Eco
Inaudível Eco
Sou um mar, sou um lar
E dessa fantasia qu'eu criei
Você se tornou montanha
Sei que um dia eu te alcançarei
Sou um vulcão hostil
E derramei minhas lavas sobre o teu corpo
Vou ilhar você em meus braços
Até que a chuva enfim toque os seus lábios
Formando nuvens cinzas, cobrindo os corpos
Até onde se estendam
Sou um mar, sou um lar
E dessa fantasia qu'eu criei
Você se tornou montanha
Sei que um dia eu te alcançarei
Sou um mar, sou um lar
E dessa fantasia qu'eu criei
Você se tornou montanha
Sei que um dia eu te alcançarei
Final de tarde
Está deserto
A rua é um eco, em silêncio
So há imensidão verde a minha volta
Pássaros cantam dando ênfase
Ao final de um dia lindo.
As pessoas vivem de rótulos
Lembram com fotos
Expoem o próprio eco dos seus corpos
São acostumados a pensarem em si próprios
O amor...tão pouco em si
E longe do próximo
A realidade é um canal acessível em controle remoto
Somente um lugar inóspito
Todo o caos esta sob aplauso e FOGOS
Poder algoz
É esquisito, falo comigo, tenho dito, leio tudo duplicado, as vozes de puro eco, soa na minha mente um reflexo diferente, estão falando comigo, estou sendo perseguido, a condição neolinguística, pode ser coisa mística, sei não viu, a tecnologia, os mestres virtuais, a inteligência, a negligência, o poder, comando, ordem mundial, controle mental, carne sangrando e espinho na mente, a depressão e o inferno descontente, quer esmagar, fazer sofrer e aniquilar, o homem querendo fazer justiça e acaba sendo algoz de seu dom, esse é o tom, a voz dos discípulos, brincam com a maestria, porém a hipocrisia, pois bem que seja tomada a classe de vítima, que a tribulação plebe leve a uma canção, de orquestra sedenta da prudência, humildade e sagacidade, para aderir o que de fato vale a pena, enquanto o poder faz esquema para criar ao fraco um dilema, a percepção do fraco se faz aguçada, pela fé e decisão compõe a casa arrumada e que o aprendizado do mundo feroz, seja também dado pelo poder algoz.
Giovane Silva Santos
MURO INEXISTENTE
O medo é um muro
edificado no escuro
da mente,
Eis o eco insistente
do grito sombrio
que habita do outro lado do muro:
É um sentimento latente
acorrentado ao corpo
do misterioso monstro do inconsciente,
O frio que percorre a espinha rapidamente
como água corrente
num corpo ardente.
É o muro barrando a frágil coragem
que luta inutilmente
contra a sombra de um sentimento tão forte
representado por um muro inexistente.
Sonhar
A vida e um sonho
Amar e um eco
A gente emiti
E recebe o reflexo
Amor e um ofício
Estando longe ou perto
Viver e uma arte
Sonhar e o projeto
As vezes com rumo
Outras sem trajeto
Mas sonhar e sonhar
Ser feliz é Amar
Não me pergunte se vou voltar, sou apenas um eco de algo que um dia se foi de repente. Às vezes algo machuca, às vezes mutila, às vezes se ilude achando que tudo vai dar certo. Só dessa vez vai dar certo. Você acredita, e tudo se vai novamente. Nos seus olhos brotam lágrimas, há um sentimento depreciativo, nada mais vai será como antes. Talvez seja a hora de olhar para frente, de se valorizar e se importar com sigo mesma. Às vezes é difícil, dói, mas ninguém dá valor até perder.
eco momento
ponto de refletir
destruir é que compreende
é seu caminho
na tristeza seu conhecimento,
para quem tem dó a dor
por que se sofre em silencio,
atos de democracia,
a floresta morre,
animais são mortos no mundo todo
apenas os olhares e pesares...
aonde se pode viver.
tristeza única
solidão purpura escuridão.
opostas ao pensamentos animais são vivem
em jaulas para que tenha o minimo de dignidade,
ainda tiram fotos se divertem.
olhe o macaco,
nos passo da extinção da humanidade.
Se você acha publicidade um gasto, nem percamos nosso poupável tempo. Pois duvido que sejas mais econômico que eu.
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