Poesias de Estrelas

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⁠Queria ser rico e te dar a lua... Para você ter um jardim florido de estrelas;
Mas como eu não sou rico, a minha escolha é de lhe dar o meu coração, transbordado de sentimentos que poucos reparavam que se tratava de paixão;
Mas hoje, venho lhe desejar uma noite imensuravelmente maravilhosa e sonhos que me lembre à você, recitando-te carinhos verdadeiros;
E no silêncio da noite quero balbuciar em teus ouvidos segredos que a faca sorrir e que confunda com um início de uma relação...
Quando na verdade sempre se tratou sobre o nosso coração;

Quando eu morrer, estarei onde sempre desejo... Junto com as estrelas dormentes, e raios de sol... Ainda tocarei você mesmo que não veja, sou eu uma luz.
Não esqueça disto quando ver a escuridão, no escuro brilharei para você.
Se esquecer, lhe darei um choque!
Acorde ou morra...


-Bameyu

Coração: - Porque você fica a falar com estas estrelas tolas? Elas não te respondem..

Eu: - É que me cansei de ouvir você e só me machucar. Quem sabe se eu me ocupar falando com estrelas paro de te escutar!

a gente senta na calçada,
aprende as constelações das estrelas
conversando com nossos signos,
passeando por todos os planetas,
pintando o céu todos os dias com nossas próprias paletas.

E mesmo quando a noite cair
Eu estarei aqui
Como as estrelas que só brilham
Porque o sol as fez existir - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo

Te olhar!
É muito encantador.
Ah como desejo, te olhar sobre a luz das estrelas.
Te olhar frente ao mar e elaborando comparações.
Fico sonhando em te olhar, ver tuas belas risadas nesses lindos lábios.
Pois teu semblante me causam indizíveis emoções.
Quisera te olhar enquanto cai o anoitecer todo dia.
E quando chegar o crepúsculo estar te abraçando.
Fortes anseios o amor me traz com sua maestria.
E não importa a hora sobre mim ficar sobrevoando.
Te olhar ao declamar meus versos apaixonados.
Ver você sorrir ao sentir que meu amor é verdadeiro.
Teu olhar é convite pra viver momentos sagrados.
Te olhar tocando seu rosto, como me daria gosto e emoções.
Daqui de longe te olhar já invoca o desejo imenso.
Te olhar de perto seria o ápice de um instante perfeito.
Ah! Como é doce te amar e te olhar!


Por John Novinski.

Eu queria ser um anjo
E não passo apenas do que sou
Te daria um par de estrelas
E o que tenho é o meu amor...

Ele deitou devagar no travesseiro, suspirou fundo.
Olhava para o teto, imaginando estrelas.
Elas ficavam tão próximas quando fechava apertado os olhos,
e então os abria novamente, e os fechava... até pegar no sono.
Abraçava devagar os sonhos e dormia.

⁠SINGULARIDADE MARÍTIMA

"Quando o Sol reina, um espetáculo. Quando as estrelas reinam, um reflexo da glória dos céus."

As estrelas não precisam olhar de volta.
Basta que alguém aqui embaixo olhe para elas e compreenda.

E para as minhas noites:
A lua...o céu...as estrelas...os desejos...a prece...
o sono..os sonhos...o sussurrar da benção...os anjos...e Deus.*
Amém.
*__________FranXimenes (autora)
03*11*15

Fio condutor. No vasto cosmos, onde estrelas dançam,
E o silêncio é quebrado pelo som do tempo,
A fé é o olhar que transcende o horizonte,
Confiando que, além da matéria, há um destino.


Nosso corpo, efêmero, feito de poeira e pó,
Volta à terra, ao ciclo eterno da vida,
Enquanto a alma, liberta, ascende ao céu,
Atravessando o universo, em busca do lar.


No terceiro céu, Deus espera,
Para acolher a alma que retorna ao lar,
Com a certeza de que a jornada foi um aprendizado,
E o intendimento te mostra que o amor sempre foi o fio condutor do universo.
A fé o farol que ilumina o caminho. Aesperança o vento que impulsiona a alma,
Rumo ao infinito, rumo ao lar divino,
Onde o amor é a resposta, e a paz com Jesus é o destino. Leila Boás 13/12/2025

Muitos trocaram o púlpito pelo palco;
Deixaram de ser luz no mundo para ser estrelas em um SHOW que era para ser culto, BUSINESS, o que era para ser Igreja.

