Eu Sinto poema
Aos que insistem
em tratar a Verdade como passiva
mediadora entre o ético e o grotesco,
sinto dizer que na 'cadeia alimentar'
nutrindo mundos e vidas, ela desfruta
de um único e inalienável lado; distante
de vírgulas, pontos, dos previsíveis questionamentos; dosenganosos
e aduladores
poréns!
O que me separou de você?
"A sua burrice e a sua maldade, eu sinto falta de tudo no mundo, menos da burrice e da maldade"
" A casa Vazia"
A cada parte do deixado para trás, sinto que aprendi um pouquinho mais.
A semana começou e os móveis estou tirando pouco a pouco do lugar. A casa esta ficando vazia.
Sensação de missão cumprida para com o meu corpo. Finalmente eu tenho a certeza, de que eu fiz a coisa certa. Mas confesso que mesmo assim, reflito sobre e cheguei novamente a conclusão... - Sim, eu fiz a coisa certa!
Estou condenada, condenada a um sentimento que só eu sinto. Só eu vivo. Antigamente eu achava que era fácil viver a vida, a mesma me levava. Como eu posso ainda me desfrutar de um pensamento e te incluir nos meus sorrisos?
Como eu posso ainda morrer por quem me matou e não se importa?
Como eu posso continuar sem você?
... não sinto
qualquer prazer no trabalho,
enquanto desafortunado ativo
a minha modesta sobrevida...
Aprecio, aquilo que no trabalho,
revele-se como uma especial
ocasião em descobrir
quem,em verdade,
sou!
Destino
Sinto que a perco
A cada segundo se afasta
De pouco a pouco
Perco de vista meu mundo
Não existem culpados
Mergulhei em confusão
Ela em seu destino
Quem tomará seu caminho?
Vivo a querer amar-te mais
E assim vejo meu refúgio indo
Sem indícios de querer voltar atrás
Vá, sem ressentimentos.
Quieto
Em leito, sinto
Oh quão frio
Lobo só, sem matilha
Não tema
Está só!
Não reclame, diziam eles
Engula o choro!
Em leito, sentia
Já não mais
Mas, nada!
Frio sou
Não!
Tornei-me
Em leito, sentiria
Na pele
Seleção natural
Quantos lobos
Não entendo
Algo errado
Em leito, sinto
Coração, não mais
Odor pérfido
Não eram lobos
Abutres
Liberdade, enfim?
O Lobo e os Abutres
Em leito, sinto
oh, quão frio,
lobo só, sem matilha,
eco de uivo calado
que reverbera na pedra crua.
Não tema,
está só!
Não reclame, diziam eles,
engula o choro
como quem engole a própria sombra.
Em leito, sentia
já não mais,
mas, nada!
Frio sou
não!
Tornei-me
um vulto que se dissolve
na geada da madrugada,
uma presença que ecoa
no vácuo entre o ser e o deserto.
Em leito, sentiria
na pele,
rasgando o instinto
como faca cega.
Seleção natural
de almas partidas.
Quantos lobos
perecem em si mesmos
por não entender
que há algo errado
na dança da sobrevivência?
Em leito, sinto
coração, não mais.
Odor pérfido
de carniça ao amanhecer.
Não eram lobos,
eram abutres
vestidos de companheiros,
espreitando o cansaço
da fera solitária.
Liberdade, enfim?
Ou apenas a descoberta
de que a solidão
é menos vil
do que a falsa aliança
dos que fingem caçar juntos
mas apenas esperam
o momento da queda?
E quando o sol rasga a penumbra
como lâmina quente,
vejo o rastro das garras
que um dia julguei companheiras.
Eles não uivam,
não caçam,
não sangram pela honra
de viver em matilha.
São carniceiros,
esperando o último suspiro
da presa que pensavam ter domado.
Então ergo meu uivo
para o alto,
rompendo o céu cinzento
com o brado de quem
não teme mais a escuridão.
O eco invade os vales,
acorda os corvos,
faz tremer as sombras
que habitam a floresta.
E descubro,
na solidão que corta,
a liberdade crua
de ser lobo
entre abutres.
Não sou ferido,
sou a cicatriz que se ergue,
o instinto que sobrevive
ao banquete dos falsos.
Sou a fera que renega
o pacto da servidão.
Sou o silêncio que precede
o grito dos justos,
a promessa de que mesmo só,
o lobo sempre voltará
a caminhar sob a lua
sem temer as aves de rapina.
Às vezes, em momentos de quietude, sinto como se um fio delicado e invisível me puxasse em direção a um destino que ainda não consigo ver claramente, mas que sei que é verdadeiramente significativo. É como se houvesse um elo sutil, tecido não de fios, mas de memórias e promessas, que me liga a você. Mesmo separados pela distância e pelo tempo, esse fio nos mantém unidos, uma doce lembrança de que, não importa onde estejamos, fazemos parte de uma mesma trama.
Sinto saudades, não apenas das palavras e risos compartilhados, mas também da tranquila certeza de estar ao seu lado. Há um desejo persistente, um anseio que o tempo não consegue apagar, de encontrar novamente o calor da sua presença, de entrelaçar novamente nossas vidas de forma que só a verdadeira conexão permite. Essa esperança, alimentada pelo fio vermelho do destino, é o que me guia através dos dias de espera.
