Poesia Toada do Amor de Carlos Drumond

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⁠⁠Estórias-XV… O/um BILIÃO, a Matemática, a Poesia e a Verdade!

Tratar: um (2*) mil milhões, por bilião (5*) ;
é estar a insultar, a matemática…
tal como, a dar pontapé, na gramática;
por ser citar, não UNIVERSAL; senão...

Vejamos nesse: um com, tais milhões: (2*) vil;
quão rápido, a nós é, pois, contar tais;
dado a em esse haver, tão lhe faltar; mais...
novecentos ‘ noventa e nove mil!

Já o a dez (3*), ou o a cem (4*) mil milhões, contar;
começa a pôr-nos a orelha de lado;
por tais, não parecerem, ele; então...

Unifiquemos, por tal, seu tal ar;
em Portugal: (5*) na Terra, em todo o Estado;
pra que em tais só haja: a UM ver, BILIÃO!!!

1*- 1.000.000- (um milhão) - errado
2*- 1000.000.000- (mil milhões) - errado
3*- 10. 000.000.000- (dez mil milhões) - errado.
4*- 100.000.000.000- (cem mil milhões) - errado.
5*- 1.000.000.000.000- (um milhão de milhões) - CERTO!!!

Inserida por manuel_santos_1

⁠Cenário da poesia


Convidado para fazer uma peça.
Fui ao teatro,
Fiz tudo ao vivo e a cores.
Foram páginas lidas e esquecidas.
Outras foram rasgadas e jogadas.
Outras estão aqui camufladas.

Feliz pelo convite,
Foi a primeira vez que fiz isso.
Aquele momento,
está bem guardado em minha memória.
Foi como o primeiro beijo.
Foi como nos tempos de outrora.


Abordei em minha apresentação,
Todas as escritas na oportuna hora.
Contei um trecho da história da minha vida.
Mais não entreguei a ninguém, os meus segredos.

Apenas narrei,
Narrei tudo que vi,ouvi , vivi e pela vida escrevi...
Virando páginas ,marquei todos os versos doloridos.
Lendo,
Esperei eu não chorar,mais chorei..
Pensei,
Não importa o tempo que passarei nesse cenário,
Só sairei daqui,
Quando por completo,
me esvaziar....



Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Um pouco de poesia e vida
O devaneio da vida.
As grandes embarcações.
Cabral e antiguidades.
Mediterrâneo e ancestrais.
Tribos, povos, lugares e civilizações.
Quantas línguas falam o mundo.
Conceito desumano.
Um mistério profundo.
Que a luz divina, verdadeiramente arranque a escuridão.
A fé, as inúmeras estrelas de Abraão.
Adorne nosso suporte.
Meu Brasil escondido.
Ser um escravo subentendido.
Um povo sofrido.
Miscigenado, avivado, o que somos, quem somos.
A tua verdade diariamente, a cada segundo revelação.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Dor
faca de dois gumes
que se transforma
arte
poesia
metamorfose
passado, presente, futuro
a mais benigna
maçã envenenada
Dor
uma palavra pequena
que carrega tanto
o ser
o renascer
quem fui
e quem serei
depois de ti?

Inserida por MichelleRamos

⁠Um pouco de poesia e vida.

A verdade que tenta fugir.
São vários caçadores.
Muitos enganadores.
Dores.
Fatores.
Vida e suas cores.
Como um tatu fugitivo.
Buracos na terra.
Tuneis que os cães não adentram.
E por dentro desses casebres de tatu.
O que teria, ora um dia de lá tem que sair.
Se come cupim e defuntos.
Relatos de raças diferentes.
A verdade de cada homem e cada animal.
Até onde o chip fala.
O sinal da lua.
O buraco é transparente.
A verdade nua e crua.
Deus coloca a nossa gente.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Poesia


Lei do lupanar.
Feitas por meretrizes.
Se rouba é apanhar.
Em sua beleza uma companheira ajudar.
Assim como em dificuldades,
Muitas estão l.

