Imperador
"Poucos cristãos têm conhecimento de que o dedo sujo de Constantino, Imperador romano, azedou o leite do cristianismo, e as suas mãos sujas de sangue moldou grande parte do modelo de cristianismo que vemos hoje."
(Austri Junior - Teólogo)
Admoestação de Ambrósio ao Imperador Teodósio:
"Vejo que por desgraça, ó Imperador, não medes a gravidade do fato sanguinário ordenado por ti (...) Não acrescentes um novo crime ao que já te pesa. Retira-te e submete-te à penitência que Deus te impõe. Já que imitaste David no crime, imita-o também na penitência!"
Em sua célebre oração fúnebre, testemunhou o santo Bispo a respeito do imperador Teodósio a quem impôs severa penitência por crime cometido: "Eu amava este varão, porque lhe agradavam mais as repreensões que as adulações. Como Imperador, não se envergonhou da penitência pública, e depois chorou seu pecado todos os dias que lhe restaram".
Ao Povo Pão e Circo.
Antigamente, quando o Grande Cezar, Imperador de Roma depois de conquistar vastos territórios abrangendo o que hoje é toda a Europa, norte da África, parte da Ásia, dentre outros, as terras ocupadas ficaram tão alastradas que já não havia mas contingente para manter as fronteiras.
Ocorreu que todas essas áreas ocupadas a ferro, fogo e saques, produziu uma multidão de desterritorializados, e de pessoas mutiladas, feridos de Guerras, mendigos e pedintes originados das aldeias, povoados e reinos ocupados, e muitas dessas pessoas foram para as cidades grandes como Roma por exemplo, onde viam perspectivas de sobrevida.
Logo a elite dominante se via incomodada com os milhares de pobres que "infestavam" a cidade, a maioria doente, maltrapilha e faminta. Então o "Bondoso Rei" mandou construir o Coliseu, local onde promovia o ESPETÁCULO (CIRCO), que se apresentava na forma da arena onde Homens e animais se digladiavam até a morte de um dos competidores, enquanto era distribuído PÃO ao povo que ali assistia o evento, alheio a tudo por aqueles momentos, esquecendo-se da sua miséria imediata, sendo que tudo aquilo não mudaria em nada de significativo em suas vidas, sua condição de miséria continuaria, mas via naqueles momentos de entretenimento uma oportunidade de ser "feliz" bem como saciar um pouco da fome.
Atualmente as condições mudaram, porém a política é a mesma. O PÃO se apresenta na forma do salário mínimo, que mal dá para uma família se alimentar, o PÃO ainda vem na forma de BOLSA FAMILIA, AUXÍLIO GAZ, AUXÍLIO LEITE, entre outros “benefícios sociais”, e também nessas ajudas temporárias organizadas por entidades religiosas e segmentos sociais como no natal e páscoa.
Sabemos que isso não resolve a situação dos ajudados ou beneficiados, apenas, mantêm-nos refém e reforça a própria miséria, torna-os totalmente dependente e presa de fácil manipulação, humilhação e exploração de toda ordem.
Já o ESPETÁCULO, como controlador, manipulador e nivelador comportamental de massa se apresenta na forma de lixos televisivos e audiovisuais de cunho extremamente medíocre como os REALITY SHOW´S, NOVELAS, FUTEBOL, PROGRAMAS DE AUDITÓRIOS DOMINGUEIROS, COPA DO MUNDO, CARNAVAL e congeneres... ou seja, o método sempre foi o mesmo só mudou a forma.
Os governantes, a elite dominante, juntamente com os meios midiáticos de controle de massa sabem que para acalmar e direcionar o povo BASTA DISTRAÍ-LO, mantendo-o na mediocridade, ocupando seu tempo, bombardeando sua mente com conteúdos inúteis e fúteis, que nada acrescentam de substancial e que faça alguma diferença, fazendo com que esqueça de que seu salário está baixo (ou que está desempregado), que o deputado está roubando, que não há educação, segurança e saúde. É simples, AO POVO PÃO E CIRCO.
http://www.infoescola.com/historia/politica-do-pao-e-circo.
um rouxinol cantava todos os dias para o imperador chines
e um dia o imperador ordenou que prende se o rouxinol
então o rouxinol não cantou mais ate morrer.
