Poemas sobre o Verão
Verão
Papoila do verde campo longo!
Já vem o verão do tempo lindo.
Todo o campo está sorrindo!
Pois já ele vem, de terra longe!
Ele vem, até que tudo esteja pronto.
Todo o campo está maduro branco!
As águas correm, sem nenhum dano
As andorinhas voam, como só este ano!
Toda a terra, deseja tão de luz vinda!
Pois jamais houvera, tão lindo dia!
Há gozo e canto, como nunca ainda!
Este é o dia, que eu tanto já queria,
Como tu verde campo, quem diria!
Veio um tempo, que nunca finda!
"Verão, amores curtos que se eternizam.
Primavera, alegrias que brotando do chão.
Outono, ecos do que se foi.
Inverno, rugas...rugas...rugas.
Quero morrer na primavera!"
Haredita Angel
29.04.18
Tão puro como a água da chuva em dias de verão sobre os campos verdes de morango e ananases gigantes e pesadas.
Atraentes petalas rosadas e perfumadas com cheiros penetrantes que nos desarmam em meio da multidão de homens crueis e insensíveis à nossa energia.
Adolescentes e ingênuos permanentes procurando bocas e calores dos abraços onde me refugiarei eternamente em seu colo.
Mateus 5:8
"Bem-aventurados
os puros de coração,
pois verão a Deus."
Mente boa, coração limpo sinônimo de
Vida Eterna
A chuva que da boas vindas ao verão
Ocorreu na noite fria de domingo,
E na segunda pela manhã
O sol sorria e vida se abria pra nova estação
Segunda que começa com o cantos dos pássaros que voltaram com o término do inverno
Com fim da migração agora todos encontram seu coração!
O lindo sentimento de voltar pra casa,
A doce alegria de formar uma família ...
A grama ainda molhada refletia os raios do sol da manhã.
O cheiro da terra encharcada era a vida se refazendo!
Enquanto o rios esvaziam
Os ribeirinhos tratam de pescar
O período de desova acabou
E peixes grandes ão de passar
Então um recomeço
Pra ser feliz depois da enchente,
Um acalento pra alma
O mês de maio
Mês que acalma...
A terra não há de ficar tão enxuta
No Acre, verão significa menos chuva
A estiagem duram somente alguns dias
Depois de volta a chuva trás alegria...
E então a piracema, fartura no Rio Juruá
Muitos pescam por diversão
Outros pra fome matar!
Tô esperando
Venha como o vento que bate nas rosas suavemente;
Seja minha brisa de verão no deserto do Saara;
Faça como a aguá dos rios, quando passar traga vida e pureza com a mais bela transparência;
Chegue como a explosão dos fogos de fim de ano, venha carregando luz, animação e muita admiração.
Doce Cotidiano a Dois
Clima de verão, no Parque do Ibirapuera, eu com o violão na mão,
Muitas crianças correndo e brincando, muitas pessoas caminhando, se exercitando, muitos casais passeando e namorando,
Clima de verão, os pássaros cantando, os gansos se refrescando, muitos jovens surfando com seu skate no asfalto, outros jogando o baquete, o futebol, ou até mesmo o frescobol,
Clima de verão no Ibirapuera, eu tocando o meu violão ao som doce da tua voz, teus olhos brilhando de felicidade e refletindo os meus, as pessoas passando ao nosso redor e aplaudindo, fotografando, parando ou apenas olhando e compartilhando conosco aquele momento de paz, amor e alegria que se espalhava no ar,
Clima de verão naquela tarde gostosa no Ibirapuera, eu, você e o violão, quem viu, viu, quem ouviu se emocionou, quem não ouviu, sem stress eu conto aqui para vocês.
Chegou como brisa suave, tempestade passageira a refrescar numa deliciosa tarde de verão.
Me sentia como aquela criança ao correr para o quintal, e debaixo da aguaceira pula nas poças a brincar,
Sentia como a criança que se delícia raspando a panela de brigadeiro, ainda quente, que a mãe acabou de preparar.
Mas partiu... esvaiu-se como areia do deserto árido, que não se guarda na palma das mãos, escorre sem parada pelo meio dos dedos.
Meu corpo chora tua despedida, e meu coração dilacerado como faltar um pedaço carrega com ele de forma singela a marca da tua digital.
De agora, por Fábia Alexandra.
“” Se você não tem uma piscina grande pra se divertir
Divirta-se com a chuva de verão que é para todos
Ela é de graça e vem da vontade do céu
Se você não tem um automóvel ultimo tipo, belo e possante.
Você tem duas pernas que o levam onde quiser
E com elas você está em melhor situação que muita gente que não as tem
Se você não tem suas pernas
Você ainda tem a vida, que lhe é bem preciosa.