Creio firmemente que, como as almas predestinadas das histórias antigas, nosso reencontro está traçado nas estrelas. Esse fio, que nem a distância, nem as adversidades conseguem romper, me faz crer que cada momento que passamos separados é apenas um prelúdio para o alegre capítulo que ainda vamos escrever juntos. Com isso no coração, aguardo nosso próximo encontro, confiante de que ele trará de volta a alegria plena que só a sua companhia pode oferecer.
É difícil explicar o que sinto por ela, como se fosse um segredo guardado no peito, um mistério que nem eu mesmo consigo desvendar. Talvez não seja aquele amor louco que queima e consome, como já vivi antes. Não, esse é diferente, mais suave, mais real.
É um amor que floresce devagar, como um sol tímido ao amanhecer, que aquece aos poucos e ilumina cada canto da alma. Um amor que traz paz, como a brisa leve de uma tarde de verão. Não precisa ser tempestade para ser inesquecível; talvez, seja o sopro sutil de um vento novo que traga a promessa de algo ainda mais belo, algo que não se apressa, mas que se permite acontecer.
E eu sinto que pode ser ainda melhor, porque é um amor que não precisa gritar para ser escutado; ele apenas é, e isso, por si só, é tudo.
Entre milhas e memórias, sinto teu cheiro no vento e teu toque nas estrelas. A distância se faz presente, mas não apaga a chama do amor que em mim arde, mesmo que mil calendários passem ou oceanos se estendam entre nós.
Eu sou um viajante no tempo, um náufrago na saudade, buscando teu sorriso em cada amanhecer. Porque o que somos sem o outro senão um eco de nossos próprios sonhos?
Te amo entre o sol e a lua, entre o céu e o abismo. E mesmo que estejas a mil e quinhentos quilômetros ou a quatro anos de distância, meu coração ainda dança ao som da tua existência. E assim, sigo em frente, sabendo que um dia nossas almas se reencontrarão, como se nunca tivessem se perdido.
(06/09/2024)
Ardem as Entranhas
Algo ou alguém morre em mim...
Talvez eu mesmo...
Sinto o gelo da morte de algo que pensei ter vivido...
Sensação de que tudo que fiz, foi em vão...
Nada pior que sentir a dor do arrependimento...
Nunca a havia sentido...
Dói...
Queima...
Ardem as entranhas...
Tolo, eu fui...
Somos todos iguais...
Previsíveis...
Tudo se repete...
Pessoas...
Tudo...
E ainda me surpreendo...
Algo ou alguém, morre em mim...
Morre na carne...
Morre no espírito...
Morre a esperança
De que tudo poderia ter sido diferente...
Sinto ainda teu perfume
Nos lençóis do nosso último amor...
A cama solitária
A casa calada
A porta encostada
Como a contar
Os segundos para tua volta
Sei que podes me esquecer
Não duvido disso meu bem
Sequer um só momento...
Tu podes esquecer tudo,
O que houve entre nós
Até mesmo a nossa história de amor
Hoje, talvez, sem cor
O que não podes de forma alguma,
É esquecer, quem na tua vida,
Em suma, foi tua vida,
E o teu primeiro amor!
Não é sobre o que sinto, é sobre o que creio.
E eu creio que há sol, promessa e calor.
Mesmo quando tudo parece sombrio,
Então ergo meus olhos, não para o que muda,
mas para o Deus que é constante e fiel.
O céu pode nublar, a alma até chorar,
mas meu coração está voltado para o Céu.
“Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.”
— 2 Coríntios 5:7
Sou teu amor, translúcido ao léu do mais puro pudor;
sinto teu cheiro, e em minha mente vem somente um desejo...Sentir teu calor.
E na minha ânsia do mais sublime desejo,
meu corpo quer...Sentir seu sabor.
—By Coelhinha
Beijar você é beijar duas vezes o céu tocando às nuvens.
Uma porque beijando você, sinto as nuvens tocando ao chão.
e a outra beijando você, sinto meu chão tocando o céu.
—By Coelhinha
'Não me subestimes, te surpreenderia com o que penso,
sinto a respeito do que sei(...)
e o mais importante..."Do que sou capaz".'
—By Coelhinha
'90% das coisas que eu sinto, eu guardo dentro de mim.
Os outros 10% deixo transbordar pro meu lado exterior, como forma ameniável de liberar meus obscuros sentimentos.'
—By Coelhinha
"Hoje me sinto frágil e esta fragilidade é que me faz às vezes tomar atitudes que não vem ao caso de pessoas invejosas que acham que mesmo eu estando frágil sou vulnerável...SEU MAIOR ERRO. Estar nesta fragilidade também é conceito de fortalecer minhas debilidades e te decifrar que posso te decepcionar quando achar que sou a mesma inocente de antes. Chegou atrazada baby, deixei de ser em minha puberdade"
—By Coelhinha
“Sabe de uma coisa? Tem momentos na minha vida que você me perguntará. O que sinto agora e eu responderei: - Neste exato momento? Não sinto vontade de chorar, tampouco sinto vontade de rir. Não sinto raiva, nem dor. Exatamente eu não sinto nada.”
—By Coelhinha
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