Imperador
Júlio César é considerado o maior imperador de Roma, mesmo ela ainda sendo república. Sua fama chega no auge com a conquista da Galia (52 a.C), formando o que viria ser o maior império da antiguidade.
O que torna uma nação uma super potência, é a exploração de outra nação menos desenvolvida.
PELÉ ETERNO
O Brasil teve um rei
Que não era imperador
Não veio de Portugal
Nem era um ditador
Majestade no gramado
Com a bola fez reinado
Foi o melhor jogador
IMPERADOR ....
Esse teu chão mais parece arte
Retorcido em tons da natureza
És pluralidade e de te faz parte
Antigo sertão, feérica grandeza
Em grosseiros traços, dessarte,
Um painel feito com tal firmeza
Que abre a admiração à parte
Vigor! O valor maior de beleza
Um pôr do sol encarnado, revelador
Céu imenso dum azul cheio de sabor
Vários os encantos, enfim, revestidos
Em cada foco, prenhe de sentidos
Uma epopeia! De sonhos contidos
Cerrado soberano, o imperador! ....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09/01/2021, 09’12” – Triângulo Mineiro
O por vezes temível imperador romano Adriano corrigiu o filósofo FAVORINO; embora este estivesse certo e tivesse argumentos para defender sua posição, não o fez. Seus amigos lhe indagaram, curiosos, o porquê... Ao que ele se saiu com esta, proverbial sobre os perigos das iras de Soberanos Absolutos : "Quereríeis que eu me vangloriasse de sábio com um homem que comanda trinta legiões ?... "
O cifrão do dólar ($)deriva do símbolo do Imperador Carlos V de Espanha.Um cordão enrolado em torno de duas colunas de Hércules,Gibraltar e Ceuta. Por isso se tornou símbolo da “paga” pelo sacrifico do açoite!
A sabedoria de Nero o imperador romano, era segundo o Deus desse século, prefira ter a sabedoria do alto, que é segundo Salomão e Cristo Jesus.
Há algum anacronismo.
Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.
"Não basta ser a mulher de César, tem que parecer ser" Imperador Júlio César".
Não basta você dizer que é um bom estudante ou trabalhador, tem que demonstrar isto: andar agarrado com os livros e trabalhando com afinco.
Todo Imperador do Brasil é Pai dos Brasileiros
Toda Imperatriz Consorte do Brasil é Mãe dos Brasileiros
mesma coisa vale para o Príncipe Consorte Imperial do Brasil e para a Imperatriz Reinante do Brasil
Em um Império remoto,
Longe de qualquer progresso,
Imperava um Imperador,
Temido por seus excessos.
Dar uma vida ao homem, matá-lo e ressuscitar para a eternidade?
O imperador Constantino não gostou desta ideia e exigiu total submissão à Roma.
Hoje, essa legalização é conhecida mundialmente como cristianismo.
Admoestação de Ambrósio ao Imperador Teodósio:
"Vejo que por desgraça, ó Imperador, não medes a gravidade do fato sanguinário ordenado por ti (...) Não acrescentes um novo crime ao que já te pesa. Retira-te e submete-te à penitência que Deus te impõe. Já que imitaste David no crime, imita-o também na penitência!"
Em sua célebre oração fúnebre, testemunhou o santo Bispo a respeito do imperador Teodósio a quem impôs severa penitência por crime cometido: "Eu amava este varão, porque lhe agradavam mais as repreensões que as adulações. Como Imperador, não se envergonhou da penitência pública, e depois chorou seu pecado todos os dias que lhe restaram".
Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
" É verdade a orientação do Grande Imperador Romano Julio Cesar ---Não julgue alguém pela aparência no primeiro encontro, pois não percebemos as qualidades da alma logo de cara --- Quantas vezes temos preconceitos em relação às pessoas; melhor ê evitar, podemos estar diante de uma grande pessoa"
