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Poemas sobre Cidades

Cerca de 360 poemas sobre Cidades

Terrinha

Sol, lavrado, buritizal, Chão rachado,
Cachoeiras, garapé, cavalo no pasto,
Cidades cheio mulher, fauna, floresta e relevo norte,
Terra forte...

Gente do sul, do Centro oeste, de algum lugar do Brasil
Até do agreste, local varonil,
Homem presença, mulher linda e moleque peste.
Lugar lindo e não só de índio, Roraima lugar do povo rupestre.

Monte Roraima
Serra da lua
Índio Macunaima.

Boa Vista
Vista Boa
Terra de gente boa.

Inserida por AxiReed

Com 18 anos de vida, um caminhoneiro me tornei, transportando cargas por várias cidades do Brasil, sozinho viajei...

O tempo passava rápido, um grande amor então encontrei, não poderia ser diferente, sabendo que era da vida um presente, aos 30 anos, com ela me casei.

Reunindo diversas histórias pessoais em um diário, aos 34 anos meu primeiro livro publiquei, depois veio muitos outros, entre causos, contos e poesias escritas com fervor, o simples caminhoneiro ficava também conhecido como escritor...

Mas como na vida precisamos sempre nos reinventar, estacionei o cargueiro e voltei a estudar...

Fortalecendo o meu trabalho criativo, abrindo e fechando um e outro livro, com 40 anos pude me formar, e com 42 estou a lecionar...

Gosto de escrever minhas vitórias pessoais, pois tenho orgulho em contar, mas para quem quiser se inspirar, pois a vida é assim mesmo, há altos e baixos, não podemos na primeira dificuldade da vivência nos desesperar, "pois só fica no chão, quem não quiser se levantar".

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

A Rua da Saudade existe em Muitas Cidades
Lá, como em qualquer outra rua
Vão morar pessoas de todas as idades
Pessoas ruins, medianas e boas
Gente honesta, meio-termo e gente à toa
Tem o cara que Guardava as Chaves
E os caras que ficaram atrás das Grades
O velho e o menino, o senhorio e o inquilino
O fervoroso, o ateu e aquele, cujo coração
Foi uma semente que caiu na areia
Mulher bonita, remediada e mulher feia
Lá nessa rua eles tem toda a eternidade
E também não há mais tempo pra nada
Ela tem esse nome para honrar
Algumas pessoas que moram lá
Outras não deixaram nenhuma saudade
Um dia todos nós seremos vizinhos
Mas ninguém virá bater à sua porta
Pra pedir açúcar ou café
Portanto
Se você tem algo a dividir
divida agora
Aquele que por último, melhor vai rir
É aquele que sabe o que há no porvir
E muitas vezes, hoje chora

Inserida por edsonricardopaiva

⁠O templo do tempo
Por onde os sábios andam?
Andam pelos montes
Onde as cidades se encontram
Vendo a vida por sua beleza
Entendendo as tristezas
Sábios encontram razões
Independente das opiniões
Andam por entre a gente
Tentando nos ensinar a ser gente
Vivem diante de acusações
recuperando corações...
Seus gestos, feliz aquele que traduzir
Muitas vezes estão diante de ti
lutando pelo que é real
Não desistem dos seus sonhos,
do amor, do seu ideal.

Inserida por Ruptura

Cenário passarela

Duas cidades
não consigo esquecer,
Uma tem o Paraíba,
outra o rio Tietê,
Uma é pedra de rubi,
Outra é do amanhã,
Uma tem o Morumbi,
Outra o Maracanã,
Posso agora apresentar
No abrir de uma cortina
Como as mais importantes
Da América Latina,
Uma é imenso cenário de novela,
Outra é famosa passarela,
Há um laço de união,
Se amor ou é paixão,
Ou eterna ligação,
só sei que elas não se escondem,
em baixo por via,
em cima por ponte,
conheço uma por seu brio,
outra digo por seu garbo,
uma chamo de Rio
outra chamo de São Paulo

Inserida por rinaldo

⁠Coração de Pedra

Mais uma manhã se inicia na maior de todas as cidades,
passos apresados, céu cinzento e o barulho incessante.
Vejo pessoas correndo em um vai e vem frenético,
mergulhando em suas vidas que se consomem num instante.
Em meio a cidade de pedra e aos corações frios,
pela janela do trem encontro na paisagem uma miragem.
Num parque qualquer um pontinho verde da selva cinzenta,
entre corações de pedra uma criança brinca alimentando passarinhos.
Diante dos meus olhos a dureza se desfaz nesse dia,
na inocência sem medo e com toda pureza.
Um pequeno coração valente enfrenta a dor e violência
e transforma em esperança a paisagem já sem vida.

