Poesia sobre Cidade
Menino Contente
Início de mes tem pagamento
Pai e mãe vão pra cidade
Fazer compra de mantimento
Sobrar uns trocos é raridade
Menino cabula aula e vai junto...
No mercado se surrpreendem
Com o preço tão elevado
Assim o salário não rende
Comparado com o mes passado
Menino pede um bombom...
De gôndola em gôndola vão passando
Isto a gente leva aquilo não
As novas marcas vão assustando
Será que vai dar pra levar o som?
Menino está cansado...
No campo trabalha tanto
A botina gastou o solado
Ouvir moda de viola é acalanto
Vamos ficar sem o novo calçado
Menino volta contente...
Seu raádio estava ligado!
mel - ((*_*))
cidade de ossos
todos caminha sob sol quente...
enquanto nem acordei,
dos momentos que sou acordado,
piores mares dos todos sentimentos
são triste no caos dos meus pesadelos.
tudo soa a tristeza por fim o calor
queria que chuva cai se mais nunca chove,
tento ter esperança em minha angustias,
esqueço que mundo é um vazio
dentro do meu peito ninguém compreende.
Nos muros da cidade batemos uma foto,não pude guardar e nem revelar
,foi duro pra mim deletar...Mais juro a vc que na minha memória está.
Percival do cidade alerta
Quem disse que ele é morto?
Pensa em uma pessoa esperta
Deixa para trás até eu que sou novo
Idoso sábio e atualizado
Amoroso e simpático
A cadeira dele é confortável
Percival tem estilo de Rei afamado
Fica por dentro de tudo
que acontece no mundo
Nerd divertido e sortudo
Percival tem o coração puro
Homem de bem
Estrela que brilha
As vezes viaja no além
Trabalha e ao mesmo tempo cochila
Percival demonstra ser bastante legal
Tão inteligente quanto o Marcelo Rezende,
É um homem paciente e cheio de moral
Brinca com a Fabíola sempre
Ricão humilde, empregado e patrão
Funcionário da Record,
Percival tira onda na televisão
Faz amizade facilmente e não se sente só.
Pois conquistou inúmeros fãs
Percival, desejo conhecê-lo
Compus essa poesia de manhã
Creio que algum dia irei vê-lo
Eis aqui o poeta Sidney Alves,
Ajude-me a realizar meus sonhos
Já recebi vários aplausos
Mesmo assim sou tristonho
Percival espero aparecer em rede nacional
Gosto de declamar em público
Até mais, chego ao final
Saiba que Jesus é luz que ilumina no escuro.
Passei a limpo (23/08/15)
Deve tá tudo vazio, né? Ela foi pra outra cidade. E você não vai mais poder sorrir. Uma cidade tão bonita como Paris, se tornou tão triste o quanto Recife será pra você? Que bom seria correr pra uma esquina e dar de cara com ela, tirando as cartas no correio. Enquanto você escolhe flores novinhas pra lhe entregar. Eu sei! Eu sei que ela estaria linda com aquele vestido de babadinhos vermelho e essas rosas em seus cabelos cacheados. Mas olha só, meu amigo, você agora precisa jogar essas flores fora e ser um cara forte. Aquele cara durão que você era antes dela te conhecer. Você parecia meio dormindo e ela estava com a vida meio bagunçada. Os dois perdidos juntos só poderia dar isso. Talvez se você arrumasse o seu penteado, poderia encontrar alguém que te achasse engraçado. Mesmo que não chegue à altura dela, vai te deixar um pouco mais calmo. Ou vai te trocar por Madrid. Não vai adiantar sair de casa com essa cara emburrada. As outras pessoas não vão gostar de te ver assim. E você não vai encantar nada e nem a ninguém. E ela? Ela continua bonita e sorridente em Recife ou em Paris. E agora, você triste, não vai te levar a lugar nenhum e nem vai te deixar ao lado dela. Você podia ter comprado essas flores antes. Você se lembra de quando, no último dia, vocês ficaram deitados, tomando aquele vinho barato? Ela te pediu uma razão para que ficasse e você ficou ali, estátua, pra sempre! Agora ela está posando em um outro mundo diferente e você está fora da realidade dela. Agora ela é a sua mulher e você é um garoto barbado qualquer. Você deixou de ser O cara pra ser isso? Fora do seu alcance, você precisa encontrar alguma outra chance de olhar Recife de um jeito melhor. Eu te escrevo e já imagino: Deve tá tudo vazio, meu amigo.