Quero de Volta
Quero de volta minhas noites de chuva, minhas estrelas, meu céu nublado e o vento cortado.
Minha lua em todos os estágios. Nova, crescente, quarto crescente, cheia, minguante e quarto minguante.
Deitar na grama, na areia ou na terra para viajar no espaço e ver as figuras que se formam com o movimento das nuvens. Balançar na rede e embalar a rede.
O papo solto, os assuntos proibidos, os assuntos leves e também os pesados. As verdades de qualquer estirpe.
As músicas de qualquer espécie. As espécies que falam da gente e que falam nada. Que fazem sentido e que sentido não tem.
Quero de volta o acordar mais tarde com o peso do teu corpo e o carinho de um beijo.
O roçar de dedos, de mãos, de pernas, de narizes, línguas e corpos, do roçar das mentes. Os prazeres, arrepios e gozos.
As pernas que pesam umas sobre as outras, as pernas que descansam umas nas outras. As pernas que seguem as mesmas trilhas, que caem e se levantam, que se cortam e se cuidam.
Os pés que acariciam outros pés. Os olhos e olhares diretos, furtivos e de lado. O cuidado do corpo, da alma, das feridas, dos achares e dos pensares.
As brincadeiras sem graça com grandes risadas, risadas que não acabam e risadas da seriedade.
Quero de volta a honesta palavra e a atitude honesta. O reto, sem subterfúgios, as escolhas diretas, a prioridade, o correto jeito das coisas.
A transparência das roupas, da alma e da mente. As corridas, os treinos, a endorfina, o prazer da diversão a cada passo, a cada papo, a cada abraço, a cada pingo, pingo de suor, suor que encharca, encharca o corpo e a alma.
Quero de volta meus sonhos, meus pesadelos, minhas ilusões, minhas desilusões, fantasias, viagens e imaginações.
Quero de volta as surpresas feitas, as surpresas recebidas.
Quero de volta a alegria pura, a felicidade gratuita, o encontro por acaso e também o descarado.
Quero de volta o namoro na chuva.

O Renascer a Flor


Hoje, queimo as estrelas do passado,
as recordações que me prendiam a você.
Após um longo período, finalmente o libertei.
de espera e indiferença.


Não terá saudade para assombrar a alma,
nem o anseio, vão, de seu retorno.
Seu carinho era um recipiente pequeno
para a iluminação do meu amor profundo.


Em paz, recolho cada lágrima derramada,
a dor que me prendeu um dia.
Você não foi a expectativa, mas a decepção.
Seu "amor" não passava de uma ilusão vaga.
Agora sou as flores que ressurgem,
e a tolice é tudo o que restou de você.

⁠Você é como as estrelas, que à distância brilham intensamente,
Você é Como o mar, com suas ondas suaves, que me convidam a mergulhar na corrente.
Você é como a música, que ressoa em cada batida do meu ser,
E como um girassol radiante, que ilumina meu caminho ao amanhecer.

Seus olhos e sorrisos me levam a sonhar,
Você é meu maior orgulho, meu amor a florescer.
Te amo infinitamente, com palavras que dançam no ar,
E se um dia nos separarmos, quero ser uma doce lembrança a te acompanhar.

Mas segura a minha mão, para que nunca a solte em vão,
Meu bem-querer, eu te quero todos os dias, com todo o meu coração.
Que nossos momentos sejam eternos na memória e na essência,
E que o amor que partilhamos seja sempre nossa maior recompensa.



Para o meu amado.

Pedi ao amigo vento
Pra me fazer flutuar
Vou colorir as estrelas
E no céu vou rabiscar
Palavras de um poema
Pra tornar uma canção
Meu quadro vai ser as nuvens
O meu lápis minhas mãos
Sinto o abraço da chuva
Meus pés dançam pelo ar
Meu corpo gélido aquece
Vejo a lua despertar
Tu chamaste o meu nome?
Minha alma te escutou
Senti cantar minhas frases
O seu brilhou ressoou
Anjo me dê tuas asas
O espaço vou alcançar
Eu quero ouvir minha música
Bem de perto do luar.

O amor não começa com um encontro.
Começa antes —
como a luz das estrelas que já morreram
e ainda assim nos alcança.

É uma física invisível,
uma gravidade que inclina os destinos
sem pedir licença às órbitas.
Dois corpos caminhando distraídos
e, de repente,
o universo resolve aproximá-los.

Não é incêndio —
é brasa que aprende o nome do vento.
Não é tempestade —
é maré que entende a lua
e sobe, paciente, pela areia do outro.

Amar é deslocar o eixo do mundo
sem que o mundo perceba.
É dividir o pão e, sem alarde,
dividir também o medo.
É tocar a mão alheia
como quem segura a própria queda.

O amor é um idioma que se conjuga
no plural do futuro:
“nós seremos”.
Mas também é arqueologia —
escava as ruínas da infância,
beija as rachaduras da memória
e transforma cacos em vitrais.

Não há ciência que explique
por que um olhar atravessa
como se abrisse portas antigas.
Nem por que um nome, dito baixo,
possa reorganizar a anatomia do dia.

O amor é um risco.
E ainda assim,
é o único risco
que nos escreve.

Ele exige coragem de mar aberto:
a coragem de não ser ilha,
de permitir que outro continente
encoste em nossa costa
e mude o desenho dos mapas.

Há quem o confunda com posse —
mas o amor não aprisiona:
ele sustenta.
Não amarra:
ancora.

Amar é aceitar
que o outro é mistério
e ainda assim escolher ficar.
É compreender que nenhuma pele
abriga o infinito,
mas que, juntos,
podemos tocá-lo.

E quando o tempo —
esse escultor implacável —
esculpir rugas na face do mundo,
o amor permanecerá
como um fio invisível
costurando dois silêncios
num só respiro.

Porque no fim,
quando todas as palavras forem insuficientes
e toda a glória for pó,
restará o gesto simples:

uma mão procurando outra
na escuridão —

e encontrando.

O amor Transcende o universo:
Vejo o teu brilho na lua
Sinto seu abraço nas estrelas
Seu calor no frio
O amor transforma o universo em versos
Por amar alguem o mundo floresce!

Mulher teu corpo
São maresias que quero navegar
Teus olhos e sorrisos
São como lua e estrelas
Faz de mim uma lenda de uma paixão inacabada