Coleção pessoal de marinhoguzman

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⁠O Brasil tem, como em qualquer parte do mundo há uma parte da população racista e homofóbica mas a imprensa trata como se todos ou a maioria de nós fossemos. É preciso condenar essa tendência sensacionalista e irreal.

Marinho Guzman
Tags: homofóbico racista

⁠Não é denegrindo a nossa cidade e o nosso país que vamos consertar os problemas de dezenas ou centenas de anos.
Você não fica expondo seus próprios defeitos e problemas publicamente. Você os conhece e tenta corrigir.
Ou não.
Todos os problemas da cidade são iguais do que a maioria das demais do Brasil

Marinho Guzman

⁠É tão grave acusar alguém de ser racista e homofóbico quem não foi julgado, quanto ser uma dessas aberrações.

Marinho Guzman
Tags: homofobia racismo

⁠Os meus grandes ídolos já morreram!

Marinho Guzman

⁠Creia você em Deus, ou não, a consciência de si termina com a morte.

Marinho Guzman

⁠Os programas de TV policialescos estão à beira do ridículo, rompendo todos os parâmetros do absurdo.
O sensacionalismo cresce dia a dia, segundo a segundo marcado pelo IBOPE.
E a competição por quem mostra o crime mais bizarro que verte sangue pela tela plana segue irracionalmente.
E isso levará tais programas ao fim pela saturação suportável pelo ser humano.
Bem vindo fim!

Marinho Guzman

⁠Não existe livre-arbítrio fomos criados para ter um destino e ponto final.

Marinho Guzman
Tags: livre-arbítrio marinho

⁠Deixei de escrever para não contrariar os otimistas, deixei de escrever para não compactuar com os pessimistas e deixei de ler para não saber o que propalam os idiotas.

Marinho Guzman
Tags: otimistas pessimistas

⁠O amor à vida é uma opção discutível porquê não temos opções mais claras.
Adrilles Jorge

Adrilles Jorge

⁠Brasil
Quando não tem jeito não adianta dar murro em ponta de faca.
Ou esperar duas ou três gerações sempre lembrando que o que está ruim pode piorar.

Marinho Guzman

⁠Idade e longevidade.
Não está longe o dia em que haverá remédio para todas as doenças e o homem morrerá tão somente de tédio pelas limitações que a velhice traz.

Marinho Guzman
Tags: idade longevidade

⁠Invejo as pessoas normais, as que são consideradas normais e as que se consideram normais

Marinho Guzman

⁠Às vezes acho que quem se conforma com a velhice não teve uma vida cheia de muitas conquistas, algumas decepções e grandes aventuras.
Abrir mão disso tudo não é fácil!

Marinho Guzman
Tags: velhice marinho

⁠Depois de vários meses os maiores “gênios” em doenças de todos os tipos continuam disseminando notícias contraditórias, teorias que não são mais nem menos que teorias.
Os grandes laboratórios em vias de lançarem dezenas de vacinas e se tornarem ainda mais bilionários.
Doze bilhões de pessoas continuam dependentes das mais diversas opiniões de como se prevenirem.
Mas a pandemia das pandemias será nos próximos séculos só a discussão do que foi feito e do que deveria ter sido feito.
Cobaias é o que somos.