Pensamento, vontade, do sonho a realidade. A distância que percorri, mudei de cidade, transformações presenciei, já não tenho a mesma idade.
Planejei, trabalhei, projetos e realizações, já superei inúmeras decepções.
Sinistrei mas depois aprendi, Endireitei. A vivência é constante transformação, custei a entender, mas a trave caiu...
Posso enxergar, quanta beleza estava oculta, nas trevas de minha ignorância.
Confesso que sou, eterno aprendiz. Muito caminhei, muito procurei...
No Senhor encontrei, agora sei, o que preciso para ser Feliz!!!
- Você pode voltar na cidade em que nasceu;
- Você pode usar algumas roupas de um tempo que passou;
- Você pode até ouvir as marcantes canções daquela época.
Porém, jamais poderá trazer de volta os velhos tempos.
O Tempo que se foi...
Na Cidade do Rio de Janeiro, quando você pergunta a uma pessoa, qual ônibus passa em tal lugar. Eles tem a mania de responder assim: você pega ou o 315, o 418, o 711, o 224, ah! O 977 também passa lá...
Pronto! Já me embaralhou a mente e não gravei nenhum...
A visão da lua das ruas da cidade
São finíssimas veias
Verdadeiros labirintos terrestres
Guardam um coração pulsante de saudade
Você deixa a casa dos pais.
Deixa a rua, o bairro ou o sítio que nasceu.
Deixa a cidade, o Estado o País.
Deixa a mulher e o filho.
Deixa a religião e o time que torceu a vida toda.
Até o dia em que de tantas deixas, deixa o próprio corpo;
O corpo que levou pro trabalho, pra diversão e para tantas aventuras.
Évora - Portas de Moura.
Há uma fonte ondulada
Entre portas na cidade
Uma janela trabalhada
E um mirante de saudade!
No mirante dessa casa
Ou na fonte engalanada
Uma só cousa nos abraça
Outra Era já passada!
Lá de fronte, essa Janela,
Traz Garcia de Rezende
Um Poeta, uma Estrela
Diz a voz de toda a gente!
Mas na casa Cordovil
Antepassados 'inda moram
Cavaleiros de Perfil
Qu'inda rezam, 'inda choram!
E a saudade é tão discreta
Nos olhares de quem passa
Que só o punho d'um Poeta
Nos dá corpo e nos abraça!
Nome: Flávio Joaquim Manuel
Aniversário: 03/07/1993
Cidade natal: Luanda - Angola
nacionalidade: Angolana - África
Nome da esposa: Leonela Paulino Sabalo
Estudante de Engenharia Informática
tenho 4 filhos
Tenho noiva
vivo com a minha noiva ja desde 2011até a data de hoje
Para mais informação podes ligar
(+244) 943 635 566 / 939 676 970
Numa cidade pequena sem rima
Onde vivi por toda a vida
Nada acontecia comigo
Até que estive contigo;
Minha vida teve sentido
Conheci um ombro amigo
Que me deu carinho
E me deixava sorrindo;
Comecei a trabalhar
E a vida começou a rimar
Nada me faltava
Então pensei em casar;
Casamos em um dia especial
Que nunca esquecerei o luar
Pois após esta data querida
Fui seu por toda a vida;
Os anos passaram muito rápido
Mas sempre estive do seu lado
Em momentos felizes
E até dias infelizes;
Nunca esquecerei seu melhor presente
Nossos filhos contentes
Que animavam a vida
E a rotina da gente;
Eles cresceram felizes e fortes
E nós tivemos muita sorte
E nossa historia assim
Poderia chegar ao fim;
Mas nunca faltou amor
Que sempre nos acompanhou
Sempre com ternura
E muito fervor;
E o fim enfim chegou
Sem nenhuma dor
Pois tínhamos muito amor
E assim encontramos o Senhor;
Nosso amor continuou
Por toda a imaginação
Que possa ter numa simples canção
Obrigado por essa emoção.
