a sua fauna e flora é exuberante.
Falo tbm da Palanca Negra gigante.
Falo de poetas q soavam poemas em um autifalante...
E na nossa costa banhado de mares.
A brisa do vento por de baixo de uma bananeira, após um mufete pra te acomodares.
Não é somente o de classe alta q sabe viver.
Até o de classe baixa do seu jeito sabe sobrevive e conviver.
Falo de um País q aos poucos vai perdendo a essência das coisas, raízes e cultura.
Que no passado o colono viveu de algodão sal e cafe, hoje após a queda dicide envistir na agricultura.
Seguindo a viagem na estrada ainda vejo meninos descalços acarretando troxas, banheiras e bidões.
Sei q fazem pq não lhes resta opcões.
Vou falar do mais velho q ainda conta desse país, linda história.
Que apesar da trajetória, ele ainda guarda na memória.
Que não fomos derrubados pela força colonizadora.
Nem tão pouco pela guerra civil aterrorizadora.
Falo tbm daquela mama do musseque lamentando por aquele foi a luta e não voltou.
Apesar de tudo, ela contiou seu rumo e não se desmoralizou.
Apesar do tempo q passou.
Ela ainda sente falta das coisas q o vento levou.
Lembro de zungueira passando gritando pela venda da sua cabuenha.
Onde qm o comprasse assava na lenha.
Lembro-me do tempo q a vizinha mais velha chamavamos de tia.
Nos cuidava durante o dia, e podes crer q não havia mania.
Amo o meu país, mas sinto saudades dos velhos tempos.
Este q jamais voltará.
Restam somente marcas e recordações.

Inserida por Eucken

⁠Ricardismo é querer e não querer

É querer uma política que se traduza no que realmente importa: melhorar a vida das pessoas;

É não querer se envolver em uma tola polarização ideológica que propaga o ódio, que acirra os ânimos, que divide ao invés de multiplicar, que em nada contribui para melhorar a vida das pessoas;

É querer a política da fraternidade entre as pessoas, irmanadas pelo sentimento da construção do bem comum;

É não querer viver uma eterna beligerância que divide as pessoas, que divide as cidades, que divide os estados, que divide o país;

É acreditar que a política não se faz com o ódio, mas com amor . Amor ao semelhante;

É focar as ações naquilo que nos une respeitando as nossas diferenças;
“Eu gostaria de ser lembrado por aquilo que me motiva a fazer política, que é mudar a vida dos que mais precisam “ Bruno Covas

“Eu acordo todos os dias pensando no que vou fazer para melhorar a vida das pessoas” Ricardo Nunes

Eis a essência do Ricardismo.

Inserida por wander_simoes

⁠A esquerda tem que parar com esse discurso intrapartidário de:
- Ain isso é política. Se um homem branco se apropria das idéias de uma mulher, dos direitos políticos de uma mulher seja preta ou branca, o nome disso é violência política institucional de gênero. Crime não tem outro nome quando não é a oposição que pratica.

Inserida por AShakti

⁠A porca da política e os políticos…

Por ser falsa doutrina, essa malvada;
só gente mui pouco esperta, apanha;
por saber que a mentir, é apanhada;
mas que, mesmo assim nela; tão se entranha!

Entranha, por valor em si não terem;
por serem dos que vivem da mentira;
Pois, para dessa porca, tais viverem;
verdade em volta deles, pouco gira!

Que a verdade, nunca ganha eleições;
é saber, que está neles bem patente;
levando-os a serem tão mentirosos…

Fazendo deles, pobres aldrabões;
que irão viver sempre a enganar a gente;
fazendo-nos ver neles, uns tinhosos.

Com uma profunda tristeza, (...) por tão cheio das falsas promessas deles...

@manuelsalvadorsantos

Inserida por manuel_santos_1

⁠Nem direita, nem esquerda...
Você não gosta de política?
Com certeza, meu CPF, é a política inicial enquanto cidadão livre que já nasci, e não me prendo a piadinhas de quem nada sabe, sendo melhor do que eu acredito...
E o que eu acredito?
Em seguir em frente, não me corromper por ideias das quais não acredito.
Mantenho o respeito e trabalho, pois nunca foi fácil e pra alguns, em alguma época , com certeza não era política, de repente, "politicagem!"
Sejamos racionais!

Inserida por MicheleCunha

⁠O “ser cristão” não deve se tornar uma bandeira política ou ideológica. Partidarismos, conservadorismos, liberalismos, não devem definir a pessoa cristã: “Candidata Fulana de Tal, mulher de Deus”.



Igualmente, o “ser cristão” não deve se tornar um trampolim para um profissional fazer nome em cima do nome de Deus: “Empresa tal sob direção evangélica”.



Para que mostrar esses atributos se o que realmente fala mais alto é o testemunho de vida? “Vai que” algo dê errado nessa campanha ou nessa empresa sob cada título respectivo: “Ué, mas não era uma mulher de Deus?!”; “Ué, mas a empresa não era sob direção evangélica?!” Péssimo testemunho!



Então, pra que “usar” Deus e coisas relacionadas a Deus através de vocativos, denominações etc.? Qual a verdadeira intenção por trás disso? Quaisquer que sejam as respostas a essas perguntas nada justifica usar o nome de Deus por motivos egocêntricos, pois quem o faz não está buscando honrar o nome de Deus, mas buscando tirar vantagem do nome de Deus.



Muitos políticos e profissionais têm feito isso — usar a posição de cristão para angariar votos ou para atrair clientela. Uma forma de tirar proveito da fé cristã, respaldando-se na Pessoa de Cristo, Deus.

Um dia alguém diz: ”Ao defender princípios cristãos em detrimento de outras religiões você erra porque cada um tem a sua religião que deve ser respeitada por todos”. O tempo passa e essa mesma pessoa muda o seu discurso: “Olha a religião da fulana. Isso vai contra os princípios cristãos. Isso não corresponde às doutrinas bíblicas”. Em um momento, põe-se em defesa das várias religiões; em outro, crítica a religião de uma pessoa por não ser cristã.

Quanta contradição em uma mesma pessoa! Ora faz censura ao cristianismo, ora faz apologia. Essa pessoa é cristã por conveniência; não é uma cristã genuína.



Nessa conveniência, ela pode estar manifestando um posicionamento anticristão por motivo de rebeldia contra a palavra de Deus, indiretamente defendendo atitudes liberais, ou aderindo a movimentos com base em ideologias conservadoristas ou tradicionalistas em prol de partidarismos político-sociais. Ou seja, nada a ver com fidelidade à fé cristã e ao seu Senhor.

Inserida por MonicaCampelloAutora