Poesia sobre Cidade

Cerca de 2776 poesia sobre Cidade

Você deixa a casa dos pais.
Deixa a rua, o bairro ou o sítio que nasceu.
Deixa a cidade, o Estado o País.
Deixa a mulher e o filho.
Deixa a religião e o time que torceu a vida toda.
Até o dia em que de tantas deixas, deixa o próprio corpo;
O corpo que levou pro trabalho, pra diversão e para tantas aventuras.

Inserida por EneasBispo

Évora - Portas de Moura.


Há uma fonte ondulada
Entre portas na cidade
Uma janela trabalhada
E um mirante de saudade!

No mirante dessa casa
Ou na fonte engalanada
Uma só cousa nos abraça
Outra Era já passada!

Lá de fronte, essa Janela,
Traz Garcia de Rezende
Um Poeta, uma Estrela
Diz a voz de toda a gente!

Mas na casa Cordovil
Antepassados 'inda moram
Cavaleiros de Perfil
Qu'inda rezam, 'inda choram!

E a saudade é tão discreta
Nos olhares de quem passa
Que só o punho d'um Poeta
Nos dá corpo e nos abraça!

Inserida por Eliot

Nome: Flávio Joaquim Manuel
Aniversário: 03/07/1993
Cidade natal: Luanda - Angola
nacionalidade: Angolana - África

Nome da esposa: Leonela Paulino Sabalo

Estudante de Engenharia Informática
tenho 4 filhos
Tenho noiva
vivo com a minha noiva ja desde 2011até a data de hoje

Para mais informação podes ligar
(+244) 943 635 566 / 939 676 970

Inserida por flaviopaposseco

Numa cidade pequena sem rima
Onde vivi por toda a vida
Nada acontecia comigo
Até que estive contigo;

Minha vida teve sentido
Conheci um ombro amigo
Que me deu carinho
E me deixava sorrindo;

Comecei a trabalhar
E a vida começou a rimar
Nada me faltava
Então pensei em casar;

Casamos em um dia especial
Que nunca esquecerei o luar
Pois após esta data querida
Fui seu por toda a vida;

Os anos passaram muito rápido
Mas sempre estive do seu lado
Em momentos felizes
E até dias infelizes;

Nunca esquecerei seu melhor presente
Nossos filhos contentes
Que animavam a vida
E a rotina da gente;

Eles cresceram felizes e fortes
E nós tivemos muita sorte
E nossa historia assim
Poderia chegar ao fim;

Mas nunca faltou amor
Que sempre nos acompanhou
Sempre com ternura
E muito fervor;

E o fim enfim chegou
Sem nenhuma dor
Pois tínhamos muito amor
E assim encontramos o Senhor;

Nosso amor continuou
Por toda a imaginação
Que possa ter numa simples canção
Obrigado por essa emoção.

Inserida por WASHINGTONLGSP

O menino e o Livro

Existia um menino na cidade
Tão sozinho pois não tinha onde morar
Era triste pois queria uma identidade
Atenção e um lugar para brincar.

mesmo assim levava a vida pela frente
As vezes sorridente,
Pois sua vida era assim

A tristeza, companhia bem fluente
Na caminhada insistente
Que parecia não ter fim.

Mas um dia ele andando pela rua
Pes descalço e sem blusa
Viu de um bolso algo cair

Foi com medo, foi correndo sem postura
Tropeçando como nunca
Para o moço nao sumir.

Sem sucesso e cansado de correr
Lágrimas pôs a descer
Pois não conseguiu ajudar

Logo em seguida
Ele olhou para o chão
Era um livro, pegou nas mãos
Abraçou e foi descansar.

Ao sentar em um canto
Aquele pequeno menino
Adormeceu bem ali.
Sonhava com flores e com campos
Bem macios como mantos
Mas a chuva o acordou ao cair.

Preocupado com o livro
Tentando o proteger
Correu desesperado
Para o livro não perder.

Ja Era noite e estava frio
A luz da rua o iluminava
Sentado no canto e encolhido
Abraçado naquele livro
Em silêncio ele Chorava.