O menino e o Livro
Existia um menino na cidade
Tão sozinho pois não tinha onde morar
Era triste pois queria uma identidade
Atenção e um lugar para brincar.
mesmo assim levava a vida pela frente
As vezes sorridente,
Pois sua vida era assim
A tristeza, companhia bem fluente
Na caminhada insistente
Que parecia não ter fim.
Mas um dia ele andando pela rua
Pes descalço e sem blusa
Viu de um bolso algo cair
Foi com medo, foi correndo sem postura
Tropeçando como nunca
Para o moço nao sumir.
Sem sucesso e cansado de correr
Lágrimas pôs a descer
Pois não conseguiu ajudar
Logo em seguida
Ele olhou para o chão
Era um livro, pegou nas mãos
Abraçou e foi descansar.
Ao sentar em um canto
Aquele pequeno menino
Adormeceu bem ali.
Sonhava com flores e com campos
Bem macios como mantos
Mas a chuva o acordou ao cair.
Preocupado com o livro
Tentando o proteger
Correu desesperado
Para o livro não perder.
Ja Era noite e estava frio
A luz da rua o iluminava
Sentado no canto e encolhido
Abraçado naquele livro
Em silêncio ele Chorava.
Soluçando
pedia a Deus em oração:
-Pai me dê uma direção
Pois não quero mais chorar.
Sei que tenho falhas, também erros
Mas isso já não é mais segredos
Por favor, venha me perdoar.
Se possível afasta todo mal
e se hoje for o meu final
Deixa-me contigo morar.
Derrepente
Na sua frente, acendeu uma luz
Um farol de um carro o iluminou
Desse carro desceu um homem de capuz
E em sua direção ele caminhou.
Dentre a chuva o moço abaixou
O seu nome perguntou
Mas o menino com medo se calou.
Com olhos fechados ele ouviu:
Não tenha medo
Esse livro é meu
Não tem porque se preocupar
É uma Bíblia, e eu procurava sem parar.
E senti no meu coração
que comigo
Você irá morar.
Ele sorriu.
Pois em sua vida
Uma Nova história
Irá recomeçar.
(RD)
O homem aranha para o militar com uma arma na mão e pergunta.
A cidade está um caos, é a terceira guerra mundial senhor?
Você está fantasiado?
Logo logo será atingido por um bala de fuzil no peito.
Desarmado, sem equipamentos.
Sem colete.
O que você que está fazendo?
Quer morrer?
Morrer?
Indagou o homem aranha.
Desse jeito não vai demorar muito- respondeu o militar saindo para o campo de batalha.
O homem aranha pensou em ajudar aquele militar e acabar com a guerra. Mas as pessoas estão inquietas demais. Elas não sabem que eu sou o super-herói? Cegas.
Estranho ele não ter se intimidado comigo. No meu tempo, pediam autógrafos e estavam seguras. Pelo menos se sentiam.
O que está acontecendo com essa gente?
Eu cheguei pra ajudar.
Não ficam alegres com ajuda?
O soldado parecia sem esperança. Só queria lutar e lutar.
Acostumados à sofrer talvez.
Acho que vim parar em outro mundo.
Que mundo é esse que ninguém pensa em acabar as guerras?
Nem mesmo hoje, se aparecesse o super homem com toda sua liga, as pessoas ainda assim estavam na escuridão sem qualquer esperança de vida.
Não acreditam em mais nada.
Andando lentamente e olhando corpos no chão. O nisso herói se foi {...}
Os prédios sumiram. Logo, estou morto. Vou deitar novamente na minha cova. Aqui eles não precisam de heróis. Porque na verdade, são os próprios vilões. Todo o mundo é vilão.
Aliçu S. ;C.M.Preto, pág.1
Memórias de 13/3/91 - O dia que nasci
Uma tempestade está sobre a pequena cidade.
Águas despencam dos céus.
Um filho do signo de peixes está quase para nascer, não havia ocasião melhor.
De repente um blackout fez apagar as luzes da maternidade.
O pai, desesperado, corre buscar ajuda, tenta ajudar como pode, só pensa no filho que já já vem ao mundo.
