Isabel Morais Ribeiro Fonseca

1 - 25 do total de 1382 pensamentos de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

Amor amo-te no meu silêncio....
nem as flores do meu jardim sabem....
Quem diria que o perfume das rosas seria....
o meu destino até ti.....
Nem as estrelas sabem...
de mais uma noite triste e silenciosa....
Nem a lua que se vê tão transparente...
sabe do meu amanhecer solitário......
Amo-te em silêncio,sem palavras,
sem gestos,sem que o vento...
e a chuva saibam,
Só o meu silêncio que corta as dores,
da minha alma....só eu sei...
que ninguém sabe...que existem.!!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

Passeio contigo na praia, é noite de luar.
Abri os meus braços, recebi-te com carinho.
Com emoção, onde adormeci a minha alma.
Desci o vale encantado do teu corpo.
Com o meu corpo a arder.
Como arde a madeira seca numa fogueira.
Eu só queria ver o mar e banhar-me nos teus braços.
Para apagar este fogo, nas asas de um sonho lindo.
Vi-te delirante e nele semeei toda a minha ternura.
Os teus olhos eram ondas bravas feitas de loucura.
Rasgas-te as seivas da minha ousadia.
Extravasaste os mares de mim.
Cortaste todas as amarras
E incendiaste o vale dos meus desejos.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Tenho
Tenho uma necessidade absurda de escrever.
Sobre tudo o que sinto, sobre tudo o que me incomoda.
Ao principio os meus textos, muitas vezes não saiam dos rascunhos.
Talvez por medo ou talvez porque achar que não eram bons.
Para partilhar ou ler.
Depois o medo foi ganhando coragem.
Dou graças a Deus por ter-me dado asas.
A realidade é que os meus textos ou rascunhos...
Estão cheios de tudo que vai cá dentro.
As minhas mágoas.
Os medos
As vitórias
As derrotas
As mágoas
De que tenho sido protagonista.
Os meus textos e poemas.
São o meu cantinho.
O meu abrigo.
Sei que posso escrever.
O meu maior critico é o meu marido, é nele que eu confio.
Sinto-me segura no meu cantinho e no meu refúgio
Posso escrever o que quiser, não ofendo ninguém
Falo de mim, fico muito feliz que gostem do que escrevo "obrigado" !

