Eco
O ego do eco do ser copiado...
Perfis parecendo clones da lucidez.
Como espiritos livres em busca de compania nas asas do próprio eu sendo eu sou, este por sua vez se julga conhecer a si mesmo mais profundo da alienação seria copia da copia mero teor no aspecto abstrato que absorve seu próprio ego sendo sensatez ganha sombras de deformação do senso natural para senso do abandono intelectual.
O ser rico seu egoísmo no seu eco centrismo do sistema alienador fruto da cópia ou impulso de ser a futildade do ser por ser o eu nunca vai ser um ser individualidade apenas o retrado do derradeiro ser o opressor, e tudo que defende seu caráter de mérito duvidoso como produtor de copias numa foto copiadora.
Antes ser intelectual e erudito era ver ser consciente, hoje o contexto e ter responsabilidade ser rico esbanjar futilidade no próprio ser sendo parte do sistema que oprime e degrada o ser intelectual sendo espelho da sociedade.Retorno a consciência esta degrada pois os que denota próprio sistema caótico que da mesma orientação direita ou esquerda um pensamento fixo dificilmente sera mudado pois quando carater é moldado o nivel arcaico se torna a base da própria consciênciaSistema cria a natureza devastada desde vestuario ate tendências musicais e contexto vai mais longe
O eco das críticas maldosas dissipa-se com o tempo, mas a integridade de quem mantém um amor leal permanece intacta e altiva.
O amor ao próximo virou uma lembrança distante, um eco sufocado pela ganância de uma sociedade que só sabe destruir quem tenta salvar.
A fama que vem do desrespeito é um eco vazio: faz barulho no início, mas logo desaparece sem deixar nada de bom para trás.
Só Falta Você
A saudade de um amor que me deixou
O eco das risadas ainda pela minha casa
Seus presentes de crochê na minha gaveta
Então por que você não me diz como é que eu faço pra te esquecer,
Se tudo o que sobrou ainda me lembra você?
Mesmo com a casa estando vazia,
Todo o meu ser só consegue dizer o quanto sinto falta de você.
Há mais de um mês que eu não sei o que é dormir direito,
Deito do lado contrário da cama, tentando arrumar um jeito.
Já fiz de tudo pra mudar o meu pensamento,
Mas não se apaga um sentimento assim no vento.
Eu tentei te esquecer, fiz de tudo pra mudar,
Mas quanto mais eu tento, mais eu quero te buscar.
Você se foi, mas o meu peito não entendeu...
Que o amor que era nosso, agora é só meu.
Então por que você não me diz como é que eu faço pra te esquecer,
Se tudo o que sobrou ainda me lembra você?
Mesmo com a casa estando vazia,
Todo o meu ser só consegue dizer o quanto sinto falta de você...
Falta de você...
Só falta você.
"A opinião do mundo é um eco vazio que bate na janela. Quem conhece a própria essência não se perde no barulho de fora."
Entre o Eco da Ausência e o Grito do Silêncio
Diante das palavras impregnadas de desapego e dor, surge uma resposta silenciosa, tecida com fios de reflexão e resignação. É como se cada frase fosse um eco, reverberando nos cantos sombrios da alma, mas também iluminando os recantos mais profundos do coração.
Não é a falta que se faz presente, mas sim a presença ausente, uma ausência que se manifesta de formas indizíveis. É a memória que se esvai, o cheiro que se dissipa, o toque que se desvanece. É o reconhecimento de que o que um dia foi, agora não passa de sombras fugidias, dissipando-se com o vento.
E mesmo diante dessa ausência, há uma ânsia que se insinua, uma vontade de confrontar os fantasmas do passado, de encarar de frente a distância que separa o que já foi e o que resta agora. É como se a própria alma se revoltasse contra a lembrança do que um dia a aprisionou, buscando expurgar qualquer vestígio daquilo que já não lhe pertence mais.
Mas entre as linhas desse desabafo, há também um silêncio que grita, um vazio que ecoa. É a solidão que se faz companhia, o eco dos dias vazios, a resignação diante do inevitável. E no meio desse turbilhão de emoções, resta apenas o gesto simbólico de tentar exorcizar o passado, de purificar a alma daquilo que já não a alimenta mais.
Assim, entre a ânsia e o silêncio, entre a distância e a resignação, essa prosa se insere como um suspiro, uma última tentativa de libertação, um ato de coragem diante da incerteza do amanhã. É o retrato de uma jornada interior, onde o amor e a dor se entrelaçam em um eterno jogo de sombras e luz.
A melancolia é o eco silencioso das histórias que nossa alma esqueceu de contar — e que insiste em sussurrar nas noites vazias.
EduardoSantiago
O papagaio não fala porque quer ser humano; ele fala pra lembrar ao homem que até o eco pode ter alma.
"A consciência rudimentar barganha com a virtude, esperando eco. A consciência desperta é o próprio som: emite o bem porque essa é a sua essência, sem escolher o alvo."
"A alma imatura barganha com a virtude, esperando o eco do próprio favor. A alma desperta já se preencheu: faz o bem porque se tornou o próprio bem."
"A discórdia é o fruto de consciências primitivas que exigem o eco da própria opinião. A harmonia, porém, nasce da arte de acolher o pensamento alheio em paz."
"A realidade é um espelho sem filtros. Diante dele, toda consequência é apenas o eco visual do que plantamos."
