Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Gota Ácida
Deixei um único copo
Sob a torneira da pia
Que pingava dia após dia,
Até vê-lo cheio pelo topo.
A água que ali transbordaria
Não seria a mesma, é notável,
Pois a cor de aspecto detestável,
Formava um verde viscoso.
E aquele cheiro oleoso
Deixava o copo, já deplorável,
Sem funções e quase descartável,
E, só de vê-lo, dava agonia.
A torneira de metal enferrujado
Fazia um som de assustar,
Pois só em abri-la pra a água pegar
Deixa o cabra agoniado.
O lodo sempre tava lá
Por mais que limpasse todo dia,
A mesma água sairia
Suja e até cada vez pior.
Agora se fosse ter dó
Do cidadão que dela bebia
Eu digo que você até poderia
No lugar dele ali morar.
A nojeira nunca esteve ali
Nos canos, no copo ou na torneira,
Mas sim na água que vinha da biqueira
E que ficava mesmo por aí.
Arrumava todo tipo de tranqueira,
Zé perneta passava o pano
Daqueles que está sujo por anos
Tentando limpar o local.
No fim ficava tudo igual
A maldita ainda continuava sujando,
Parecia até porco quando tá suando
Juntando toda aquela meladeira.
No final dos anos passados
Acabou tudo que tinha.
Tudo que dali vinha.
Não sobrou nem pra contar recado.
Botaram outra torneira novinha,
Trocaram, pia, copo, foi tudo.
Tá parecendo um absurdo
Pensar que o problema era moleza,
E no final com toda certeza
Já parecendo que eu tô maluco,
Ainda continuou escorrendo o suco,
Com aquela cor verde bem clarinha...
Alí trocaram tudo que parecia não funcionar.
Só se esqueceram da biqueira pra mudar.
Tsharllez Foucallt.
Mãe, Eu Quero Voltar
Deixei teu abraço, tua voz, tua mão,
Com sonhos de glória e a pressa em vão.
"Não vá, meu filho", teus olhos diziam,
Mas jovem e cego, eu mal te ouvia.
O mundo, mãe, não é como eu pensei,
Me abraçou com mentira, me usou, me ferrei.
Promessas brilhantes, caminhos sem fim,
E hoje só resta o vazio em mim.
A chuva me molha, o frio me abraça,
A vergonha me pesa, a saudade me amassa.
Tuas palavras ecoam, conselho tardio,
Mas a lição veio, dura, no aço do frio.
Lembro teu rosto, tua prece, teu olhar,
E hoje só penso: Mãe, eu quero voltar.
Não trago riqueza, nem orgulho, nem glória,
Só um coração quebrado, marcado na história.
Perdão, minha mãe, pela dor que causei,
Pelas noites de choro que te entreguei.
Por não ouvir teu amor, tua razão,
E trocar tua casa por ilusão.
Se me aceitares, volto em silêncio,
Com o coração pobre, mas cheio de intento.
Prometo, mãe, ser teu filho de novo,
E cuidar do amor que deixei no povo.
Mãe, se puder, me espera no portão,
Que ao cruzá-lo, se cura o meu coração.
De peito aberto, ao teu lado ficar,
Pois aprendi, mãe, que o mundo é teu lar.
Se ao menos soubesses ler os silêncios que deixei entre as palavras, talvez visse o amor que escondi.
Amy,
se ao menos soubesses ler os silêncios que deixei entre as palavras talvez visse o amor que escondi.
as noites aqui são tão frias e vastas quanto os campos de neve que se estendem ao meu redor, às vezes, parece que o vento sussurra o teu nome, como se tentasse trazer de volta a lembrança do calor que deixei para trás quando parti de teus braços.
há algo nos céus daqui, uma escuridão que engole até mesmo as estrelas, deixando só um brilho pálido, e distante, tento encontrar consolo nesses pequenos pontos de luz, mas cada um parece mais um lembrete de que estou longe de ti, de que deixei para trás o que de mais precioso havia em meu mundo, a guerra não cessa, os dias e as noites se misturam e eu escrevo como quem tenta não ser esquecido.
sinto que as palavras são frágeis demais para dizer o que há dentro de mim, mas espero que possam atravessar o gelo que nos separa, assim como o meu coração atravessa cada uma dessas noites sombrias.
entre cada linha que escrevo, deixo espaço para o que não consigo dizer, na esperança de que um dia, ao lê-las, encontres o que sempre guardei.
com ternura,
R.D.