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Plagiamos o amor que sentimos
Plagiamos o medo que temos
Plagiamos toda a dor que existe em nós
Plagiamos a solidão na noite escura e sombria
Plagiamos a nossa pele na areia quente da praia
Plagiamos o corpo em cirurgias perversas
Plagiamos o sangue que corre nas nossas veias
Plagiamos o cabelo dando-lhe outra cor
Plagiamos a nossa vida com medo dos outros
Plagiamos o trabalho que muitas vezes odiamos
Plagiamos por maldade ou por uma simples vontade
Plagiamos por tudo e por nada, por nada e por tudo!!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Murmurios de ansiedade
Sussurros imaginários
Ecos da tua voz
Que passeiam
Pelos cantos vazios
Vazios e escuros
Do nosso quarto
Insólita insônia
Vai o ilusão
Deste amor impossível
Que assombra as minhas noites
Evocando o teu nome
Sussurros de ansiedade
Murmúrios de saudade
Que mente doentia, esta a minha!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Na alvorada
Dos meus olhos
Um dia tu serás madrugada.
Orvalhada de amor.
Orvalhado de desejo.
Do teu corpo e do meu...
Estará sempre cheio de poesia.
Serás mar...
Mar sem maresia.
Da boca que dá-me beijos.
Que aquece o meu coração.
Enche a minha alma.
De amor
És tu o meu rei e senhor
Serás sempre.
Deste meu corpo.
Deste castelo...
Feito em fortaleza.
Sem amargura.
Sem dor.
Deste meu jardim florido.
Onde nasce a tua flor.
Que só quer o teu amor.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Observo a chuva miudinha.
Que escorre, cai dos meus olhos.
Lágrimas de dor, de alegria, de amor.
As gotas tecem as palavras que a minha alma sente.
Tecem e sente espontaneamente.
Embalo as letras, embalo as palavras.
Embalo a minha dor
Tentando compor versos ou talvez poemas.
Poemas tantas vezes ausentes de mim.
Ausentes do meu corpo
Palavras onde resmungam na minha boca.
Há dias que as palavras escorrem.
Escorrem para o papel.
Escritas num telhado de telhas de barro
Escrita de sonhos em forma de rimas.
Tantas vezes a inspiração adormece.
Adormecemos num sono leve.
E as letras descansam no papel.
Talvez queiram ser apenas observadas.
Ou apreciadas no pensamento.
Do nosso silêncio!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Quero...
.... ver nascer o por do sol.
Nele sentir todo o amor.
Toda a esperança que tive.
Quero....
.... ler no vazio do meu corpo.
Toda a dor que me vai na alma.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Escrevo
Com a pena no teu corpo
Fazendo
Dele o meu caderno de poesia
Escrevo com tinta da china
Tatuando os beijos da tua boca
Ouve o meu coração
Deixa o mundo cair
Ama-me
Mergulha no meu corpo
Beija a minha alma
Rapta-me
Consume-me até à exaustão.
Quero-te como um lobo que uiva
Que quer matar a sede.
Quebra as amarras
Deixa-me sem pensar
Sem ouvir
Sem falar
Rodeados de velas
De luz.
Despidos de pudor
Escrevo-te e tatuo o teu corpo!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Primavera (1984).
Chegaste sem avisar amor, numa manhã de primavera.
Aos poucos e poucos, invadiste o meu coração.
Ocupaste um lugar na minha mente, no meu pensamento.
Na minha alma, no meu corpo, na minha vida.
Afinal quem te deu permissão para invadir.
Invadir todo o meu ser.
Sem pressa tu foste-te instalando, aninhando-te no meu colo.
Hoje percebo que gosto da tua presença.
Dou por mim a pensar em ti, no teu sorriso.
No teu rosto doce, como é bom o sabor das lembranças de ti.
Pensar em ti é como sentir um perfume, que nos traz boas recordações.
No compasso dos sentimentos, dos pensamentos doces.
Gosto de fechar os olhos e visualizar o teu rosto, o teu sorriso.
Embalar o delírio, o desejo, sinto saudade dos teus beijos.
Dos teus abraços, dos teus carinhos, do calor da tua pele.
Ouço a tua voz a sussurrar no meu ouvido, as palavras doces.
Abro os olhos e tu estás aqui meu amor!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Rosmaninho da saudade.
Quando eu morrer meu amor..
Quero a minha campa cheia de rosmaninho
Para que te lembres do meu corpo perfumado.
Quando eu morrer meu amor...
Planta-me aos meus pés, camélias de todas as cores.
Para não te esqueceres dos filhos, que eu pari com amor.
Quando eu morrer meu amor...
Planta-me um roseira de rosas vermelhas.
Para recordares o amor e o desejo que senti por ti.
Quando eu morrer meu amor...
Canta muito, chora o que tiveres de chorar.
Mas nunca te esqueças de viver, de sorrir e de amar.
E nunca culpes Deus por me ter levado!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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O cadeado da minha alma, está fechado.
Fechado à chave, deitei fora a chave.
Para um poço, um poço profundo!

O cadeado do meu coração, está fechado.
Perdi a chave na areia branca e quente...
Da praia e não quero encontrá-la!

O cadeado do meu corpo está fechado.
Entreguei a chave ao meu amor.
Onde ele guardou-a junto ao seu coração!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Noites dolorosas!
Há noites muito difíceis, onde rezamos, rezamos e pedimos o sono.
Mas ele simplesmente não aparece, tornando a noite dolorosa.
Quero dormir ou não me apetece dormir, só quero sair para a rua.
Andar, andar sem destino, embrenhar-me no nevoeiro desta noite.
E chorar, chorar sentindo os ramos das árvores, a vergarem o meu corpo.
Triste, entristecido no orvalho da madrugada, que está a chegar.
No jardim sinto os espinhos, a penetrarem a minha alma já em chaga.
A lua, minha companheira das noites compridas e longas desapareceu.
Abandonou-me nesta noite já tão dolorosa, é só escuridão profunda dentro do meu ser.
O som do rio, é agora medonho, a corrente é forte, vejo o meu rosto refletido nas suas águas.
Onde as minhas lágrimas são gotas negras, nesta noite sem sono, sombra do que fui.
Do que sou lentamente afogada nesta noite de espinhos, onde rasgam a minha alma sem sono!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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O homem....sem Deus
não é nada....
Nada....
Do mito.....do ídolo...
Deus libertou ......o homem....
......da sua longa prisão.
O homem sai....de Deus....
.......de Deus..... o Demônio
do Demônio.....o Homem..
.....que
vende a carne......os ossos....
no silêncio...na escuridão....
........seja no inferno.....ou no céu....
a escolha é fácil......eu escolho Deus!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Rosmaninho doce perfumado
onde canta uma alma doce uma sinfonia
nunca tocada e talvez nunca escrita.

Rosmaninho doce perfumado
onde perfuma um corpo de desejo
nas noites escuras, escritas em rimas.