Soluçando
pedia a Deus em oração:
-Pai me dê uma direção
Pois não quero mais chorar.
Sei que tenho falhas, também erros
Mas isso já não é mais segredos
Por favor, venha me perdoar.
Se possível afasta todo mal
e se hoje for o meu final
Deixa-me contigo morar.

Derrepente
Na sua frente, acendeu uma luz
Um farol de um carro o iluminou
Desse carro desceu um homem de capuz
E em sua direção ele caminhou.

Dentre a chuva o moço abaixou
O seu nome perguntou
Mas o menino com medo se calou.

Com olhos fechados ele ouviu:
Não tenha medo
Esse livro é meu
Não tem porque se preocupar
É uma Bíblia, e eu procurava sem parar.
E senti no meu coração
que comigo
Você irá morar.

Ele sorriu.
Pois em sua vida
Uma Nova história
Irá recomeçar.

(RD)

Inserida por rodrigord

O homem aranha para o militar com uma arma na mão e pergunta.

A cidade está um caos, é a terceira guerra mundial senhor?

Você está fantasiado?
Logo logo será atingido por um bala de fuzil no peito.
Desarmado, sem equipamentos.
Sem colete.

O que você que está fazendo?
Quer morrer?

Morrer?
Indagou o homem aranha.

Desse jeito não vai demorar muito- respondeu o militar saindo para o campo de batalha.

O homem aranha pensou em ajudar aquele militar e acabar com a guerra. Mas as pessoas estão inquietas demais. Elas não sabem que eu sou o super-herói? Cegas.

Estranho ele não ter se intimidado comigo. No meu tempo, pediam autógrafos e estavam seguras. Pelo menos se sentiam.

O que está acontecendo com essa gente?

Eu cheguei pra ajudar.
Não ficam alegres com ajuda?

O soldado parecia sem esperança. Só queria lutar e lutar.

Acostumados à sofrer talvez.

Acho que vim parar em outro mundo.
Que mundo é esse que ninguém pensa em acabar as guerras?

Nem mesmo hoje, se aparecesse o super homem com toda sua liga, as pessoas ainda assim estavam na escuridão sem qualquer esperança de vida.

Não acreditam em mais nada.

Andando lentamente e olhando corpos no chão. O nisso herói se foi {...}

Os prédios sumiram. Logo, estou morto. Vou deitar novamente na minha cova. Aqui eles não precisam de heróis. Porque na verdade, são os próprios vilões. Todo o mundo é vilão.

Aliçu S. ;C.M.Preto, pág.1

Inserida por AllissonSanttos

Memórias de 13/3/91 - O dia que nasci

Uma tempestade está sobre a pequena cidade.
Águas despencam dos céus.
Um filho do signo de peixes está quase para nascer, não havia ocasião melhor.
De repente um blackout fez apagar as luzes da maternidade.
O pai, desesperado, corre buscar ajuda, tenta ajudar como pode, só pensa no filho que já já vem ao mundo.
Eis que o choro de quem vinha ao mundo contrasta-se com o zumbido dos trovões...
Minutos depois os geradores foram ligados, mãe e filho já se encontravam abraçados.
Isso foi em 13 de março de 1991,
19:15 da noite.
Parece que foi ontem que tudo começou...
Quando ouço essa história, a minha história, me transbordo de amor, de paz, de esperança e de coragem. Afinal, nasci no dia 13, um número supersticioso, sob uma forte tempestade, a noite e na escuridão. Coragem me acompanha desde o início, pra enfrentar qualquer coisa nesse mundão.
Sou pisciano que nasceu no dia em que as águas despencaram do céu, não tenho medo de nada porque nasci na escuridão, e no dia 13 pra ter sorte na vida de montão.
Assim minha história se iniciou...

Inserida por JEduardoSoaresA

Eu homem, menino alma.