A minha vida melhorou 100% quando deixei de me importar com quem não faz questão de se importar comigo.
“Em certas conquistas, perco pedaços de mim. Em algumas renúncias, reencontro o que deixei pelo caminho.”
Naqueles corredores
deixei meus risos,
Naquelas janelas
debulhei meu pranto,
Naquele jardim
iluminei meus sonhos,
Naquele sobrado
fui feliz enquanto...
nâo acreditei que a vida
machucasse tanto.
Num certo momento,
estava muito aflito,
deixei o raciocínio de lado,
agi por instinto
que, mesmo chovendo,
saí correndo à noite,
nem fiquei preocupado,
na minha mente,
um grande conflito
entre a raiva e a tristeza,
parei por alguns instantes,
ergui a cabeça,
os pingos de chuva
iam molhando meu rosto
misturando-se com minhas lágrimas
como se o céu estivesse comovido
pelo meu sofrimento,
precisava daquele desabafo,
senti um forte alívio,
depois estiou o tempo ,
sequei meus olhos
e voltei para dentro.
Eu deixei algumas pessoas me passarem para trás
Eu acreditei, dei duas ou até três chances
Mas não importa, essa é a minha essência
Mesmo não acreditando mais que as pessoas podem mudar
Eu vou continuar sendo eu
Mas tchau
Por um tempo eu deixei de escrever, acho que velhos hábitos mudam com o tempo. Com o passar dos anos ganharmos e perdemos, pessoas vêm e vão mais quero voltar a escrever porque oque mais um solitário como eu tem é inspiração!
Amar é saber que mesmo que nunca se veremos novamente, chorarei de saldades sempre que lembrar do seu sorriso que me encantavam, dos seus olhos que brilhavam mais que as estrelas. jamais esquecerei das horas que passávamos juntos conversando sobre tudo e sobre qualquer coisa, amava ouvir sua voz. vou chorar sempre que pensar.no quão felizes poderíamos ter sido juntos...
O Jardim Que Deixei
Ó caminho sem fim,
dias pálidos, sem cores.
Ficou para trás o jardim,
onde eu não conheci as flores.
Levo só sonhos calados,
nos passos, um peso antigo.
Ecoam meus próprios fados
sem voz, sem abrigo.
As flores chamavam meu nome,
mas temi suas doces canções.
Neguei o sol que consome
e guardei silêncio nas mãos.
Não soube que era vida o momento,
nem soube tocar seu calor.
Caminho agora em puro lamento,
por não saber apreciar sua cor.
Tantas coisas podiam ter acontecido...
Agora é só o pensamento
do que fui, ou do que poderia ter sido.
Nesses dias sem cores,
chega o suspiro que afasta as dores.
Fecho os olhos, e, enfim,
para trás ficou o jardim.
(26/06/2025)
Lembro-me do dia que mesmo caído ao chão, sem forças e sem esperança, não me deixei desistir. Continuei em frente até alcançar o que almejava, e mesmo não tendo colhido os frutos, sei que ainda chegará o florescer. Pois sementes plantadas brotarão.
Resta-me somente aguardar com paciência a estação da colheita.
Riso
Deixei livre
nas corredeiras,
meu riso.
Assim
será sempre novo,
sempre rio .
Se rio,
ou riacho,
se me derramo
nas cachoeiras
serei sempre riso novo.
MINHA UTOPIA:
Deixei o passado
Pensando encontrar o futuro
Vividos dois quartos de século
Ainda assim não o encontrei
O presente me remete ao passado
Para rever o futuro que sonhei:
Morar em shangrilar ser ator, cantor,
Ou jogador de futebol
Ter grana, dez filhos e um vô
Me perdi de volta ao passado
Na incerteza que há o futuro.
E que tudo, se não utopia,
Resume-se ao instante
Presente.
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