Eco
Há horas que queremos apenas coisas simples, dentro de um silêncio, sem eco, mas não um silencio mudo, um silencio que respira, que aquece.
No sepulcro gelado do meu ser desfeito,
Sou apenas o eco de um amor que se perdeu.
Não sou vivo, nem morto, apenas um sujeito,
Afogado em lembranças do que já se dissolveu.
Meus passos ressoam como suspiros ao vento,
Nas ruas vazias da despedida e da saudade.
Alimento-me de silêncios, lembranças de um lamento,
Onde sonhos desvanecem na cruel realidade.
Oh, como é amargo o gosto deste fim inevitável,
Onde meus olhos buscam somente o vazio.
Meus dias se esvaem na sombra indesejável,
De um coração que sabe que está sozinho neste rio.
À luz trêmula da lua, procuro um alívio breve,
Mas só encontro o frio da solidão que me assombra.
Neste corpo cansado e triste, um naufrágio leve,
Para a certeza amarga de que morrerei sem sombra.
Sou o espectro de um amor que já não arde,
Afundado nas águas profundas da desilusão.
Onde tudo se desfaz no adeus que não tarda,
De uma história que termina sem perdão.
Não me chame de vivo, pois já não sinto a vida,
Sou apenas um eco de um tempo que já foi.
Fragmentos de um amor que se despedida,
Sou o que resta de um sonho que já não ecoa mais em mim.
Como palavras escritas em um papel sem cor,
Sou a dor que caminha na estrada da solidão.
Um destino traçado pela dor do dissabor,
Busco em cada adeus um novo caminho, uma nova razão.
Mas só encontro o vazio, a certeza de um adeus,
Neste mundo onde ser é um fardo, uma sina.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem um novo adeus,
No labirinto do destino que insiste na dor que destina
“Quanto dor há no mundo?
Por ventura, há algo que possa mesurar?
Tenho a impressão que o eco da pergunta
não terá um respaldo de nenhum canto do mundo.”
Sou lobo solitário nas mídias sociais, não sou amigo de bolhas de filtro e câmaras de eco...
Grupos nem pensar!
"O processo criativo é desencadeado pela realidade, ou melhor, pelo eco da realidade em nós.Inicia com nossa atenção a um pormenor, ignição de tudo, e se desenvolve ao intuirmos que existe algo que quer se comunicar a nós, por nós."
A mente vazia brigando com o eco
Não se prioriza pois acha que é ego
Várias peças lego se desencaixou
Pra se encaixar em quem nunca ficou
“São as perguntas que nos guiam, onde encontramos o eco de nossa alma.
Nelas estão as sementes que fazem florescer nosso caminho.
Cada indagação é um despertar da nossa natureza.
E as dúvidas são sempre um convite para encontrar nosso melhor.”
(@marcellodesouza_oficial)
A beleza da natureza era sem fim, com seu explendor entre variáveis cores e sons, um eco sistema contendo várias formas de vida. Uma devastação de cores que ao passar do tempo com a infiltração humana foi modificando, perdendo seu explendor e ficando na cor cinzenta.
Queda.
Apesar de toda escuridão que me cerca
Ainda sinto que tem mais queda por vir
O eco demora a chegar
Cada vez vou mais rápido
Ainda não cheguei no fundo do poço
Me preocupo quando chegar
Há um vazio
Um eco de silêncio
Há um grito mudo
Um nó na garganta
Uma dor no peito
Há um ardor no coração
Não há plenitude
Nem a voz doce
Não há prozas até amanhecer
Nem os beijos
Não há o fogo do desejo
E nesta desconcertante proximidade que nos afasta...
Já pouco resta de nós
Amanhã estaremos apenas sós.