Nasci, talvez que por engano,
em uma tal cidade grande,
feita de concreto armado,
cheia de caras e portas fechadas,
mas, meu nascer mesmo, é no campo,
no mato,no torrão do interior.
Nunca vou esquecer,
como é bom, o prazer,
de subir na goiabeira,
pra comer fruto no pé,
ir até os galhos mais altos,
pra namoradinha assustar,
e na hora de descer ?
e pra tremedeira esconder ?
pra vergonhar não passar...
...vou descendo acanhado,
pra baixo todo santo ajuda!
penso eu, atrapalhado, penso também na mamãe,
junto com os carões, que de certo vou levar,
se caio daqui, e não morro,
minha mãe me mata,
e mesmo que não me mate,
triste será meu castigo,
não vou poder ir a praça,
ver televisão com meus amigos.
Balançar muito e bem alto,
numa rede armada,
no caibro do nosso alpendre,
ouvindo minha mãe, afirmar perguntando,
``vai cair daí ô inteligente!.´´
Coisas assim,
só se vivem no sertão,
o cheiro da terra molhada,
olhar da janela a passarada,
a chuva forte chegando, depois,
brincar nas poças de lama,
assim que chuva se foi.
Também não posso esquecer,
dos banhos de rio, cedinho,
antes de ir pra escola,
ficava feliz quando via,
Tânia, minha melhor amiga,
mulher grande,
mas com alma de menina,
vinha logo assuntar,
com uma voizinha mansa, dizia,
pra eu sempre lavar, as zunha e zurêia,
senão chegando em casa
podia, se preparar, pra entrar na ``peia.´´
Acho muito respeitoso,
um filho aos pais dizer,
bença pai,
bença mãinha,
tá aqui, acesa a lamparina no chão ,
pertinho da santa Maria,
enquanto a mãe de joelhos,
pedindo à todos os santos,
rogando à Deus por seu filho,
nunca cair em tentação.

Tenho respeito e amor,
tudo que Deus criou,
do pouco que tenho,
ao pouco que sou,
do pequeno ao maior,
mas me custa muito aceitar,
deixar minha alma lá,
no meu amado interior.
Colares Filho.

Inserida por ColaresFilho

Gosto de contemplar o pôr do sol
A cor dourada pintando a cidade
E o azul obscuro que deixa tudo mais frio
Os enormes pontos brilhantes me lembram você
E toda aquela autenticidade
O céu tem esse poder
De ser de toda a criação
A mais bela invenção

Inserida por Jessica1983

Peleja.

Na cidade, sertão ou serra
é bem simples de aceitar
quem acerta e quem erra
mas não deixou de tentar
não precisamos de guerra
trata bem a minha terra
que eu respeito o teu lugar.

Inserida por GVM

C I D A D E

O Sol amanheceu a cidade.
A Vida respirou Liberdade.
A noite fria e escura, morreu.

Passo pelas ruas e paços,
buscando um ombro amigo,
um abraço...
em olhares que o horizonte perdeu.

A Vida me empurra pela cidade,
navego neste mar de ansiedade
atrás do tempo...
atrás das horas...

Mãos que se apertam e não se tocam,
olhos que se veem e não se olham,
ombros lado a lado, em solidão!

Não sei quem morreu de verdade...
se a noite, ou o dia-cidade...
Se o ar que respiro é, assaz, Liberdade...
Se o Sol que ilumina estas ruas desertas
de amor, compaixão,
aqueceu, afinal, algum solitário...
coração.

Inserida por marianinguem70

Cadê você.
Saio pela rua ,a te procurar .
Ando pela tua,esquinas ,bairro em toda a cidade.
Olhos atentos olhando para todos os lados .

Cadê você ,amo nossas conversas ,nossa confissão .
Todos os dias de manhã até o sol se por.
Quando você não vem um vazio não deixa de vir.
Entre letras e coração,e risadas escritas vou te amando.

Mas não sei como vc é, to que conheço como imagem.
Imagem mesmo linda ,e vazia e fria,não tem toque nem sabor.
Então caminho ,cada rosto que encontro fantasio você.
Olhos admiro ,dou um sorriso não é você ..

Queria pordes ter a lembrança de seus bjs,do som do seu sorriso ,o seu perfume.

Ando horas ,não te encontro vejo o relógio e hora de te encontra ,corro de volta todo caminho percorrido ,cansado chego e vejo que vc já está a me espera para mais uma vez matar saudade que não se sabe espricar.

31/03/2017 a.:t.:d.:mesquini

Inserida por Alexmesquini

Meus ares.

É boa a vida na cidade
praia, sol... muito calor
internet de qualidade
restaurantes de valor
mas te digo de verdade
eu só sinto felicidade
nos ares do interior.