Inserida por GilmardaSilvaPaiva

⁠Enganos, Brasil cala, poesia fala.
De repente um cidadão.
Corre desesperado.
Pede socorro, em vão.
Ao redor, um jogo de engano.
Quem está envolvido.
De que é movido.
Uma tremenda podridão.
De certa forma.
A nova maneira de escravização.
Manter o indivíduo refém.
O estado desgovernado nesse trem.
Dinheiro, poder, status social.
Ciência, tecnologia, religião, política e escambau.
Meu filho bate na porta da psicologia.
Vai mais afundo na psiquiatria.
Algemado pela química.
Argumento que o órgão não recebia.
Bom dia bom policial.
A prova, xarope, jogral.
Tenho que desenhar.
Ainda assim.
Sentir.
Conspiração em espiral.
Juízes, advogados.
Quantos e quais.
De ponta a ponta.
De todos os lados.
Gang Stalkings denunciados.
V2k, tecnologias em massas.
Leitura da mente.
Olhos invisíveis violando a gente.
A magia real, Brasil, os enganadores.
Conjunto e patente, inimigos parentes.
Sociedade corrupta e indecente.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Sogra e Caprichos

A arte faz parte
do meu dia a dia
Ora faço tricô
Ora teço poesia

Bastidor
Na mão
Agulha
Linha

Inspiração
Criatividade
Esforço
Dedicação

Tecendo
Bordando
Nos bastidores
Da vida

Em cada ponto que eu conto
Há um conto e amor
E de ponto em canto
Eu faço o meu ponto tricô

Inserida por samuelfortes

⁠A poesia sumiu dos meus pensamentos.
O que encontro são raros versos destes lamentos.

Será que a busca pelo saber me fez esquecer?
Ou seria um breve momento até eu vencer?

Em breve, verso e rimas te encontrarei.
Ai eu juro, que eu te conto por onde andei!

Inserida por RobinsonMarques

⁠Voxê é a musa da melhor qualidade,😍❤️❤️
É poesia com rima, é uma bela obra-prima 😍❤️
Voxê é uma garota aprimorada na arte 😍❤️❤️
Meu coração roubastes 😍❤️❤️
De alguma forma vou em Marte 😍❤️
Para escupir a mais bela obra de arte 😍❤️
❤️❤️❤️❤️❤️❤️

Inserida por bonfim_crispim

⁠Uma triste poesia...
Eu gostava mais daquela época
Em que a vida era tão bonita
Que eu sentia prazer de viver
Eu só sorria por cada dia
Havia um motivo para viver
Mas agora
Eu conheço apenas essa amarga melancolia
Que atravessa o meu peito
Já não sei mais o que fazer
Tenho muitas perguntas
E nenhuma resposta
A existência?
Já não há mais sentido
Nada faz sentido

Inserida por Jonathan_Marzo

⁠PROSA

A poesia da alma é existêncial.
Do corpo comercial.
Poetizar não é consuetudinário.
Possui alma inusitada!
E viaja o mapa astral.
Chora, rir, mácula ou celebra.
É anuir ou repugnal.
Singular ou plural.
Atemporal...
possui ética.
Amoral.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Um pouco de poesia e vida 11

Oh, quanta dor.
Quanto sangramento.
Cicatrizes de toda cor.
Perseguidos e feridos com vigor.
Vidas, vida, lamento.

Meu sangue é de uma terra de Santa Cruz.
Meu coração como de tantos mil.
Dolorido pranto.
Uma ilha de desencanto.
Santo.
Pau Brasil.

Herança conturbada.
Bíblia.
Espiritualidade arma perigosa.
A prisão do Egito.
A palavra que colocou o homem maldito.
Que dor eu sinto.
Como gemeram os ossos de Cristo.

Porque a lei grita.
Ignora a graça.
Torna beber a Terra em taça maldita.
Afinal.
Essa gente.
Esse povo.
Passe o pente.
De que galinha vem cada ovo.
Ordem cronológica.
Ordem científica e tecnológica.
Bata o martelo desse tribunal.
Revele senhor.
Quem é quem.
O que é a ordem mundial.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

CAFÉ COM POESIA

⁠Numa manhã fria
Cinzenta, imensa e vazia
Um bom café com poesia
Pode salvar o seu dia !

Inserida por AlandersonHudson

⁠DENTRO DO VERSO

Gostaria de congelar-me
Em um verso de poesia
Onde o Tempo pode ser parado
A criança não envelhece
Sentimentos são eternizados
Se congelada eu fosse
Em um verso de poesia
Rasgaria os roteiros
Brincaria de improviso
Zombaria do destino
Em uma gota conteria o Oceano.

