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Cultura popular pode ser definida como qualquer manifestação cultural em que o povo produz e participa de forma ativa. Ao contrário da cultura de elite, a cultura popular surge das tradições e costumes e é transmitida de geração para geração, principalmente, de forma oral. As expressões da cultura podem ser utilizadas para organizar e transformar a sociedade.
Tenho costume de pedir a Deus que me afaste de todo mal. Deus, misericordioso como é, tem costume de sempre atender o meu pedido. Só vive do meu lado quem compactua com este sentimento. Assim, para os desavisados ou para os que são a favor da corrente contrária, Sua proteção para comigo é constante e impermeável. Nenhum mal há de me atingir, porque Deus formou uma legião de anjos empenhados a minha defesa e proteção; a comunidade do bem está sobre a minha cabeça, sobre os meus passos, sobre a minha vida inteirinha.
A sinergia entre o trabalho e o movimento decorrente dele nos faz pensar que há tristeza nos feriados e domingos. É o costume que produz a sensação de falta.
Se eu pudesse imaginar que estes seriam os últimos dias da minha vida, ou melhor, da vida com a qual estava acostumada, faria alguma diferença?
Segundo Montesquieu, diversas variantes governam os homens, como os climas, as religiões, a história, as leis, os costumes. E a junção de todos esses fatores forma um conjunto de atributos que caracterizam os seres humanos e que formam seus espíritos, um espírito geral, um "Espírito das Leis".
(sobre a filosofia de Montesquieu)
(Página 2).
De mágoa em mágoa, cavastes um profundo poço e dele, não pretendes sair, pois estás acostumado com a lama, o frio e a má postura de alguém sozinho, trancafiado em seu mundo de dor, sim, mas conhecido.
NÃO É BEM ASSIM MESMO? A gente pede uma comida pelo telefone, ou compra algo na Internet, e minutos depois, já está angustiado de que chegue logo... eu prefiro ainda ir buscar pessoalmente mesmo, quando é possível, pois aqui a ansiedade é incontrolável e torturante...
Quando o sonho acabar, sorria pra vida. Ela tem costume de retribuir gestos de atenção e carinho, repondo a beleza de viver, reparando realidades em coloridas pinceladas de sonhos adormecidos.
OUTRO LADO
- Oi, moço. Uma informação por favor... a loja que ficava aqui ao lado fechou?
-Não, minha senhora. Só mudou pro outro lado da rua.
-Hã? Como assim?! - perguntou enquanto olhava pro outro lado tentando enxergar o que procurava - Acho que você não entendeu a pergunta... A loja que ficava aqui ao lado fechou, não foi?
- Sim. Fechou aqui e reabriu do outro lado. Está logo ali. Bem de frente. Basta a senhora atravessar a rua.
Ela olhou mais uma vez pro outro lado. Desta vez mais demoradamente... Me pergunto se talvez o hábito, a tradição e o costume a tenham deixado desconfortável em aceitar mudanças e se isso, de certa forma, a tenha cegado (ou pelo menos limitado sua visão).
Incapaz de enxergar a realidade, não atravessou a rua. Simplesmente agradeceu e foi embora balançando a cabeça lamentando a loja ter fechado (e possivelmente ponderando a integridade de minhas funções cognitivas e estabilidade mental).
"Moço doido"
Acontece o tempo todo.
E não apenas sobre lojas.
Hoje eu chorei.
Hoje chorei por você.
Hoje não consegui segurar e chorei.
Hoje a saudade doeu mais.
Hoje, diferente das outras vezes, não segurei as lágrimas.
Chorei.
Senti molhar meu rosto.
Quis controlar meu pranto, mas não deu.
Chorei de saudade.
Chorei com muita saudade.
Chegou a doer em mim.
As lembranças e a distância me torturam.
A distância é grande.
A saudade, maior ainda.
A vontade, nem se fala.
A ausência é dolorida.
Hoje está doendo mais do que o costume, apesar de eu não me acostumar. Me recuso a acostumar. Não está nos meus planos acostumar.
Estou acostumada em não ser compreendida. Mas não preciso que ninguém me entenda, só preciso ser amada.
Chamamos de Tradição a repetição de um determinado costume sem adicionar a ele qualquer novo raciocínio ou conclusão.