Marinho Guzman

⁠Meu pai.
Meu pai nasceu em 1919 e teria hoje, se fosse vivo, 101 anos.
Infelizmente ele se foi em 1999 portanto há vinte e um anos.
Tenho vagas lembranças de como teriam sido os primeiros anos da sua vida pelos seus relatos já quase esquecidos.
Para falar a verdade, é dificílimo imaginar meu pai aos cinco, dez ou quinze anos, vivendo na cidade de São Paulo onde as novidades o teriam deixado tão surpreso, como para mim o advento da televisão colorida em meados dos anos setenta ou a internet nos anos noventa.
Naquela época as grandes novidades devem ter sido a chegada ao Brasil dos primeiros carros, a popularização do rádio e o acesso aos primeiros cursos universitários.
Meu pai contou que o primeiro carro que meu avô comprou, um Ford 1929, da sua alegria em ter um rádio e de como ele conseguiu fazer à noite, o curso de ciências contábeis e atuariais da Faculdade Álvares Penteado do Largo de São Francisco.
Tempos difíceis, dizia ele que vivenciou o gasogênio, tinha dificuldade em saber das notícias internacionais pelo rádio e tinha que chegar em casa, por imposição do meu avô, obrigatoriamente às nove horas da noite, ainda que as aulas terminassem depois desse horário.
É bem verdade que ele tinha certas regalias que a maioria dos jovens não tinham . Ele já podia dar suas voltinhas com o carro da família uma vez que desde os dezoito anos ele é quem dirigia porque meu avô tinha dificuldade para fazê-lo, para não dizer que dirigia muito mal.
Foi numa dessas voltinhas pela Rua Frei Caneca que ele viu pela primeira vez a minha mãe. Deve ter sido um impacto fulminante porque a minha mãe era seguramente a garota mais bonita de toda São Paulo. Prova disso, são as fotos que sempre publico.
Além de linda, minha mãe dançava balé, era formada em música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e dava consertos públicos aos dezenove anos de idade. Sua educação foi primorosa. Era a mais bonita, a mais inteligente e a primeira filha mulher. Ouvi dizer que era o xodó do pai e da mãe com muita razão.
Segundo meu pai, a troca de olhares foi rápida, as primeiras conversas furtivas e o namoro alguma coisa perto de uma história de terror uma vez que o meu avô era um português no mínimo turrão.
Quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro, a conversa teria se tornado um desafio uma vez que meu avô disse que com filha dele ninguém brincava e que ele não admitiria namoro ou noivado prolongado.
Quem conheceu meu pai sabe que o sangue espanhol dele fervia nas veias quando era confrontado e ele teria perguntado ao meu avô quanto tempo seria suficiente ou demasiado e meu avô teria dito que não poderia demorar mais que seis meses.
Oh! Deus! Imagino a cara do meu pai, que esperava autorização para ir ao cinema com minha mãe na companhia de alguma irmã e sair de lá noivo para casar.
Segundo relatos fidedignos, meu pai teria imediatamente marcado a data do casamento para daí a quatro meses e o grande problema nem foi esse e sim contar para o meu avô, o seu pai que ele casaria no final daquele mesmo ano.
Houvesse esse termo naquela época e eu diria que “a casa caiu”.
Meu pai me contou a condição imposta pelo padrasto para que ele se casasse seria ir morar em Vera Cruz, uma cidadezinha do meio do Estado de São Paulo, que hoje tem uns de dez mil habitantes, naquela época só uma rua pequena e sem saída.
A minha mãe me contou que foi uma correria louca. A noiva tinha que fazer o enxoval, e promover a festa e o dinheiro mal dava para o dia a dia da família Pacheco.
Apesar dos pesares meu pai e minha mãe casaram-se dentro dos escassos quatro meses. O vestido da noiva era uma obra-prima, a festa foi perfeita e até pouco tempo, havia em casa alguns lençóis de puro linho do enxoval original. No mais, eu estou aqui para contar essa história louca e verídica.
História do cara mais incrível que eu conheci, meu pai Antônio Guzman Mariscal.
Contabilista rádio amador, criador de pássaros de canto, espanhol esquentado, homem íntegro e honesto que fez tudo que podia pelos filhos, do qual eu me orgulho de ter muitos princípios. E o nome Guzman.

Marinho Guzman
Tags: amtonio guzman

⁠Apesar das nossas grandes diferenças, seremos um dia absolutamente iguais. Cinzas.

MarinhoGuzman

⁠Deus nos acuda!
Deus criou o homem à sua própria imagem,
Deus colocou e expulsou Adão de Eva do Paraíso,
Deus nos deu o incontestável milagre da Santíssima Trindade, onde seu filho foi concebido pela Virgem Maria, mãe de Deus.
Deus é Pai, é filho, Deus é o Espírito Santo, figura que não sei bem o que quer dizer.
Deus permitiu que Ele mesmo na forma de Jesus fosse sacrificado e com o Santo Sacrifício redimiu a humanidade do Pecado Original, o mesmo que levou o homem na figura de Adão e Eva serem expulsos do Paraíso.
Deus nos ofereceu suas palavras nas dos Apóstolos que por sua vez foram compiladas no Livro Sagrado, a Bíblia.
E ela conta a saga do homem através das grandes catástrofes todas elas causadas pelas más escolhas do livre arbítrio.
Criado a cerca de 14 bilhões de anos o Universo segue com rumo incerto, segundo alguns para o “bing bang.
Uma coisa é certa, um segundo livro nem tão sagrado, mas bem mais bem comprovado vem sendo escrito nos últimos vinte séculos e a humanidade continua sendo coadjuvante nas catástrofes.
Essa semana foi o Líbano, ainda presentes as guerras, revoluções e pandemias se encarregam de traçar as linhas desse livro que a meu ver é de terror.
Se você não concorda com alguma das minhas palavras não curta esse texto por favor, peça a Deus que reconsidere e nos acuda.

Marinho Guzman

⁠Imagino um bujão de gás um fogão ou uma mini geladeira…
Quando eu vejo as fotos “antes” e “depois” do exagero na musculação das baixinhas, infelizmente não tenho outro pensamento rsss… Certos exageros transferem parte do cérebro para os músculos. Sorry!

Marinho Guzman
Tags: fisioculturismo marinho

⁠Invejo a energia dos mais jovens, a força, a vontade de viver, a alegria e a ignorância da juventude com o inexorável futuro que mais cedo ou mais tarde chegará para todos.
Não fosse a ignorância todos seriam como eu, incrédulos, descobrindo possivelmente tarde, saber que não existe depois
Dou todo meu apoio às loucuras de cada idade pois a segurança de dias melhores é a utopia que estamos vivenciando em esperar dias melhores.

Marinho Guzman

⁠Acostumei-me com decepções do passado mas ainda me surpreendo com as mais recentes.

Marinho Guzman
Tags: decepções marinho