Inserida por ElisBarroso

⁠POETA SEM PALAVRAS

Quando a poesia consegue calar o poeta
Roubar-lhe as palavras que se formam à garganta
Emudecer o que se queria dizer
O silêncio apresenta-se
Revela verdades
Dá forma a seus vazios
Responde perguntas não feitas
Suspende o tempo
Quando a poesia consegue calar o poeta
Deixa na boca o gosto das palavras não ditas
O silêncio invade suas cavernas vazias
Preenche o espírito
Um santuário para poesia se faz
No poeta sem palavras.

Inserida por ElisBarroso

⁠NA POESIA

O choro é mais molhado
A despedida mais sentida
A dor é mais doída
A moça é mais amada
Até a lua é mais iluminada.
Há beleza
Na casinha de taipa à beira do Rio
Na moça feia debruçada na janela
Nos dias de calor e também de frio
Na modelo magrela na passarela.
Poesia embeleza
Faz da vida uma aquarela
Por isso sou louca por ela.

Inserida por ElisBarroso

DNA


É chegada a hora....
Na existência da escrita que prossegue...
Entre ela e a poesia...
São de DNA únicos...
Gêmeas inigualáveis....
Nascia-se naquele dia...
Uma única mente...
Encadernou-se com folhas brancas...
Duas almas latentes..
De olhos fechados...
Dois gritos foram dados...
Ao derramar a primeira lágrima...
Um real vida foi manifestada...
Na persistência encorajada....
Uma ação veio ao mundo...
O fôlego da vida....
Entre elas...
Duas vidas numa só vida...
Incontáveis dias...
A imaginação foram aumentando...
Espaços que eram vazios...
Foram se preenchendo..
Ah se eu soubesse...
Mas recém nascido não sabe de nada....
Mas como eu era gente decente...
Tinha meus olhos de inocente...
Não sabia que era gêmeo com a poesia...
Na verdade não sabia de nada...
Aliás...
Ainda não sei...
Mas estou aprendendo...
Não sei se de fato sou eu...
Ou ela que segue meu rastro....
Como brincalhão...
Vou brincando de ser escritor...
Vou sorrindo com a escrita...
A todo segundo...
Um riso e um choro diferente...
Se somos mesmos iguais...
Não custa nada inventar uma nuvem....
E voar junto com ela...
Fora ou dentro...
Da atmosfera...



Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Poeta doidinho.



Eu sou é meio doidinho....
Misturo poema e poesia...
Versos,estrofes e verbos....
Rimo com risos...
E dou risadas com as rimas...
Nem dou bola para os que me criticam...
Sou feito de asas...
Decolo e aceno com as mãos....
Tchau leitores....
Felicidade em alto astral....
Não me sujo com versos frios...
O gelo para mim faz mal...
Sou um escritor delinquente...
Me regenero e bola pra frente...
Como diz Fernando Pessoa...
Fingindor mesmo...
Sou poeta verdadeiro...
Sou poeta mentiroso...
Mesmo sem gás...
Ligo o motor e corro atrás....
Melhor é fazer o que eu gosto...
Do que parar e ficar encostado e nao fazer...
Nem esquento a cuca com gênero...
Vou pela direita...
E ultrapasso pela esquerda....
Nas duas mãos....
Rasgo a escrita ao meio...
E faço de tudo para não bater de frente....
Não sou especialista em gramática...
E nem escrevo usando matemática...
Ripa ,ripinha e ripão...
Pra mim tudo é madeira...
E elas...
Eu faço cercas e prego na parede...
Montei em um alazão....
Ele pulou e eu não caí....
Tocou o berrante do boiadeiro....
Por esse chão batido...
A poeira levantou...
Nos versos que faço...
Não coloco efeitos especiais....
Sou uma frase muito ocupada....
E é com ela que arrasto os capítulos....
Nas estrofes que uso...
Nem sei como faço....
Sou caboclo rimador....
Nasci longe do vale dos ossos...
Se escrevo diferente...
Nem percebo e prossigo....
A poesia que eu termino....
Jogo ela pro alto...
E num arremate...
Dou meu ultimo grito....



Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.



Inserida por JoseRicardo7

⁠A poesia morava nele, assim como a arte
Ambos bailando em sincronismo no salão da saudosa vida.

Inserida por BCBP