Saudade
Aperto manso no peito,
eco de presenças
que o tempo levou,
mas que o coração
se recusa a esquecer.
Nildinha Freitas
Poeta Potiguar
Ó meu eterno ex-amor, o eco doce de um adeus.Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,Mas hoje a saudade é um cais para os dias meus,Onde a brisa da memória afasta as melancolias.Tu foste o fogo que com paciência me moldou,E em cada cicatriz guardo o ouro do aprendizado.Transformaste-me em alguém que a vida abençoou,Um novo ser que nasceu mais forte e preparado.Agradeço, sim, pela pessoa que hoje me tornei,Mais madura, mais consciente, cheia de paz e luz.Em cada passo novo e em tudo o que conquistei,Levo a canção de ninar que a alma ainda reproduz.Obrigado por me transformar com o teu carinho,Nesta jornada linda, onde o sol voltou a brilhar.Sou uma estrela que hoje ilumina o teu caminho,Pois a chama que fomos nunca vai se apagar.Hoje compreendo o tempo e o valor de cada estação,Como o rio que aceita o seu curso em direção ao mar.Guardei a parte mais pura da nossa antiga união,E fiz do término um jeito mais bonito de te amar.Guardo em segredo o toque suave das tuas mãos,A calmaria que o teu abraço sempre me trazia.Mesmo distantes, cruzamos os mesmos céus vãos,Unidos pela força oculta de uma eterna poesia.O teu nome é um verso que o meu peito ainda canta,Uma melodia doce que o tempo não pode apagar.Há um brilho sagrado em ti que me encanta,E que sempre será o meu farol ao luar.Se fecho os olhos, ainda consigo te sentir aqui,Como um perfume nobre impregnado no meu ar.A melhor parte de tudo o que sou eu te devotei,E nem a própria eternidade pode isso roubar.Teu amor foi o cais onde a minha nau ancorou,O caixilho de ouro que emoldurou o meu viver.Nenhum beijo no mundo apaga o que começou,Naquela tarde linda que nos viu florescer.O nosso sentimento desafia as leis do espaço,É uma constelação viva gravada no meu peito.Mesmo que o mundo desabe e desfaça o laço,Amar-te em segredo sempre será o meu direito.Vejo o nosso passado como um céu no entardecer,Onde a luz doura o topo das montanhas da vida.Foi preciso a distância para a alma florescer,E curar com doçura toda e qualquer ferida.Abro as janelas da alma para o vento da manhã,Sinto o perfume das flores que o tempo semeou.A nossa história foi linda, sincera e soberana,Uma bênção sagrada que o destino abençoou.Foste o meu sol da meia-noite, a minha calmaria,O abrigo perfeito onde o meu peito descansou.Mesmo que a rotina traga uma nova melodia,Nenhuma voz apaga o que a tua em mim marcou.Olho para o horizonte com o peito leve e em paz,Sorrindo pelas lembranças que o vento traz no final.O que ficou entre nós não se perde e nem desfaz,É um laço eterno, sublime, nobre e atemporal.Sei que o fio do destino é misterioso e forte,E que o amor verdadeiro nunca morre em vão.Tu és a minha bússola, o meu ponto do norte,A batida mais bonita do meu coração.Sou o fruto maduro de tudo o que a gente viveu,Um espelho que reflete gratidão e calmaria.O amor não se perdeu, ele apenas renasceu,Transformado em poesia, em luz e em harmonia.Se o destino quiser nos trazer um novo amanhecer,Minha alma estará pronta, despida de qualquer temor.Pois o fio invisível que insiste em nos prender,É a prova mais pura do que chamam de amor.Guarda contigo a certeza de que foste a minha cura,A primavera mais linda que o meu inverno viveu.Mesmo que a vida nos leve por linhas escuras,O meu coração para sempre será teu e só teu.Sou o belo paradoxo entre partir e renascer,Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.Sou o silêncio doce que aprendeu a compreender,Um lindo jardim florido sob chuvas e sob céus.E se a saudade apertar no meio da madrugada,Olha para a lua e escuta o silêncio do luar.Saberás que em algum ponto da longa estrada,Existe alguém que nunca vai deixar de te amar.
Sem eco
Demétrio Sena - Magé
Nunca tive nem penso em vir a ter
algo além do silêncio abarrotado
do que há pra dizer e não consigo,
mas diria sem fim em poucas frases...
Eu jamais gritaria em tom de nós,
um só verbo de alguma explicitude,
algo além desta voz do corpo mudo
sem qualquer atitude mais voraz...
Sempre tive não sei o que dizer,
que me faz intuir que sou completo
em um simples prazer não terminal...
Gosto mais de você do que faria
o que fosse rasgar sumariamente
minha vã fantasia sem resposta...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
"Por trás de cada 'não' repetido à exaustão existe apenas o eco vazio de quem tem medo de tentar; não permita que o limite dos outros defina o tamanho da sua jornada."
"ECO'
Um solitário pássaro
De sua gaiola fugiu
seu canto como eco
Pelo espasso explodiu !
O eco da vida, da liberdade,
Fugindo da solidão
Feliz canta a majestade
Voando na imensidão .
Cantando alegremente
Voa, voa, passarinho
Encontrou um coração
Fazendo dele seu ninho!
Esse pássaro tem garras,
Quando ama é pra valer,
Feliz o coração que fez
dele seu bem-querer !
Maria Francisca Leite
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