Rosmaninho doce perfumado
vinho da loucura, néctar dos deuses
encantada moura deixada ao relento.

Rosmaninho doce perfumado
pedaços de dor, migalhas de amor
esquecidas no tempo, talvez no momento.

Rosmaninho doce perfumado
poemas doces, levados pelo vento
banho perfumado, do nosso deserto.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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junho 2014
poemas

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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A morte afaga todos os meus sentidos.
Neste meu corpo frágil e gelado.
Voa a minha alma num papagaio de papel.
Por este céu brilhante, onde queima o sol.
Areia branca ou talvez vulcânica.
De pedras grandes e pequenas onde ferem os pés.
Pés descalços à beira do mar
Deixamos as mágoas, as dores do corpo
Onde a morte afaga os pensamentos.
Frágeis, soltos e débeis
Deste meu corpo já tão frágil e gelado!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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A poesia é mágica.....é feita de prece....
Oração em comunhão..
Onde a estrada abre-se à sua frente.....
O vento sopra levemente nas suas costas.....
O sol brilha morno.... e suaviza a sua face....
Onde a chuva cai de mansinho nos campos.....
Eu sei que é mais fácil desistir.....
Mas é no silêncio que a magia tem força ....
Recita-se esta prece....
Até que nos encontremos.....
Que Deus nos guarde nas suas mãos!
Rezemos sem raiva.....sem ódio ou rancor...
Que a nossa prece a Deus hoje seja simples...
Onde nenhuma lágrima seja de dor....
Nenhum coração sinta a solidão......
Que Deus preencha o vazio da nossa alma com o seu amor!
Onde cada noite escura....existe um amanhecer....
Que perdure sempre a poesia, feita em prece e oração.!!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Quero um amor.
Um amor verdadeiro.
Que toque na minha alma.
Que entre pelos meus olhos.
Invada todos os meus sonhos.
Quero meu amor que possuas o meu coração.
Por inteiro
O meu corpo
A minha alma
Quero sentir os teus braços fortes.
Longos
Envolvendo o meu abraço.
Os teus lábios mudos.
Calando o meu silêncio.
Fazendo dos meus desejos.
Breves os segundos de êxtase.
Quero um amor.
Um amor verdadeiro.
Invada todos os meus sonhos
Possuindo o meu coração por inteiro
O meu corpo, a minha alma.
Em direção ao paraíso!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Porquê?
Porquê escrever, com dor na alma?
Se eu gosto de escrever poemas.
São como filhos acabados de parir.
Porquê andar por caminhos de pedras?
Se o meu chão é feito dos teus carinhos e ternura.
Porque é que eu ando a chorar pelos cantos?
Se apetece-me cantarolar, quando tu olhas para mim.
Porquê gritar aos sete ventos, todos os meus desejos?
Se eu oiço os murmúrios dos teus beijos.
Porque é que ando a fugir dos teus braços....
Com medo de sofrer?
Se posso sentir o teu desejo a deslizar no meu ser.
Porque é que ando a morrer por dentro de dor e solidão?
Se digo-te com loucura e com desejo.....
Amo-te meu amor "com prazer"!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Senhor
Dá-me um céu
Um céu de várias cores.
Sem mágoas
Sem dores.
Tira-me todas as lágrimas.
Que eu não consigo chorar.
Dá-me luz para perceber.
Porque estou tão magoada.
Tão cansada de viver.!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Senhor
Estou tão cansada de viver.
Dá-me uma sepultura.
Para enterrar as mágoas.
Que fazem-me sofrer.
Que vivem dentro de mim a gritar.
Dá-me um bálsamo para a cruz.
Que estou a carregar, ela é pesada "Senhor"!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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No calor dos teus braços meu amor
Quero e queria...viver e sonhar
Onde navega a minha ousadia
Deixando o meu corpo a arder
Na loucura desta paixão assolapada
Queima-nos os sentidos na lareira
Arranjamos uma maneira de viver
Viver todos os sonhos perdidos
Perdidos com contigo meu amor
Nessa fogueira dos nossos carinhos
Escuta o mar junto ao meu coração
No calor dos teus braços, meu amor
Quero e queria viver, sonhar e amar!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Caminho...
Pelo casa em silêncio.
.......nos bicos dos meus pés.
Monótono deste silêncio.
Feito no tempo
........para o tempo
Sentido na alma
No silencio
Que nos traga a calma
.......a serenidade
Morreria devagar......
.....Já farta de te esperar!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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Quero fugir de mim
Sem olhar-me ao espelho
Não quero ver nele refletida
Toda esta minha dor!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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