As formas de olharmos as coisas são diferentes
Quem não tem uma piscina, talvez não precise, de uma piscina.
Quem não tem o automóvel novo, tem o que lhe é possível .
Quem não tem as pernas, tem vontade de viver.
E quem tem a vida, tem um bem precioso e dela precisa cuidar
Cuide de você, de sua vida, como as únicas coisas que realmente valem a pena.
E quer saber
Aquele mergulho que você deu naquela piscina que não era sua, teve muito mais prazer pra você, do que para o dono da piscina:
Ele já não a valoriza tanto...
"" Seu cheiro ainda está aqui
em mim
colado feito bronze de verão
posto feito eternidade
não é o agora o que conta
nem falarão por nós
todas estrelas pensarão
cadê aqueles dois
que antes caminhavam na praia...""
"" Podem me colocar algemas
mesmo inerte, verão em meus olhos a resistência
não cederei aos que maculam nas sombras da noite
e seguirei como luz que busca a esperança
não me roubarão as vitórias que irei conquistar
nem me aprisionarão em pequenos albergues
quero a busca de dias melhores
quero irmãos de fato se amando
quero cores, vibrantes pinturas a enfeitar meus arranha céus
posso passar como música suave, mas sempre baterei meus tambores avisando a todos um novo amanhã
e se amanhã for a vez das minhas cinzas
que elas adubem algum jardim
não quero simplesmente ser amor,
mas espinhos para cutucar a mesmice de quem fica olhando
e só quer colher a flor...
"" Feito grama molhada no verão
a terra cheira semente
sempre brota alguma flor
peregrino é o tempo
insensato que passa
acordo e a vida respiro
ouço o canto do bem te vi
água pura é privilégio
do sertão que mora em mim..
Já se sabe que vende mais picolé no verão e o vendedor já não precisa reclamar do calor.
Amadurecimento e cooperação.
Era época de verão
E o coração inverno
O sol raiava o dia
E a lua?
Acompanhava um céu nublado...
Era época de verão
E a alma primavera
E as nuvens carregadas
Em um solo fértil...
Era mês de março
O verão ainda presenciava
O nascer das rosas,
E o jardim acompanhará em si,
O nascer de suas...
O nascer do encanto
O nascer do sol
O nascer das rosas
Que em março florescem...
Era época de verão
E as flores outono
Observará a germinação das rosas
Acompanhará a primavera
Que no jardim florescem...
Era época de verão
Onde, o outono partilhava as rosas
De março,
O outono e o inverno?
são comumente associados a uma época de melancolia
Era época de verão
Com o fim do verão,
Hoje é o dia de dar oi ao outono,
Essas é uma ótima estação
Para a primavera,
Aproveitar o dia sem sentir o corpo cansado.
Apreciando as rosas
Colhidas por outono no verão de março.
Era época de verão, onde o outono partilhava as rosas de março,
O outono e o inverno?
São comumente associados a uma época de melancolia
Era época de verão, com o fim do verão,
Hoje é o dia de dar oi ao outono,
Essa é uma ótima estação para a primavera,
Aproveitar o dia sem sentir o corpo cansado. Apreciando as rosas
Colhidas por outono no verão de março."
Povos verão que sou Teu,
Verão Teu nome brilhando no meu.
Tua presença me distingue com luz,
Pois carrego comigo o nome de Jesus.
As nações verão o brilho do céu,
Refletido em mim como um doce véu.
Não por orgulho, mas por Tua mão,
Que firma os passos do meu coração.
“Sentinelas da Praia”
No alto do posto, firmes no chão,
Três sombras guardiãs fitam o verão.
Entre guarda-sóis e a dança do mar,
São faróis de ordem a vigiar.
O sol se deita na linha do azul,
Enquanto a multidão se agita em um turbilhão sutil.
Mas ali, serenos, atentos, calados,
Três fardados erguem seus fardos pesados.
Não empunham armas de vaidade,
Mas o escudo da responsabilidade.
Protegem sorrisos, olhares, canções,
Mesmo em silêncio, dizem: “estão sob proteção.”
Na areia quente, o dever não cessa,
Mesmo quando o riso é o som que começa.
São mais que vigias do tempo e do espaço,
São rostos ocultos do bem no compasso.
Ao fundo, a brisa e o brilho do mar,
À frente, a missão de nunca falhar.
Três figuras que o povo mal nota,
Mas que sustentam a paz em cada rota.
É que...
desde sempre,
o meu âmago anela o Mar,
não aquele mar dos dias de verão
(lotado e ruidoso),
é como um chamado divino
para a serenidade d'alma.
E eu,
anelo á você o Mar
do Outono
e do Inverno.
✍©️ Trecho de "Diálogos poéticos "
#MiriamDaCosta