“O ano 257, o imperador Valeriano publicou o decreto de perseguição contra os cristãos e, ao ano seguinte, foi detido e decapitado o Papa São Sixto II. Quando o Papa São Sixto se dirigia ao local da execução, São Lourenço ia junto a ele e chorava. ‘Aonde vai sem seu diácono, meu pai?’, perguntava-lhe. O Pontífice respondeu: ‘Não pense que te abandono, meu filho, pois dentro de três dias me seguirá’.”
Imundo
Mundo vil
Cheio de seres não menos desprezíveis
Sob o comando do Imperador Egoísmo
Estão todos os condenados à existência
Mundo degradante
Extremamente frustrante é ver
As desigualdades tão frequentes
Na mão de quem pede e no bolso de quem paga
Mundo fétido
Corrompido pela ambição e pela disputa
Onde cresce a violência e o ódio
E a vida bela e pura pede para perder a inocência
Mundo catastrófico
Em que a vingança anda solta pelas ruas
E tudo é permitido desde que seja comercializável
Financeiramente multiplicável, rentável
Mundo decadente
Espera teu futuro um tanto óbvio
Da abundância à precariedade
Da vida à extinção da humanidade
Bernardo Almeida
"Não basta ser a mulher de César, tem que parecer ser" Imperador Júlio César".
Não basta você dizer que é um bom estudante ou trabalhador, tem que demonstrar isto: andar agarrado com os livros e trabalhando com afinco.
_Você se mostrou ser o imperador da minha terra quando me despiu o corpo inteiro deixando-me completamente nua com as suas doces palavras;_
_O consagro o senhor dos meus mundos;_
_O que pode beber das minhas refrescantes águas..._
In, quarta configuração
" É verdade a orientação do Grande Imperador Romano Julio Cesar ---Não julgue alguém pela aparência no primeiro encontro, pois não percebemos as qualidades da alma logo de cara --- Quantas vezes temos preconceitos em relação às pessoas; melhor ê evitar, podemos estar diante de uma grande pessoa"
Um bom imperador não teme a guerra nem os desafios.Muito menos foge das obrigações que seu posto exige.Tem a humildade de saber que nada sabe, e que nesta vida terá que usar seus conhecimentos e sabedoria para poder pensar, ensinar e ser o exemplo para seus súditos.
Há algum anacronismo.
Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.
Todo Imperador do Brasil é Pai dos Brasileiros
Toda Imperatriz Consorte do Brasil é Mãe dos Brasileiros
mesma coisa vale para o Príncipe Consorte Imperial do Brasil e para a Imperatriz Reinante do Brasil
Napoleão
Napoleão, o imperador destemido,
Com seu exército, por terras percorrido.
A guerra era sua busca incansável,
Por domínio e poder inabalável.
De Austerlitz a Waterloo, ele marchou,
Com estratégias que o mundo admirou.
Mas a guerra, cruel e impiedosa,
Cobrou um preço além do que se pensa.
Napoleão, com sua ambição desmedida,
Trouxe à Europa uma era sofrida.
As batalhas, os campos de sangue e dor,
Marcaram sua história com resplendor.
Sua queda em Waterloo foi o fim,
Do império que ele construiu para si.
Napoleão, na ilha distante, destituído,
Encerrou-se ali o seu reinado temido.
Sua saga na guerra ficou marcada,
Como um capítulo da história passada.
Napoleão, com sua grandiosidade e dor,
É lembrado até os dias de hoje, com fervor.
Um imperador, soberano de vastos domínios, não pela coroa que usa, mas pela firmeza do seu espírito e pela magnanimidade do seu coração.