Inserida por alessandro_rampasso

⁠⁠⁠⁠O SILÊNCIO DOS ANJOS
Hoje, o manto negro predatório ameaça campos e cidades deixando nossos sonhos parecer mais tísico.
Meu corpo sangra, mas Minh' alma em bulício aplaca os quatro ventos que sopram rumo à primavera.
Ah, eu quero ver o que vai acontecer quando o novo sol chegar!
Do que adianta falar a linga dos anjos e, não ouvir a voz dos oprimidos.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Fronteira de Histórias e Lendas.

Nas margens da Laguna Porã,
Nascem cidades gêmeas, irmãs,
Ponta Porã e Pedro Juan,
Unidas pelo tempo e pelo chão.

No vasto Mato Grosso do século XIX,
Emancipado, tornou-se Mato Grosso do Sul,
A Princesinha dos Ervais, Ponta Porã,
E Pedro Juan, homenagem ao herói da independência.

Mistura de raças, culturas e histórias,
Lendas surgem, figuras conhecidas e desconhecidas,
Povoaram esta região de amor e música,
Polca paraguaia, vanera e pericón.

Tradição do tereré, mate e chimarrão,
Amor ao povo fronteiriço, brasiguaio,
Aos que chegam e ficam,
Aos que passam e seguem sua jornada.

No peito e na alma, a saudade,
Desta cidade rica em história,
Ponta Porã, sempre hospitalheira,
Guarda na memória as lembranças vividas.

Prof. Me. Yhulds Giovani Pereira Bueno.

Inserida por yhuldsbueno

⁠As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.

Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.

A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.

Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.

A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.

A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.

A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Nas suas idas e vindas
A outras cidades,
Não esqueça que sem perceber
Você dá carona a um inimigo:
O covit19...😷😲🙏

Inserida por ostra

Minhas duas cidades

Na Ilha Comprida a emoção
Em Iguape a razão
Na Ilha Comprida onde quero morar
Em Iguape sempre voltar

Na Ilha Comprida comprei minha casa
Em Iguape criei minha asa
Na Ilha Comprida vivo no mar
Em Iguape vivo a caminhar

Na Ilha Comprida passei minha adolescência
Em Iguape vivi desde criança
Na Ilha Comprida fiz muita amizade
Em Iguape também tenho amigos de verdade

Na Ilha Comprida passava o verão todo final de semana
Em Iguape tive uma vida bem bacana
Na Ilha Comprida tenho minhas melhores lembranças
Em Iguape as mesmas semelhanças

Na Ilha Comprida me sinto em paz
Em Iguape quase tudo me satisfaz
Na Ilha Comprida o céu é mais bonito
Em Iguape, porém tenho meu lugar favorito

Na Ilha Comprida sempre tive boa convivência
Em Iguape minhas melhores experiências
Na Ilha Comprida o mais lindo pôr do sol
Em Iguape é o meu farol

Continuo dividida entre minhas duas cidades
Mesmo sendo somente uma ponte as separando
Não consigo escolher só uma, de verdade!
Por isso, sempre sigo igualmente, as duas amando...

Inserida por palmis_costa

De todas as cidades das flores
(sem exagero),
É a mais bonita
(e dona de um tempero),
Que ao bom paladar cativa,
(cheiro bom de aconchego),
Planejada por mil amores
(para ser a morada dos príncipes),
Convidar o seu amor para conhecer
Joinville – concede o melhor dos convites.

Terra de luta e de intensa labuta,
Seu teto tem dias de sol, chuva, estrelas
e uma inesquecível Lua.
Ah, essa Lua que se atreve aparecer ainda mais
suntuosa para provocar, invadir e
apaixonar os casais de namorados
(quando vista lá da Rua das Palmeiras):
chego a escrever versos ainda mais apaixonados.
Porque pela tua gente e tua alegria
não me canso de me ajoelhar na catedral e rezar
preces inteiras...
Por esta Joinville colorida pelas feiras e
perfumada pelas flores,
Dotada de uma energia mística para
findar com todos os humores
que não se afinam com o estado
refrescante de poesia.
Pelo teu Festival de Dança e pelas
dançantes pontas das sapatilhas,
– sou capaz do que até Deus duvida
De peito aberto quero me dedicar para ti,
e por toda a nossa Santa e Bela Catarina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Dear Moon Poetry,
tudo muda
nas cidades
a Lua tem
suas fases,
São Pedro Velho
agora São Pedrinho,
e a discrição
que tanto diz por
si só que te quero.

