Eu Sinto poema
Eu paro no tempo, já estou pensando e sinto ; este é o momento de agradecer , pois se penso, estou vivo .
Não sei escrever nada sobre o amor. Não entendo nada de amor. Elimino todos os rótulos que procura definir o amor. Retiro todas as legendas que tenta interpretar o amor. Mas eu sinto você. E isto é o bastante para o amor estar em mim: sem escrever, sem entender, sem definição, sem legenda e sem você comigo. Mesmo assim, sigo te amando através de um silêncio que insiste em falar, ainda que não seja ouvido, ainda que seja ignorado, mesmo quando a realidade supera a quimera e me faz acordar.
“Sinto por quem gostaria, sinto por quem queria, mais já não é mais o que sinto e já não é mais o que quero…sinto muito.”
Todos os momentos, que tento fugir, sinto-me mais perto do que eu deveria correr a todos os instantes. Sinto-me fraca, ao que não posso suportar, sinto-me indecisa em quem ou o que procurar, para cada vez mais longe de você estar. Sinto-me como se não houvessem palavras mais para expressar, ou até mesmo alguns sentimentos para agradar. Proponho-me então a ficar, e esquecer que a distância seria o remédio mais eficaz a tamanha insensatez. Não queres me ouvir então não ouças, fujas em meu lugar !
- Sinto muito. - Na verdade eu não entendo o por que destas palavras “sinto muito”, ninguém de fato sente muito, as pessoas nem se quer conhecem para sentirem, e mesmo se conhececem, as pessoas falam isso apenas para demonstrar um pouco de compaixão, sendo que para mim é apenas um gesto de falsidade.
Sinto sua falta. Sinto sua falta em todos os momentos, nos bons, nos ruins, nos dias chuvosos, nos dias ensolarados. Sinto sua falta até quando não quero sentir.
Na sua companhia o céu é mais azul, as estrelas são mais brilhantes, o arco-íris é mais colorido, a vida é mais vivida. Com você me sinto bem!
Se você sorrir, quero estar contigo para rir junto com você. Se acaso você chorar, quero estar contigo para ajudar a enxugar tuas lágrimas e, se preciso for, chorar junto com você.
Por algum motivo que ainda não sei explicar, sinto-me só. Tento ir ao encontro dos meus pensamentos e sonhos, para tentar encontrar alguma, nem que seja pequena resposta para eu entender o porque de estar assim. Converso comigo mesma em frente ao espelho, e quando isso acontece, só consigo ver meus olhos sem brilho e um rosto confuso, tentando entender o porque de tudo!
Nem sempre estou inspirada pra falar de amor. Nem sempre o amor me toca nas palavras. Contudo, tenho o perdão dos instantes que te sinto, sem te ver; indulgência dos desejos, sem te ter; piedade das ausências preenchidas de você. Quanto à clemência? Ah, esta é devota com as letras de amor não escritas, transformadas em atitudes. Quisera eu não saber falar de amor. E na verdade não sei falar de amor! Palavras são apenas palavras. Mas, você... você sempre está em mim, com ou sem inspiração.
Sinto e vivo, vivo e sinto, é bom é ruim, é alegre é triste, é real é sonho, não se explica é a mistureba da mistura é a calma no descontrole,,,é o que tem que ser com o se foda-se ,, é a intensidade do meu ser....
Ironia mesmo e te ver todos os dias e ter meus sentimentos com os detalhes mais profundos derramados em textos e poemas no meu bloco de notas enquanto você não faz a mínima ideia do que eu sinto por você.
O fato é que eu sinto. Sentir, algo que eu não fazia há muito tempo, como se minha sensibilidade fosse uma rosa congelada pelo inverno e ao receber os primeiros raios de sol da primavera, ela renascesse e eu sentisse tudo: a vida correndo por minhas veias, o amor girando no ar, esperando para ser sentido, compartilhado e vivido, e a adrenalina que só os adolescentes conseguem entender, misturada com uma vontade absurda de ser livre em uma madrugada de sexta- feira.
Agora eu posso escrever tudo que penso, sem medo do que sinto. Frases de um leve momento ou poemas já vividos.
Nunca comi chorando, só quando minha mãe me batia pra comer, aí sim, porém apanhar não era motivo pra chorar.
Hoje comendo pudim, chorei até terminar, bom o motivo, hoje teve.
Às vezes eu me sinto uma sereia fora da água; sentada em uma bela pedra sob o sol, procurando o lugar certo para mergulhar.
Há muito tempo eu lhe disse que algumas coisas são difíceis de serem explicadas,que algumas coisas só precisam ser sentidas, como o sopro do vento no rosto. E nesse momento meu querido, eu sinto: sinto o carro correr em alta velocidade, sinto a melodia de Nenhum de nós tocando no rádio, sinto o vento, e principalmente, sinto a liberdade gritante por todos os meus poros,e de como a liberdade é uma coisa inteiramente minha, e é mais plena, e sempre será, sem você atrapalhando.
Antes de abandonar tudo e escolher um novo caminho, assegure-se de olhar para trás e ver se não existe alguém acenando. A saudade sabe muito bem em qual curva da vida te encontrar, as pessoas não.
Mas que bela, que bela amargura eu plantei. Ainda que não a deixe escapar, há dias que fica difícil não deixa-la transparecer. Uma ira com a descrença alheia na realização de sonhos, uma fúria com as divergências e contradições de princípios, uma revolta com quem faz você gostar da chuva e logo após muda pra verão, lhe deixando molhar nas tempestades que ele mesmo lhe ajudou a criar. Mas que bela, que bela angustia eu cultivei. Segurar a raiva pra evitar atritos nunca foi meu forte, mas que forte? Eu nem sei qual seria ele. E de mágoas em mágoas os sorrisos começam a doer, a vagueza no olhar já é tão presente, indecifrável como meus pensamentos, que me acorrentam, mas no que eu penso tanto? Eu já nem sei dizer. Eu só sinto, eu sinto um peso nas pálpebras, eu sinto que algo me consome, eu sinto que não sei mais o que devo ou não sentir. Sinto muito.