Minha mente é um grande vazio. O eco flui sobre meu corpo e meus pensamentos. Sinto o frio cobrindo meu corpo. Lágrimas quentes e salgadas sobre meu rosto. Escuto murmuros em todo canto. Sou um fantasma, ninguém ao menos se importa com minha presença. Só consigo sentir tristeza. Tristeza. Como descrever tão devasta angústia? Um nó na garganta. Pontadas na costela. Suor frio. Fazer meu corpo ferver enquanto minha pele ainda está fria. Nada consegue me preencher. Quatro paredes. Luzes. Um sorriso. Vai ficar tudo bem. Mentiras. Me sinto melhor. Gosto de acreditar nas mentiras, acreditar que tudo vai melhorar, acreditar que um dia isso vai acabar. Acreditar que não vou acabar comigo mesma. Escuridão. Calafrios. Coisas que vou deixando para trás. Pessoas que me deixaram para trás. Tudo ficará bem, um dia você vai acordar e perceber que isso é apenas um pesadelo, o vazio, a escuridão, o frio, os desmaios e o medo. Tudo um dia vai acabar, vai acabar da mesma forma que começou. Minha mente é um grande vazio.
A força do bem !!
Estejam certos que o eco vem da alma com intensidade fortificando o desejo da paz , da harmonia e da leveza , vem com força querendo lhe desejar o maior e o melhor .
Não tenho dúvida alguma , que o valor da paz e do entendimento junto ao outro, traz sempre novos rumos e novas perspectivas , acompanhado dos sentimentos mais fraternos , ascendendo luzes por todos os lados , porque um ambiente tranquilo e harmonioso perfuma , fortifica , equilibra e sustenta enriquecendo o amor .
E é nesta simplicidade e desejo do bem , que a força magnética do universo se expande , impulsionando a aproximação com a excelência e nas relações e conosco.
Simone Vercosa ..
Solidão Silenciosa
Em quartos vazios, a solidão reside,
Um eco vazio nas paredes canta,
Um coração solitário bate em segredo,
Nas madrugadas longas e malditas.
Palavras não ditas, pensamentos sós,
Um vazio profundo em cada olhar,
Na solidão silenciosa, a alma chora,
Por um abraço, por alguém a amar.
Em um mundo ensurdecido pelo eco das próprias vozes , a sutil arte de ouvir se torna rara . Vivemos em um paradoxo de comunicação , onde as palavras são ditas, mas raramente são ouvidas . As pessoas podem estar próximas fisicamente, mas suas mentes estão imersas na narrativa de si mesmas. Quando você se expressa, é como se as palavras encontrassem um filtro de pré julgamentos , preconceitos e perspectivas individuais. Não é a sua opinião que ecoa, mas a interpretação dela através da lente de cada indivíduo. A ânsia por validar as próprias crenças cria um véu que distorce as mensagens alheias . As palavras que você compartilha são filtradas e interpretadas de acordo com o filtro mental de cada um. Ouvir se tornou uma mera pausa na espera para retomar o discurso próprio. Entretanto, neste cenário caótico, há uma oportunidade de transformação. A empatia pode dissolver as barreiras da incompreensão . Ao ouvir atentamente, não apenas oferecemos espaço às palavras alheias, mas também permitimos que nossas próprias opiniões evoluam e se enriqueçam. Em um mundo onde o desejo de ser ouvido é ensurdecedor, ser um ouvinte genuíno é um ato revolucionário. Pode se gerar mudanças ao desafiar a necessidade de se fazer ouvir e abraçar a busca por entendimento. A verdadeira conexão começa quando percebemos que, por trás de cada opinião, há uma jornada única de experiências e emoções. Então, mesmo que as vozes se cruzem em um turbilhão de palavras, lembre-se de que ouvir é um ato de coragem , um gesto de compreensão e um convite para que as opiniões se entrelacem em busca de um entendimento mútuo.
Teófilo Otoni, terra de talentos
Um eco da arte mineira
Reduto de cultura artística
Tempos de ouro na música
Popular brasileira
Jovem guarda nos anos 60
Movimento de revelações
De talentos na música
Retratando saudades e amores
Ternura e paixões
Em meio ao turbilhão
De talentos surge o bom
Rapaz do vale do Mucuri
Com suas belas canções
Tão bem representava
Nossa amada Teófilo Otoni
A princesa do Vale do Mucuri
Terra do amor fraterno
Em versos e prosa
Do te amar demais
Ser um bom rapaz
Mas o mundo é grande
Do tamanho do talento
De Geraldo Nunes
Desbravador da arte
Da música e cultura
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Sobre os brados fortes
Dos animais debaixo
Da cama na noite
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A velha e a história
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