Poemas sobre Cidades
“A vida e seus enigmas compõem a trajetória histórica da humanidade. Já cidades, pessoas e cidadania são desafios do nosso tempo”
Uma das grandes coisas que admiro feitas pelos homens são as cidades, não por serem construídas com concreto e aço muito menos pelo fato de homens viverem em sociedade procurando preencher corações vazios com bebidas, cigarros dentre outras drogas!
O mal persiste nas principais cidades modernas do mundo inteiro pelo egoismo que deriva nos a acostumar a não ver e calar nos impassivelmente. diante de todo o erro.
Na infinidade do universo, diante do tempo do qual não somos senhores, de diferentes cidades, de lados opostos, com tantas pessoas no mundo, conhecemos uma na qual acaba gerando profundas e significativas mudanças em nossas vidas...
Um dos maiores desafios das pessoas que moram nas grandes cidades brasileiras é resgatar o senso de comunidade.
Seja em lugares remotos ou em cidades populosas, todos trabalhamos e lutamos pelo mesmo objetivo fundamental. Enquanto o fazemos, não podemos esquecer que é importante seguir um método correto para atingir nosso objetivo – pois o método é que é importante.
SETE CIDADES, O QUE NÃO SE PODE EXPLICAR AOS NORMAIS, ANTES DAS SEIS, BALADA DE UMA SAUDADE,VENTO NO LITORAL,NO QUINTAL DA NOSSA CASA, OUVINDO ''LEGIÃO URBANA E CATEDRAL'' NÃO É TEMPO PERDIDO,TODOS OS DIAS,EU SEI,O MUNDO ANDA TÃO COMPLICADO,ANTES E DEPOIS DO MEIO DIA,MAS É CLARO QUE O SOL VAI VOLTAR AMANHÃ,A TEMPESTADE DARÁ SEU LUGAR A UM DIA DE SOL...
Assim como, em algumas cidades, encontramos paisagens que nos lembram a nossa, em alguma outra face você encontrará a sua.
O sol, nosso astro-rei, nasce nos campos e nas grandes cidades. No primeiro caso, de parto normal; no segundo, extraído a fórceps.
COISAS DE BRASÍLIA – Brasília é uma cidade mais do que diferente. Atípica. Pessoas de outras cidades, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Recife ou Florianópolis comentam que Brasília é uma cidade onde as pessoas vivem muito separadas, reclusas em seus apartamentos, em suas entrequadras. Em contrapartida, o céu de Brasília é único. Inconfundível. De uma beleza cativante. Neste item, até mesmo os forasteiros concordam e reconhecem o maravilhoso pôr-do-sol da cidade. Em Brasília falta o centro e não existem as esquinas, normais em qualquer cidade do país. Brasília ainda é dividida por setores. Setor hospitalar, de embaixadas, bancário, comercial, de autarquias. Coisa de governo, de burocracia. Coisa de Brasília. Talvez por isso as pessoas na Capital Federal tenham se setorizado, causando distanciamento entre os modernos candangos do século XXI. Para alguns mineiros, paraibanos, paulistas, cariocas, pernambucanos, gaúchos e baianos, Brasília é uma cidade fria em que as pessoas têm dificuldade de começar uma amizade. Um lugar onde os brasilienses vivem com seus cachorros, gatos e eventualmente familiares. Cada um na sua. (copydesk/fragment by EUGENIO SANTANA, escritor, jornalista, ensaísta e consultor. Autor de livros publicados. Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro)
De certa forma, a muralha de prédios das cidades grandes me dá uma sensação de proteção. Em áreas abertas, fico um pouco apreensivo. No zoológico, os animais devem aprender a sentir isso também.
Erguemos cidades para dar o conforto as pessoas, mas vivemos em montanhas planas e nunca chegaremos no seu pico.
Contem-lhe que há milhões de corpos a enterrar, muitas cidades a reerguer, muita pobreza pelo mundo. Contem-lhe que há uma criança chorando em alguma parte do mundo e as mulheres estão ficando loucas, e há legiões delas carpindo a saudade de seus homens; contem-lhe que há um vácuo nos olhos dos párias, e sua magreza é extrema; contem-lhe que a vergonha, a desonra, o suicídio rondam os lares, e é preciso reconquistar a vida.
Bombas atômicas foram jogadas em cidades japonesas e tal fato foi considerado somente um ato bélico, enquanto que aviões atingiram dois prédios propositadamente e isto foi considerado terrorismo. Esta comparação demonstra que os conceitos de certo e errado são impostos pela potência hegemônica.
Um vendaval de flores está chegando com a primavera e inundará campos, cidades, praças, jardins e sorrisos... Sem dúvida, uma forma de induzir a humanidade a deixar de ser tão inverno.
Precisou que um inimigo invisível, fizesse grandes países,cidades, parassem, transformando céus antes cinza, em lindos dias azuis,fazendo assim o planeta voltar a respirar tranquilo.
As cidades perderam seus encantos suas alegrias. A liberdade de ir e vir foi suspensa. Estamos diante de um caos, uma pandemia que ultrapassou as barreiras imunológicas, afetivas e emocionais.
A ansiedade e o medo nos sufocam e a certeza sobre o que vem é desesperadora. Mas a fé tem sido nosso único utensílio.
A lenda viva de um guerreiro e poeta vilafranquense que nasceu numa das cidades mais antigas da Europa que ele simplesmente se dedicou à arte militar, psicologia, filosofia e á poesia. Topo da pilha do monte gordo, em que tínhamos as nossas aventuras e desejos ardentes e apaixonantes. Esses azuis da cidadezinhadesde 1212 fazíamos fogueiras e cantávamos nas grutas. Rei da colina, poeta e conquistador do miradouro e das lezirias. Esses azuis da cidadezinha estão derretendopelos céus do amor.
