Praça
Hoje quando me dei conta estava ali...
Noite, sentado ao centro de uma praça;
Sem ter o quê esperar,
Tampouco, quem esperar,
Já não esperava nem o dia que passara... Pois, passou!
Porém, resta o dia que virá!
Como sabiamente disse William Shakespeare:
"...Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte..."
Então... O amanhã chegará,
O sol brilhará intensamente,
E, a vida prosseguirá rumo ao caminho da incerteza...
Quem passa?
Porque não é o tempo que passa
Quem passa somos nós.
Passa de nível, de praça, de farsa...
Quem passa somos nós.
Quem a vê assim passando, não sabe nada da gente.
Mas o tempo não existe, não é rei, não é pó.
Quem passa...é ela, é ela que vê. Que lança teu corpo e tua mente pra lua e não volta pra buscar. Deixa lá. Emfim, volta pra me amar. Me declarar, prum livro sem final.
Porque quem passa nem sou eu.
Nem é você.
Nem é vocês, nem é a minha voz, é somente meu corpo dando um nó. Dando um passo pra frente e outro pra trás. Assim, não saio nunca do lugar. Mas, meu corpo nu, reflete algo bonito neste espelho, que só nota minha face angustiada. Sou pequena, sou menina, sou distante. Sabes. Quem passa assim sou eu.
De uma hora pra outra. Vou rápido, nem fica meu cheiro, doce. Nem meu suor, batalhado.
Quem passa são as horas que todo dia é a mesma coisa.
Quem passa...É ela, na rua parece atenta ao que não vai acontecer. Olha tanto para os lados, posso até prever, ela vai me olhar, não vai se aproximar, vai sumir...
Quem passa, emfim, é ela.
Descemos uma ladeira, que nos levou a uma praça de pedras brilhantes como diamantes. Avistei sobre as montanhas um farol com clarão intenso. Que lugar é esse meu Deus? Não sabia que tanta beleza existia. O contraste sucessivo me trouxe sensações de inconstantes modificações; modificações aquelas que me puseram em grande harmonia.
Lugar onde possui morros e muitas encostas, lugar tão lindo... Vi diamantes de Diamantina.
O Banquinho da Praça
Lembro com muita saudade aquele tempo que passou.foi no banquinho da praça que começou o nosso AMOR.Senti-me mudado logo que me beijou.
Meu coração palpitava e se enchia de alegria.a vida marcada por destino era você que eu queria. Aquele banquinho da praça mudou o meu dia,com as palavras de amor que você me transmitia.
Seus olhos brilhavam como estrela guia,sua boca me conquistava com tudo que me dizia,nascemos um para o outro era o que tudo parecia.
Mas tudo se transformou não sei qual a razão,me traiu com outro alguém magoando meu coração,ficar no banquinho da praça é viver na solidão.
Hoje no instante da vida nesta solidão sofrida eu só tenho a chorar estas lagrima que rolam,a dor não me consola espero você voltar.Viverei a solidão e ficarei a te esperar,nascemos um para o outro sempre irei a te esperar.
A noite é chuva
A chuva é calma
No silêncio da alma
Ela passa na rua
Transbordando na praça
Escondendo a lua
Amigo é noite de chuva, mas de céu estrelado. É chocolate, praça, pipoca. É graça. É uma armadilha do bem. É jogo que sempre se vence. Este laço de amizade é mistério sem explicação. Só sabe quem tem.
Sentado no banco da praça
Ali,quieto fiquei
Imaginando como seria
A vida mundo afora
Esse conjunto de astros
Fora do normal
Encontrei alguns alienados
Até um alienígena do bem
Todo noite eu te espero na quela praça, sentada na quele mesmo lugarsinho sempre ficavamos, achando que você vai chegar....
Eu, Você e a Praça
Encostei o meu carro na praça
E você, um tanto sem graça,
Sorriu pra mim
Sem querer eu olhei em seus olhos
Sem saber segurei suas mãos
E começou assim
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Encostei o meu corpo no seu
E um novo desejo nasceu
Entre nós dois
Seus carinhos me deixavam louco
Nosso tempo era curto e tão pouco
E deixamos pra depois
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça
Preciso voltar
Mas uma vez com você lá na praça
Pra falar mais um pouco de mim
Encostar o meu corpo em seu corpo
E adormecer assim
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça...
AS vezes paro no tempo, Não noto quem passa, e isso acontece na fila do banco, na praça, e o tempo não passa... Me perco olhando pra lua, lembrando de quantas vezes olhamos pra ela juntos e começamos a dar os nossos próprios nomes para as estrelas e no mesmo momento não sabíamos onde as mesmas estavam, e era esse detalhe que me fazia feliz, é coia besta mas alegrava meu coração :,
Praça do Espeto
Já foi Chicadao,
Ou bar do Chico Adão,
Não sei ao certo não.
Na Praça Paula Ribeiro ,
Ao lado da matriz,
Foi o momento primeiro.
Foi a semente e a raiz.
Ali marcou história,
Todos guardam na memória.
Os irmãos fizeram a hora,
O que um deles faz agora.
Agora é Praça Dona Sinhá,
Bar do Gilberto o nome dá.
Pode ser Praça do Espeto,
O lugar se faz perfeito.
Com cadeiras na calçada,
Desce sempre uma gelada,
Alegrando as palavras,
Ao sabor da carne assada.
Cada dia um novo show,
E o trânsito já fechou.
O ponto alto culminou,
Quando Gil Mattos seus
Sucessos cantou.
O telhado é das estrelas,
Nunca chega a saideira.
Lugar da família inteira,
A cozinha é ligeira.
Tem espetos variados,
E alguns selecionados.
O de queijo é um pecado,
Medalhão da seu recado.
Guaranésia tem alegria,
Nosso centro, simpatia.
É lugar do sobrinho e a tia,
Do João, do Pedro e da Maria.
É só a missa terminar,
Para o show iniciar.
Começa a Praça a animar,
O amor promete amar.
Guaranésia tem onde ir,
Ninguém precisa partir.
Tem belezas de montão,
Tem mais uma boa ocasião,
É o bar do Gilberto te dando a mão.
Élcio José Martins
''Ali estava eu apreciando um livro no meio da praça, lia um verso e eu lembrava da sua risada. Pombos chegaram pedindo minha pipoca, tive a gentileza e dei os queijinhos, assim como posso te dar todos os tipos de carinhos''.
A praça é do povo, disse Castro Alves. O poeta não disse que a praça é dos larápios, dos psicopatas institucionais, dos vendilhões do templo e negociadores da pátria.