Eis que o choro de quem vinha ao mundo contrasta-se com o zumbido dos trovões...
Minutos depois os geradores foram ligados, mãe e filho já se encontravam abraçados.
Isso foi em 13 de março de 1991,
19:15 da noite.
Parece que foi ontem que tudo começou...
Quando ouço essa história, a minha história, me transbordo de amor, de paz, de esperança e de coragem. Afinal, nasci no dia 13, um número supersticioso, sob uma forte tempestade, a noite e na escuridão. Coragem me acompanha desde o início, pra enfrentar qualquer coisa nesse mundão.
Sou pisciano que nasceu no dia em que as águas despencaram do céu, não tenho medo de nada porque nasci na escuridão, e no dia 13 pra ter sorte na vida de montão.
Assim minha história se iniciou...
Eu homem, menino alma.
Nasci, talvez que por engano,
em uma tal cidade grande,
feita de concreto armado,
cheia de caras e portas fechadas,
mas, meu nascer mesmo, é no campo,
no mato,no torrão do interior.
Nunca vou esquecer,
como é bom, o prazer,
de subir na goiabeira,
pra comer fruto no pé,
ir até os galhos mais altos,
pra namoradinha assustar,
e na hora de descer ?
e pra tremedeira esconder ?
pra vergonhar não passar...
...vou descendo acanhado,
pra baixo todo santo ajuda!
penso eu, atrapalhado, penso também na mamãe,
junto com os carões, que de certo vou levar,
se caio daqui, e não morro,
minha mãe me mata,
e mesmo que não me mate,
triste será meu castigo,
não vou poder ir a praça,
ver televisão com meus amigos.
Balançar muito e bem alto,
numa rede armada,
no caibro do nosso alpendre,
ouvindo minha mãe, afirmar perguntando,
``vai cair daí ô inteligente!.´´
Coisas assim,
só se vivem no sertão,
o cheiro da terra molhada,
olhar da janela a passarada,
a chuva forte chegando, depois,
brincar nas poças de lama,
assim que chuva se foi.
Também não posso esquecer,
dos banhos de rio, cedinho,
antes de ir pra escola,
ficava feliz quando via,
Tânia, minha melhor amiga,
mulher grande,
mas com alma de menina,
vinha logo assuntar,
com uma voizinha mansa, dizia,
pra eu sempre lavar, as zunha e zurêia,
senão chegando em casa
podia, se preparar, pra entrar na ``peia.´´
Acho muito respeitoso,
um filho aos pais dizer,
bença pai,
bença mãinha,
tá aqui, acesa a lamparina no chão ,
pertinho da santa Maria,
enquanto a mãe de joelhos,
pedindo à todos os santos,
rogando à Deus por seu filho,
nunca cair em tentação.
Tenho respeito e amor,
tudo que Deus criou,
do pouco que tenho,
ao pouco que sou,
do pequeno ao maior,
mas me custa muito aceitar,
deixar minha alma lá,
no meu amado interior.
Colares Filho.
Gosto de contemplar o pôr do sol
A cor dourada pintando a cidade
E o azul obscuro que deixa tudo mais frio
Os enormes pontos brilhantes me lembram você
E toda aquela autenticidade
O céu tem esse poder
De ser de toda a criação
A mais bela invenção
Peleja.
Na cidade, sertão ou serra
é bem simples de aceitar
quem acerta e quem erra
mas não deixou de tentar
não precisamos de guerra
trata bem a minha terra
que eu respeito o teu lugar.
C I D A D E
O Sol amanheceu a cidade.
A Vida respirou Liberdade.
A noite fria e escura, morreu.
Passo pelas ruas e paços,
buscando um ombro amigo,
um abraço...
em olhares que o horizonte perdeu.
A Vida me empurra pela cidade,
navego neste mar de ansiedade
atrás do tempo...
atrás das horas...
Mãos que se apertam e não se tocam,
olhos que se veem e não se olham,
ombros lado a lado, em solidão!
Não sei quem morreu de verdade...
se a noite, ou o dia-cidade...
Se o ar que respiro é, assaz, Liberdade...
Se o Sol que ilumina estas ruas desertas
de amor, compaixão,
aqueceu, afinal, algum solitário...
coração.