Inserida por GVM

Declaração a Londrina
Londrina cidade de 500 mil habitantes,
Braços abertos aos nossos visitantes e imigrantes,
Que trazem contigo a cultura de seus países pra nossa cidade
Trazendo a igualdade
Orientais, Latinos, Africanos e Europeus,
Londrina assim cresceu.
Por Ingleses foi colonizada
Por sua população é amada
Terra roxa que é muito fértil
Característica do Brasil
Na era do café se construiu
Ao trabalho do povo retribuiu
A segunda maior cidade do estado do Paraná se tornou
E ainda dizem que a pequena Londres se acabou
Mas na verdade recomeçou
Todos os dias suas paisagens são registradas
E as imagens guardam histórias para serem contadas
Pessoas desconhecidas encontram-nos todos os dias
Mas temos um sentimento não incomum
O nosso amor por essa Londrina é bem comum.


Ana Paula Nogueira

Inserida por ananogueiraa150

RORAIMA...
Eu sou de todos os mundos,
Boa Vista e teus belos encantos,
cidade raio de sol, a beira do
Rio Branco, onde nasce Tacutu e
Uraricoera, e tua foz se faz no Negro
escuro do Amazonas...
Cidade de povo maravilhoso.
Onde nasce Rapuni, muitos são
chamados de povo Macuxi...Monte Roraima
um belo lugar, por isso Boa Vista de terras
infinitas, és um platô sem ladeiras,
verão escaldante, mas aconchegante...
Amo essa terra!

Inserida por NonatoMontes

Vou escrever nossa música
Em todos os muros da cidade
A cada passo vai se lembrar
De tudo que fizemos
Ou do que poderíamos ter feito

Inserida por eu-pensei

O homem é um animal gregário. Político, dizia Aristóteles, ou seja, membro da cidade. Mas não só da cidade - de todas as greis espontâneas ou artificiais, estáveis ou precárias, onde quer que se encontre. Não pode suportar a ideia de estar só consigo, - quer ser unidade e não individualidade. Tem necessidade de se sentir cotovelo com cotovelo, pele com pele, no calor de uma multidão, ligado, seguro, uniforme, conforme. Se o leão anda só, em nós predomina o instinto ovino, do rebanho - os próprios individualistas, para afirmar o seu individualismo, congregam-se: sempre segundo a prática ovina".
(Relatório sobre os homens)

Inserida por OswaldoWendell

VIVER DA CIDADE

As cidades vivem...
Em seus edifício, suas casas,
ruas ruínas, esquinas, frios e brasas...
Suas mãos entrelaçadas suas tranças
com suas, esperanças e suas sinas
... Olhares tristes e felizes
de suas, adoradas crianças.

As cidades vivem...
Seus dias de glorias
dias de luzes, noite de escuridão!
Com seus barulhos seus entulhos
seus gritos, lixos e seus caprichos
suas caretas, alegrias e suas dores,
seus pânicos, medos e horrores.

Vivem dias de angustia, dia de cão
vivem também... Dias de doutores!
Dias de promessas e dia de oração
... Vive um dia de cada vez!
Uma semana, um ano, um mês...
Tudo aquilo, que carregam em sentimento
um momento, para cada um de vocês...

As cidades vivem acordadas
e acordam dormindo...
Vivem dias de feriados e trabalhos
seus pés descalços, seus sapatos
seus olhar franco... Risos, largos e falsos,
vivem o manhã de planos e sonhos
vida de enfado, pesadelos medonhos
vivem as horas e os dias que vem vindo.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

De tanto amor
De tanta alma
Ama a liberdade feito o ar desta cidade
Nobre coração
De risos,alegrias movida a poesia
Arma de libertação
Alma cheia de amor
Generosa ao declarar
seu carinho pela escrita
Transbordando letras vivas
Frases flutuam sobre a terra
Nunca vive a espera
Reaje a cada dia,cada luta uma vontade
Sem conter seus gritos.
Paula esta !

O Poema Lindo que Recebi
do Imenso Poeta : Mhuhamed Castello

Inserida por Paulamonteiro

CIDADE GRANDE

Em
meio
à
multidão
da cidade
grande,

eu
me sinto
farto
de solidão!...

Inserida por RMCardoso