II

Dear Moon Poetry
tudo muda,
e a memória
às vezes se derrete,
mas na Abissínia,
que nunca teve
para relembrar
a sua história
de Festa Junina?

III

Dear Moon Poetry,
tudo muda,
na vida
é assim o tempo
inteiro,
encontrei você
lá no Rio Belo,
tipo agulha no palheiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Toque de recolher
é evitar de circular
pelas cidades,
Só não entende
quem não
quer entender,
Não seja teimoso,
se permita a obedecer.

II

Distanciamento social
não é o seu final,
É apenas se manter
com dois metros
de distância um do outro,
Ou deixar de estar
onde muita gente há,
porque tudo passa...

III

Quarentena é para
ver quem está
ou não com a doença,
É necessária para
quem quer se cuidar
e continuar a viver,
E nada tem a ver
com tempo a perder.

IV

Afastamento seja
obrigatório
ou voluntário,
nada têm de impossível,
para quem
quer ficar livre
ou curado da doença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É proibido esquecer
deste dia que vi:
cidades destruídas,
casas incendiadas
e corpos baleados
pela direita da Bolívia
que genocidou
o povo que estava
exercendo o direito
de dizer sim à vida.

O jagunço de Bíblia
na mão que jogou
a bandeira no chão
e o líder de nada
foram eles que
começaram a tocar
fogo na população
a mando histórico
e reconhecido mentiroso,
e a alma vulgar fez
o seu governo
de autoproclamação.

Os oficiais superiores
que incentivaram
o golpe foram
para o luxuoso exílio,
e a tropa em transe
em oração e de fuzil
na mão derramando
o sangue índio.

Entre fronteiras
já não há
mais diferença,
e creio que nem
nunca houve:
há quem rasgue charge
e quem rasgue o verbo
contra o negro como
a violência aceita fosse,
para gente assim
em cada verso
envio para
a consciência
de cada um coice.

Há segredos neste
continente que hei
de desvendar porque
prenderam um General
e uma tropa que
não deveriam prender
e soltaram quem não
deveriam jamais soltar,
e tem até um que
solto nem deveria estar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Sente

As cidades próximas
a nossa cidade
de Rodeio são sempre
motivo de orgulho
e de confraternização,
Daqui a pouco será
Apiúna com a sua
Tangefest que estará
enchendo de festa
com os seus aromas
o nosso coração,
e todos temos por esta
festa muita gratidão.

Agradecemos com
todo o amor a Apiúna
querida por levar
para a nossa mesa
a saborosa tangerina
que é melhor até
que muita poesia.

Seja bem-vinda
a Tangefest
com toda a nossa alegria!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu vi a poluição nascer da cidade e a terra chorar em nossas vidas para nos acordar e nos proteger!

Aonde eu Cresci
" Quase nada Acontece,
Moro em Caracas..Município Zona Oeste
Cidade dormitório, nada posso esperar...
Pois em cada esquina ,tem uma igreja e um bar

Online


A rua onde moro e que namoro
É minha estrada meu refúgio.
Onde se dá a
Minha estada no mundo
Meu mar onde flutua
Minha existência em quase inércia
É só nela que eu transito
Por isto insisto
Ela é minha cidadela
onde eu me sinto bem e
o vai e vem
de carros e pedestres
Fazem-me bem
Sinto-me inclusa
Em centenas de milhares de cidades que eu jamais porei os pés
Nas suas ruas todas
Então,
deixo minha alma visitá-las
Quando fica online navegando por elas
O meu coração.

Inserida por elenimariana

Estirpes no final do campo
madeira morta
folhas de hera entrelaçadas
musgo, cogumelos

cheio de água, solo
deixa.
Pântanos inconstantes

Em torno dessas cepas,
eu sonhava
em fachadas de edifícios pequenos
pernas elegantes
garras, mezaninos
asas de pássaro.

Inserida por karolinenogueira